Francês, qual palavra melhor para caracterizar? Gostei do cenário, da trilha, da abordagem direta, principalmente das cartas, apesar de no final ficar aquela pergunta "and now?". Sinto falta de mais filmes leves como esse.
Camille e Sullivan se conheceram na adolescência. O filme é uma crônica sobre o romance nessa fase da vida.
Francês, qual palavra melhor para caracterizar? Gostei do cenário, da trilha, da abordagem direta, principalmente das cartas, apesar de no final ficar aquela pergunta "and now?". Sinto falta de mais filmes leves como esse.
Francês demais? Eu diria maneirista...
Se você não tem uma sensibilidade demasiadamente aflorada para se identificar por um amor juvenil e tedioso, não assista.
Gostar de um filme se difere de gostar das atitudes ou do caráter de seus personagens .. Un Amour de Jeunesse é um filme para ser assistido com o olhar paraláctico imerso nas emoções tempestuosas juvenis ( que muitas vezes parecem banais a macacos velhos ) ... filme que coloco dentre os meus queridos pela poética narrativa ...
a trilha é maravilhosa mas, putz, que final triste......o cara era um babaca inseguro, mas a Camille tb......o amor dela sufocante...
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Não consegui terminar de ver o filme. Tentarei de novo. Mas por enquanto minha opinião é que o filme é chato demais e Camille insuportável.
Assisti esperando um turbilhão de emoções e na verdade tudo que foi transmitido pelo filme foram coisas que pra mim se tornam descartáveis, amanhã mesmo já esquecerei que o assisti! kkkkkkkkk
Esperava algo diferente, mas o que esperar de um filme francês né? Nunca se sabe. É bom, a abordagem do primeiro amor como único e exagerado foi bem real mas passou do ponto algumas vezes, mas foi um bom e bonito filme, bem leve.
Nem assisti ainda, mas gostei do seu comentário. "mas o que esperar de um filme francês, né?".
pois é, nunca se sabe o que esperar de um filme francês, isso que eu gosto.
É bonito ver como um tema tão batido como o do amor juvenil ainda é capaz de render um bom filme, mas se isso não é suficiente para que te convença da sua qualidade, saiba que Mercedes Sosa compõe a trilha musical do filme, o que por si só já o faz valer.
O amor, as relações e o curso da vida sob um olhar concreto, cru e quase paliativo.
Esperava algo mais elegante e não tão focado em pequenos nadas.
Apesar de alguns pesares, gostei do filme, que ainda vem acompanhado de uma delícia de trilha sonora.
E o final super leve, tranquilo e gostoso. A sensação de continuidade da vida em metáfora com a água que segue correndo e que leva o chapéu, que no caso representa o amor dos dois. A vida vai levando aquele amor embora. Esta unida ao tempo, por bem ou por mal, transforma tudo, até e principalmente as relações humanas, os sentimentos e o amor.
Filme sincero, seco e direto, gostei do roteiro e da história.
Amores vem, amores vão, amores nem, amores são.
Encantador em alguns detalhes como a trilha sonora (tirando Violeta Parra que pra mim destoou bastante), a fotografia e a identificação do público com a história. Mas as atuações não convencem (principalmente do Sebastian Urzendowsky), não existe química entre o casal central e às vezes o filme parece raso demais. Talvez por isso ou talvez por motivos pessoais eu tenha ficado com raiva dos personagens principais. Mas com Lorenz o filme tornava-se incrível, profundo e envolvente, dando um gostinho de "poderia ter sido melhor".
Desculpe, Maíra, mas não achei que Violeta Parra destoou do restante da trilha sonora. ''Volver a los diecisiete'', canção que aparece numa cena da personagem Camille, é quase um retrato dessa moça de quinze anos, da sua fragilidade diante do mundo e do amor. Se puder, recomendo que dê uma olhada na letra dessa música, é talvez metafórica e contemplativa demais(como, aliás, o próprio filme), mas acho que se encaixa bem na história.
Bartira, talvez nossas interpretações da música não condizam. É por conhecer a letra e por escutar muito Violeta Parra que a colocação no filme me foi completamente estranha.
Eu acho tão encantadora a forma que os filmes franceses lidam com o amor. E achei esse filme tão charmoso por ser despretensioso, a vida é assim, e estamos sujeitos ás consequências de um amor, a trilha sonora tornou tudo tão sutil e meigo. É um daqueles daqueles filmes simples mas que você as se pega pensando...
Depois de um tempo quando assisti esse filme com meu "primeiro amor" dei adeus a ele... literalmente.
ps: ele tinha ficado bravo quando escolhi esse filme pra ver hahaha
Não foi de fato um dos melhores filmes que já vi na vida, mas é sim um bom filme. O tempo não somente passa, ele age. São muitos os encontros e desencontros dessa vida, mas o que vivemos fica pra sempre em nós. Senti muito isso nesse filme.
Para vcs 17 pessoas que Não Querem Ver, só digo uma coisa:
Incentivem mais pessoas a não assistirem essa tranqueira aí.
PS: O orçamento era tão pobre que não dava para comprar um sutiã para menina?!
Quanta indelicadeza com a atriz e o lindo físico que ela dispõe! Não existe seios grandes ou pequenos, existe seios, e todos são belos a sua forma, sejam extravagantes ou discretos, não perdem a beleza, por não poderem preencher um mísero sutiã!
O filme não é dos melhores, mas pronto, até é bom, fofo e inocente. Só acho que talvez, a escolha dos atores, não tenha sido das melhores. Enfim, a trilha sonora, sem dúvidas, está divina.
No meio do filme me perguntei: "O filme já começou? Sobre o que é?" Sim, o filme já havia começado, não era ainda a introdução. Achei uma historinha chata.
Uma estrelinha na avaliação para a fotografia e trilha sonora. :)
Vale muito a pena assistir. O roteiro não tem nada de "imaginável". É uma história bonita e que se pode acreditar. Não é romântico demais, enjoado demais.
E é um filme francês: mais estático e com cenas marcantes. A fotografia dá ao filme todo o clima.
Sensibilidade é a palavra de ordem desse filme.
Mas quem não gosta de filmes franceses ou de filmes um pouco mais parados, não vai gostar deste. Mas para mim, esse filme foi uma delícia de assistir.
O que veio em mente com o final do filme: "Um filme francês!". Se você não gosta de filmes franceses provavelmente não irá gostar. Sobre o que esse filme foi pra mim: delicioso de assistir, muito bom.
A fotografia é linda, mas o roteiro nem tanto.
Gostei da interpretação do final.
Achei que os personagens não tinham química entre si, a não ser pela cena
dos dois quando ela já esta casada
Achei o casal enjoado, mas gostei do filme e a cena final foi das mais bonitas que vejo em um tempo.
Este filme tem até um bom roteiro, mas os personagens são pouco envolventes. Somente a trilha sonora e a fotografia estão de parabens.
Esse recado foi MODERADO.
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Equipe Filmow.comHm eu adorei, não pensei que fosse ter o final que teve, achei engraçado o jeito que a camile e o sullivan se tratam e se amam, é um amor diferente apesar de tudo mas é tão genérico, o filme não passa de mais um filme francês, mas tem um algo mais nele que faz tudo diferente, gostei muito dos diálogos, mas o Lorenz pra mim foi um peso de papel, achei confuso essa história deles, enfim, o filme foi lindo e romântico, e verdadeiro.
Sinceramente o filme foi totalmente perda de tempo!
Não senti atração e/ou clima entre os personagens.
Enfim,filme muito chato!
Tendo em vista o cinema francês, deixou a desejar. Apesar dos momentos de descrição amorosa serem bem universalistas, ao mesmo tempo atingem a particularidade dos espectadores, pois quem nunca amou tanto a ponto de comparar a uma "doença"?
Gente, que filme ruim! Mesmo possuindo detalhes interessantes, como a arquitetura e as lindas locações no campo e na praia, o filme se arrasta no amor doentio dos personagens.
Quando pensei que a vida de Camille ia evoluir, ela se arrasta pra toda aquela depressão do início do filme. Só consigo pensar em uma coisa: autosabotagem.
Achei a história muito mal aproveitada. Camille e Sullivan não têm a menor química, não consegui me envolver com o relacionamento dos dois, e achei o personagem dele chatíssimo. Mas ao contrário do que muitos falaram aqui, eu preferi a segunda parte, acho que Camille amadureceu sim, pois apesar de ainda ter os mesmos sentimentos, ela se tornou meio blindada a isso, não caindo nas ''conversas'' dele, levando uma vida mais independente dos sentimentos, focando em outras coisas, como no curso, projetos, etc
tanto que ela acaba com o professor que esqueci o nome mesmo.
Certo momento, depois de sair do cinema, Sullivan afirma a Camille ter achado o filme "muito francês" com personagens "antipáticos, irritantes e complacentes".
Assumindo o preconceito de uma parte do público com a produção francesa, "Adeus, Primeiro Amor" apenas consegue dar força a argumentos não muito elaborados embora coerentes sobre algumas produções francesas. Aqui, os "antipáticos, irritantes e complacentes", além de egoístas Camille e Sullivan vivem uma "história de amor" interrompida depois que o garoto (na época com pouco mais de 17-18 anos) viaja para se encontrar na América do Sul.
É a deixa para que a melancólica Camille (algo que ela já sabe desde os 15 anos) comece uma jornada de autodepreciação em que se entrega ao isolamento, à depressão e a relacionamentos que nada lhe agregam, mas ela embarca meio que no piloto automático. Incapaz de se sentir viva nem mesmo quando está com Sullivan, momento em que ela parece sentir que sua felicidade está esvaindo pelos seus dedos, ela é quem prende a atenção do espectador por 110 minutos intermináveis.
Mas quando Sullivan entra em cena, nada melhora! Uma mistura atrapalhada entre Taylor Lautner e Philip Garrel, o ator é inexpressivo e incapaz de transmitir o menor sentimento por Camille, abusando de palavras bonitas como se estas pudessem reproduzir os sentimentos que ele não consegue.
Com dois personagens tão chatos e que não exibem a menor química em cena, inclusive sendo egoístas ao ponto de ignorarem os sentimentos alheios só para pensar nós seus, é impossível que um romance tenha alguma chance de sucesso, quanto mais ser tolerável.
"Mas a vida não é como se espera. Sua ilusão do mundo está fadada a ruir. Cabe a você transformá-la em algo mais profundo, mais real. É assim que você se tornará você mesma."
"Vou deixar você porque é tarde ou cedo demais para recomeçar"(...)
frase da carta que Sullivan deixa à Camille no final, interessante pq fica implícito q um dia, mais tarde, eles poderão ficar juntos novamente.
A parte em que os personagens saem do cinema e discutem sobre ele - parece uma brincadeira do próprio diretor Mia Hansen-Løve à questionar a gente sobre o que achamos do filme dele, hehe. Interessante a metalinguagem.
E quem nunca sentiu a melancolia de Camille?
"Você está dentro de mim, como uma doença" :(
gostei de toda a simplicidade, menos o amor..
De uma delicadeza linda. Sofri junto com Camille por ter passado por algo muito parecido.
O filme mostra também o quanto nosso 1° amor verdadeiro pode ser inesquecível: Camile e Sullivan pensam que amadureceram em relação ao amor deles, porém eles ainda o vivem da mesma maneira que ele era: como já dito desesperado, dependente, melancólico, idealizado. O filme é legal é mostra uma outra vertente de se tentar reviver o primeiro amor!
O legal do filme e mostrar de uma forma simples e sensível um amor de adolescencia que sobrevive ao amadurecimento.
Como já disseram, a primeira parte do filme é incrível, já que mostra o primeiro amor como realmente é, desesperado, dependente, melancólico, idealizado. Depois, perde-se a crítica, nota-se que não há amadurecimento das personagens, Camille continua presa no amor infantil de outrora, dando ares de "amor verdadeiro é eterno", premissa que desvalida o propósito do filme.