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Esperando por um só filme com Jack Nicholson que seja ruim, não tem como
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Chorei no final do filme. Embora não seja um dos meus preferidos, mexeu comigo. Filme sincero e poético. Nicholson perfeito.
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Consegue ser sensível e engraçadíssimo, ao mesmo tempo. Antes de assisti-lo, achei que seria bem previsível, mas me surpreendi. O filme possui um clichê ou outro, mas, no geral, apresenta o "time" perfeito entre a comédia e o drama - aliás, o personagem do Nicholson lembra outro personagem seu: o Melvin, de "Melhor É Impossível".
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Me identifico com a personalidade Schmidtiana.
Te amo, Nicholson. -
pelo amor de deus, como não achar o nicholson um dos melhores atores do mundo?
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“As Confissões de Schmidt” é um filme perfeito, uma vez que conta com um bom roteiro, uma direção sensível e um elenco de peso – que, além do próprio Nicholson, conta com Kathy Bates, Hope Davis e Dermot Mulroney. E o melhor: nos mostra de uma maneira real – e não melodramática – que todos nós fazemos, sim, a diferença. Se notamos isso ou não, já é uma outra história...
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Crise existencial pós assistir esse filme.
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Perdi a primeira hora deste filme e não entendia para quem ele escrevia as cartas. Agora, sim. Bom filme.
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O que dizer de um filme que tem Kathy Bates e Jack Nicholson? Excelente!!!
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Ah, é um filme bonito! Bem reflexivo. O roteiro se arrasta um pouquinho, mas vale a pena! :)
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Tem como Nicholson ser mais brilhante ?!
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Tenho certeza que se fosse outro ator, sem ser Jack Nicholson o resultado do filme não seria tão bom...
Excelente longa e atuação grandiosa de Nicholson. -
Deveras enfadonho. Mesmo o bom desempenho de Nicholson, que sabe como ninguém fazer do seu ofício uma dádiva divina e tornar seus personagens críveis, desta vez encarnou um tipo fraco em vista dos demais que fizera que não conseguiu sustentar um filme pouco atrativo, cabisbaixo e um texto que é um marasmo.
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The cowards never started / The weak died on the way / Only the strong arrived
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a primeira parte é incrível, mais dramático. mas a segunda parte deixa a desejar, parte pra comédia forçada e gira em torno da decepção com a filha. poderia ter sido melhor explorada a parte do "terceira idade, aposentado, significado da vida".
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"E aí, meu jovem, precisa dar valor para o que tem, enquanto ainda tem"
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ótimo ensaio sobre a idade e de como deixamos o cotidiano tomar conta de nossas vidas, até que é tarde demais quando nos damos conta disso. É tarde demais só se nós quisermos... Jack Nicholson como sempre estámonstruoso no papel principal. Rouba a cena em cada tomada em que aparece.
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É uma obra-prima nos primeiros 45 minutos que estabelecem com enorme competência a melancolia que é a vida de Warren Schmidt, através da paleta de cores azul e da tendência do diretor Alexander Payne em enquadrar o protagonista no canto inferior esquerdo da tela, diminuído em relação a todos ao seu redor.
Aos poucos, porém, o filme perde um pouco o frescor em uma breve road trip, nas confissões do título feitas ao "filho adotivo" (e que funcionam como maneira do protagonista abrir seu coração ao espectador) e finalmente à forma pouco gratificante do arco dramático de Warren.
Mas tem uma atuação singular de Jack Nicholson (chover no molhado!) e uma igualmente competente de Kathy Bates.
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Genial. Adorei a forma como Warren "traduz" a realidade dura para a realidade desejada. Jack Nicholson conseguiu se livrar da cara de louco e ser um velhinho qualquer.
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É.. Quando comecei a ver o filme criei uma baita expectativa. Esperava algo diferente do rumo que o filme acabou tomando, onde não achei algo tãão elaborado. Acho que daria para ter ido mais afundo em relação a um dos temas que é o de se sentir útil,principalmente após uma aposentadoria, que é um assunto comum. Mas em geral o filme é bom sim pelo Jack Nicholson e o final que fecha isso.
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o filme prende, tem humor/drama suave e é claro que Jack Nicholson arrasa o filme e basicamente sobre ele... mostra bem como a vida pode deixar uma pessoa amarga
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Maravilhoso, excelente história e magnifica interpretação.
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Jack Nicholson consegue retratar com excelência o peso da rotina!
Bom filme! -
Jack Nicholson está incrível contracenando com ele mesmo, em todos os momentos.
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Concordo que Jack Nicholson realmente é o que segura este filme. Sou suspeita para falar, pois é meu ator favorito, mas acredito que o fato de a história ser completamente focada no personagem de Jack, brilhantemente interpretado (e muito bem criado por Alexander Payne), torna o filme mais sensível e profundo. Não se trata de uma comédia simples e descartável. Não é a melhor comédia estrelada por Jack, mas ele, como sempre, fez valer a pena.
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Tem o mérito de retratar bem o peso da rotina e solidão nas idades mais elevadas. Porém, no geral, è um semi Mary e Max com lições óbvias e mal exploradas.
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A história é boa, mas só funciona pelo fato do Jack Nicholson ser o Jack Nicholson. Detonando mais uma vez!
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Bah, que filme. Nos faz pensar na vida. O final realmente é demais!
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Definitivamente, não é uma comédia padrão. E este é, ao mesmo tempo o ponto alto e baixo do filme. Jack inspiradíssimo com suas caras e bocas, expõe o lado cômico e nonsense de diversas situações familiares. Não é para gargalhar de baboseiras e escatologias, mas uma reflexão bem humorada de nossas dramédias cotidianas.
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O Jack Nicholson é o ponto forte desse filme. O tema é até interessante, mas achei o roteiro um tanto desconexo e as cenas de comédia demasiadamente forçadas. O final é emocionante, mas, seguindo a tônica do roteiro, acaba ficando um pouco jogado.
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o filme é bom e traz uma mensagem, mas é a atuação de Jack Nicholson que realmente 'salva' o filme