Mais uma linda atuação da Anna Karina nos filmes do Godard. Filme ótimo, cenas marcantes e roteiro belíssimo. Amei.
Dois rapazes tentam convencer uma garota a furtar quantia em dinheiro guardada no quarto de seu patrão, enquanto um deles vive com ela um pequeno romance.
Mais uma linda atuação da Anna Karina nos filmes do Godard. Filme ótimo, cenas marcantes e roteiro belíssimo. Amei.
Que filme gostoso! Com uma fotografia tão bonita, a beleza dos filmes em preto e branco sempre me fascina. E a cena da corrida no Louvre e a da dança no restaurante agora vão ficar para sempre gravadas na minha memória. <3
E um comentário aleatório à parte: a Anna Karina tem uma carinha de menina tão delicada e tão inocente e um olhar tão infantil que parece até ofensivo quando um homem chega perto dela nos filmes, parece que vão machucar ela só de encostar...
A cena da dança no restaurante².
Só isso já importaria entretanto há muito mais coisas ainda...
essa cena https://www.youtube.com/watch?v=sq2s60oxlv8 s2 Anna Karina s2 Godard s2.
Jean-Luc Godard, Je T'aime!
Godard described the film Band à Part as “Alice in Wonderland meets Franz Kafka."
"Minha estória termina aqui, como uma novela barata, naquele soberbo momento quando nada enfraquece, nada decepciona, nada se degrada."
Certamente Bande à Part é a melhor porta de entrada ao cinema de Godard. Um dos seus filmes mais cativantes.
Não conheço quase nada da nouvelle vague e essa é a primeira obra de Godard que eu vejo, mas, sinceramente, esperava bem mais, achei o ritmo muito falho e o roteiro não me cativou, vale pela originalidade e pelas características originais que os filmes desse movimento sempre tem.
P.S.: A cena na qual o trio de protagonistas dança e o narrador descreve o pensamento de cada um é incrível.
Franz pensa em tudo e em nada. Ele se pergunta se o mundo está virando um sonho ou se o sonho está virando o mundo.
Sinceramente não consegui gostar muito do filme. Senti certa indiferença com a historia, achei um pouco rasa demais. Talvez por falta de compreensão minha... Ou não. A meu ver alguns filmes do Godard tenho uma relação de amor e ódio. Ou eu amo o filme, ou odeio.
A única coisa legal foi à dança do trio no restaurante, essa cena vale o filme todo.
"Naquele soberbo momento quando nada enfraquece, nada decepciona, nada degrada."
BANDE À PART é um excelente filme do Jean-Luc Godard. Já tinha assistido dele ACOSSADO e VIVER A VIDA. Nenhum dos dois me agradou muito. Acho que um dos motivos é que a Nouvelle Vague ainda não tinha me impactado tanto. Não assisti a tantos filmes deste movimento artístico. Ou eu simplesmente ainda tenho que evoluir meus gostos culturais. Não sei se a linguagem do Godard é que ainda não tinha me pego.
Pois deste movimento acho OS INCOMPREENDIDOS, do François Truffaut, um filme FODAPRACARALHO!
É complicado analisar a relação entre Franz, Arthur e Odile. Não são personagens simples. Em vários momentos você não consegue compreender as atitudes que eles estão tendo, nos mais diversos níveis. Os desdobramentos narrativos são interessantes. A questão de vilão e herói é jogada fora. O filme simplesmente permite você perceber o quanto aqueles personagens são reais. E apesar de terem um plano não estão vivendo em função dele.
O minuto de silêncio, bem como as conversas que eles têm antes ou depois. A ida recorde ao museu do Louvre. Eles estão fazendo outras coisas enquanto o momento de assalto ao sr. Stolz não chega.
E o final acaba convencendo quando a Franz diz que provavelmente não irão atrás deles porque o Stolz roubou o dinheiro do governo.
Nota: 10,0 (ou cinco robôs gigantes).
Adorável. Nós enxergamos três pessoas distintas que servem para separar a inocência da malícia. Anna Karina está linda, impossível não se apaixonar pela inocência de Odile, pelo modo como se interessa por aventuras ou pela maneira encantadora com que olha com teus lindos olhos para aquele que se apaixona. A narração merece destaque, achei interessantíssimo já que mostra ao espectador lugares difíceis de serem mostrados ou expressos em filmes, o interior de cada personagem, a atuação de cada um auxilia muito. Ao ouvir, você consegue também visualizar a expressão e ao unir as duas coisas interpretando de forma rápida (mesmo nestas cenas o narrador dizendo que são digressões). também dá um toque literário ao filme e um narrador onisciente é algo que me agrada muito.
Ah e quase me esqueci, terminei o filme desejando que este em especial tivesse uma continuação.
- Existem leões no Brasil?
- Sim e também Croc-Odiles.
Pra falar a verdade, logo no começo eu não simpatizei muito com o arthur, fiquei feliz e satisfeita com o final!
Atuação impecável da Anna Karina, um humor sutil... Mas nada genial.
comparado com o pierrot le fou, parece tcc do diretor com estágio da anna karina D:
Bande à Part são mil filmes em um! O dramático, o engraçado, o divertido, o romântico... E em meio a um enredo tão comum, Godard consegue dar uma magia ao filme de maneira quase inexplicável, com a cena lindíssima do metrô, até agora ainda tô encantadíssimo com tanta beleza em uma cena, como de simples filmagens com a Anna Karina correndo e a clássica cena do museu... A Anna Karina nem me surpreende mais de tão boa atriz que é, encarnando no personagem do jeito que nenhuma outra poderia fazer, magnífica, magnífica!
"Alguém precisava apenas olhar para ela para perceber que seu mundo desmoronava ao seu redor"
Fantástico, um dos meus favoritos do Godard,sem duvidas está no meu Top 10!
Encantador, sem lições de moral e com cenas belas e marcantes. Muito "cinema".
Nem parece Godard! Não possui um drama exagerado, complexidade na narrativa ou divagações filosóficas. Simples e leve, beirando o nonsense.
É um dos filmes mais 'leves' do Godard, mas nem por isso deixa de ser belo e outra vez com uma Anna Karina cativante e apaixonante.
Além de trazer muitas cenas icônicas como a do Louvre, a dança e o minuto de silêncio.
Conheci Godard atraves desse filme, ja vi e re-vi algumas varias vezes.
essas Cameras, Godard + Anna Karina = S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L
Interessante posição narrativa que se tem em diversas cenas, ilustrando situações aparentemente explícitas, o que dá um contato ainda maior com a obra e o seu desenvolvimento. Fora a ambientação, que também mostra uma Paris para lá de bela, eternamente marcada pela correria no Louvre. Por fim, ainda se reconhece mais uma face cativante da bela Anna Karina!
Gostei, mas é o mais fraco que vi dos filmes do Godard. Bande à Part não consegue ser tão encantador e intenso quanto Pierrot Le Fou e Vivre Sa Vie, mas vale a pena assistir pra entender e conhecer as várias faces e jeitos do Godard. Ah! Anna Karina maravilhosa como sempre.
Mas que filme gracioso! Anna Karina encantadora desde a primeira cena.
Daí você decide não assistir nunca mais (ou pelo menos por um bom tempo) "Os Guarda-Chuvas do Amor" porque, apesar de um filme lindo, a bendita música fica na sua cabeça por dias e dias e, de repente
NÃÃÃÃÃÃO!
Uma das narrativas mais clássicas de Godard que já vi até agora. E visualmente me lembrou muito Jules et Jim. Um pouco talvez pela a caracterização dos personagens, um pouco pelo triângulo amoroso e um pouco por alguns cenários.
Vale até ressaltar algumas cenas e diálogos, como a cena da dança ou os diálogos sobre mentiras, mas achei pouco ousado demais pra um Godard.
Encantador. Daqueles que te faz se sentir tendo nascido na época errada.
Embora o filme gire em torno de trio, mas é um policial acima de tudo, com algumas pitadas de drama e romance. Entendo os diálogos e situações em Bande à Part mais como um estilo (característico) do cinema de Godard, não como "retrato de uma época". Seria exagero dizer que não rola nenhuma identificação com os personagens, mas acho romântico demais se "espelhar" neles.
Quê.
Não tem nada a ver com o roteiro. Mas a direção, a fotografia. A ternura de algumas cenas, a simplicidade, o intimismo, doçura, poesia. Borderline ingenuidade.
A cena dos três dançando <3
Acho que gostei tanto justamente por se afastar um pouco do sempre politizado e/ou polêmico Godard. Me senti vendo um Truffaut.
Eu adoro quando o Jean-Claude Carrière fala o quão absurdo é separar roteiro de direção. Mas em que sentido a direção, a fotografia, a ternura, o intimismo, etc. marcam aquela época? O que caracteriza aquela época que se mostra presente nesses elementos?
Anna Karina rouba a cena em todo filme do Godard, não dá pra tirar os olhos dela por um segundo sequer...
ótimo filme! godard é um gênio, o filme é altamente reflexivo,e a atuação de ana karina foi uma das melhores de sua carreira :)
Me surpreendo com o jeito genial de Godard fazer filmes, coisas simples e tão originalmente dele! A cena do Caffé inteira é incrível, a dança, o posicionamento cênico, tudo flui perfeitamente, impossível não gostar!
E pra coroar, Anna Karina com seu típico sorriso de derreter corações, nota 10!
Há muitas cenas lindas, como a da dança e a corrida no Louvre e Godard presta uma bela homenagem aos filmes policiais americanos, mas Anna Karina está muito encantadora e é o verdadeiro trunfo de Bande à Part!
"Se é para ele (Quentin Tarantino) nomear a sua produtora igual ao título de um dos meus filmes, ele deveria ao menos me pagar por isso" - J.L. Godard