Amo Joy Division!!!!
Os últimos anos da vida de Ian Curtis (Sam Riley), vocalista da lendária banda inglesa Joy Division.
Curtis, que teve uma trajetória curta e intensa, ficou famoso por seu talento de letrista e por suas performances épicas à frente da banda.
Sofrendo com os ataques de epilepsia, sem saber como lidar com o seu talento e dividido entre o amor por sua mulher e filha e um caso extraconjugal, ele se enforcou em 18 de maio de 1980, aos 23 anos.
"Ele perdeu o controle!"
Que filmaço! Que história!
Muito bem produzido. Esse tom em P&B deve ser a forma de como Ian olhava para a vida.
Ele morreu de amor ? Morreu confuso ? O que Ian procurava na vida ?
Eu assisti pensando que seria bem mais profundo a história, mas acho que não dá pra explicar tanta confusão mental.
Sam Riley está de parabéns pela atuação. PQP! Ficou muito bom mesmo. Até o jeito de se mover no palco, cantar e olhar. Porra. Quando terminou fui até assistir uns videos do Joy Division pra comparar. Ficou demais!
E pra fechar, o filme terminou com a Atmosphere. Senti arrepios até nos ossos.
Medo de me suicidar ao ver o filme!!!
Deu tudo certo... Fiquei com emoções a flor da pele ao vê-lo... A vida realmente é muito confusa!!!
Filme bem feito mas provou que Ian Curtis não tinha uma historia pessoal para ser contada.
Pois a impressão que deu no filme, ele se matou porque ficou dividido entre 2 mulheres.
Filmaço! Tão bom, que me deu até vontade de ouvir Joy Division e me suicidar. :D
A atuação de Sam Riley é belíssima!!! E a trilha sonora foi escolhida com perfeição. Eu que não conhecia o trabalho do Joy Division, e depois de ver o filme fui buscar a discografia.
Uma obra prima, vou descrever assim. Fez jus a triste história do Ian. Fez jus a admiração que construiu por essa história em si. Parabéns ao Sam Riley pela bela atuação.
Na cena do suicídio senti como se eu estivesse me suicidando junto ao "Ian Curtis"... Profundo <3
As atuações foram ótimas, com exceção da esposa do Curtis, que se tornou uma personagem extremamente irritante pela qual não consegui sentir emoções positivas. Já em relação ao Ian, dá para vivenciar seus momentos e sentir as suas frustrações.
As cenas de shows são poderosas e bem realizadas, adornando bem o filme e intercalando com as cenas de maior emoção, culminando em uma fusão entre esses dois momentos.
Tão bom que não sei o que dizer, sou suspeita pra falar pois adoro cinebiografias... Essa é uma das melhores que já assisti!
Hoje Ví pela Milésima vez! Que audácia a minha não ter comentado aqui antes.Toda vez que vejo esse filme não consigo Controlar Minhas Emoções! Impossível não se emocionar vendo esse filme! Se Você não chorar ao menos uma vez assintindo ele, então não tem Coração! É incrível como a História durante o filme se encaixa perfeitamente as Composições do Ian ♥
O fato de ter sido Rodado Em Preto & Branco deixa o Filme mais emocionante ainda,perfeito nas Atuações e Direção <3
Tenho um medo horroroso de assistir a esse filme :(
Ian Curtis tem uma história fascinante, suas letras são lindas e profundas, e Sam não deixou a desejar. Senti o gosto do filme como se eu estivesse presente. Muito bom!
Filme Sensacional! A trilha sonora é óptima, a fotografia igualmente fantástica, as atuações maravilhosas.Confesso que me impressionei com a atuação do Sam Riley.Ele encarnou o Ian Curtis na perfeição.Muitas vezes parecia mesmo o próprio.Que atuação fenomenal...
sam riley na sua melhor versão....fotografia linda,!
além de ser o filme biografico de um idolo...recomendo!
"Existence. Well, what does it matter? I exist on the best terms I can. The past is now part of my future. The present is well out of hand."
No final, o que o Ian precisava era de uma abraço e um "eu te entendo"
É complicado porque nem ele mesmo se entendia, não achava Ian carente e sim pertubado de fato...
É possível vivenciar e compreender a existência de Ian através das cenas e das músicas que se adequam em seu percurso. Muito bem produzido, adorei.
A existência.. bem..
O que importa?
Eu existo da melhor forma possível.
O passado,agora,faz parte do meu futuro.
O presente está fora de controle.
O mais legal é ver as coisas acontecendo e as letras das músicas se adequando perfeitamente a cada ocasião.
O mais lindo é a dança meio esquizofrênica dele, confessemos, ele tinha o gingado ♥
Ian Curtis? De que maneira poderia eu expressar o imenso amor que sinto por ele? Creio que sejas amor demais para que eu consiga explicar, vai além dos limites. Se já é difícil resumir o quanto ele pode cativar, imagina o quão difícil pode ser mostrar mais sobre tal, a vida complexa de um dócil e incontestável gênio feito o Ian não se resume ao filme Control, é bem mais que ele, bem mais mesmo. No entanto não entendo quem o julga, de egoísta ele não tinha nada, vocês que dizem isto são um bando de insensíveis, outra que esta biografia foi feita por terceiros, assim como muitos trabalhos sobre o Kurt Cobain por exemplo, então não tem como vocês saberem como era o maravilhoso do Ian Curtis vendo este filme. Se querem saber o Ian fala muito comigo pelas músicas, as músicas de tal me mostram que ele é maravilhoso, profundo, perfeito. Ele me acompanha e me compreende. Quanto ao filme Control, mesmo com tudo que eu disse anteriormente é um de meus favoritos até mesmo, afinal é sim um filme adorável, com uma bela fotografia ressaltada ao glorioso P&B, uma ótima atuação do Sam, poxa, ele deu um show e querendo ou não acaba sendo um modo de simplificar a história segundo aquilo que a Deborah sente, sentiu. É a visão dela para conosco. Ela também é importante, se ela sentiu a necessidade de compartilhar tudo da forma que obteve para si não vejo problema. Eu me emocionei, chorei rios ao assistir. Se eu o recomendo? Sim, mas desde que você tenha cabeça para isso, ou seja, desde que você entenda que tudo vai na verdade muito além daquilo que nos é exposto em Control. E não adianta ver filme feito por terceiros para que se saiba sobre o interior de um artista, o único modo de fazer isto é apreciando a arte de tal, se colocando na pele dele, sabendo o respeitar, entende? Infelizmente fico triste com péssimos comentários aqui na página em relação ao meu querido Ian Curtis que eu amo demais, e sim, tenho orgulho dele, do quanto ele me inspira. Porém, que belo filme. E sim, é real, mas não é tudo, na verdade perto da mente do Ian e do coração do mesmo não é quase nada. Não é certo ver o filme e então se achar no direito de julgar o Ian. Uma história não é feita por apenas um lado e só o Ian sabia aquilo que internamente vivia
Idolatria exagerada? Faltei respeito com alguém? Não, exatamente, então você não tem ligação nenhuma com isso. Que comentário vago o teu em relação ao meu ser.
Não faltou, eu também não faltei, só apontei que foi um exagero, um dos comentários mais exagerados que já vi no filmow inclusive, mas esquece, nem vou me meter nessa sua ligação cósmica com o cara!!
Acontece que para você pode ser exagero, porém, eu tenho todo o direito de comentar aquilo que eu sinto em relação, aliás não vejo motivo para ninguém se incomodar com isto, o ódio que as pessoas cultivam umas pelas outras sim deveria incomodar e não a compreensão, admiração e derivados e no caso eu estava vendo uns comentários de pessoas que nem Joy Division conheciam mas que então por terem visto o filme se acham no direito de julgar como se fosse um tribunal. Isso sim é lamentável. E quanto ao seu comentário Flávio: não mato ninguém pois como eu disse eu cultivo o amor e não a birra sem causa como certas pessoas aparentam cultivar.
"Existence. Well, what does it matter? I exist on the best terms I can. The past is now part of my future. The present is well out of hand."
As atuações são ótimas e o filme conta a historia do Ian com uma sinceridade e delicadeza que fica difícil não se apaixonar.. Não tenho o que reclamar do filme, me fez gostar mais ainda de Joy Division
Eu confesso que me apaixonei pelo filme, já conhecia a história mas o filme mostrou-a com muita clareza e um toque de realidade. Tinham certos momentos que eu chegava a duvidar se não era o Ian mesmo, o Sam Riley entrou totalmente no personagem, a cada gesto, as dancinhas, até o piscar dos olhos ficou igual.
O filme foi muito bem feito, não tenho nem palavras.
Muito irônico da parte de alguns ficarem xingando o Ian Curtis por assistir um filme... Não defendo ele, claro; mas também não vou julgar. Pode parecer clichê mas... Eu de alguma forma entendo o que se passou na cabeça dele. Daí alguém vai falar: "-pow, mas você entende o cara por assistir um filme?", e eu digo: NÃO!!!! A música dele fala por ele, transmite tudo o que ele sentia ou não sentia. A sensibilidade é pra poucos e ele era excepcional quando se tratava disso. Agora quanto ao filme, gostei bastante, mostrou a realidade(focando o lado da Deborah), as músicas certas para cada momento foi LINDO e me arrepiou do início ao fim, sem mais<3
Sam Riley fez uma das melhores interpretações que ja vi, e por Ian ter sido um cara de personalidade muito forte, essa interpretação foi melhor ainda, to completamente apaixonada pelo filme, pelo sam, e pelo ian mais do que ja era antes de ver, muito bom!
arrasou Deborah ao fazer esse e muitos outros roteiro e livros que desmitificam Ian Curtis, uma pessoa idolatrada, vitimado, motivo de pena por muitos, mas que na verdade era um egoísta, falso e traidor.
"Then love, love will tear us apart, again"
Joy Division UHULLLLLLLLLLLLLLLLLLLL
Nossa, eu tenho esse filme no meu HD e não vi ainda. KKK
So muito fdp.
Eu me emocionei demais assistindo esse filme, até porque Joy Division é minha banda preferida e de alguma forma marcou e fez parte da minha vida. Senti muita pena da Deborah, porem, achei uma verdadeira prova de amor ela estar sempre do lado dele, e de alguma forma dá para notar no filme e até mesmo nas músicas que ele sempre foi muito grato a ela, fiquei triste com final, porem é baseado em fatos reais, e fatos reais geralmente não tem finais felizes.
" Não quero mais fazer parte da banda, prazeres desconhecidos era isso? Eu era feliz. Nunca quis que acabasse assim. Quando estou lá em cima cantando, eles não entendem o quanto me dou e quanto isso me afeta. Agora eles querem mais, eles esperam que eu dê mais de mim. E eu não sei se posso. É como se isso não estivesse acontecendo comigo, más com alguém que finge ser eu, Alguém vestindo a minha pele.Agora vamos para América e eu perdi o controle, não sei o que fazer." :cc
Filme muito bonito, com a fotografia ajudando a dar o tom triste que a história pedia. Gostei muito e me identifiquei bastante com o Ian (o que já não achei tão legal...rs)
Filme triste, música ótima, boas atuações e uma linda fotografia. Quando eu estiver deprê e quiser potencializar, vou ver esse filme de novo. Fiquei pensativa, lembrando de pessoas perturbadas que já passaram pela minha vida...
No mais é bem tristinho mesmo, fiquei deprimido vendo esse filme, o que é praticamente um pleonasmo tratando-se de Joy Division... haha
O filme é bacana sim, mas não recomendo que as pessoas o tenham como referência de toda a história da vida do Ian/Joy Division, porque é um pouco raso o que é contado no filme, sem contar que é a vida do Ian Curtis exposta, mas não por ele e sim por terceiros que fizeram parte dela, da pra aprender muita coisa, mas seria bem mais digno se a gente tivesse o lado de Ian nisso tudo, tudo que acontecia na cabecinha confusa do rapaz haha
Vou concordar com os comentários anteriores, Sam Riley foi uma escolha mais que acertada. A atuação foi incrivel e não dá pra negar a semelhança física.
Gostei de ver tudo preto e branco, ajudou a dar ainda mais o ar depressivo que a história pedia.
Adorei ver a história do Ian, da banda e das músicas, não ouço mais da mesma forma.
Acho um dos melhores filmes biográficos que ja vi, ou pelo menos é um dos que eu mais gosto kkk
Concordo! Mas acho que devia ter usado umas lentes pra dar aquele efeito de olhos azuis profundos do Ian. haha