e inteligente demais para mim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Fred Madison (Bill Pullman) é acusado, sob misteriosas circunstâncias, de matar sua esposa Renee (Patricia Arquette). Ele logo se vê transformado em um outro homem, Pete Dayton (Balthazar Getty), possuindo uma vida completamente diferente. Quando Pete é solto no seu corpo e na sua mente, as coisas ficam cada vez mais misteriosas e intrigantes.
Uma das melhores parcerias do Lynch com o Badalamenti!
Primeiro filme que assisto do tão falado David Lynch.
Surrealismo impressionante!
Quero mais!
Que trilha sonora, cara! Filme fantástico! Lynch sempre surpreende na unicidade de suas direções.
3/5. Começa com um suspense, depois toma outro rumo. Me surpreendi com a trilha: This Mortal Coil, David Bowie, Marilyn Manson, Hammstein. A verdade é que eu não dava muito por esse filme, mas com o passar do tempo você fica preso na história. Um tanto surreal, mas não é aquele filme que encanta. Vale a pena, sim.
Um convite para uma descida ao inferno interior - aquela região sombria e ignota de onde invarialvemente escapam nossos pesadelos, nossas mais inconfessáveis aspirações.
trilha hipnótica, surrealidade em nível máximo e Patricia Arquette estonteante.
Esse filme é surreal, não sei se pirei na obra ou odiei.
Lynch é um dos diretores mais climáticos que se tem noticia, seus filmes são hipnóticos e possuem uma áurea de tensão e estranheza sem igual.
Conduzido de maneira calma no inicio para depois explodir em subversão, sexo, violência e rock Lost Highway é um achado na filmografia de Lynch. E é interessante um paralelo que esse filme tem com a obra-prima Cidade dos Sonhos.
Lynch sabe das coisas.
Fantástico, David Lynch dispensa comentários e além de tudo tem Patrícia Arquette e Marilyn Manson!!! Demais!!!!
Tenho uma relação de amor e ódio com os filmes do Lynch pós-Twin Peaks. Desse eu até gostei (ao contrário de Mulholland Dr.), mas acho essa fase do Lynch muito gratuita. Acho que Jodorowski e Cronenberg conseguem fazer narrativas surrealistas mais instigantes.
rapaz, é impressão minha ou o Marilyn Manson aparece em um daqueles vídeos que passam no telão lá perto do final?
Os filmes do David Lynch podem sempre ser resumidos da mesma forma: entendi, mas não muito.
O filme terminou e fiquei com a sensação que havia acabado de ver algo incrívelmente maravilhoso e não tinha entendido praticamente merda nenhuma. Saquei todos os pontos mas demorei horas pra conseguir conectá-los de uma forma satisfatória, e isso é o que torna o filme tão incrível; todas as peças estão ali, só é preciso trabalhar um pouco pra encaixá-las da forma que lhe convem.
Outro delírio maravilhoso que o Lynch me presenteia, mindfuck hipnótico. Adorei o filme, me deu uns 30 nós na cabeça mas não houve um momento onde eu quisesse deixar o filme e estar fazendo outra coisa. Não entendi lá grande coisa, só saquei a base da situação (quando os créditos finais vieram voltei pra cena inicial só pra ver se surgia uma luz), mas como trabalho sensorial me anestesiou, tomei belos sustos e levei até pontadas no coração (aquela cena 100sual com o farol do carro e aquela trilha tocante me deu um aperto). Patricia Arquette tá soberana, AMEI a interpretação.
David Lynch cria uma incrível atmosfera de suspense e deixa o espectador intrigado até o fim, onde deixa todas peças para que este monte o quebra cabeça. Obra prima.
Por um lado, é tremendamente confuso. Por outro, tem sexo, Rammstein e Robert Loggia fazendo valer o código de trânsito. Terminei o filme sem saber se gostei ou não. Talvez isso seja marca do diretor.
Esse sim é um daqueles filmes que você assiste e fica perturbado com a história, pesquisando e querendo entender melhor que diabos de mensagem David Lynch tentou passar ao escrever o roteiro, sem duvidas uma das obras primas do cinema "Mindfuck".
David Lynch é um verdadeiro transgressor; a personificação do anti-convencionalismo. Lost Highway se encontra mais aproximado da definição "thriller" do que o igualmente irresolúvel quebra-cabeça chamado Mulholland Dr. (2001). Diferente do filme de 2001, Lost Highway demora um pouco a fisgar a atenção do espectador: o filme é um pouco arrastado no início.
O mais interessante é que algumas cenas simples acabam se tornando segundos de muita tensão devido à condução de um clima claustrofóbico e onírico hoje inexorável da carreira do diretor.
A cada filme de David Lynch que assisto me impressiono mais com seu respectivo trabalho. Não saberia dizer que outro diretor alcançou tamanha ousadia, mas percebo que de certa forma os filmes dele possuem alguns paralelos com os conceitos de David Cronenberg (recomendo Videodrome aos que não conhecem).
Acabo de descobrir que em 2003 a história foi transformada em uma ópera.
Tentei dar algumas ferramentas que ajudam na elaboração do pensamento ao assistir um filme desses peculiares diretores, que infelizmente são inferiorizados, chamados de “malucos”, mas que eu tanto gosto e admiro na minha vida. =)
Citando o Livro Em águas profundas do David Lynch:
“Algumas vezes as pessoas dizem que não conseguiram entender um filme, mas na verdade entendem muito mais do que percebem. E isso acontece porque todos somos abençoados pelo dom da intuição; nós temos realmente o dom de intuir as coisas.
Embora alguém possa dizer que não entende de música, a maioria a vivencia emocionalmente e há de concordar que ela é uma abstração. Não é preciso traduzi-la com palavras, basta ouvi-la.
O cinema é muito parecido com a música. Ainda que seja abstrato, as pessoas tendem a apreendê-lo intelectualmente e traduzi-lo em palavras. E quando não conseguem fazer isso sentem-se frustradas. Mas essas pessoas acabam extraindo uma explanação de dentro delas, quando se permitem a isso. Se conversarmos com os amigos, logo veriam as coisas com clareza e distinguiriam o que é do que não é. E poderiam concordar ou discordar se ainda não sabem do que se trata? O mais interessante é que as pessoas realmente sabem mais do que pensam que sabem. E quando elas opinam, quando falam daquilo que sabem, tudo se torna mais claro. E quando percebem alguma coisa, isso pode ser um pouco mais esclarecido na troca de ideias com os amigos. É assim que se chega a uma conclusão. Uma conclusão que pode ser válida.
Unindo com esse outro capítulo ajuda na absorção de novos significados ao assistir um filme através de uma nova maneira de usar o nosso cérebro:
“No trabalho com a música, utiliza-se uma certa parte do cérebro. Quando se fala, utiliza-se uma outra parte. Quando se canta, utiliza-se uma parte diferente. E quando se faz cálculos matemáticos, uma outra. Mas quando se quer fazer uso de todo o cérebro, é preciso transcender. E depois, cada vez que se transcende, traz-se um pouco mais dessa consciência transcendental para o trabalho com a matemática, o canto ou o que for. Independentemente do que faz, o cérebro mantém essa coerência.
É uma experiência holística; é o funcionamento total do cérebro. E isso se torna um estado permanente à medida que você vivencia mais e mais o campo unificado e estimula o desenvolvimento da consciência. Isso não acontece da noite para o dia, mas com trabalho constante. A ciência védica sempre chamou atenção para a existência e a localização desse campo, afirmando que qualquer um pode vivenciá-lo. E hoje a ciência moderna dá um passo à frente ao validar essa afirmação.”
E em fim à respeito de voltar a vida real depois da experiência fílmica. A imersão no ambiente agitado do filme e a satisfação imensa e calma em retornar a vida depois de cada filme com esses aspectos:
“Frequentei o restaurante Bob’s Big Boy quase que diariamente durante o período que vai da metade dos meus 17 anos até o início dos 18. Eu me sentava à mesa, pedia um milk shake e pensava.
Há uma tranquilidade quando se pensa durante a refeição. Você toma seu café ou seu milk shake, entra em áreas estranhas e escuras do pensamento e retorna são e salvo à refeição.”
Belamente colocado!
Nesse filme o Lynch começou a dar mais vazão ao estilo de criação mais livre e simbólico e sem tantas amarras com um roteiro tradicional, cujo ápice foi o "Império dos Sonhos", um verdadeiro exercício de fluxo de consciência.
É uma pena as pessoas não se darem ao trabalho de tentar apreciar de forma igualmente livre e sem amarras filmes como esse.
O ápice do mindfuck, fundido com tudo que a de bom no cinema de Lynch, simbolismo, interpretações, referências, charme, sentimento e principalmente psicologia..
Mano, tem o Henry Rollins e o Marilyn Manson! Isso já vale o filme. Mas além disso, é do caralho.
Cabuloso, original, distintivo, atmosférico, muito criativo e intrigante. Lost Highway tem uma direção espetacular, típica de seu diretor, que por si só já faz valer a pena toda a obra. Mas não para por aí; todo o elenco tem grande atuação, a trilha sonora, produzida por nada menos que Trent Reznor, é soberba, com David Bowie, Lou Reed, Nine Inch Nails, Rammstein, Smashing Pumpkins, Marilyn Manson (o próprio aparece como ator pornô!) e até Tom Jobin, é responsável por dar boa parte da vida que o filme tem, sendo utilizada de forma espetacular. E por fim, a história, que pode receber milhares de interpretações ou simplesmente, como já falaram, ser sentida e não entendida, algo totalmente não-linear, pronto para bagunçar (ou não) a cabeça do espetador de forma pouco convencional. O resultado da obra é um filme único, embora para um público restrito, que proporciona pouco mais de 2h de uma rara satisfação para quem o assistir de cabeça aberta. Infelizmente, arriscar e sair muito da linha de conforto por muitas vezes tem um preço negativo a se pagar. Lost Highway foi um fracasso de bilheteria e obteve críticas fracas, mas por fim, a internet apareceu e o número de fãs que esse filme ganhou após mais de uma década mostra que a justiça foi feita, de certa forma. Lost Highway não é um filme convencional e é aí que mora sua mágica. Muito a frente de seu tempo, mesmo com suas falhas e irregularidades normais para quem está entrando em novo território, consegue realizar em grande estilo as boas pretensões de David Lynch.
Na minha interpretação do filme, a chave pra "decifrar"
é o breve dialogo em que o Fred fala que não gosta de câmeras, e prefere lembrar das coisas do jeito que ele lembra, não necessariamente como aconteceu.
Verdade. Acho que você achou a chave certa para decifrar todo o filme. Também acho que
tudo tem a ver com a forma de lembrar das coisas, que é subjetiva e surreal.
Vi este filme no Cinema e eu Simplesmente AMO! É um dos meus favoritos! Só não entendo porque obras completas como a do David Lynch, P.T. Anderson, Wim Wenders, David Cronenberg, Oliver Stone continuam inéditas em DVD!
Até o Quentin Tarantino tem o Grande Hotel como diretor que não tem em DVD pra comprar! (Sim, eu ainda compro DVD, não fico baixando tudo na Internet)
não fosse a trilha sonora, teria sido um filme aceitável. Qual é, deixou a coisa parecendo filme reincidente de Tela Quente
A explicação de A Estrada Perdida é a seguinte: Lynch estava sem grana numa tarde de domingo escutando Infinita Highway do Engenheiros quando pensou "é, acho que hora de trabalhar". Foi até o guarda roupa e viu que o baseado era pouco, então escreveu uma história "semi brisado". Quando terminou, em 30 minutos, viu que não tinha sentido nenhum e que por mais que os fãs vid4l0k4cuLt quisessem achar explicação não teria como. Aí disse "foda-se, sou gênyo! Vou pedir patrocínio pra ford e mercedes e dizer que é um filme sensorial". Causou!
Ainda bem que a trilha sonora é uma beleza e que sou fã do doido, senão já teria encomendado morte (eita!).
Vi este filme pela trilha sonora do Smashing Pumpkins e NIN e graças a minahs banda sfavoritas conheci este genio
Maior filme d eterror sem ser terror, personagens muito bizarro trama envolvente
Só o Lynch memso pra fazer o Bill Pullman ter uma ótima atuação
QUE PUTA FILME, HEIN, LYNCH! DIREÇÃO FODA! ATRIZES MARAVILHOSAS! TRILHA SONORA DOIDERA! AS LUZES! AS LUZES! QUE ENREDO! QUE FANTÁSTICO!
Esse se tornou o meu filme favorito do diretor pela forma genial que foi montado e, depois desse filme, posso afirmar e reafirmar que o David Lynch é um dos melhores diretores da atualidade.
PS.: Se eu não tivesse escrito em caps lock não daria pra ter entendido O QUANTO EU TÔ PAGANDO PAU PRA ESSE FILME, CARALHO!!!!!!!!!!!!!!!!!
putz seu comentário é ótimo, dá vontade de ver o filme na hora hehehe! Vou tentar baixar!
O muito criticado David Lynch. Eu não critico nem um pouco o jeito extraordinário dele fazer cinema, desde o silêncio total em algumas cenas...até as trilhas sonoras misteriosas no fundo...para mim uma sensação única.que tornou-se marca registrada. Parabéns Lynch, você é demais! Você tem o que falta no cinema atual.
Admito, só assisti porque sabia da participação do Marilyn Manson e Twiggy, mas valeu a pena, mesmo que eles só tenham aparecido por 1min. O filme é ótimo.
Um dos mais tensos filmes de Lynch. Alguns momentos beiram o terror. E, dentre os filmes da trilogia de Hollywood, este foi o que mais tive facilidade de entender, porém, ironicamente, o que mais demorei para captar. Só fui entender a trama nos 20 minutos finais, enquanto "Cidade dos Sonhos" e "Impérios dos Sonhos" tive que analisar o filme após assisti-los. Mas o fato é que Lynch nasceu para isso. Suas loucuras me cativam e alucinam. A fotografia é de uma inteligência fenomenal e a trilha sonora é excepcional.
E o filme pornô trash com o Twiggy Ramirez e o Marilyn Manson? Eu fiquei durante duas horas de filme " WTF ? WTF? WTF?" Mas de novo ele me deixou com aquela sensação de "Que filme foda!". Me sinto idiota de fazer comentários tão pobres sobre um filme tão interessante, mas é que Lynch nos deixa em um estado de espírito tão confuso e inebriante quanto seus filmes.
Fred: I like to remember things my own way.
Detective: What do you mean by that?
Fred: How I remember them. Not necessarily the way they happened.
Pode ser que eu esteja enganado mas o fim do filme esta ligada ao começo e a ordem cronológica da historia é meio confusa.
Alguém poderia me explicar esse filme ?
DICA: assista de madrugada,sozinho e tente não cagar na cueca/calcinha.
Acho que por ter visto Cidade dos Sonhos primeiro, sou mais fã desse do que de A Estrada Perdida... Além disso, achei A Estrada perdida mais "fácil" de ser compreendido - talvez por ter sido feito primeiro, me soou como uma espécie de "preparo" para o que viria a seguir... Mas de qualquer forma, AMEI A Estrada Perdida, achei um filmaço mesmo!!! E o que é a trilha sonora, hein?? Da melhor qualidade!!!
O que faz deste na minha opinão a única obra-prima doida de Lynch e´que ele explica o inexplicavel. Eu mesmo sem entender porra nenhuma e achando varias teorias volto pra rever.
pra mim, uma porcaria superestimada por causa de seu diretor famosinho
a coisa que eu mais gosto nesse filme é o final. nunca vi nenhum filme que use do tempo mítico. tempo mítico, usado em rituais (missa é um exemplo), é o tempo circunscrito. algum acontecimento sempre acontece de novo, várias vezes. no caso do filme, há a coincidência desse tempo ligar um personagem a ele mesmo.
é importante dizer que esse é um filme para ser ''sentido'' ao invés de ''racionalizado''. pois a estória é um retrato do subconsciente de Fred, e o subconsciente tem leis diferentes da mente consciente. as coisas são mais simbólicas e seguem uma lógica intuitiva, ao invés da lógica de causa e conseqüência que estamos acostumados.
As the ending credits of Lost Highway swept over the computer screen, I was left behind in a state of total perplexity. Instinctively, I knew I had witnessed one of the greatest movies of all time. But for the life of me, I couldn’t figure out what I had just been watching for the past two hours. It was the first time a film had ever evoked such a bewildered feeling out of me.