Yu é uma personagem que me arranca suspiros!!!!!
Trudi (Hanelore Elsner) vive um dilema, já que é a única pessoa a saber que seu marido Rudi (Elmar Wepper) tem uma doença em estágio terminal e precisa decidir se vai contar a ele ou não.
O médico sugere que eles façam algo juntos, como realizar um velho sonho.
Se a forma contida de se expressar em Era Uma Vez em Tóquio te deixou um peso no coração, aqui fica difícil demais não chorar. rs Lindo, lindo.
Achei muito fofo a cena que ele abre o casaco e tá vestido com as roupas dela, mostrando pra cerejeira.
Pra assistir tem que estar entregue, por isso mesmo fui atingida tão fortemente, digo, no momento que Trudy foi
'levada' me esfacelei toda
de ter de vesti suas veste p/a ter o mínimo ou máximo de proximidade
morre, mais precisamente quando Rudi vai com a Yo p/a o hotel minutos finais esperar por o...
Lindíssimo. As palavras aqui não podem expressar a grandeza dessa película. Fotografia de chorar de tão bela que é. Sensibilidade, emotividade, simplicidade, tristeza, morte, chegou a revoltar a indiferença dos filhos de Rudi e Trudi. Em seguida: A aprendizagem através da dor. Uma obra de arte em movimento. Fiquei ainda mais apaixonada pela Alemanha e pelo Japão.
Que belo.
Assim como '' Encontros e Desencontros '', esse filme mostra um Japão muito atrativo. Que lugar lindo.
Não há tempo a perder para fazer quem o ama feliz.
Mais uma vez a dor da perda, a saudade e a esperança se misturam em um filme que comprovou minhas expectativas. Além de uma fotografia belíssima, de ótimas atuações, o roteiro é comovente e deixa boas mensagens para reflexão. Não deixe nada para depois!!!
Um estilo de trilha sonora do Yeong-wook Jo (fez a trilha do Oldboy) se encaixaria perfeitamente pra esse filme.
É muitissimo belo filme, a unica falha ao meu ponto de vista, é que o diretor não soube faer o desfecho na hora certa, o longa deveria encerrar na hora em que Rudi cai em frente ao monte Fuji, o diretor perdeu a oportunidade de um belo desfecho, ele preferiu estender mais a historia o que prejudicou um pouco o fim, perdeu a oportunidade de fazer uma bela obra prima, mas não deixa de ser belissima obra de arte.
Muito tocante, triste, emocionante, que mais adjetivos posso dar a ele....
Rudi muito sensivel principalmente ao tentar mostrar a Trudi as belezas da cerejeiras o monte fuji
mesmo não estando mais presente;
sofrido uma perda e foi como se um completasse ao outro .
Incrível, de uma sensibilidade magnífica. Mostra como as pessoas mudam e podem mudar se se deixarem, e como não devemos limitar nossas vidas ao que não queremos. Assim como Rudi aprendemos que nunca é tarde para se libertar de si mesmo.
Uma pena ter perdido boa parte do começo, quero muito ter outra oportunidade de assistir.
Se eu chorei? Imagine... u.u
Muito lindo! E toda essa poesia do Butoh... adorei mesmo!
Grande filme. Uma mistura de amizade, dor, amor e poesia. Com uma fotografia incrivel.
Passando agora na Mostra Internacional da TV Cultura.
O filme nos mostra de um modo singelo, o quão é importante nos conhecer para que o outro possa entrar na nossa vida, o valor de uma amizade no sentido mais puro, baseada no amor sem querer nada em troca, pode ser o momento mais magnifico em que o ser humano pode atingir. Assim como as flores da cerejeira, é a nossa vida, breve...
http://pitadadecinema.blogspot.com.br/2012/06/hanami-cere...
AMEIII
Alguém poderia me indicar mais filmes em que aparecem sakuras???
O distanciamento causado pelo passar dos anos entre pais e filhos, o peso da velhice que insiste em permear a vivência a partir de certa idade, a iminência da morte e o medo de se tornar um fardo à prole estão presentes descaradamente em Cherry Blossoms. Mais evidente ainda e, na minha opinião, o que mais causa impacto é a frieza alemã frente a mortalidade dos pais representada aqui nas atitudes nada comoventes porém extremamente comuns de serem observadas.
É agoniante e frustrante não só para Rudi como também para o espectador o fato de ter de se contentar, após a súbita partida da companheira, de mostrar por seus olhos o que ela sempre sonhou em ver. É a temporalidade da vida humana, a mortalidade e a efemeridade de nossa existência escancarada de maneira terrivelmente dolorosa quando não há mais o que fazer: o ente amado se foi. Resta a memória, o sentimento, o amor; se vão os toques, o afago e o companheirismo real e sentido na pele.
É lindo de se ver a presença do Butoh na vida do casal explodir como a contaminação visual da capital japonesa amansando o endurecimento mortal e trazendo a tona a contemplação, a calma e a paciência tão dignas dos orientais. Os impactos culturais deixados de lado com a conquista de uma amizade súbita porém tão verdadeira e bonita que chega a doer.
Esse filme é incrível.
Acende em quem assiste uma vontade incontrolável de fazer o bem, de aproveitar os momentos tantas vezes subestimados ao lado de quem nos ama e não deixá-los esquecidos jamais em troca de um modo de vida moderno e pretensioso. Amanhã pode ser tarde demais, hoje é o dia de agradar e fazê-los felizes.
Sensacional!
"Uma maçã por dia, a ida ao médico adia."
êta, na tradução do filme que vi era ''uma maçã por dia dá saúde e alegria" hahahaha
Lindo...muito lindo!! Pôxa...me emocionei muito com o esforço de Rudi ao tentar mostrar para ela através dos olhos dele as coisas com que ela sempre sonhou...que lindo...que amor. Ao mesmo tempo, dói ver a mesquinhez e a falta de sensibilidade dos filhos...que delícia a dança das sombras... ahhhhh! se vacilar vou ficar falando de tudo do filme...rsrsrsrsrs
Como é emocionante ver o Rudi se permitindo viver e vivendo os sonhos da mulher dele, o que é mais visceral ainda, mas você sente uma raiva danada dele por ter sido um castrador, um medroso, um covarde. Esse filme, com certeza, vai ser um dos mais ternos pra mim, vou sempre lembrar de algumas cenas e me emocionar.
Realmente Mayara..eu comentei agora mesmo sobre o filme e não falei sobre como ele restringiu a vida dela à rotina dele...Mas, acho que as atitudes dele depois foram em essência muito delicadas, ternas e de um carinho que muito poucos conseguiriam ter. Pô até comentando agora voltei a me emocionar...que filme viu? Também guardarei na memória muitos recortes desse filme.
o que mais toca a gente é a postura que ele toma depois do que acontece. é emocionante mesmo!
Alguém mais teve muita raiva dos filhos da Trudi e o Rudi?
O filme me fez pensar bem sobre como quero criar o filho que estou esperando.
Filme belíssimo!
Eu não. Sei que eles têm uma maneira de ser diferente da minha com meus pais, avós... Mas penso que há muitos filhos assim, mesmo aqueles que não admitem a sensação de fardo ao estabelecer relação com os pais. Amar é isso, é se entregar a caridade, é doação. (In)Felizmente não podemos esperar nada em troca.
Cerejeiras em Flor é um filme terno como um abraço. Câmera por vezes intimista, mas nunca fria ou distante. A vida é efêmera, a morte é dolorosa e cada pessoa reage de uma forma diferente.
Nos primeiros 10 minutos, as referências a Tokyo Monogatari do Yasujiro Ozu são gritantes. O conflito entre gerações no mundo moderno. Afinal, por que ver os pais é um incômodo para nossas atividades mais "importantes"?
Sempre deixamos nossos desejos para depois, pois achamos que temos todo o tempo do mundo. Filme de entendimento universal, qualquer pessoa pertecente a qualquer cultura pode assistir e nutrir empatia pelo Trudi.
Filme tão belo quanto uma flor pode ser, só nos resta admirá-lo intensamente...
Encantadoramente triste. daquelas tristezas necessárias para repensar a vida.
Moderno e tradição ,tudo, se mistura no Japão. E nesse pano de fundo o filme se desdobra. A morte, nossa única certeza, é a personagem principal e as cerejeiras em flor vêm retratar de uma forma peculiar os ciclos da vida
"'Se' eu soubesse que seria assim tão de repente... eu faria, eu seria, eu...". Quantos "se", quantos verbos no subjuntivo indicando tantas incertezas. Quanto estamos fazendo por nossas relações? Só a finitude poderia nos alertar para nossas falhas nesse sentido?
"Eu terei que me acostumar".
"Cerejeiras em flôr... o mais lindo símbolo da temporalidade. Estão aqui por alguns dias e depois se vão".
"Eu não sei, eu não sei onde ela está".
Belo, delicado e ao mesmo tempo tão profundo que me doem algumas partes de origem desconhecida.
Tão sutil como a vida e difícil de descrever.
Quero muito assistir, mas não encontro ;X
Sensível, profundo, apaixonante. Para assistir e relembrar que vida é agora, o depois pode nunca chegar.
Aquele momento em que você para pra analisar no que está fazendo p/ preencher a vida de quem se dedica a ti. É o momento em que o egocentrismo fica à toa.
Maravilhoso. Preciosidade devidamente guardada no meu tesouro particular.
"Cerejeiras em Flor" é uma obra de arte em movimento, sua fotografia de tão estonteante que parece uma pintura. Seu texto é pura poesia e faz bem pra alma. Suas melodias são acalantos para os ouvidos.
Tão sensível, tão denso e tão incrível.
Me sinto completamente tomada de amor por este filme.
E o que seria da psique sem a possibilidade de realizar os sonhos? Assista, mas assista já!
Oi!
Onde posso encontrar este filme?
Acho que foi o filme mais profundo que eu vi esse ano. Sem falar que, não sei, o Japão tem algo de especial. Em todas as coisas... Até na morte.
O filme pode ser dividido em duas partes. A primeira coloca Trudi em foco, seu cuidado, os detalhes ( a mosca, o buto), além de mostrar os distanciamento dos filhos, não nos aproximamos em nada de Rudi. Este ganha espaço na segunda parte, tentando redescobrir como se anda com as próprias pernas, como se ser-se sem o "T" que o completava, que se colocava na frente de tudo para preservá-lo. Para isso, encontra em "Yu" uma ajuda imprescindível, e linda.
É de uma delicadeza sem tamanho, tanto no roteiro como na fotografia.
a situação com os filhos me incomodou demais, demais.
De forma sensível e tocante esse filme apresenta uma realidade triste sobre a distância dos filhos com os pais e a tentativa destes de conseguirem o afeto daqueles.
A avó pagando pra neta tocar o avô ... os filhos incomodados com a presença dos pais os evitam... é tudo tão real que dói.
buscando encontrar a Truti
Esse filme é uma poesia triste sobre o amor de um casal lindo.
Um drama singular e triste.
P.S.: QUE RAIVA DAQUELES FILHOS IGNORANTES.