Não preciso de muitas palavras pra descrever. Simplesmente muito lindo!
Annie (Geraldine Chaplin), Jean (Guy Bedos), Claude (Claude Rich), Albert (Pierre Richard) e Jeanne (Jane Fonda) são melhores amigos há mais de quatro décadas. Enquanto os dois primeiros e os dois últimos são casados, o do meio é um tremendo solteirão convicto, que não se cansa de aproveitar a vida. Quando a saúde deles começa a piorar e o asilo se apresenta como solução para um deles, surge a ideia de todos morarem juntos. Mas a novidade acaba trazendo a reboque algumas antigas experiências, que irão provocar novas consequências na vida de cada um.
Não preciso de muitas palavras pra descrever. Simplesmente muito lindo!
“E Se Vivêssemos Todos Juntos?” (Et Si On Vivait Tous Ensemble?) é mais um daqueles filmes franceses que me emocionam e me fazem pensar... Uma direção primorosa de Stéphane Robelin que não deixa o filme descambar para um melodrama apesar da história. Uma análise sobre as consequências do aumento da expectativa de vida, e que propõe uma solução simples mas não menos complexa. Pra que essa solução tenha sucesso é preciso a colaboração de todos, união, mesmo que concordem em não decidir nada; mas principalmente é preciso desprendimento absoluto. No final o que ficou de bom? No final o que é importante? No final... mas quem sabe quando vai ser o final? As presenças de uma Jane Fonda deslumbrante, falando francês, e de Geraldine Chaplin são outros ótimos motivos para não perder esse filme de jeito nenhum! Ma-ra-vi-lho-so!
Muito bom! Engraçado e leve, coisas que faltam em filmes do dia de hoje.
Um filme agradável e muito interessante que deve ser visto! Tipo que filme que faz o telespectador pensar em se preparar para a inevitável velhice, claro que lembra ‘Amor (2012)’ só que 10X melhor! Um casal vive a solidão a dois no casamento (paradoxo proposital), o outro a demência senil e um câncer em fase terminal e o único viúvo procura desesperadamente a juventude perdida "correndo" atrás de jovens prostitutas. Pesado o tema? Não, é um filme engraçado, apesar de sua temática. Jane Fonda é o centro e a alma do filme e (aqui entre nós) ela deve tomar um cálice de formol todas as manhãs para ficar tão conservada: é uma velha garota.
...Ele conseguiu ser para mim exatamente o que 'Amor (2012)' não foi.
Temos que acreditar que podemos fazer melhor, quando chegamos a velhice, esse é um filme encantador que, apesar de sua aparência cômica, é o nosso destino. Esse filme levanta essa questão de que a maioria de nós tem medo de aceitar: ficar velho sem entes queridos que não estão dispostos a segurar a nossa mão até o fim. Todos nós nascemos sozinhos neste mundo, mas a partir do momento em que experimentar o conforto da companhia das pessoas ficamos viciados. E percebendo que a família e os amigos podem não estar lá quando chegar nossa hora é uma dura realidade. Este filme é uma dose adorável de otimismo, uma experiência para sentir como é sermos deixados para trás, assim como uma lição para qualquer jovem geração que pensam que a velhice é algo para ignorar em vez de abraçar com amor e respeito.
Bom filme, retrata um tema pesado e forte, talvez o tema mais certeiro de nossa vida e que poucas vezes é retratado em obras, tanto filmes ou livros, a velhice e a iminência da morte que lhe acompanha.
O filme é morno, sem melodramas e com boas atuações, acho que algumas situações poderiam ser melhor abordadas, mas numa soma total, os prós são superiores aos contras, o final é emocionante, aliás em bons momentos do filme as lágrimas tentam vir aos olhos. Não é nenhuma obra-prima mas é competente.
Adoro esses filmes que tratam temas complexos com leveza. E certamente esse fez isso com a velhice, as doenças, dores, o medo da proximidade da morte. A vida é extremamente vivida por esses idosos, escondendo em algumas vezes, o medo que tem especialmente de não serem mais úteis.
Lindeza de filme, recomendado.
...a juventude nada mais é que eterna, permanece tão frágil e forte, ainda que nossa carne aparenta ser frágil e não tenha mais o viço de outrora. Permanecemos os mesmos com o tempo? Teremos os mesmos vícios, sonhos e perspectivas? Singelo, envolvente e sensível olhar do cineasta Stéphane Robelin sobre a brevidade da vida, do tempo que nos resta, dos últimos anos. Mesclando leveza e dramaticidade, o roteiro preserva discussões acerca das motivações e idealizações de seres humanos que precisam lidar com as limitações de um corpo enfraquecido pelo tempo, a tal velhice dolorosa, muitas vezes não compreendida por quem vivencia. A reunião de belos atores - e ícones como Jane Fonda e Geraldine Chaplin, por exemplo - sustenta a gama emotiva e inteligente que nos torna próximos de personagens tão díspares, mas humanos e imperfeitos, e que refletem uma trajetória de amizade e cumplicidade de fazer inveja. Destaco a importância que é este filme em nunca pesar a mão na crueldade com que lida com temas tão delicados, não só as tonalidades pessimistas da velhice são articuladas - o senso do "receio da morte" - , mas há um retrato agridoce com que expõe este universo: abrangendo também questões como sexualidade na terceira idade, dificuldade de contato com familiares, situações extremas como solidão e carência. Com dignidade, o filme jamais manipula o público com algo abusivo, mas sim um tanto sentimentalista e autêntico. Extremamente recomendável.
Gostei muito pela questão da temática e pelos atores.Filme leve e bem bonitinho.
Legal, bacana, mas eu queria ver com mais frequência um desses que não se passe exclusivamente na classe média branca francesa.
O filme não foi nada do que eu esperava. Ainda bem, eu acho rsrs Confesso que esperava algo bom, mas meio cliché, e me surpreendi com simplicidade e realidade. Um filme mais que emocionante, um filme de aprendizado. Como vai ser quando chegarmos nessa idade? Será que teremos amigos desse tipo ao nosso lado para nos suportar? Pois é... Um belo trabalho com fotografia, atuações, roteiro e tudo de mais lindos.
Um filme maravilhoso com uma cena mais delicada e comovente que a outra.
Nunca tinha pensado sobre como será minha velhice, pois agora passei a pensar ..
Também dei muitas risadas com o filme, principalmente com as cenas do Albert!
Lindo, lindo, lindo! Já está nos meus favoritos!
tocante, real e profundo!!!!!!!!! queria poder chegar na velhice e ter amigos assim!!!
Recentemente assisti " Amour" de Michael Haneke. É impossível não comparar ambos os filmes. Tratam, sobretudo, da velhice. Porém, de forma diferente. O filme de Hanekle é desconcertante, pavoroso até. Este, mostra uma velhice engraçada, vivida intensamente, leve! Prefiro pensar na velhice como neste filme, é mais encorajador!!!
É um filme muito bonito, mas sem ser apelativo. Adorei a sensibilidade de cada cena.
Bom, mas poderia ter levado as questões referentes ao envelhecimento, dependência e sensibilidade a patamares mais profundos. Acabou ficando um pouco no superficial, se apegando o filme a aspectos nem tão relevantes como poderia ter feito. É difícil definir a emoção sentida nele..
Tem mais drama que comédia, então ele se constrói aos poucos, não espere assisti-lo como vê um filme mais leve.
Leia a crítica completa:
http://pastelariafilmes.blogspot.com.br/2013/01/fritos-na...
- Sério, o que você faria?
- Daria um tiro nele. Na nossa idade, prisão perpétua não é muito.
=P
Simplesmente gostei da historia principalmente pela parte da união deles. Não sei explicar bem, apenas gostei, bastante.
Vou destoar de todos aqui mas... não gostei muito, não... Fui ao cinema com mais expectativas e saí de lá frustrada. Havia recebido muito boas indicações do filme...
Um filme bonito, engraçado, emocionante, divertido...gostoso de assistir!
A gente nem vê a hora passar.
Super recomendo ^^
Uma historia simples,mais muito tocante onde a amizade sempre vem em primeiro lugar,e a cena final,nem preciso falar o quanto e linda.
Realmente esse filme me surpreendeu!
Muito tocante e com espaço para muitas reflexões.
O roteiro mostra tudo de bom e de complicado que amizades longas e verdadeiras têm.
A última cena fecha com chave de ouro.
Nunca pensei na minha velhice, até assistir esse filme.
Simples, tocante, bonito e triste.
E mostra o que é a verdadeira amizade, passe o tempo que for.
A ultima cena mostra o que é amizade verdadeira. Muito bonito.
E quando estivermos perto do fim, só quem estará conosco será quem nos ama e nossos verdadeiros amigos.
Um belíssimo filme! Amei. Já está entre os meus favoritos.
esse filme é MARAVILHOSO! assisti ontem por acaso no cinema, e me apaixonei! Que elenco!! Que comédia agridoce!! Que história linda!! Que trilha sonorosa contagiante!! O filme não é nem um pouco clichê e consegue abordar de forma verdadeira, sincera e charmosa (afinal, os franceses são tudo de bom!) a vida de um idoso pela própria perspectiva deles. É de se emocionar e de se refletir!