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Fã de Polanski?! Mais aqui: http://artistasconsagrados.blogspot.com.br/2013/04/polans.... Conheça! Tks!
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Tem que ser sincero o bastante pra dizer que esse filme retrata exatamente como todos somos.
Escondemos a verdade de nós mesmos, até o momento em que as máscaras caem. -
atuações, roteiro e dialogos afiadissimos!!! direção segura de polanski!
porém um pouco cansativo em determinados momentos (mesmo com sua pouca duração)
mas polanski não deixa "barato", q baita critica sobre (usando um ótimo apelo ao humor negro) familia/cotidiano/feliz/ (hipócrita, na verdade)
aqui vemos pessoas "civilizadas" tentando lidar com um assunto um tanto quanto delicado, porém nem tudo ou nem todos conseguem ser "civilizados" ... a falta de controle vai surgindo e os dialogos se tornam hilarios por diversas vezes :)
a cena final é ótima,.provando q dois pré adolescentes resolveram, da maneira deles, o assunto sem grandes bla bla bla e de maneira civilizada, ou seja, será q todos os adolescentes são "aborrecentes"? ou será q os adultos ainda não conseguem resolver uma questão com a tal civilidade q tanto exigem de seus filhos?
resultado final: muito bom, recomendo :) -
Uma peça adaptada às telonas, com grandes atores em perfeitas atuações, com diálogos irreverentes, cômicos, e porque não, trágicos?! Mas de toda forma, é cansativo.
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Cristoph Waltz totalmente demais, nem precisa atuar, só marcar presença.
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A mudança que ocorre dentro daquelas quatro paredes inicialmente “tão corretos”, “tão civilizados” e, especialmente, a alteração das expressões e dos comportamentos do casal vivido por Foster e Reilly é de arrepiar. E lembra a transformação que tantas outras pessoas passam em diferentes situações.
O mais irônico e interessante é a forma como o filme sugere que, no final, somos todos bárbaros.
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Eu sinto que estou favoritando todos os filmes que o Cristoph Waltz aparece.
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Esta aí um dos méritos do filme: proporcionar ao espectador a oportunidade de observar a caminhada do ser humano rumo ao caos. O filme mantem um ritmo frenético em seu roteiro e montagem que permite que os personagens se provoquem, aticem um ao outro, peçam desculpas, se desrespeitem. O espectador, ali na frente da tela, tem um prazer quase sadomasoquista ao acompanhar a involução da compostura dos dois casais diante da proteção de seus interesses. Com isso, o filme se torna quase uma espécie de cinema “catarse” – mas sem uma finalidade específica, ou seja, é trabalhado os meios.
Leia a resenha completa em: http://cafecomwhisky.com.br/deus-da-carnificina-2011/
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A hipocrisia social nua e crua. Filmes tão reais e cínicos como este fazem tanta falta...
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Me senti até claustrofóbico. Dois casais discutindo num apartamento a respeito da agressão que um dos "filhinhos" de um deles causou ao outro num parque. Puta que pariu, nunca vi um ambiente tão "classe média imbecil".
O que gostei de ver foi que esse filme escancarou a hipocrisia politicamente correta e a mediocridade de espírito da mesma classe média. O que começa com um encontro repleto de falsa cordialidade, termina com quatro adultos de porre com whisky desferindo ofensas a esse sentimento de superioridade moral que o típico casal de classe média de NY acredita ter. Pra se ter uma ideia, uma das mulheres é uma dessas pessoas que acredita estar destinada a salvar a África com seus escritos românticos e politizados, mesmo nunca tendo pisado lá.
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Adorei esse filme. Todos os atores estão ótimos, especialmente Kate Winslet e Jodie Foster. Muito bom!
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Um filme muito surpreendente. Diferente e versátil. Comandado por ótimas atuações. Um roteiro bem elaborado. O desenrolar da história é o mais atraente do filme. Tudo no começo parece estar tão controlado. E depois tudo muda. Recomendo!
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Adoravelmente divertido.
Um jogo de aparências em que cada personagem vai se despindo de todas as máscaras capazes de forjar a crise conjugal de ambos os casais, fazendo com que o telespectador incorpore um analista virtual. -
É muito bom ver tanta gente talentosa junta. O filme vai ficando cada vez melhor conforme vai acontecendo a desconstrução dos personagens.
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Uma comédia que "faz rir e pensar". O fato é que a lição mais valiosa do filme não está na questão dos garotos, mas na postura dos adultos.
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Muito bacana, mostra bem uma DR e como as pessoas acabam expondo tudo. Ressaltado as diferenças, homens concordam com coisas simples e mulheres se apegam a detalhes. 4 atores, bom filme.
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Fiquei um tempo com um certo receio de ver este no filme, e por falta do que assistir no momento acabei assistindo ele. Confesso que nos primeiros minutos já pensei em desistir. Ainda bem que não desisti, valeu a pena, muito divertido.
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No melhor estilo 'tchekhoviano' o texto para teatro de Yasmina Reza é adaptado para o cinema por Roman Polanski. O projeto destrincha as paranoias da sociedade moderna, promovendo um debate que toma a relevância de uma guerra feroz de todos contra todos e de cada um contra si mesmo em suas opiniões e contradições. O desconforto é constante uma vez que as intimidades das duplas vão emergindo crescentemente. Nessa espécie de terapia coletiva de casais o foco da reunião, embora resgatado em tempos, deixa de ser o fato isolado da agressão entre os filhos dos integrantes e passa a ser as questões de convivência, tolerância, ética e comportamento de uma comunidade dentro de um sentido mais amplo. A descoberta da infelicidade individual e o reconhecimento da inexistência de valores utópicos parece não evitar que eles consigam romper a forma de concreto que os mantém aprisionados. O elenco não poderia ter sido melhor com total harmonia e 'timing'. Destaque para Jodie Foster e Kate Winslet que foram responsáveis pelas cenas de maior expressão dramática. Embora o filme se dê basicamente dentro de um único espaço, limitando a exploração de possibilidades de fotografia, é interessante ver a o trabalho da câmera que vai individualizando a postura emocional de cada um sob os olhos dos interlocutores.
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Tava com um certo receio(apesar de saber que com esse elenco e essa direção a probabilidade de ser bom era gigante) mas o resultado foi um filme divertido e ao mesmo tempo irritante em certos pontos, indicaria sem medo pra qualquer público
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ah, e eu sou fã da Jodie Foster, como ela tá mala nesse filme, o que prova que ela é uma atriz espetacular =]
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Com esse elenco, só poderia resultar num ótimo filme! Ótimos diálogos, ótima atuação e a crítica contida nele também. Recomendo.
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Interessante, mas ficou abaixo da minha expectativa, pelo elenco esperava algo mais..
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Como a nossa sociedade é hipócrita... O filme começa com uma tensão no ar, uma hora eles explodiriam. E teve de tudo: ricos X pobres , homens X mulheres...
Não pensaria em um elenco melhor para esse filme! -
É interessante a mensagem. Se os adultos não conseguiam se entender, por que as crianças ? Mas ver este filme no cinema deve ser tedioso.
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Gostei de Jodie Foster aqui. Sua Penelope é a que "correta", defende a conversação civilizada e o acertar racional de contas, mas no fundo é a mais emocionalmente descontrolada e raivosa dos quatro.
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Uma representação do poder de escrotidão humana. A maior delas é o empenho na manutenção das aparências, o que amplifica a escrotidão quando não houver mais como sustentá-la. É como vomitar, sem balde por perto
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Eu gosto muito de filmes que se passam em apenas um ambiente pois, mesmo superficialmente simples, na prática são bem mais complexos. O roteiro, a direção, a fotografia, a direção de arte... Tudo tem que ser 10 vezes mais preciso porque não há distração. O filme é todo baseado na força dos diálogos, nos personagens e no ambiente. E em filmes com esse estilo, não há como mascarar atuações. O ator tem que dar tudo de si. Fora que o recurso da Mise-en-scène ganha ainda maior importância. A movimentação dos atores tem um papel fundamental no contar da história.
E "Deus da Carnificina" é um bom exemplo de como a boa execução desses fundamentos e um elenco de peso (dos 4, 3 são ganhadores de Oscar) fazem a diferença.
As atuações são primorosas, com destaque para a sempre excelente Kate Winslet e Christoph Waltz. John C. Reilly não brilha tanto, mas também está muito bem. Já a Jodie Foster tem momentos que parece estar meio "over", mas no geral também não decepciona.Roman Polansnki conseguiu adaptar muito bem a peça para o cinema, fazendo um filme bem divertido. A maneira como a cordialidade dos pais vai sendo substituída por um certo antagonismo (começando com algumas simples alfinetadas), criando o caos, é sensacional. Mesmo que em alguns momentos os conflitos soem meio forçados, o resultado do filme é ótimo.
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Filmes que se passam em apenas um ambiente? Bem interessante sua colocação, nunca tinha parado para pensar nisso. Indico, se puder assistir, "noite de desamor". ;-)
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Opa, valeu pela indicação! Esse filme tem boa nota aqui e no IMDb. Deve ser bom mesmo!
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Baita filmaço do Polanski. Quatro dos melhores atores de Hollywood!
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Julgo como fundamental esse detalhe para entender o desfecho tragicômico do filme. Muito bom!
Mais engraçado é perceber os outros dois personagens - Ethan e Zachary - na abertura do filme, onde acontece a briga, e nos créditos, depois de todo o desentendimento entre os casais; os dois meninos aparecem juntos, de bem.
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Pois é JL, e o celular tocando ao final do filme me pareceu querer mostrar que nada ia mudar, não adiantava toda aquela discussão de forma insana... As pessoas não mudam só porque os outros querem...
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Uma ótima visão da sociedade em que todos vivemos, cada personagem desempenha uma característica voltada à crítica, cada um com seus dogmas, realmente um filme para poucos e muito inteligente, explorando também o maniqueismo, onde, mesmo que a maioria das personagens tenha uma opinião, nenhum deles está no final, totalmente correto. As pessoas nunca vão respeitar pontos de vista diferentes.
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Que filme incrível! Grande abordagem sobre a obsessão que o "politicamente correto"se tornou em nossa sociedade.Além do personagens incríveis, com excelentes atuações(dos quatro atores).Contudo, tenho que destacar minha inclinação para a atuação do Christoph Waltz, primeiramente por causa do personagem que ele interpretou, extremamente irônico, e depois pela própria atuação em si