Nossa..que filme mais complicado..nao sei se fui eu que não entendi a cabeça do filme..mas pra mim faltou um pouco de ação e terminou meio fora da casinha...rsrsrssr
Cosmopolis acompanha a história do jovem gênio multi-milionário Eric Packer (Robert Pattinson), atravessando Manhattan numa limusine (onde decorre grande parte do filme) para encontrar um corte de cabelo perfeito. Ao mesmo tempo, as finanças estão atravessando uma crise sem precedentes. Ele ainda não sabe, mas em menos de 24h perderá toda sua fortuna.
Nossa..que filme mais complicado..nao sei se fui eu que não entendi a cabeça do filme..mas pra mim faltou um pouco de ação e terminou meio fora da casinha...rsrsrssr
É e será sem dúvidas o filme da vida do Pattinson, assisti 3 vezes.
Que filme ruim meu '-', chato e cansativo, não sei porque não consigo gostar da atuação do Robert.
Eu tentei assistir e compreender o que se passava, até reprisei determinadas partes, porém, o tédio conseguiu me deter e desistir antes dos 50 minutos de filme. O que, por sua vez, é lamentável, pois tem uma ideia um tanto quanto interessante, que inevitavelmente foi mal usada.
devia tentar vê-lo até o final, depois dos 50min ele até "melhora", falo sério.
eu pus "melhora" entre aspas por isso, talvez realmente você não curtiria o que viria a seguir, mas acontecem coisas interessantes, se eu falar vai ser spoiler :P
Tens razão, meu caro. Vou dar uma checada nesse filme e depois lhe comento a respeito. De qualquer jeito, obrigada pela recomendação e o toque. xP
E tudo bem que a frieza dos personagens faz parte do tema, mas achei frio até demais, chegou a ficar vazio. No final, não me causou reflexões.
Não sei se por falta de entender o objetivo do filme, mas simplesmente odiei! Esperava mais.
Cara, simplesmente achei confuso, tenho que revê-lo, mas cade a coragem.
Ensaia uma discussão sobre o capitalismo e a sociedade de consumo através de diversas vertentes e interações que o bilionário Eric Parker encara dentro da sua limousine no curso de um dia. Mas mesmo que tenha uma linguagem visual sempre marcante, o filme de David Cronenberg falha em não concretizar a ambiciosa tarefa e perde-se em meio a tantas divagações abstratas, vazias e desconexas.
talvez, pra mim, a falta de conclusões é que torna o filme interessante, sendo isso uma forma de expressar o quanto essa busca por uma reflaxão nos dias de hoje está longe de se encontrar uma "certeza", uma "verdade". Eu gostei, me lembrou um pouco "Videodrome".
O filme é frio e didático, mas tem como objetivo: chocar, intrigar e desafiar. E isso ele faz. Quem vai porque gosta do Robert Pattison na saga crepusculo vai se decepcionar, porque esse filme não nada à ver com esse público. O filme é uma visão dos tempos futuros e, ao mesmo tempo, é uma visão da sociedade burguesa; rica, mas apática e consumida por um vázio. A limosine serve de metáfora para o isolamento social. Há vários diálogos interessantes, uma fotografia interessante e uma atuação surpreendentemente boa do Robert Pattinson. O ritmo é lento, não há nenhum sinal de naturalidade, o final é teatral e o estranhamento é inevitável (a câmera na cara dos personagens que não temos nenhuma proximidade deixa isso claro), mas tudo isso é pré-posital. Enfim, um filme controverso, mas que muito o que dizer.
Adorei alguns diálogos longos, mas isso tornou o filme confuso.
Fraco... Péssima ideia de tentar unir o debate de economia política (que ideia!!) a essa história. Acabou fazendo o filme ficar muito entediante, sem envolvimento, maçante. E para ajudar, tentaram fazer umas sacadas talvez com o intuito de tornar o filme "genial", usando frases enormes, assim como abordar debate atual da desigualdade social que não se aproximou em nada com o que ocorre. História não é interessante também...
O filme é baseado num livro, considerado o que melhor define a atual fase do capitalismo.
acho que deveria ter terminado a 4ª série antes de ver esse filme :/
Esse filme é muito é chato, comecei a ver ZZZzzZz E o arquivo ainda falhou depois de 30 minutos. Dai nem cheguei a vê-lo todo.
É complicado aceitar que digam que é uma merda quando começam com "não entendi nada". Bom, se eu, que entendo necas de economia e mundo dos negócios consegui entender de primeira, por que o resto não entende?
Quando se presta atenção e compreende a proposta, fica muito fácil, até porque creio que nem todos os diálogos lá são feitos para serem entendidos palavra por palavra. E essa é a grande sacada do roteiro: a crítica ao pós-modernismo onde tudo é efêmero, rápido demais, fragmentado, vazio, está toda construída ali.
A proposta é exatamente uma hiperrealidade, ou melhor, uma realidade absurda, paralela. Eu achei o tempo todo que o filme teve influências muito fortes de Samuel Beckett e seu teatro do absurdo. Talvez seja essa a falha, Cronenberg fez um filme para "bom entendedor" de linguagens prévias, e isso acaba excluindo um bocado da plateia. E talvez seja o meu erro também: gostei tanto por ser fã de Beckett, e conhecer pouco do cinema do Cronenberg.
E sobre Robert Pattinson... sinceramente, achei ótimo. Foi inteligente, e soube usar exatamente o que tem pra oferecer dentro de suas limitações, puxando aquele estoicismo todo pra viver esse cara impenetrável que se mostra tão complexo.
Que vontade de imprimir seu comentário e mostrar pra cada pessoa que começa com "Odiei, não entendi nada"! Entretanto, muita gente critica esse filme porque é com o Pattinson, ainda acham cult xingar atores de filmes juvenis.
Creio que pouca gente realmente entendeu isso,e grande parte dos que viram e não gostaram pouco entenderam o teu comentário também,mas concordo contigo... e mais,a abordagem "psicológica" também é incrível! *.*
Um dos piores filmes que já assisti na vida! Destaque pra péssima atuação do Robert Pattinson...
Filme feito bem ao estilo Cronemberg nos seus filmes dos anos 80, um estilo que tem como característica principal ser visionário. O filme é bastante difícil, com cenas com pouca relação entre si. Contudo o filme é bastante interessante por si tratar de uma distopia do capitalismo, de onde podemos tirar várias reflexões sobre a ideologia sócio-econômica vigente na atualidade. O filme possui diálogos bastante pertinentes e atuações convincentes. Uma boa adaptação para o cinema, um bom filme, com o toque visionário de Cronemberg
Cronenberg volta a retratar temas pertinentes a atualidade nesse belo filme, cujo as maiores qualidades são os diálogos e as atuações, entretanto a estética em geral e uma trilha sonora incrível criam uma das obras mais concisas e belas do David.
O problema de Cosmopolis (ou do livro em que foi baseado) está nos diálogos e nas ideias de cada personagem. Visualmente interessante, graças ao toque da direção de Cronenberg, o filme faz um paralelo com Holy Motors, filme de Leos Carax também lançado em 2012. Uma pena que não seja tão genial quanto. Duas cenas ficarão na minha memória: o sexo com Didi (personagem interpretada pela sempre sexy Juliette Binoche); o exame de próstata somado a tensão sexual do protagonista com sua convidada dentro da limo.
quero ver , quer dizer todos os filmes com robert kkkkkkk , deve ser bacana
fiquei extramamente empolgada com o trailer e decepcionada com o filme, precisa ter muita paciência e o dobro de atenção caso o contrário não irá entender nadica do filme
Lenga-lenga pretensioso, pseudointelectual e óbvio. Tédio define.
Ou o filme é complexo deais ou ruim demais, o que vocês acham?
basicamente é um filme que critica o capitalismo e\ou a tecnologia exarcebada, onde estas provocam a "mimadisse" daqueles(as) que tem o poder. Por esse conteúdo o filme devia ser incrivel ,mas não o é: é maçante, maçante, maçante, e maçante! não há uma continuidade na historia, parece que é um bando de flashes em vez de ser um filme. é cansativo, é chato, a atuação do pattinson não ajuda MESMO. Não recomendo e fico triste de saber que o filme podia ser incrível, mas não o é
É muito engraçado ver os comentários de vocês e logo em seguida ir assistir o trailer. Realmente o trailer não combina com nada do que todos falaram rs. Mas enfim, irei ver o filme preparada e obrigada pelos comentários :D
Este foi o filme mais chato que já tive a oportunidade de assistir na vida. Se ainda assim você quiser vê-lo, vou dar algumas dicas:
1) Assista antes pelo menos uns 5 filmes do David Cronenberg. Tem que ser muito fã dele para tentar gostar deste Cosmópolis.
2) Certifique-se de que você dormiu pelo menos 8 horas na noite anterior, caso contrário você inevitavelmente irá cochilar em algum momento dos diálogos horrivelmente tediosos, cansativos e intermináveis deste filme.
3) É melhor assistir sozinho. Nunca, em hipótese alguma, escolha este filme para assistir com namorada(o) ou amigos. A não ser que algum deles seja crítico de cinema ou estudante de filosofia, eles vão odiar o filme e odiar você também por tê-los metido nesta roubada.
4) Se após os primeiros 15 minutos de filme você estiver com a sensação de que não entendeu porra nenhuma do que os personagens estão falando, desista, pois este filme não é para você, e só vai piorar. Mas não desligue a TV ainda antes de aparecer em cena a Juliette Binoche.
Olá! + Cosmópolis aqui: http://colecaofrasestrechoselecaodosleitores.blogspot.com.... Conheça! Tks!
"Cosmopolis" é um filme vazio, existencialista e pessimista sobre o universo capitalista que nos cerca e discursa sobre o poder da ganância, o valor do dinheiro, a essência humana, o sexo, as relações humanas, as limousines, os cortes de cabelo, entre outros assuntos relevantes. O filme é ambientado quase que inteiramente no interior de uma limousine enquanto que Eric Packer (Robert Pattinson) cruza a cidade de Nova Iorque para cortar o cabelo. Em meio a uma série de protestos contra o capitalismo e um esquema de segurança complexo em função da visita do presidente americano, diversas pessoas do seu universo embarcam e desembarcam em seu escritório móvel para discussões sobre o trabalho, a vida e afins. A montagem de "Cosmopolis" é muito bem estabelecida, pois o filme é inteiramente sustentado através dos diálogos e mesmo se passando 70% no interior de um veículo, as sequências nunca se tornam excessivamente massantes. A belíssima fotografia realça a impessoalidade do ambiente e os tons frios e opacos ajudam a criar uma espécie de ambiente fúnebre, como se o trajeto da limousine funcionasse como um cortejo. O peso, no entanto, fica muito mais sob a responsabilidade do roteiro que não consegue ser intrigante o bastante para usar seus simbolismos como uma espécie de metáfora ou enigma assim como o conteúdo que explora a personagem do personagem central nunca se mostra suficientemente interessante. Curioso, por exemplo, é perceber que ao longo do caminho, Eric, por exemplo, consegue transar com 2 mulheres diferentes ao mesmo tempo que mantém uma relação fria e distante com sua depressiva esposa (Sarah Gadon). Sendo gradativamente despido e poluído visualmente, Eric parece auto-confiante quando se vê diante de seus colegas de trabalho mais novos, como se ele não mais reconhecesse a sua própria juventude ao mesmo tempo que assume uma postura melancólica quando se reconhece na geração vazia descrita por uma de suas assessoras (Samantha Morton). Robert Pattinson entrega mais uma atuação canastrona, mas dessa vez estranhamente apropriada para este filme comandado por um David Cronenberg pouco inspirado. A inexpressividade do ator ajuda a compor o personagem com a frieza e a impessoalidade necessárias, mas nota-se que a sua performance nunca está no mesmo nível quando precisa contracenar ao lado de atores mais talentosos como Juliete Binoche (uma espécie de amante/secretária), Samantha Morton (consultora para assuntos filosóficos) e Paul Giamatti cujas aparições são apenas curiosas. Este, último, por sinal é quem ganha mais espaço no terceiro ato funcionando como um antagonista criado pelo roteiro para que todas as coisas verbalizadas e vomitadas ao longo do filme ganhem uma personificação, ele é, digamos assim, um fruto que apodreceu diante do sistema que o filme condena e decide confrontar Eric. "Cosmopolis" é um filme que nasceu de uma boa idéia, mas David Cronenberg não conseguiu aprofundar as discussões, surgindo até mesmo como uma figura ingênua como ao querer chamar o dinheiro de "rato" (como uma forma de considerar imunda e nojenta a obsessão das pessoas pelo dinheiro), o que depõe contra o próprio projeto que se mostra vazio e desprovido de complexidade e humanidade assim como todos que visitam a limousine do personagem central."
6/10
Fui até a metade do filme e onde posso resgatar o meu tempo gasto nisso?
Um dos filmes mais chatos que já assisti..Nem o elenco consegue salvar a história.
Concordo plenamente! Estou aqui tentando terminar e não consigo... é muito chato!
Juro que eu tentei assistir essa parada, mas não deu. Assisti 40 min de filme aos cochilos e bocejos. Uó!
"Estou desamparado nesse sistema que não faz nenhum sentido pra mim". A proposta do filme é maravilhosa. A busca do homem pelo equilíbrio e pela perfeição, em contraponto com um sistema que sufoca e esvazia. O futuro massacra o presente e justifica o passado. Se o injustiçado está infeliz, aquele que fica do outro lado não fica atrás. Impossível encontrar sentido no que fazemos todos os dias, nem mesmo quando priorizamos o prazer e a satisfação instantânea. Vida líquida, que escorre pelos dedos. Como é que, com ideias tão boas, o filme consegue ser tão ruim? A cena com a professora de teoria e a cena final salvam o filme. Apesar de tudo, gostei bastante da atuação do Pattinson.
Bem colocado. A cena chave pra ele foi enquanto cortava o cabelo o barbeiro e seu motorista conversavam sobre suas vidas de ex-taxistas, e depois quando pergunta ao motorista onde iriam parar as limusines no final do dia. Ele só conhecia a desigualdade olhando pelo vidro de sua limusine,
No fim ja havia perdido seu capital, com isso passou a ser parte do desequilibrio que ele buscava corrigir.
Retrato da nossa sociedade: vivemos numa bolha, fechados em nossas mentes, e temos dificuldade de ver o outro lado da moeda.
Acho que ja tentei ver esse filme umas 4 vezes e nunca passei dos primeiros 10min
na primeira vez que vi não entendi o filme.. ai vi pela segunda vez e entendi o filme é muito bom, adorei o Robert no papel, o dialogo do filme é muito bom , uns dos filmes que ele fez que com certeza veria mais de dez vezes
Muitas pessoas ficaram sem entender nada nesse filme. Eu não fui uma dessas pessoas. Além dos diálogos bem pensados, o personagem do Rob também foi bem pensado, principalmente porque ele também passa por problemas, e tenta a todo custo resolvê-los. Muito boa a adaptação do livro (: