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Depois que assisti esse filme fiquei com uma dor de cabeça terrível de tanto chorar.
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Existe uma metáfora extremamente bela nesse filme que só se percebe de olhos fechados. A dor que dança ao som de cada sentimento da personagem, é tão frágil que ela precisa seguir a canção cautelosamente de modo que termine triunfante sem perder a batalha ou desafinar.
É um devaneio no começo, achei até um pouco chato, mas da metade para o final é como se alguém tivesse se levantando de uma surra, é supreendente. -
simplesmente magnifico e encantador, Bjork se entregou de corpo e alma para o personagem e atuou de uma maneira que jamais vi, incrível!
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No ato de revisar esta obra algo me dizia que muito do que tinha me impactado da primeira vez seria perdido, para minha surpresa na primeira meia hora de filme já estava arrebatado e absolutamente emocionado novamente, mais do que na primeira vez, percebi que as principais qualidades do filme não se resumem ao melodrama carregado criado por Von Trier e sim em seu caráter lúdico e crítico, desta vez percebi com mais clareza uma nuance de ironia por traz dos números musicais, assim como sua postura contra a pena de morte, o que ficou comprovada pelo making off, no qual também descobri que Von Trier utilizou 100 câmeras na concepção de um dos números musicais acreditando que conseguiria capturar todos os ângulos possíveis, percebendo logo em seguida que para tal precisaria talvez de mil ou até mais, uma pena não ficar bem explicito que tipo de tortura ele fez com a Bjork para que ela chegasse ao ponto de abandonar o set de filmagens e rasgar seu figurino nos dentes, mas não deve ter sido pouco, pois ela chegou a prometer que nunca mais faria cinema na vida. Enfim, Dançando no Escuro é o mais intenso, triste e belo de sua série de mulheres mártires, talvez de toda a sua cinematografia.
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Eu achei alguns erros no filme, coisas que poderiam ser tão simplesmente resolvidas, mas tentei focar só no que importa.
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O musical mais lindo e triste que eu já vi. Atuação soberba de Bjork. Eu fiquei muito triste depois de ver, mas mesmo assim penso que Lars Von Trier sempre dá um bom final a seus filmes, mesmo que trágicos. Ele tem uma originalidade que me encanta.
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Impossível não se encantar pela Bjork nesse filme. Ela vive a personagem de corpo e alma. Senti vontade de abraça-la o filme inteiro.
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Meu Deus!!!!!!!!!!!!! Estou em agonia. Perfeito e triste.
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Agonizante. É essa a palavra que resume o que senti assistindo a esse filme. Mas é uma agonia positiva, daquela que te prende, te incomoda, e faz você querer saber o que irá acontecer a seguir e como os eventos evoluirão.
Por diversas vezes me senti sem ar. Inicialmente de forma metafórica, pela apreensão causada pela evolução da doença e o pelo clímax da trama, e ao fim, de forma literal, pelo choro que me dominou nas cenas finais.
Para completar um roteiro e direção incríveis, há a atuação surpreendente da Björk. Recomendo!-
Faço minhas as suas palavras. Você descreveu exatamente o que senti, ao assistir este filme
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O fiIme é uma obra de arte...um dos melhores do Von Trier(O melhor é Dogville) Mas a Bjork é feia que doi, Mas mesmo assim é perfeito!!!
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Fico me perguntando por que 66 pessoas não querem ver este filme .. como pode?!
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Esse foi um dos únicos musicais não bobos que eu assisti, na verdade. As partes em música tem real significado no filme, tem o porquê de elas serem partes musicais. Ainda que é o "daydreaming" dela, né -- uma justificativa para essas partes incrivelmente fantasiosas em filmes musicais, as quais na maioria simplesmente não têm justificativa. É uma justificativa inteligente, ainda por cima.
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Lars von Trier fazendo cinema de verdade. Filmaço e atuação soberba de Björk
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Um dos filmes mais incríveis que eu já ví. E de longe um dos mais tristes também. Bjork está de tirar o fôlego.
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Terminei o filme chorando e só consigo dizer "Que filme!", até agora.
Não consegui assistir a execução da Selma, seria demais para mim.
Como em todo filme que eu já vi do Lars, este me deixou em pedacinhos novamente.
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"They say it's the last song
They don't know us, you see
It's only the last song
If we let it be." -
Falta fôlego.
Lindo filme. Emocionante, revoltante, alegre e obscuro. Björk ficou sensacional no papel, muito surpreso com o desempenho dela como atriz. -
Ao longo do filme senti meu coração rasgar-se em pedaços bem pequenos :c
"Dizem que é a última canção, mas eles não nos conhecem. Só será a última canção se deixarmos que seja"
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Acho que nunca chorei tanto em um filme. Creio que isso deva significar alguma coisa! Virei fã, não apenas do filme, mas da Selma, da Kathy, da guarda que se apega tanto à Selma, enfim, de cada personagem que representa o que ainda há de bom numa sociedade corrupta e pervertida...
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Chega a ser cruel de tão emocionante. Um filme que sufoca e ao mesmo tempo liberta.
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Filme maravilhoso, emocionante, e chega a ser até um pouco revoltante de tão bom que é .... mas não sei por que, personagens ingênuos me dão uma certa raiva ...
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i've seen it all. eu sabia que a björk era uma deusa da música, mas não sabia que ela atuava tão bem. parece que ela estava sendo ela mesma no filme. é tão lindo e triste. a direção do lars von trier não é o meu estilo preferido, mas funciona muito bem pra mensagem que o filme quer passar. impecável no seu próprio modo. e que bom título pra um filme.
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Acabei de ver pela 4º vez, até pra digitar fico meio confuso, vou resumir.
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Existem filmes: Ruins, Regulares, Bons, Otimos, Excelentes, Sensacional e Dançando no Escuro. -
O filme mais triste da minha vida, sinceramente superou o Titanic! Próximos filmes do Lars Von Trier na lista !
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Esse filme é muito triste! Chorei litros!
Teve uns momentos que fiquei com ódio da Selma por ela ñ falar as coisas,principalmente no julgamento dela.
Esse filme é maravilhoso demais, recomendo pra todos. -
Tem nota acima de 10???
Filme sensacional!!!!! Chorei litros ( e choro toda vez que eu assisto). Excelente atuação da Björk. -
FIlme muito bom, resolvi assistir sem saber nada da hist´ria, e fiquei muito surpreso ao saber que a personagem principal era a Björk, pois adoro sua voz e sua musica. O que eu não gostei foram as cenas musicais(provavelmente por conhecer pouco desse gênero).
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Mais um dos filmes em que o diretor Lars VonTrier coloca sua protagonista numa situação lamentável e emocionante, agora é a vez de Bjork que é de uma entrega e tanto, num personagem inocente e deficiente visual, dá um show a parte.
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Esse recado foi MODERADO.
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Equipe Filmow.com -
ISSO QUE É FILME, PORRA!!!
Não é à toa que só ouvia coisas boas deste. Mas o fato de criar tantas expectativas, me amedrontava em não superá-las, no entanto, não consegui achar defeito algum no filme, foi na medida certa.
Uma personagem carismática sobrepondo suas angústias na beleza de musicais fantasiosos, Björk, com sua voz inigualável e sua face doce de anjo conseguiu me arrebatar e até arrancar lágrimas minhas no desenvolver da trama. Ainda, como se não bastasse, é abrilhantado com cenas de Rua 42, um filme de igual peso para mim. Simplesmente sensacional! -
Atuação inquestionavelmente incrível da Bjö, uma história tocante e um final tristíssimo. Um dos meus filmes favoritos de toda a vida.
http://www.urbanking.org/2012/12/dancando-no-escuro.html