Adèle Hugo (Isabelle Adjani), filha do escritor Victor Hugo, é abandonada pelo tenente Pinson (Bruce Robinson), por quem estava perdidamente apaixonada. Em 1861, ele deixa o país para servir na base de Halifax, no Canadá, e já não se lembra mais de Adèle. Ela o atormenta a ponto de anunciar o casamento dos dois num jornal local, provocando o rompimento da união dele com a filha de um juiz. Doente, sem recursos, ela empreende uma perseguição implacável que resulta em sua própria loucura.
A História de Adèle H.
(1975)Título Original:
L'Histoire d'Adèle H.
Sinopse
Estado: Em DVD
Direção:
Roteiro:
Elenco:
Raymond Falla (Judge Johnstone)David (I) Foote (David, a young boy)Joseph Blatchley (The Bookseller)Bruce Robinson (I) (Lt Albert Pinson)Ralph (I) Williams (Canadian)Isabelle Adjani (Adèle Hugo a.k.a. Adèle Lewry)Louise Bourdet (Victor Hugo's servant)Chantal Durpoix (Young whore)Madame Louise (Madame Baa)Aurelia Mansion (Widow with dog)Jacques Frejabue (Cabinetmaker)Clive Gillingham (Keaton)Ruben Dorey (Mr. Saunders)Cecil De Sausmarez (Mr. Lenoir)Geoffroy Crook (George, servant at Johnstone's)Sylvia Marriott (Mrs. Saunders)Roger (XI) Martin (Doctor Murdock)Jean-Pierre Leursse (Black penpusher)Edward J. Jackson (O'Brien)Carl Hathwell (Lt. Pinson's Batman)Ivry Gitlis (Hypnotist)Thi-Loan Nguyen (Madmoiselle Tilly, assistant of hypnotist)
País de Origem: França
Estreia no Brasil: 1975
Estreia Mundial: 1975
Duração: 96 minutos
Trailer
Fotos
Retrato de um amor obsessivo.Uma história que nos remete ao pensamento daquilo que se chama amor.
A História de Adéle H é daquelas histórias tão curiosamente universais que mais cedo ou mais tarde precisaria ser contada. E olhem só! François Truffaut fez da maneira mais primorosa possível; pois juntar a beleza e a tragédia dessa forma não é tarefa tão fácil assim no cinema.
Não consegui imaginar outra atriz interpretando Adéle Hugo se não fosse Isabelle Adjani. Seu rosto de expressão angelical e de inquietante beleza aos poucos vai se dissipando a maneira que seu amor não está sendo correspondido. E em duas cenas onde ela declara seu amor ao tenente Pinson me comoveu de verdade. Aquilo me comoveu de verdade! Foi a chamada "força da atuação", cada vez mais rara no cinema nos dias de hoje.
Ela é demais! Truffaut é demais! O filme é demais!!!
Gente por favor! Se alguém tiver o link desse filme disponível eu ficaria muito agradecida!!
Um clássico, recomendo a todos adoradores da sétima arte,poderão ver a fundo
história verídica de uma mulher q literalmente enlouqueceu por amor.
É impressionante, absurdo o que ela faz!
"Esta coisa incrível de uma jovem atravessar o oceano... ir do velho ao novo mundo ao encontro do seu amado... é algo que farei!"
Um retrato perfeito de uma alma desesperadamente apaixonada, que não permite se desiludir. Destruida por uma ilusão, por uma idealização do amor.
Thiago Britto, do Cinema Detalhado, colaborou com o especial François Truffaut e preparou a crítica do ótimo A História de Adèle H., um romance sobre quão longe se pode ir em nome de um amor que se converte em obsessão e loucura.
http://cinemacomcritica.blogspot.com/2012/02/historia-de-...
Um mosaico de sentimentos se comutam no final de A História de Adèle H.: desprezo e ódio pelo egoísmo sentimental da mulher, pena e dor por ver a que estágio ela chegou em prol do amor, respeito e admiração por ter caminhado sobre as águas na direção de um sonho. Ela foi muitas coisas e ao mesmo tempo, nada podia defini-la plenamente, além de uma magistral protagonista criada por Isabelle Adjani.
Cinema com Crítica
http://cinemacomcritica.blogspot.com
É a vida: uma mulher lindíssima, culta, talentosa, desesperadamente apaixonada por um tipinho tão reles - promíscuo, jogador, sem honra alguma. O que ela terá visto nele? Bem que os gregos associavam o amor erótico com a insanidade...
Isabelle, é claro, estupenda. Filme para grudar os olhos em cada imagem dela.
Me faz pensar sobre o amor haha. Até onde ir?
Alguém tem um link para download?
http://www.cineconhecimento.com/2010/10/pedidoa-historia-...
Obrigada!!! :)
Isso que o amor faz: Corrói e enloquece!
As sensações que o filme me trouxe foi de uma profunda nostalgia, mas é como se a ponta da faca estivesse apontada pra mim, machucando de leve. Truffaut, você conseguiu.
Um dos filmes mais sofríveis que eu já vi, o jeito que a Adèle se auto-flagela com essa obsessão amorosa chega a dar pena e os closes no rosto dela lembram muito os filmes do Bergman com a Liv Ullmann.
Tristíssimo, outro filme pra ver Isabelle Adjani arrasar na interpretação. "Tenho a religião do amor. Não dou meu corpo sem minha alma e nem minha alma sem meu corpo". Adele amou desesperadamente, mas escolheu mal o objeto de seu amor. Enfim, outra mulher amando o homem errado...
Ótima atuação da Isabelle Adjani (que ficou mais bonita coroa...).
Não é um dos melhores do Truffaut que já vi, inclusive o filme é só a interpretação de Adjani, que é ótima.
:´|
L'Histoire d'Adèle H. é um filme muito bom com uma história muito dramática e muito bem conduzida.
Não é um dos mais inspirados do Truffaut, mas não dá pra negar que é um lindo filme, trágico e belo, com uma personagem feminina marcante.
A busca obsessiva por um amor e suas consequências.
Ótima atuação da Adjani, ótimo filme biográfico.
A Adéle é uma chata!
Muito bom! Feito com cuidado e apreço, ótima atuação da Isabelle...
Cada filme do Truffaut que eu vejo me traz uma nova sensação, mas das boas, sempre
Triste, nostálgico, inquietante.. E aquele final? Meu Deus!!
A Adèle amou mais do que podia suportar sua sanidade.
Só de pensar que a história é real, tudo fica mais incrivel de imaginar.
Filme que fez minha diva, Eva Green, querer ser atriz. Obrigada, Isabelle.´
O filme é lindo e a Belle atuou super bem. 4 estrelas e 1/2.
Isabelle Adjani fez uma atuação brilhante em sua primeira (e muito merecida) indicação ao Oscar de melhor atriz.
É um dos melhores filmes a tratar sobre um amor obsessivo, descartando qualquer indício de pieguismo que tanto invade histórias como esta. Sem falar Isabelle Adjani, que é linda até mesmo no fundo do poço.
Genial! Truffaut foi muito feliz ao transpor para as telas a história de Adèle, a partir da premissa "batida" (porém inesgotável) de que querer alguém vai além desse alguém, ama-se o desejo e não objeto desejado, blá blás da obsessão. Obsessão, aliás, que é marca de Adjani, tanto em Adèle H. quanto em Camillie Claudel - talvez o ser humano seja grande quando abre mão da lucidez em nome de uma causa. Li sobre esse filme em um conto chamado "Extremos da paixão", do Caio Fernando Abreu. Ele faz uma leitura muito bonita da história, e das histórias afins. Citando John Hincley Jr., apaixonado por Jodie Foster: "se você não me amar, eu matarei o presidente". E deu um tiro em Ronald Regan. A mais significativa frase de amor do século XX? Werther acharia lindo.
Também descobri esse filme pelo conto do Caio, assim foi através de outro conto que li sobre a Claudel e fiquei curiosa para assistir o filme dela também.
Difícil de acreditar que aconteceu, né?! HIstória triste. Super comovente.
me deu vontade de visitar Halifax! Muito bom, isso que é amor!...
E a descoberta de Isabelle Adjani foi fenomenal, você não consegue desviar da tela, olhar pra legenda... kkkk. Além de ser falado em inglês e francês... ah Canadá, pode me esperar!
ps.: que desfecho! e a estória é real!
Ótimo filme. A História em si não é muito "emocionante",para mim o que realmente interessou foi somente a atuação da bela atriz e o figurino. Ficou mais interessante porque estou lendo Os miseráveis...
Filmão. Gostei bem mais do que eu esperava, tinha lido certas criticas ruins e me surpreendi. Truffaut mexe mais uma vez (Coisa que ele faria novamente no [i]MUlher do Lado[/i]) com a dificuldade de se relacionar com uma pessoa e de esquece-la. A personagem principal Adèle leva o filme todinho nas costas, alem de ser um filme praticamente restrito ao seu personagem, ainda é um bom personagem, obstinado e em certo ponto desesperado. Não chega a ser uma das obra-primas do truffaut, mas ainda assim é um bom filme.
Sinopse
Halifax, 1863. Uma jovem mulher usando o nome de Lewly chega ao local com o objetivo de achar o tenente Albert Pinson (Bruce Robinson), por quem é obcecada apesar dele ele não lhe corresponder o amor. Na verdade ela é Adèle Hugo (Isabelle Adjani), segunda filha de Victor Hugo, o grande escritor francês. Esta situação a deixa em um desespero crescente, ficando perturbada e a levando a um processo de auto-destruição.