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Linda fotografia e ótima trilha sonora. Filme suave e encantador <3
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A Gretchen Mol estava incrível, o filme tem uma aura de doçura, inocência, e ao mesmo tempo sensualidade maravilhoso, como só os anos 50 tiveram. Adorei o preto e branco também. Muito bom.
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"I'm not ashamed. Adam and Eve were naked in the Garden of Eden, weren't they? When they sinned, they put on clothes."
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Fotografia linda, interpretação finíssima da Gretchen Mol, história fascinante e uma maquiagem irônica e dramática da mesma feita pelo roteiro. Eu realmente adorei.
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Estou apaixonada pelo filme, desde o preto e branco até a trilha sonora. Ótima atuação da Gretchen Mol.
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Gretchen Mol é muito elegante e talentosa! Amei o fato do filme ser em preto e branco e ter raras cenas coloridas, ficou muito lindo!
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“Well, I tried to think of something that would make me really scared.” “And what was that, Bettie?” “I thought of what Jesus might do to me for all my sins."
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Cinebiografia da Rainha das Pin up Girls. Bettie, diva ♥...
Tem o filme completo e legendado no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=6J3-bmf0HEk -
só achei meio forçada a ingenuidade dela, mas gostei... ainda assistiria mais umas 2 horas
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Apesar de que esperava mais do filme, ele é adoravelmente fofo.
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Nem conhecia a Bettie Page ou esse filme, descobri por acaso e achei bem legal, mais um filme biográfico (em forma de Drama, como eu gosto) que eu acabei curtindo.
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tão bom que eu ate compreo o dvd... a Gretchen Mol ficou identica a bettie !!!
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achei que o filme ficou devendo muito! é apenas um filme bom....
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Faltaram alguns detalhes sobre a vida familiar, conjugal, internação psiquiátrica e morte. A direção do filme deveria ter enfatizado mais o abuso sexual que Bettie sofreu do próprio pai aos 15 anos e o fato de que ela mesma confeccionava seus biquínis, MAS O FILME É MUITO BOM, e a atriz Gretchen Mol interpretou belissimamente "A rainha das pin-ups".
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Atuar em um papel de sex symbol não é tão facil, e Gretchen Mol conseguiu passar muito bem todo o encanto da Bettie. É uma boa biografia.:)
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Me apaixonei pela Bettie! Tudo bem que o filme não tem o roteiro digno de um Oscar, mas ainda assim o filme é maravilhoso!
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Achei incrivelmente triste a historia de Bettie Page, as aparências enganam mesmo... quanto ao filme. é bom apenas.
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Acredito que todos que viram esse filme concordam que uma GRANDE mudança poderia ser feita no roteiro pois acredito que não foi realmente a fundo.Mas é um bom filme Bettie Page Era uma das mais belas mulheres que esse mundo ja viu e a Gretchen Mol ficou bem parecida com ela. RECOMENDO
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Bettie é incrível, mas o roteiro deixou muito a desejar. Esperava mais do filme.
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podiam ter explorado mais a história dela...
mas a Gretchen realmente ficou muito bem de Bettie :) -
realmente, o roteiro não foi muito bem escrito, principalmente na infância e adolescência da bettie. acontece tudo tão rápido que a gente acaba por não ter sequer a chance de se emocionar com a personagem por causa da falta de envolvimento.
bom, mas a fotografia e a trilha sonora do filme são excelentes. o que faltou mesmo foi um pouco mais de aprofundamento, acredito.
outro ponto forte é a atuação da gretchen mol que, além de estar parecidíssima, trouxe uma ingenuidade que não me fez pensar em nenhum instante sobre a "imundice e imoralidade" que dizem ser o tal do bondage. digo assim: a inocência dela nos faz desaperceber a má intenção dos outros seres humanos. mas que dá pena, dá. (ai, seres humanos!).
ah, e menção honrosa para a forma como ela lidou - se é que é verídico - com a pós-notoriedade:quando ela foi para a igreja, já comecei a achar que o próprio filme traria uma visão moralista, de que ela se arrependeu dos seus pecados e todo aquele blá, blá, blá que a igreja católica - igreja, não jesus ou deus! - costuma pregar (leia-se tanto no sentido do sermão quanto do prego). mas, quando ela fala da nudez de adão e eva... claro que transparece um pouco de moralismo, mas, simplesmente, para ela, jesus não queria mais. e só.
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É difícil acreditar que Marry Harron, a mesma diretora e roteirista da obra-prima “Psicopata Americano” (American Psycho, de 2000), tenha exercido as mesmas funções neste insosso “Bettie Page” (The Nottorious Bettie Page, de 2005), um emaranhado de decisões equivocadas costuradas por um roteiro mediocremente escrito. Texto completo no Cinemorfose: http://wp.me/pI1vr-13
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Adoro Pin-up's!!!!
Filme muito legal. Betie era ingênua, pelo menos o que diz no filme.
Gostei do final de apesar dela ter convertido e ela não
Foi hipócrita ao falar do que ela fazia.
Atriz ficou muito parecida... -
Poxa, se for verídico mesmo, não imaginava nunca que a Bettie era ingênua desse jeito...
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A ingênuidade dela nos dias de hoje, certamente confundiriam-na como uma "piriguete"!!!
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Fiquei um pouco decepcionada com a Bettie, se for verdade o que se passa no filme, ela era muito ingênua e o povo abusou da moça. Mas de qualquer forma o filme é muito legal, pois é ambientado nos anos 50 com direito a P/B e tudo que temos direito. =)
Além da atriz ser super parecida encarnou a Bettie magnificamente, depois vi os extras e ficou igual! -
assisti um 'The E! True Hollywood Story' sobre a Bettie, e vai bem mais além de onde se encerra o filme, pude conhecer mais sobre esta inesquecível pin'up! no especial mostra ela bem velhinha numa entrevista, bom... mostrando não... ela ficou a meia luz, não queria q seus fãs e tds q lembram dela nas fotos a enchergassem de outra maneira...
o filme é muito bacana!
Gretchen Mol arrasou. -
GOstei de como o filme decidiu abordar as várias faces de Page,claro, a mais evidencial, curiosamente, é aingênua, Mol abusou de uma aurea iluminada e genuína. A fotografia do filme me chamou atenção, repleto de elementos antigos e mal explorados hoje em dia.
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Gretchen Mol está divinamente natural no papel de Bettie Page, as cenas são lindas, a sua 'inocência' chega a ser doce aos olhos quando assistimos.
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Também gostei da forma que foi contada a história, da ingenuidade. Porém achei o filme fraco.
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Gostei muito do filme, a forma com que foi contada a história mostrou uma Bettie bem diferente do que se imagina, uma mulher simples e ingênua.
A fotografia de imagem é muito boa, principalmente nas cenas em p&b. E Lili Taylor está realmente muito bem. -
O filme mais famoso da diretora (PSICOPATA AMERICANO) é fabuloso em sua radiografia mui precisa de uma classe social economicamente ascendente e emocionalmente nula. Neste filme, o caminho é inverso: a protagonista é plena de emoção e sinceridade e, como tal, achei muito elogiável a ausência de julgamentos morais sobre as diversas transições entre comportamento eclesiástico e mundano da protagonista, aliás, muitíssimo bem-vivida pela Gretchen Mol. A fotografia em preto-e-branco é igualmente bem-sucedida e Lili Taylor abrilhanta a tela sempre que está em cena, mas... O filme parece nunca decolar (como sói acontecer neste típico e enfadonho gênero biográfico), mas algo me fez ficar encantado com a volubilidade da protagonista. Numa revisão com menos expectativas, parecer-me-á mais interessante, tenho certeza. (WPC>)