Não achei essas coca colas toda não, sinceramente!
Mas sim,é um bom filme, tem qualidade e o Darín é um charme hein!
Na Argentina morrem por ano mais de 8.000 pessoas em acidentes de trânsito, uma média de 22 por dia e mais de 120.000 ficam feridas. A última década deixou 100.000 mortos. Os milhões de Pesos que as vítimas e familiares empregam nos gastos médicos e legais produzem um enorme mercado, sustentado pelas indenizações das seguradoras e pela fragilidade da lei. Por trás de cada tragédia há uma possibilidade de negócio. Um advogado especialista em lucrar com o mercado de indenizações de vítimas de trânsito passa a repensar seu trabalho quando se apaixona por uma jovem médica que cuida dos feridos em acidentes.
Não achei essas coca colas toda não, sinceramente!
Mas sim,é um bom filme, tem qualidade e o Darín é um charme hein!
Abutres pode não figurar na lista dos melhores filmes do excelente cinema argentino, mas que se trata de um filme corajoso e impactante, disso não tenho dúvidas.
O enredo trágico, e bem construído, mostra o lado mais negro do ser-humano: o de tentar se aproveitar da desgraça alheia. E é na morte que uma série de vigaristas tentam arrecadar dinheiro, em cima de pessoas inocentes e que vivem a dor da perda de um ente querido.
Destaque para Ricardo Darín, que como sempre está seguro na sua atuação, assim como a Martina Gusmán (apesar de seus gritinhos serem extremamente irritantes).
Mais um bom filme dessa nova safra do cinema latino, vale a pena.
Assisti "Elefante Blanco" e achei ótimo, mas "Caranho" é excelente! Adorei a atuação da Martina Gusman, e o roteiro interessante e diferente. Ótimo exemplo de um filme latino-americano bem produzido.
Mais um belo filme argentino.
Tema forte e bem dirigido de forma crua , excelente atuações dos protagonistas e um final bem interessante.
Cada vez mais encantado com os filmes argentinos. E nem precisa mais falar de Darín, sinônimo de atuações perfeitas. Abutres é denunciador e extramente crítico com a corrupção que impera no universo dos acidentes automobilísticos e dos dramas de quem sobrevive no entredito do hospital-seguradora-funerária. Médicos, advogados, policiais, funcionários públicos, até pessoas comuns se envolvendo no submundo da corrupção, alimentando o número de desastres sociais. Poderia ser feito aqui no Brasil um homônimo, pois deveras a situação é a mesma ou pior. Ficou pasmado de minuto a minuto com a história... Bem intensa, visceral, bruta, impactante, não dá para sair ileso da drástica realidade televisa. Parabéns a Trapero e o Cinema Argentino.
Um filme que poderia muito bem ter sido rodado no Brasil, devido às situações que nos são apresentadas. Muito legal a química entre o casal, e claro, Darín roubando a cena como sempre...
Acho legal a paixão de Trapero por Martina Gusman, ela ta em todas!
Quem tem uma paixão maluca por ela sou eu.
Linda, talentosa e o mais importante: novamente linda.
Abutres é um bom filme de Pablo Trapero.
Coloca um assunto interessante nas telas, muito bem desenvolvido com as atuações excelentes de Darin e da linda Martina Gusman. Teria muito a dizer sobre ele, atuações, fotografia, roteiro, direção, tudo caminhando muito bem... até aquele maldito final.
Exageraram, exauriram o tema do acidente. Dois acidentes consecutivos no final foi totalmente além da medida. Para mim, estragou, errou na mão.
É uma pena, porque tinha tudo para ser um filme excepcional. Passou para a categoria dos bons filmes com final ruim.
deu a entender que outro abutre fez o mesmo que o darin fazia.
então não acho que pesaram a mão, pelo contrário, acho que mostraram como as coisas que estão ruins podem piorar ainda mais
Não achei exagero nem erro, acho que se eles não tivessem feito seria por medo de opiniões como essa... Que são aceitáveis porque concepções existem para serem expostas, claro.
Excelente filme. Trama denso e histórias muito bem entrelaçadas. Ricardo Darín como sempre dá show de interpretação. O tema é dos mais fortes, pois envolve questões cotidianas que nunca veem a tona.
Realmente sem essa de cinema argentino bom ou ruim, se eh pra falar de conceito, estabeleçam-se critérios. não há como reduzir um modelo de cinema num filme típico. Filme bom com atuações massas, como de se esperar. mas alguns detalhes chamam a atenção para além do óbvio. destaco a própria ideia do "abutre" como um ser "aproveitador" mas limpeza. o cara fazia o que fazia porque era a forma dele ganhar a vida como muitos de nós fazemos, criticamos a "nebulosa do sistema", mas não só fazemos parte dela como promovemos sua constância e até gostamos dela por ignorância ou safadeza mesmo. abutres ou carancho não só de uma pessoa, mas de nós mesmos.
Filme muito bom, não por ser Argentino, não por ter o Ricardo Darin, o roteiro é muito bom, o recorte dado pelo diretor é extremamente pertinente, visto que repercutiu na própria sociedade Argentina na época.
Dizer que o cinema Argentino é bom, que o Darin é bom já está muito batido e cliche,
o filme aborda tematicas muito boas, a relação humano-social vs dinheiro por exemplo, dentre outros ene recortes dentro da obra.
com certeza o filme merece mais que: "ai Darin ótimo, ai cinema argentino ótimo"
aliás, muitos outros filmes merecem também.
Filmow é um espaço interessante pra exposição e discussão de idéias, agora entrar só pra escrever obviedades e coisas batidas, melhor só marcar como visto e por as estrelas pertinentes.
Um filme bom,nada além disso.parem de babar ovo do cinema argentino.
Mais um filmasso argentino. Como sempre mandam muito bem nos longos planos sequencias, muito bem feitos e complexos. Ótima história e atuação, recomendadissimo!
Bem tocante e com uma reviravolta inesperada, o filmo argentino tem ao meu ver uma fotografia bem do estilo deles, que de cara percebe-se. O ator dispensa apresentações.
Realmente bom
mais do que eu esperava
so nao entendi mto bem o final, o acidente do carro com o sosa e os mafiosos foi armado por ele?
Esse primeiro acidente foi genial. Teria dado um maravilhoso final.
Mas os caras são se contentaram e resolveram colocar os dois protagonistas em outro acidente logo adiante, que veio a ser o final do filme. Como eu disse no meu comentário: Exageraram, exauriram o tema do acidente. Dois acidentes consecutivos no final foi totalmente além da medida. Para mim, estragou, errou na mão.
É uma pena, porque tinha tudo para ser um filme excepcional. Passou para a categoria dos bons filmes com final ruim.
mais um ótimo filme do cinema argentino, ótimo roteiro focando essa enojante máfia das indenizações, o filme te deixa num clima de tensão do início ao fim, e por falar em fim, que final arrebatador
O plano-sequência final, desde já, entrou para a história da cinematografia. Um momento altamente impressionante.
Nunca me canso de Darín. Mas as palmas vão para Martina Gusman, brilhante!
E Ricardo Darín encontra um par à sua altura. Martina Gusman está muito bem.
Mais uma vez a Argentina se mostra como um país com uma produção cinematográfica de reconhecimento invejável. Não que o Brasil não tenha essa ótima produção. O problema aqui é que ao invés de prestigiarmos os bons filmes brasileiros preferimos assistir às produções medíocres da Globo Filmes.
Apesar de termos problemas sociais parecidos, esse mal, a Argentina parece não ter por lá.
Crítica completa em: http://cinemaemidia.blogspot.com.br/2012/05/abutres.html
Nossa, sem dúvida o cinema argentino é o de melhor qualidade seja qual for o gênero! Com uma trama tão real que parece ser "coisa de filme".
Trilha ♫ de singular presença. O nome de La Matanza pra região onde a estória se sucede, vem a calhar. Planos-seqüência ótimos. Fiquei bobo de ver a Luján! De fato, uma heroína. O Sosa, dedicadaço, mesmo que seja em golpes de carancho ou em seu romantismo peculiar neste drama de forte impacto. Deu pra notar também que os argentinos dirigem horrendamente mal. Quase tão mal quanto nós.
o tema é interessante e tem o muito competente Darín pra sustentar o filme, já q o restante do elenco deixou a desejar.
mas o roteiro é muito bom! direção empolgante, gostei demais!
q final!
mas um maravilhoso trabalho dos los hermanos argentinos.
Fui a única a achar o final previsível?
O que acontece pode até ser previsível, mas como acontece é que a grande questão. Não tem como esperar aquele final.
O enredo e a evolução da narrativa do filme – incluindo-se aí o final – não chegam a ser nenhum primor em quaisquer aspectos. Tudo é sugado dos filmes de rua, gangues e máfias que são (e foram) feitos continuadamente. O grande diferencial de “Abutres” é fechar sua lente para o que quer discutir e não exatamente para o que quer contar – e a partir dessas perspectivas, o filme agradará muito quem busca um cinema relevante, um cinema com um olhar concentrado e que discursa com propriedade seus temas - e desagradará (principalmente o final) aqueles que buscam no cinema uma mera narração. A atmosfera de perigo e ameaça – e também de tragédia anunciada – que permeia toda a obra após Sosa abandonar o escritório em que trabalhava é daquelas que nos deixam incomodados e inquietos, pois Trapero enriquece aqueles personagens com um tempero muito especial, tornando-os seres humanos que erram, mas que são admiráveis e carismáticos. A crueza do final do filme é pesadíssima – foge de qualquer fórmula, esquece qualquer melodrama, esquiva de toda ou qualquer pieguice, para se centrar no que vê de mais importante: uma discussão em forma de denuncia sobre organizações que levam suas ambições às ultimas consequências. Um tom de urgência relevante e atual para o mundo.
Muito bom, um filme cru, realista, a tecnica de filmagem é bem diferente da habitual, as tomadas de camera principalmente.
Não entendo certas criticas aqui, só posso achar que o pessoal ainda quer ver final feliz em todo filme, o final é tudo, menos clichê. Aliás, durante o filme cheguei até a pensar que o final seria daquele jeito, mas quando o final chega não pensei que seria como foi (meio confuso hahahaha),
ela estava dirigindo sem nenhuma atenção e obviamente que terminaria num acidente.
A trama é quase um pesadelo claustrofóbico. Gostei ainda de certos momentos simples mas que enriquecem, como a briga entre os drogados na sala do hospital e aquela festa de 15 anos.
Atuações fortes e convincentes, direção segura, roteiro bacana. O ponto alto do filme é quando ele se foca mais na relação do casal e no cotidiano da Luján. A parte policialesca não me atraiu. Porém, sem ela, o final, muitíssimo bem dirigido e de tirar o fôlego, não existiria.
Um filme instigante e angustiante, tratando com maestria a dor de vítimas e a ganancia dos "abutres" das tragedias humanas!
Interessante. Só tem o Ricardo Darin de ator na Argentina?
Vale mesmo!
Aliás... não tem só o Darin na Argentina, não: tem o Pablo Echarri (Plata quemada, Cuestión de Principios); o Daniel Araoz (O homem do lado), Guillermo Francella (O segredo de seus olhos, Rudo & Cursi), entre outros...
Às vezes faltam adjetivos para elogiar o cinema argentino e, mais especificamente, esse grande ator Ricardo Darín. A diferença dessa escola de cinema está na preparação do roteiro. Aqui, mesmo uma trama que poderia ser banal, acaba ganhando contornos mais ricos e se transforma num grande filmes. O equilíbrio do roteiro é mesmo a chave para o suscesso, mas a mão do diretor está muito presente e ela marca o estilo do filme. A Câmera está sempre nos locais pouco prováveis, mas que gera uma qualidade diferenciada para a fotografia. Quanto aos atores, perfeitos. Não é um cinema que procurar utilizar belos atores para conquistar o público, é um cinema em que os atores exploram ao máximo as personagens e transformam a interpretação num ato visceral. Se dúvida, mais um filme para o rol das grande obras.
Interpretações grandiosas, enredo atual e explicito, muito melhor que muito USA.
meu ... dei um berro na ultima cena do filme ... me senti dentro da cena de tao bom que estava ... prestarei mais atençao no cinema argentino (alem do mexicano)
Trapero consegue dar um realismo enorme para o filme.A fotografia escura,o caos da saúde,as ótimas atuações e os minutos finais que é de tirar o fôlego.Puta filme.
Não faz muito meu gênero de filme. Apesar de que eu não assistiria novamente, não dá para tirar os créditos do filme. Digamos que ele é hmmm interessante.
Não me puxou para dentro história do filme mesmo com boas atuações, mas peca pelo óbvio desenrolar dos fatos.
O final é um dos mais tensos e bem produzidos. e valeu grande parte do filme.
Mas um maravilhoso filme com Ricardo Darin. O final é dificil de entender, preciso rever.
excelente, bom exemplo de como fazer um filme com pano de fundo social sem se perder em cagação de regra. destaque para as cenas filmadas em apenas um take e para o ricardo darín, que é sempre genial.