WTF?! Deixa o Stannis saber disso...
O filme conta a vida da poetisa sul-africana Ingrid Jonker (Carice van Houten) que lutou contra a desigualdade racial em pleno Apartheid.
Em seu primeiro discurso ao Parlamento Sul-Africano Nelson Mandela leu o poema dela "The Dead Child of Nyanga " e se dirigiu a ela como uma das melhores poetas da África do Sul.
Já vi umas 3 vezes e só sinto vontade de ver mais. Esse filme é muito lindo e tocante. Fiquei cheio de curiosidades acerca da obra de Ingrid Jonker :}
Não conheço a história nem a obra de Ingrid Jonker, então não posso opinar sobre essa questão do filme.
Porém, concordo com a Lorena, para mim um dos pontos fortes do filme é "ver o que uma sociedade deturpada faz a alguém com uma mente tão sensível".
E tô inconformada agora com o fato de que a atriz que faz a protagonista é a mesma que interpreta a Melisandre! Não ia reconhecer nunca.
Só tinha reparado no Liam (Sor Davos).
De fato, a vida da poetisa é muito interessante mas eu creio que se poderia explorar mais a relação mal resolvida, dela com o pai. Parece que faltou alguma coisa.
A beleza da arte a serviço da política e da "loucura". A história de Ingrid Jonker, por si, já é interessante devido a sua personalidade e inconstância. A inquietude dos grandes artistas, poderiam dizer os especialistas! E Jonker tinha tudo isso: inquita com sua situação familiar, com sua relação com o pai, com sua filha, com sua sexualidade, com seus amores, com sua arte! E deste turbilhão de inquietações, sua poesia surge com tanta força que consegue "calar" o duro regime do apartheid que vigorava na África do Sul durante sua vida. Sua poesia é tão bela quanto ácida e incisiva. Sua palavras são tão bem colocadas que incomodavam os governantes (dentre eles, seu pai, um membro conservador do parlamento). E esta inquietude toda é vivenciada maravilhosamente por van Houten. Sua feição frágil ganha força através de seus atos e poesia. A direção privilegia a vida da artista a sua obra, contudo, ela surge nos momentos exatos para dar um toque de requinte ao filme.Os atores coadjuvantes também estão impecáveis. O ator que faz o pai de Jonker chega a gerar repulsa, tal o grau de racismo presente em suas falas. Também, além da beleza de Capetown, temos a rudeza das ações racistas que ocorriam na África do Sul. O filme ganha em qualidade quando foge da armadilha de se transformar num dramalhão... Acaba sendo uma ode à arte, pois apesar de seu fim trágico, consegue continuar viva na poesia! Direção muito boa!
Deixou muuito a desejar! Esperava conhecer mais das obras dela e não somente dos seus casos amorosos conturbados. Fora isso, a fotografia é realmente de impressionar!
na verdade acho que a intenção do filme não era tanto fazer uma biografia da poetisa, mas sim fazer os espectador entender o poema lido por Mandela no dia da sua posse como presidente.
Traz pouquíssimo sobre sua luta na desigualdade racial, mas é bonito ver o que uma sociedade deturpada faz a alguém com uma mente tão sensível. E é lindo como o filme termina onde começou. A fotografia é incrível.
Esperei muito mais do filme , esperava mais sobre a luta contra a desigualdade racial. Mas sem duvida nenhuma seus poemas são lindos e nos faz refletir.
Eu até que gostei do filme, e a fotografia é excelente. Mas ficou a impressão que a história de Ingrid foi mal contada, impressão porque não conheço a história também. Mas detalhe para as cenas de racismo vivido na África do Sul, com o Apartheid. O poema de Ingrid sobre o assunto é de chorar.
Rutger Hauer voltando a fazer filmes bons depois de muitos anos.
Já dizia Ingrid Jonker: "The night is dark and full of terrors"... oh wait
rs
Intenso. Cenários e fotografia de tirar o fôlego!
Borboletas Negras não faz jus exatamente à importância de Ingrid Jonker na luta contra a desigualdade racial na África do Sul optando por despontar como um estudo de personagem irregular e não a manifestação da genialidade da poetisa diante das atrocidades que testemunhava. Assim, durante muito tempo acompanhamos a opressão da jovem por seu pai, um censor interpretado por Rutger Hauer, ou um amor instável repleto de idas e vindas com Jack Cope (interpretado por Liam Cunningham), ou mesmo o flerte da protagonista com a loucura.
No final, porém, existe um retrato muito pouco compreensivo e frouxo sobre suas ações, o que a atriz Carice van Houten mitiga razoavelmente em função de sua atuação exemplar que combina uma melancolia no rosto da mulher com uma chama fugidia de esperança que parece diminuir a cada novo gole de vinho ou a cada novo homem que chama à sua cama.
Destaca-se a belíssima fotografia que, além de uma excelente escolha de locações (os planos gerais e médios na praia são de uma qualidade plástica impressionante), também cria planos mágicos como aquele em que Ingrid tenta escrever um poema na água condensada na janela do seu quarto. Um esforço próximo do que ela tentara fazer na sua vida: escrever sobre algo que rapidamente desapareceria diante da censura e do ódio racial, mas que milagrosamente conseguiu sobreviver para ajudar a derrotar o Apartheid.
fico achando que a intenção do filme era mais fazer o espectador entender o poema lido por Mandela.
É uma biografia legal... mas tem muito pouco sobre desigualdade racial!
alguem sabe onde posso assistir online? tdos os site que achei a legenda esta atrasada
Excelente, o filme consegue nos deixar em contando com a alma da Ingrid Jonker, e passar toda a tristeza dela, nos levando até mesmo a entender o conflito interno dentro dela que a faz muitas vezes agir mal. Mas mostra também como acima de tudo, ela tinha um coração maravilhoso. Muito emocionante. As atuações são dignas de aplausos de pé. Carice como sempre me deixando cada vez mais apaixonada por tudo o que faz.
Carice e Cunningham, além da bela sinopse... deu vontade de assistir!
me surpreendeu positivamente... esperava um filme político e veio bem mais a vida do que a obra... interessante
como faco pra ver este filmes
O filme é muito bom sim, mas acho que faltou uma pitada a mais de sentimentalismo. Eu não conhecia a obra da escritora, mas me interessei muito em pesquisá-la.
Mais sentimentalismo? Achei que foi passado bem o que deveria. A vida é assim mesmo, seca às vezes. O final tem todo os sentimentalismo que precisava, e caiu perfeitamente.
Será que vou chorar? hahaha, adorei os comentários, vou assistir!
Que filme mais depressivamente lindo, chorei demais. Bom demais... recomendo
Passei o filme inteiro preocupada com o que seria da filhinha dela.
Reclamam da focalização nos sentimentos da poeta, mas há algo mais importante do que os sentimentos e a própria substantividade de alguém que se expressa através de versos? O filme é sobre a Ingrid Jonker, não sobre o Apartheid.
Focou tanto no lado sentimental dela que esqueceu de mostrar a luta pelo Apartheid. Esperava bem mais do filme. Achei um tanto monótono. Merecia um roteiro mais intenso já que focou no sentimentalismo. Atuações um pouco que neutras demais. Falta intensidade no filme todo.
Poxa esperava mais, mas gostei bastante!
Os poemas são bem bons!
Bem mais ou menos. Certo que foi focado o lado pessoal dela, mas, por ser uma autora pouco conhecida - eu acho - gostaria de que fosse mostrado mais das obras dela.
(...) E, por favor, esqueçam-se da justiça, pois ela não existe. Da fraternidade, pois é uma fraude. Do amor, pois ele não tem direito. (Ingrid Jonker) - Vale pelos poemas, mas o filme é chatinho. :/
Meio moralista e estereotipado. Roteiro um tanto fraco, personagens que são jogados na trama a torto e a direito e acabam sendo subaproveitados. Vendido de forma errada, uma vez que propagandeia a imagem de Ingrid Jonker como poeta que lutou contra o Apartheid, mas se foca nos aspectos pessoais da vida dela e não na sua luta social/política. No entanto possui uma boa fotografia e atuação convincente de Carice van Houten.
"No entanto possui uma boa fotografia e atuação convincente de Carice van Houten." ok, ganhou meu coração.