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[/spoiler]ATENÇÃO SPOILERS: Se não assistiu “Amor”, não leia!
Li uma vez que Haneke era uma espécie de seguidor de Bergman e que retratava com muita realidade os sentimentos e atitudes mais obscuros da pessoas, praticando um cinema que desafiava e chocava o espectador. Com isso em mente, comprei o dvd “Amor” sem hesitar, apesar de ter “A Fita Branca” já há alguns meses na minha prateleira e nunca ter tido vontade de assistí-lo. Essa falta de vontade meio que se justificou quando acompanhei, com muita curiosidade, o filme que venceu o Oscar 2013 (entre outros prêmios internacionais).
Uma palavra define Amor, chato. O filme até que começa bem, mostrando a velhice de um casal que divide uma sala obscura com prateleiras cobertas de livros, discos e lembranças, mas depois vai se arrastando como se fosse uma tartaruga com câimbras para não chegar a lugar nenhum...
A velhice já foi bem melhor tratada em filmes como As Baleias de Agosto e Conduzindo Miss Daisy, por exemplo. As doenças degenerativas em O Escafandro e a Borboleta, Meu Pé Esquerdo e o recente Intocáveis; e a eutanásia em Menina de Ouro e Mar Adentro, todos infinitamente superiores ao filme de Haneke.
O diretor realmente inova com seus cortes absurdos, falta de trilha sonora, imagens estáticas, e longos silêncios que deixam o espectador no vácuo. Mas não choca ninguém nas cenas que foram feitas pra isso (o tapa na cara da senhora e seu posterior sufocamento), pois a essa altura do filme até o espectador já está a fim de fazer o mesmo, e acabar com a ladainha da velha. Melhor assistir “Diários de Uma Paixão” de novo![spoiler]
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Um ótimo filme! Simples, belo, sincero, sem apelações. Emmanuele Riva dá um show de interpretação e a transformação da personagem ao decorrer do filme é incrível.
É um enredo que nos faz refletir, faz perceber que a vida é um ciclo e que o nosso corpo assim como nasce frágil, morre frágil. Qual a medida do amor? Até onde ele vai?
Genial! -
Linha drama sem água com açúcar. Realidade nua, crua e pura. Recomendo... e pronto... nada mais a dizer para não pecar por preciosismos.
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Não há muito o que dizer sobre "Amour", filme escrito e dirigido por Michael Haneke. Não há como fazer hipérboles sobre este filme. Este é sem dúvidas o melhor filme que vi neste ano, o mais bem dirigido e talvez ( se Django Livre não fosse tão bom) o mais bem escrito. A direção de Haneke é indescritível... O modo como ele conduz esta estória sobre este casal de idosos que tem que lhe dar com os problemas da velhice é lindo. As suas escolhas de ângulos, a forma como ele consegue envolver as pessoas com apenas o roteiro ao permanecer no mesmo ângulo por minutos é poético. A interpretaçâo de Emmanuelle Riva (a senhora que sofre de meia paralisia) deve ser premiada com louvor, pois esta sim é uma das melhores interpretações femininas do ano! Simplesmente um filmaço, nâo tem como não se emocionar!
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Ainda não acreditando que Emmanuelle Riva não ganhou o oscar por esse filme. A forma lenta com que o filme se desenvolve nos faz sentir a experiência que é envelhecer, como os personagens lidam com isso. Considero uma grande obra.
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Haneke não alisa nem quando o título de sua obra é AMOR.
Nos apresenta a crua realidade da vida e do amor duradouro. Dirigido de forma lenta, como a velhice, o filme nos faz acompanhar quase que em tempo real a angustia e os medos do casal. Heneke nos deixa apenas esperando o inevitável, mesmo que de uma forma surpreendente, mas o inevitável. Não tem trilha sonora, nem nada lúdico. É seco.
É difícil, cruel e ao mesmo tempo terno.
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Haneke surpreendendo positivamente mais uma vez. Filme muito delicado, sensível e doloroso. Atuações excepcionais do casal principal.
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Muito forte... tenso! Não esperava meeeesmo que o filme tinha essa energia... é uma pena que eu não estava com uma disposição muito boa pra assistir um filme tão parado e seco.... mas vale a pena ver pela atuação de Jean Louis Trintignant e a Emmanuelle Riva!
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Alguém tem o link?
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Um filme bem devagar, mostrando o casal de idosos e o drama deles. Particularmente nao gostei tanto do filme,não me prendeu tanto,apesar de ter um toque poético sobre o amor, o que valeu a pena foi a atuação e o personagem da Emmanuelle Riva que com certeza merecia ter levado o oscar.
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Detesto romances, mas como esse filme tem uma história diferente e traça situações do cotidiano, confesso que entrou pra lista dos bons. Ah, mais uma vez, Emmanuelle Riva visceralmente entrou no personagem.
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Sinceramente, quase que uma tortura pra quem é muito sensível, tipo eu.
Em algumas cenas que ela gritava, gemia de dor, cheguei a ter que tapar os ouvidos.
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Cru, no melhor sentido da palavra.
Excelente, faz a gente valer, viver. -
Perdi a conta de quantas vezes chorei vendo esse filme. Idosos me deixam com o coração mole. Atuação impecável da atriz, o diretor tratou o assunto com profunda realidade. O filme é muito lindo e romântico e ao mesmo tempo sombrio e triste.
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Um filme angustiante e triste... me trouxe muita relfexão e medo do futuro
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Emmanuelle Riva foi perfeita, e merecia muito mais o Oscar de Melhor Atriz que Jennifer Lawrence. Enfim, adorei o filme e a maneira como ele retratou a realidade do casal de idosos.
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confesso que vi o filme avançando e lendo apenas legendas </////3
mas eu achei lindo o enredo e tal e me fara chorar quando ver inteiro q -
Delicado e sensível, de uma forma que dá um aperto no coração. Como já diziam os Beatles, 'love is all you need' , na saúde e na doença, e em todas as fases da vida, com amor tudo se enfrenta.
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É um retrato angustiante de decadência física e o fim absoluto de aparência que a morte é, a fronteira final. Um filme digno em todos os aspectos. É simplesmente uma potência, nas emoções e idéias que ele traz à mente. Dando-lhe uma ideia real do que o amor realmente é, e trazendo significado para as palavras "na saúde e na doença, até que a morte nos separe". Com performances poderosas e hipnotizantes.
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Um drama muito bom, mas sabe o que faltou? Trilha sonora. Aí fica mais difícil se emocionar, pelo menos comigo funciona assim; as cenas fizeram bem pros olhos, mas os ouvidos pediram por mais do que "apenas diálogos"
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se pá é intencional... pra deixar bem clara a solidão dos dois ali no apê, sem ninguém nem emoção alguma... sei lá
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Olá Willian, bom dia, eu gostei bastante da "ausência" da trilha sônora, ficou real, e emocionante no seu sentimento mórbido, não foi imposto para o expectador sentir, era apenas o sentir.
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Eu concordo com vocês, e que bacana que vocês gostaram tanto do filme mesmo sem trilha. O filme é muito bom, mas eu teria gostado mais se tivesse uma trilha, haha. Mas gosto é gosto né >.<
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Combinação de um roteiro maravilhoso, atuações esplêndidas e um diretor magnífico!
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Filme sensível, coloca o ser humano no seu lugar, afinal mostra o provável fim de todos nós... a velhice! O filme segue o ritmo da idade, devagar as coisas acontecem, ou como na terceira idade, quase nada acontece. As vezes é claustrofóbico ver cenas o tempo todo dentro do apartamento, mas novamente no coloca na situação, afinal enquanto somos novos, somos cheios de vida e ganhamos o mundo, mas no final da vida que força e motivação resta para sair daquele cenário, ainda mais com a saúde escassa. É bem reflexivo esse filme, triste, angustiante, mas é um ótimo filme exatamente por isso, por ser bastante real em todos os detalhes. Vencedor do oscar de melhor filme estrangeiro, desconheço os outros filmes que competiram, mas esse é merecedor.
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Atuações extraordinárias!
Emmanuelle Riva conseguiu passar todo o sofrimento da personagem, tão angustiante é impossível não se por no lugar do marido ou da filha. -
Com toda a simplicidade do filme, um dos melhores que já vi e principalmente atuações impecáveis...
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Quiseram passar uma coisa tão sensacional que só ficou na tentativa. Filme maçante, cheio de cenas desnecessárias. O mais bacana foi o final que ficou em aberto, várias possibilidades... Boas atuações e só. Devo ser muito insensível, porque não me tocou nem um pouco.
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Não acho que consigo oferecer um comentário digno para tal filme. É, sem dúvida, o filme mais maravilhoso que já vi, ele mudou a forma como eu encaro o amor e a existência das pessoas. Apesar de não acreditar que um dia o amor venha até mim, eu passei a ver que ele vai até às outras pessoas.
Além disso o filme tem uma fotografia maravilhosa, roteiro cotidiano e real, atores que atuaram magnificamente bem (dignos de oscar) e uma mensagem que poucos veem. -
Verdadeiro. Gosto de filmes que nos trazem situações cotidianas, suas complicações e consequências.
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A cada segundo do filme um sentimento mais exacerbado que outro - mesmo não sendo bons sentimentos. Envolvente, essa é a palavra que descreve o filme.
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Um dos takes mais bonitos era um big close de quadros pintados à óleo... Aquela cena, pra mim, resumiu minuciosamente o que era o filme: ritmo desacelerado, inquietador, bonito, com mil pequenos detalhes. Para cada segundo de Anne, um pedaço de mim ia junto... e com toda a naturalidade que só a vida e a morte tem...
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Poxa, queria ter comentado isso "Para cada segundo de Anne, um pedaço de mim ia junto..."
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''É linda.'' ''O que?'' ''A vida. É tanto tempo. A longa vida.'' Lindíssimo.
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Chorei demais. O filme q faz passar mil pensamentos na sua cabeça.
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Nem vou escrever muito sobre o filme aqui, ate porque ele me deixou sem palavras.
Acabei de assisti-lo e estou bem mal, ainda mais por ter alguém na família na mesma situação, chorei bastante.
O filme e uma lição de amor, o amor que todos esperam, aquele incondicional que supera qualquer barreira, seja tempo, seja saúde, seja tristeza..
Tocante do inicio ao fim.
Uma pena a Emmanuelle não ter ganhado o Oscar.
Recomendo para os fortes. -
Como já disseram aí abaixo, o filme é INDIGESTO, DIFÍCIL DE ASSISTIR E TE DEIXA MAL NO SEU TÉRMINO.
Se essa era a intenção (e eu acho que sim) de Haneke, para com os espectadores, você conseguiu, meu caro!
Conseguiu filmar a TRSITEZA DA VELHICE como eu nunca vi no cinema.
Praticamente um filme de AUTO-AJUDA, pois no término, o que você mais quer é PARAR DE SE IMPORTAR COM COISAS TOLAS E VIVER A VIDA, E APROVEITAR SEUS PAIS O QUANTO PUDER.
Valeu Haneke! -
Um filme, indigerível. Aflição, agonia, monotonia. Ingredientes de um ser humano a finalizar sua passagem na terra, a ter uma velhice já muito esperada, a lidar com seus males, com a sua morte. Película que vem nos preencher de um vazio existencial, lacuna silenciosa, dor incomunicável, desespero. Resquício de um casal duradouro, de um respeito incompreendido, de um amor, que nada nos remete a sinônimos belos.
Uma constante verdade da vida, que nos encaminha para o nada, uma fagulha da ânsia que temos, diante do que nos é desconhecido, uma tristeza sem porque, tendo enfrente a isso, uma unica e extrema resposta. Morte.
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Aliás quem quiser assistir ao filme deixo disponível o link abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=dxFVk-vM38Y
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