péssimo, péssimo!
Theo Gadelha (Wagner Moura) é um médico, casado com a também médica Branca (Mariana Lima), pai do adolescente Pedro (Brás Antunes) e filho de um pai ausente (Lima Duarte).
Sua mulher pede a separação, seu filho rejeita sua orientação e a casa que construiu para a família vai ser posta à venda.
Aos poucos, Theo constata que seu mundo está desabando.
Mas nada se compara ao que está por vir: no fim de semana em que completaria 15 anos, seu filho Pedro some de casa.
Theo pega a estrada em busca do filho.
A viagem Brasil adentro vira um caminho de auto-conhecimento, um percurso para transformações e descobertas.
No geral, gostei do filme mas acho que poderiam cortar alguns subplots e mostrar mais do relacionamento do Teo e do pai dele. Mas as atuações do Wagner Moura e do restante do elenco, a história em si e a fotografia valem muito a pena.
ô filminho ruim.. sem pé nem cabeça, sem logica, sem vida. só vale pelo Wagner Moura, mas que mesmo assim o excesso de sentimentos/entrega dele ficam parecendo caricato e esquisito.
Final previsível e história interamente banal.
Se não fosse a costumeira excepcional atuação do Wagner Moura e a cena em que ele aparece de cueca, não mereceria nem mesmo uma estrela.
Wagner Moura ainda vou vê-lo em filmes americanos, eu acho esse cara melhor do que o Rodrigo Santoro.
Esqueci de concordar contigo, também acho ele melhor do que o Rodrigo Santoro.
O roteiro tem seus defeitos, mas é interessante. A direção foi bem, destaque pra fotografia (que colaborou muito pra ambientar o sentimento da cena nos espectadores).
Filme fugiu de favela, e foi otimo com o Wagner fazendo um drama de estrada, bom ator, bom roteiro, tinha que dar bom filme!!!
Bom filme, o Brasil como cenário para road movie deveria render mais filmes como esse, cena sensacional com Wagner Moura e Lima Duarte.
Gosto muito do trabalho do Wagner Moura...Mas achei o filme muito fraco. Não gostei.
Achei ótimo, só achei o final muito inverossímil demais, dentro da história.
Afinal, o cara se fode e vai até o fim do mundo pelo menino, que descobre que tá na casa do pai dele, que abandonou ele e a mãe e nunca mais teve contato. Aí ele chega lá e tem a melhor reação possível tanto com o filho quanto com o pai. Bitch, please.
Será que usa película amadora do Brasil ou profissional americana?
Eu nunca uso trailers de filmes ou sinopses de livros – são duas das coisas mais enganadoras do mundo, no mínimo nos passando uma parte minúscula da história e, em casos extremos, adulterando-a por completo. O trailer de A busca foi um desses últimos casos infelizes – sim, Pedro foge como retratado no trailer, mas o desespero (que me fazia esperar um drama dos bons) foi exagerado, aqueles poucos segundos que se perdem na imensidão de duas horas.
Porque, no final, A busca é um romance de formação de um homem já adulto que, pela necessidade de achar seu filho, começa a prestar mais atenção nas coisas e pessoas ao seu redor, conhecendo melhor a si mesmo e, obviamente, ao filho. Aliás, dois grandes trunfos: as “figuras” que Theo encontra no caminho, aqueles personagens secundários memoráveis que podem transformar por completo uma obra; e a cenografia, rica, feia, suja, bela, real. Temo dizer que, sem isso, A busca seria só um filme comum, que prometeu a profundidade de um oceano e nos devolveu a de uma poça.
Porque por melhor que a atuação de Wagner Moura e Marina Lima (respectivamente Theo e Branca, os pais desesperados) o final de A busca dá uma sensação de vazio, de emoções e passados não explorados. Para um filme morno, uma resenha morna e uma nota idem – infelizmente, mesmo vacinada, fui pega pelo truque do trailer fabuloso de novo.
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Lindo, incrível, maravilhoso! Queria estar em cada cena.
Linda história, excelente atuação do Wagner moura(como sempre), enfim... É o tipo de filme que eu recomendaria pra qualquer pessoa.
Esperava mais, porém, satisfatório. Alguns diálogos e a fala pra dentro das personagens dificultaram. Achei o filme muito rápido e o drama poderia ser mais convincente. Trilha sonora é o ponto alto da obra.
Alguém sabe a música que passa no final do filme, de Arnaldo Antunes?
Gostei bastante.. =D Wagner Moura sempre intenso, um belíssimo ator.. ;D É um filme simples e objetivo, mas trata de valores, trata do amor e da família, sem falar que a direção do Luciano Moura foi perfeita, o jogo de câmera e as cores das cenas ficaram perfeitas.. =D
Ah, e a pequena participação do Lima Duarte foi arrasante, arrepiante, lindíssima. O cara é um mestre.
Meu deus, o Wagner Moura se super sempre. O cara é intenso, se entrega ao personagem de uma forma. Ele é o próprio drama.
Excelente filme.
Achei de uma singularidade muito bonita o sentimentalismo do casal, nas entrelinhas.
Eu tava querendo dar 4 estrelas, pq gostei muito do filme principalmente no final.. o drama do filme e o rumo ao que ele é levado me cativaram, mas...
... perdeu 0,5 estrela só por causa de umas péssimas atuações distribuídas entre as participações.. :s
Muito bom! uma historia singela e cativante...
descobrir a si mesmo, reconhecer os erros e buscar a redenção mesmo que tardia ja vale o ingresso!
Parece que o filme foi feito para Wagner brilhar, só deu ele.
Penso que o título do filme é muito mais do que "um pai que procura pelo seu filho", o título vai além, fala de nossas buscas internas e cada personagem deu a entender isso.
Não consigo entender por que eu detestava o Lima Duarte. Quis chorar muito com a participação dele. O filme tem muitas falhas, principalmente, porque alguns atores não convencem, não emocionam. Lima faz isso sozinho. Carregou o filme nas costas com uma participação tão pequena.
É preciso "perder" pra notar como sua vida está de cabeça pra baixo. É preciso não ter nada, para olhar ao redor e notar as pequenas coisas. O amor.
É um filme bom, com muito pouca dinâmica, mas é uma ideia diferente para os cinemas brasileiros, emocionante, eu gostei, só acho que
eles podiam ter explorado mais esse 'descobrir' do pai em relação ao filho através das pessoas que ele foi encontrando.
Achei o filme bom, mas poderia ter sido melhor. Especialmente no final, onde pelo ritmo e estilo de filme acho que poderia surpreender mais. Wagner Moura já era meu ator brasileiro preferido e o filme só vem a reforçar isso! Um crédito especial para Lima Duarte cuja atuação não dura 5 minutos e foi incrível!
Wagner Moura prova mais uma vez o grande nome que é no cinema nacional.
Um Road Movie envolvendo todo um drama familiar tocante e bem estruturado que ainda passeia pelas gerações ícones da juventude brasileira. Sim, o filme é isso tudo. As atuações (principalmente do casal Moura e Lima) são soberbas, sempre nos contando muito sobre a relação daquela família, mas através de detalhes e pequenos gestos. Nos aspectos técnicos o filme também é muito bom, uma fotografia orgânica, ampla e dessaturada gerando um clima de desamparo extremamente funcional. A direção de arte, embora apele para cenários caricaturais acaba por dar um tom um tanto onírico, muito interessante. Por fim o roteiro, super estruturado e repleto de mensagens em suas entre linhas. Excelente!
É interessante mas acho que a fotografia poderia ter sido melhor, podiam ter usado cenários melhores já que tiveram 2 estados do Brasil pra explorar, a gravação tem o áudio as vezes confuso também.
Wagner, sempre Wagner. Muito provavelmente, este não seja o filme preferido de quem gosta de botar as pernas pro ar e assistir à sessão da tarde. Mas aos que tem a capacidade de entrar na tela e incorporar as histórias, perceberá que o longa expõe lindamente nossos conflitos com os outros e, principalmente, com nós mesmos.
Apesar de não ser um filme excelente é perceptível que o diretor apesar de novo tem personalidade e por culpa da "indústria" cinematográfica nacional é bem provavel que pare por ai mesmo, o que é uma pena.
O filme narra não apenas a procura por um auto-conhecimento, mas também a necessidade de colocar-se no lugar do outro através de diversas circunstâncias. A ocasião de um futuro incerto que direciona a reflexão sobre o passado. Uma história em que o silêncio produz muito mais importância do que propriamente uma fala. Talvez porque seja difícil definir em palavras o que seria um sentimento entre pai e filho. Além disso, um destaque para a belíssima atuação de Wagner Moura.