Não era bem o que eu esperava, mas De Niro é sempre um ator excepcional de ver.
Baseado no livro Another Bullsh*t Night in Suck City, de Nick Flynn, a história, baseada em fatos reais, acompanha a vida de Nick (Paul Dano), um aspirante a escritor, que vê a sua vida rodeada de grande instabilidade, com a prisão do seu pai (Robert De Niro), a morte da mãe, e devido ao facto de não ter uma casa em condições.
Não era bem o que eu esperava, mas De Niro é sempre um ator excepcional de ver.
Não gosto do De Niro, mas esse filme eu gostei.
Esse filme me fez pensar como eu sou ruim. hahaha... Acho que eu na posição do Nicholas não faria tudo aquilo o.O
Enfim, é um drama bem legal!
Não entendi quase nada no filme, sinceramente.
Tbm achei isso.. Gente alguem me explica? Eu tive raiva e pena e depois raiva e depois pena do Jonathan..
Eu gostei,mas faltou engrenar. E não tem nada de comédia nele,enfim... Seria um filme que veria de novo sem problemas.
Baseado em fatos reais, “A família Flynn” explora um retrato íntimo sobre os indissolúveis laços entre pai e filho. Em pouco mais de uma hora e meia de filme, acompanhamos a frágil relação entre Nick, um jovem escritor abalado pelos assombros do passado, e Jonathan, um senhor amargo, vazio, com certo grau de esquizofrenia. Pai e filho, afastados há 18 anos, solitários na imensidão da cidade grande, na tentativa de um recomeço.
Nick (Paul Dano, em papel consistente e humano) personifica a razão, as ideiais fixas, sem margem para afetuosidade, principalmente porque perdera a mãe de maneira trágica (Julianne Moore interpreta a personagem materna, em flashbacks). O pai, Jonathan (Robert De Niro em bom momento), é o caos na forma de gente, que vive em uma bolha particular, fantasiando ser o maior escritor do mundo. Quando um encontra o outro, tenta-se o elo quase impossível entre a razão inquebrantável e o caos flamejante. Nesse caminho de redescobrimento e auto-análise, tentar-se-á a adaptação dos dois mundos opostos.
Ao longo do filme temos a sensação do desfecho, que apesar de ser lugar comum, é o esperado pelo público (haverá redenção entre os personagens centrais?).
Perceba que o título, tanto o original quanto a tradução no Brasil, leva o sobrenome ‘Flynn’, que é do escritor real Nick Flynn, cuja autobiografia tornou possível a transposição da história no papel para as telas.
Quem dá as ordens é o diretor Paul Weitz, que tem uma carreira irregular, que vai desde fitas teens duvidosas, como “American pie”, a bons dramas familiares, como “Um grande garoto”, “Em boa companhia” e com certeza “A família Flynn”, sua obra mais produtiva nos últimos tempos. A direção coesa não deixa dúvidas da firmeza da produção. Curiosidade: Weitz já dirigiu De Niro anos atrás no fraco “Entrando numa fria maior ainda com a família”.
Um bom drama familiar que desvenda comportamentos humanos.
Por Felipe Brida - Cinema na Web (cinema-naweb.blogspot.com)
Ganha duas estrelas, uma pela Julianne Moore e outra pela história que foi baseada em fatos reiais. O filme não me cativou, achei entediante do início ao fim e muito chato.
Parece que você fica esperando De Niro aparecer, a vela de um bolo sem açúcar...
Desencontros de afetos, e não falta de afeto como vi em alguns comentários aqui, e aceitação e perdão no final. Me lembra muito meu conflito familiar.
É incrível como realmente nossos pais e suas atitudes nos marcam e nos acompanham por toda nossa vida. Será que somos mesmo apenas um resultado da nossa infância?
Tanto o De Niro , o que obviamente não é uma surpresa, quanto o Paul Dano estão excelentes nesse filme. Um filme que desperta sentimentos diversos, entre a raiva e a pena, compreensão e incompreensão, o que de fato fica é a a percepção da vontade que há na maioria dos seres humanos em perdoar, em estar livre. Vale muito assistir. Dá força.
Filme intenso, lindo!
Mensagens fabulosas sobre a triste realidade chamada vida!
De Niro como sempre, atuando de forma impecável. Mostra um lado difícil de se lidar das pessoas. Gostei muito, apesar de não ser o gênero que eu gosto.
Algumas atitudes do personagem de Deniro me fizeram lembrar do meu pai. Triste.
Ótimo filme, filmes assim me fazem pensar e repensar sobre várias coisas.
Uma atuação monstruosa de Robert De Niro com outra melancólica de Paul Dano e a doçura de Julianne Moore fazem deste belo drama familiar um filme que peca apenas pela extrema familiaridade da narrativa (que poderia ser vencida se o filme mantivesse o embate narrativa entre os Flynn do início ao fim).
Crítica: http://www.blogsoestado.com/emcartaz/2013/03/28/a-familia...
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Equipe Filmow.comGostei bastante. É legal ver o Paul Dano fazendo coisas diferentes, acredito que esteja no caminho certo.
A falta de trocas de afeto e comunicação entre familiares. A dificuldade de contato. A ausência de carinho. Paul Weitz baseia-se numa história real, indícios do sonho americano sendo destruído por verdades e situações tão presentes: lares desfeitos, sem alicerces paternos ou maternos, traumas que ficam marcados por toda vida. O filme é eficaz na maneira como expõe a trajetória de Nick (Paul Dano) que cresceu sob a ausência do pai (Robert De Niro). Ironicamente, o destino concebe a provável união desses indivíduos tão díspares, mas que têm semelhanças. Dano articula sua ótima atuação, na defesa de um personagem carente e sem eixo, o jovem que não tem segurança profissional, não consegue prosperar. Tal qual seu pai, um escritor cheio de defeitos extremos e que não conseguiu ter o mesmo sucesso e satisfação, rendendo-se à uma vida instável e à margem da sociedade, já que torna-se um "sem teto". O filme tem um bom ritmo e coloca o confronto desses dois, na representação do fracasso e da amargura, já que trata de pessoas que não conseguem obter maturação e nem avanços existenciais. Interessante como, além de traçar questões como relações entre filho e pai ou mesmo articulando um pequeno panorama sobre a imobilidade social, ainda há espaço para colocar situações onde os personagens se questionam sobre seus atos e buscam pequenas transformações. Porém, o roteiro não consegue render maior envolvimento e nem sempre externa belos momentos. Lamenta-se a desnecessária participação de Lili Taylor que mal tem espaço para algo, a função é nula. E nem mesmo Julianne Moore, a mãe de Paul Dano, uma personagem com um significado forte na trama, é bem delineada em suas cenas em flashbacks. Agradável de ver, ainda mais pelas belas atuações de Dano e De Niro, ainda assim poderia ter sido mais instigante.
Apesar dos pesares, foi uma surpresinha.
http://vimaisfilmesquevoce.blogspot.com.br/2013/03/a-fami...
Sei lá.
Concordo, o filme não é ruim, mas também não é uma maravilha. Ele é... Sei lá.
gostei...
"it's classic"! haha, o De Niro tá fodástico!!! Junto com o Paul Dano e Julianne Moore, só poderia resultar num filmaço! Muito bonito.
Paul Dano é tudo o que Michael Cera queria ser e nunca será...
Atuações FANTÁSTICAS de De Niro e Dano em um filme que, apesar de um pouco confuso no início, tem uma história que se desenrola de uma maneira fantástica abordando a relação conturbada de um pai ausente e um filho que sofreu muito por essa ausência.
O conflito do filho de ajudar ou não, estar do lado ou não de um pai que não fez o mesmo quando o filho tanto precisava nos faz refletir sobre as nossas próprias relações com nossos pais, tenham sido ausentes ou presentes.
Mais um ÓTIMO filme de De Niro, mais um ÓTIMO filme de Paul Dano e mais um ÓTIMO filme para amantes de bons dramas.
Paul Dano e Robert De Niro dão ao filme um equilíbrio entre a sensibilidade e o descontrole,um filme delicioso e reflexivo.
Robert De Niro e Paul Dano, e alguém duvida que este filme é ruim? Filme ótimo!
Gostei! Paul Dano veio mesmo pra ficar e De Niro quando quer... ele mostra que ainda sabe das coisas!
De Niro e Paul Dano já valem o filme ainda mais em grandes interpretações , vale a pena
Cara, adorei! Mostrar desde a raiva como a aceitação e o perdão. Adoro o Deniro nesse papel meio desiquilibrado.
Muito bom, é aquele tipo de filme que realmente consegue transmitir as aflições da trama para o espectador.
Uma boa e impactante história e ótimas atuações de Paul Dano e sobretudo de Robert de Niro (seu melhor desempenho nos últimos anos)
O filme é muito bom, baseado em fatos reais uma história incrível. Enfim Robert de Niro está de volta, tempos que não o via atuando tão bem. Vito Corleone, monstro de Frankenstein, Gil Renard, de Estranha Obsessão, Jake La Motta de Touro Indomável,Travis de Taxi Driver entre outros e agora Jonathan Flynn. Sem dúvidas o ator mais versátil do PLANETA. Palmas tbm para Paul Dano, o cara "apavora" sempre.
baseado em fatos reais, gosto disso, tem cenas boas e diálogos ótimos, mesmo assim na segunda parte do filme dá uma caida boa,Jonathan era aquele tipo de pessoa que ás vezes vc ama e outras vc odeia, Robert De Niro do jeito que eu gosto arrebentando na interpretação mas Paul Dano também não deixou por menos e ainda tem uma super participação de Julianne Moore, tem que assistir!
No "estilo" drama, ficou devendo pra entrar nos meus favoritos. Mas é um bom filme com boas atuações. O roteiro inclui flashbacks demais o que o torna meio confuso. Fica com nota 4.
Embora se entregue a algumas artimanhas Hollywoodianas para tampar buracos no roteiro e tornar mais agradável (leia-se: para vender), a história é realmente incrível ao tocar os fatores psicológicos de forma singela e acabar com aquele salvacionismo ao sexo, drogas e produção intelectual que, para mim, é pura balela. Ah, e o De Niro continua sendo ele, fantástico.