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Adoro filmes que a arte imita a arte, fazendo diretores dirigirem atores com papel de diretores e cameras
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Tem toda a beleza da Penelope Cruz, mas a história é vaga e ruim. Almodóvar tem filmes melhores...
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Achei um filme esteticamente agradável, mas achei a história vaga. Gostei de ter assistido, só não me comoveu.
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Adoro Pedro Almodóvar, mas esse filme não é dos melhores não! Não me entusiasmou...
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o filme não é ruim, mas não me tocou o bastante como Volver... sei que são histórias diferentes mas Abraços partidos me deixou com uma sensação 'vaga', não sei explicar bem... as atuações são marcantes...
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Eu nunca consigo encontrar nenhum filme de Almodóvar pra assistir online! ):
Alguém sabe de um link?-
http://www.putlocker.com/file/EECB00F97CCD824D abraços partidos, com qualidade boa ;)
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Genial!
Achei um pouco longo, porém necessariamente.Tem um roteiro muito bem bolado, me prendeu do começo ao fim! A fotografia é linda e atuações boas!
Adorei as referências que Almodóvar fez a Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos.
Valeu muito a pena! -
A qualidade inegável da harmonia das cores quentes e a "pitada" dramática e surpreendente de Almodóvar, o que é o natural dele e o escândalo que é a Penélope Cruz, sempre perfeita.Porém, comparado aos outros filmes dele que são realmente geniais. Achei esse fraco, porém, é bom.
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Um filme de Almodovar sempre tem personagens ambíguos, direção de arte bem trabalhada, trilha sonora diferenciada e uma colagem de gêneros interesse, "Abraços Partidos" não estar entre os melhores filmes de Almodóvar, mas nem por isso se torna um filme ruim, longe disso. O problema é que sempre esperam muito dele. Então, como filme de Almodóvar é apenas mediano, mas como filme - em geral - é satisfatório. Destaque para uma atuação muito boa da Penélope Cruz e uma homenagem a um próprio filme do diretor, "Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos".
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Perfeito em todos os sentidos *--* Penélope está maravilhosa ^^ Almodóvar mais uma vez ganhando meu amor ^^
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Que filme gostoso de assistir! Me prendeu do começo ao fim, as cores, fotografia, cenários...tudo perfeito, senti como se eu estivesse no filme.
E sinceramente, não sei mas nem que dia é hoje.E que parte linda aquela das mãos dele na tela da cena do último beijo *-*
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almodovariar nunca dá errado. Excitante, esfumaçante, longos diálogos em contra-tempos e a doce sensibilidade fotográfica. Lás peliculas preciosas. Penélope casou demais com o papel, nas cores de almodóvar e toda sua sensibilidade bicha diva. O melhor dele como diretor é o fato de nos testar, colocando direções em nossas cabeças, nos fazendo juntar peças o filme inteiro, sem cansar. Apenas.
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Esse filme é excelente. Aparentemente um drama comum, mas há cenas de deixar todos apreensivos.
Acredito que a história quer mostrar a interferência das pessoas na vida de outras e como isso pode ser devastador.
Primeiro, temos Diego passando mal pelo excesso de drogas. Ele certamente deve estar até hoje acreditando que quase morreu por conta do entorpecente que consumiu, enquanto que na realidade houve um excesso, quando que ele sem saber ingere a bebida adulterada por outro cara.
Depois temos o drama de Mateo, ou melhor, Harry, já que Mateo "morreu" junto com sua paixão. Certamente ele se culpa pelo acidente. No decorrer da trama, diante das coisas que lhe são contadas ele desconfia que poderia ser tudo armado. Poderia? Foi armado? Eu não consegui saber,,,mas não importa...
Por fim, vemos um filme ruim por conta da má edição. Um má edição feita de propósito. Mais uma vez temos a interferência destruindo algo que poderia ser belo se bem feito. Vemos isso na última cena do filme.
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Concordo com o comentario da Amanda não é dos melhores do Almodóvar, mas não menos ótimo. Almódovar é sempre Almodóvar.
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Favoritei sem pensar duas vezes!
"- A Lena não morreu nos teus braços, como haviam sonhado, mas a última sensação que levou deste mundo foi o sabor da tua boca".
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Desculpa, mas... sinopse filha duma puta! Não li antes de ver o filme, mas fico chateada por quem leu antes de ver.
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Almodovar é um roteirista excepciona! Além de competente diretor, claro. A maestria com que ele conduz essa história me remeteu á toda filmografia anterior dele, é como se ele tivesse cada vez mais afiado, buscando elementos no passado da sua carreira.
O colorido marcante da fotografia de seus filmes continua se fazendo presente em "Abraços Partidos", mas dessa vez notei que mais fino, mais elegante, diferente dos seus usuais cenários de um colorido carregado e "kitsch". Essa elegância dele manteve em "A Pele que Habito", posteriormente.
Enfim, resumindo, notei que "Abraços Partidos" me fez admirar Almodovar de vez, em todo conjunto da obra - fotografia, direção e roteiro.Outro aspecto que vou comentar, a título de curiosidade, é que o fictício filme "Chicas y maletas" feito para Lena que Mateo Blanco está dirigindo é uma versão remexida do filme real de Almodovar, "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos". A personagem principal aparece fazendo gaspacho, há um personagem de nome Ivan, fala-se de uma mala vermelha, entre outros elementos de cenário e figurino que Almodóvar brinca de reutilizar, fazendo referências à sua própria filmografia.
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O Almodóvar consegue transformar um roteiro de novela mexicana (será que é o espanhol que é dramático demais?) em uma experiência de uma sensibilidade singular. Aff, haha.
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Direção primorosa e atuações igualmente competentes, além de alto nível técnico.
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Gostei muito, excelente atuação de Penelope Cruz, bonita fotografia, e uma ótima trilha sonora, só achei que o final poderia ter sido mais aproveitado.
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Meu filme preferido do almodovar! Genial!
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Curti demais! Filmes que falam sobre filmes já são incríveis, do Almodóvar então... Magnífico!
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A cada filme do Almodóvar fica a vontade de assistir o próximo.
Penélope Cruz simplesmente encantadora. -
Muito bem dirigido, um bom roteiro, mas apenas correto. Logo, as "cores de Almodóvar" continuem fortes e intensas neste filme, porém esta é uma das obras mais monótonas de sua brilhante carreira, com mais acertos que erros, certamente.
Deve-se atentar para a figura fundamental de Ernesto Filho: um papel, digamos, "menor" todavia responsável pela condução da complicação e do clímax da narrativa. Além deste aspecto, destaco como um ponto positivo o fato de o cineasta colocar a figura de uma mulher levando uma vida dupla, tal como os homens que se envolveram com ela.
E por conta disso, chego à seguinte conclusão: a marca de Abraços Partidos é certamente a ambivalência: Mateo era, antes do acidente, um cineasta bem sucedido e depois do ocorrido, Henry, um escritor em fim de carreira, com lapsos de memória, devastado pelas lembranças do passado; Magdalena uma mulher do lar, bem casada, decidaca ao marido e ao filho e ao mesmo tempo amante de Mateo/Henry: ora beatificada ora sensual, tal como a figura de Madalena, que padeceu e chorou por Cristo. Em ambos os papéis, sempre uma atriz, protagonista da projeção de sua vida; e, finalmente, Ernesto: um homem de negócios, pai de família, ao passo que se releva alguém controlador, possessivo e ciumento.
Sendo assim, ressalvo: a sequência dos fatos é modorrenta, no entanto conduz a reflexões sobre a condição humana dentro de uma sociedade cada vez mais egoísta e com seus dramas familiares que se vêem aqui, neste longa-metragem, espelhados.
Para terminar, não deixaria de destacar à menção feita a outro filme do Almodóvar "Mulheres à beira de um ataque de nervos". Uma ótima homenagem, que contempla a gradação: relacionamentos afetivos destruídos, filmes inacabados, fotos rasgadas...abraços partidos. -
Entrou nos meus favoritos pela cena em que o Mateo
tateia a televisão para "sentir" o último beijo entre ele e a Lena.
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Fico feliz de ter visto o filme antes de ler a sinopse.
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Quando você assistir o filme vai descobrir, tudo o que diz na sinopse se desenrola bem devagar. Para mim foi um suspense até saber qual era o segredo dele, que foi mostrado somente no decorrer de um bom tempo de filme. A parte que mostra o acidente de carro ocorre no final do filme, até então não se sabe o motivo da cegueira.
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Penélope Cruz impecável e um enredo de tirar o fôlego. Sensacional!
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fiquei meio confusa, bagunçou um pouco a minha cabeça... mas eu gostei. não é aquilo tudo que eu esperava, mas é ok.
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Depois que assisti A Pele que habito, pensei que seriam bons os outros filmes de Almodóvar, mas me decepcionei... Esse filme deixa a desejar em todos os sentidos... A história é sem graça.
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De fato, não chega ser tão surpreendente como os filmes do Pedro, contudo, não deixou em momento algum de ser sensível. Quanta sensibilidade!
Amei, mais um favorito dele, e sem pensar duas vezes! -
Faltou emoção em todas as cenas do filme. E o final foi péssimo.
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Com certeza não é a melhor obra do Pedro. Mas, pra compreender um filme do Almodóvar, é preciso assistir várias obras dele... É como se elas se completassem...
O egocentrismo dele é encantador... Seus filmes exalam seu nome deliberadamente através dos verdes/azuis/vermelhos/rosas de sua fotografia.
Ele não cria surpresas, dramas, choques. As coisas são como são. A não surpresa dos fatos sincronizada com a expressividade poética da trama...Tenho certeza que Penélope teria feito de Pepa Marcos um ícone das obras de Almodóvar. A eterna musa de Almodóvar. E não só.
Torço por um filme com ela e Elena Anaya. -
Este filme não teve aquelas reviravoltas tipicas do Almodóvar, foi meio previsível, mas ainda assim foi muito bom.
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O filme começa muito bom e depois fica um saco. O final, então... deixa muito a desejar.