Sofia Coppola mostrou uma impressionante maturidade neste seu segundo longa. Na TV:
23/05 12:00 TNT
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Bob Harris (Bill Murray) e Charlotte (Scarlett Johansson) são dois americanos em Tóquio. Bob é um decadente astro de cinema que está na cidade para filmar um comercial de uísque. E a bela Charlotte acompanha o marido, John, um fotógrafo viciado em trabalho. Ambos estão no mesmo hotel, e não se conhecem. Dividem apenas o tédio das horas que custam a passar. Bob passa quase todo o seu tempo livre no bar do hotel. Enquanto Charlotte fica horas olhando pela janela de seu apartamento. Até que um dia ele se conhecem e um novo mundo se descortina para ambos. De repente parece mais colorida, mais agitada e atraente. E aquelas duas vidas, antes tomadas pelo aborrecimento, ganham novas perspectivas. Nasce entre Bob e Charlotte uma amizade mágica, uma cumplicidade raramente vista, uma nova forma de ver a cidade e a vida.
Sofia Coppola mostrou uma impressionante maturidade neste seu segundo longa. Na TV:
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Adorei a forma como o filme representa a intensidade desses encontros, que podem acontecer com todo mundo, e a melancolia causada pelo fato deles saberem que estavam vivendo algo temporário. O fato deles estarem em viagem e os dois estarem em crise também faz toda a diferença.
A cena da despedida me causou arrepios e o fato da gente não escutar o que eles falam, nos deixando livre para imaginar o que foi dito, é simplesmente genial!
Simples, lindo, contemplativo, perfeito, me faltam adjetivos para um filme tão bom como este, onde os olhares dizem mais do que todos os diálogos juntos, uma amizade tão delicada que surpreende, impossível não amar a química entre Bill e Scarlett
Um filme perfeito sobre como a amizade pode deixar sua vida mais colorida!
"It’s about misunderstandings between people and places, being disconnected and looking for moments of connection. There are so many moments in life when people don’t say what they mean, when they are just missing each other, waiting to run into each other in a hallway.
(Sofia Coppola on Lost in Translation.)
O filme é bem a cara da Sofia, todo melancólico e sensível, cheio de sentimento e uma fotografia linda, mas ao mesmo tempo simples e puro. Lindo.
Só achei que o beijo estragou tudo, eu teria ficado feliz com apenas o abraço.
Legal como o filme contrasta a sutileza dos personagens com a intensidade de Tóquio.
"Conseguir criar uma 'história de amor' sem diálogos clichês, sexo, somente baseada em silêncios e olhares não é para todos."
Isso já foi dito aqui. O resto é uma questão de gosto. De identificação, ou não...
Um filme puro. Verdade há de ser dita. Um filme gigante.
APAIXONADO pela simplicidade do roteiro e como tudo se transforma em algo tão grande no quesito emocionalmente. Impressionante como esse filme não foca nas atitudes bruscas que os personagens normalmente tem para demonstrar algo e faz com que nos coloquemos no lugar de Charlotte ou Bob, algo muito mais sentimental e que fica apenas nisso e sem grandes formas de atitudes físicas, propondo mais reflexão, e como ele caminha de forma tão pacífica e admitindo, ter alguns momentos realmente monótonos até demais ENTRETANTO a belíssima fotografia que apenas Sofia nos proporciona é capaz de reverter isso e entrar cada vez mais na história. Ver o Japão tão lindo dessa forma e com uma maravilhosa trilha sonora de presente (destaque para Too Young, que sempre foi o meu preferido) é algo extasiante!
Apesar de ser um roteiro fraco e não ter uma grande história eu gostei do filme, tem uma ótima fotografia e trilha sonora idem, como é característico da Sofia. E adorei ver o Japão tão lindo nesse filme.
(E gente? Closer pegou muita coisa desse filme, inclusive a peruca cor de rosa, a cena da cama deitados, etc.)
"Por quê pessoas legais moram longe?". Essa pergunta bastante piegas é uma das vertentes abordada por Sofia Coppola no seu magnífico "Encontros e Desencontros". Pouquíssimos filmes conseguem me fazer ficar arrepiado após o "the end". Mal comparando, esse doce filme da filha de Francis Ford pode ser considerado o "Harold and Maude" contemporâneo. Com diferenças, claro. Mas o princípio ativo da fórmula da trama é parecida. Um casal de faixas etárias bastante diferentes se conhece por mero acaso e constroem um forte laço de amizade. Ele, Bill Murray, um ator de meia-idade que está em Tokyo para promover uma marca de martini. Ela, Scarlett Johansson, filósofa recém-formada, acompanha o marido, fotógrafo, em um trabalho na capital japonesa. Ambos estão hospedados no mesmo edifício, e numa bela noite engatilham uma conversa que rende uma grande identificação um com o outro. Apesar da diferença de idade entre eles, não há choque de gerações. A amizade dos dois é igual à de duas crianças: pura e sem segundas intenções. Sofia nos brinda com um novo clássico. "Encontros e Desencontros" é fotogênico e sincero, como a paixão entre os dois protagonistas. É, ainda, um retrato fiel do que é a vida contemporânea: envolta pelos risos, conforto (para quem pode) e doses diárias de marasmo.
Mesmo com o beijo na boca que o casal dá, bem no finzinho do filme, ainda só podemos acreditar que aquilo não passa do mais límpido amor fraternal. E ele só foi tão forte e certeiro pois estava fadado a durar pouco. Se Bill e Scarlett fossem vizinhos, muito provavelmente se odiariam com as mesmas forças.
Valeu cara. Eu acho esse filme toda essa Brastemp mesmo. hehe Sabe quando menos é mais? Tão simples, mas tão rico! :)
Antes de mais nada: Não se pode dizer aqui: "Tal pai,tal filha", mas sim um "Filho d e peixe, peixe é". Sofia Coppola não herdou nada de seu pai, exceto o talento. Ao contrário de toda ação poética e direta de Francis,Sofia opta pelo contemplativo, buscando no silêncio sonoro e na visualização perceptiva, sua forma de expressar.
Difícil de comentar, pois é um encontro pessoal. Se você está como sempre se imaginou, o filme pode passar a impressão de um monte de cenas exibidas em conjunto. Porém, se algum dia você temeu pelo futuro, por não saber o próximo passo, ou já não entende mais o que busca da vida, vai se encontrar, discretamente, em casa cena.
caramba, sensacional seu comentário, um soco no estômago de quem só fala baboseira a respeito da Sofia Coppola e sua arte. Adoro gênios incompreendidos e esse filme é incrível!
Olá! + Encontros e Desencontros aqui: http://livrosrelatosdeviagem.blogspot.com.br/2013/05/as-v.... Conheça! Tks!
Um filme muito bonito, que fala de um amor diferente não ligado literalmente a um amor entre um casal, nem de amizade, ou de amor fraternal, mas um amor temporal, que começa desde o inicio da projeção até seu fim, e o importante não é durar mais fazer acontecer, é poético devido as circunstancias hehe ser feliz sem se importar com a ética do seu relacionamento é uma ideia bonita no cinema não na vida real rs
Caramba, nunca vou entender por que lambem tanto o rabo dessa Sofia Coppola.
Pq ela faz bons e prestigiados filmes sem necessitar de sangue, sexo e efeitos especiais.
Ta concordo com a superestimação da Sofia, mas Lars von Trier e Terrence Malick foram vaiados em Cannes então sei não.
Mas o mesmo filme vaiado em Cannes ganhou um dos prêmios lá. Isso sem contar o Oscar e mais 6 prêmios, além de outras 8 indicações, sendo 3 delas ao BAFTA, Quem não gosta, é pura questão de opinião mesmo. Pq boa, a garota é. Não adianta torcer nariz
Incrivel como a tal sofia Coppola não herdou nada e nem aprendeu bulhufas com o grande diretor que é pai dessa infeliz... Como faz filmes chatos, ruins, bobinhos e bestas essa mulher!!!!
Esse encontros e desencontros é mais um desses pseudo romances inofensivos onde nada acontece de interessante e a pretensão absurda irrita totalmente...
Difícil aturar um cara como o bill murray que até já fez algumas coisas divertidas na carreira nos filmes bestas dessa mulherzinha que conta com a. simpatia total da academia, pois vez ou outra esses filmes porcos que ela faz são indicados para alguma coisa...
E pensar que em casa a mulher tinha simplesmente exemplos como a.trilogia do poderoso chefão, apocalypse now, dracula de bran Stoker entre outros clássicos do pai para se inspirar e decidiu seguir esse estilo de cinema sem nenhuma testosterona, bobalhao, sem sal e ridiculamente inofensivo....
Corra como o diabo foge da cruz....
Se vc comentasse isso na página do mediano 'Somewhere' eu ainda sim acharia estranho, mas tentaria aceitar, mas falar tudo isso aqui... chega ser um insulto!
Me desculpa, mas talvez você não entenda tanto de cinema assim. A sofia e o pai dela tem estilos diferentes, são profissionais diferentes, são pessoas diferentes. Não é por ela ser filha de quem é, que ela precisa ser igual a ele. Além disso, a Sofia conseguiu um feito inédito com 'Lost In Translation'... o que contesta a grandiosidade do trabalho da Sofia. procure à respeito. ;)
Caro tom, você falou tudo meu caro, eu não entendo nada de cinema e por eu não entender nada dessa porcaria chamada cinema que eu odeio os filmes magníficos da grande Sofia Coppola e adoro um monte de filmes idiotas cheios de violência, morte, sangue, destruição, demência e mutilações.....
E meu caro, concordo que as pessoas não são iguais e que os dois possuem estilos diferentes é mais que óbvio, Coppola fazia filmes clássicos, violentos e dementes e a Sofia basicamente draminhas bobos e inofensivos com pitadas de comédia, ou seja filmes que agradam principalmente o público feminino.....
Com essa sua explicação fica claro que o Coppola fqz filmes para quem não entende nada, ou seja, para as pessoas como eu enquanto a Sofia faz filmes para quem entende de cinema, como você por exemplo....
insulto? desculpa aí então, por insultar também, só por não ter gostado do filme.
Marilia... não gostar do filme é uma coisa. Falar mal do jeito que o Robson fez é outra.
"Coppola fazia filmes clássicos, violentos e dementes e a Sofia basicamente draminhas bobos e inofensivos com pitadas de comédia, ou seja filmes que agradam principalmente o público feminino.....". Comentário infeliz e machista.
O pior que o que ele falou é verdade. Sou machista por achar isso? Porque hoje em dia, tudo é ser homofóbico ou machista. Coppola tinha a ação, as cenas seguidas em métrica perfeita, um terror psicológico oculto muito forte, a Sofia conseguiu distorcer toda a história da Maria Antonietta e transformou ela em uma história superficial e superfula por exemplo, com toques leves de humor onde não tinha e só fez de fato uma boa fotografia, em uma história perdida. Mas então, toda vez que alguém dizer que o filme é feito mais para agradar o publico feminino do que o publico que se identificar, independente do gênero é ser machista, vou te dizer, rótulo está mais na sua cabeça do que na das pessoas.
Quando você diz que o filme é ruim e justifica dizendo que são "draminhas bobos e inofensivos com pitadas de comédia, ou seja filmes que agradam principalmente o público feminino" você esta sendo machista amigo. Você ta dizendo que o que é feito pro publico feminino é cinema ruim, e que cinema bom tem que ser centrado no publico masculino, ter 'testosterona' (hahaha).
E é o cliche do machismo querer que o mundo seja centrado no publico masculino.
Eu não sei qual é o problema em dizer que determinada coisa agrada a um determinado público...se agradar ao público feminino alguma merda vc é machista, se agradar ao público gay vc é homofobico, se agradar aos homens vc é feminista e se agradar os religiosos e crentes hc é preconceituoso e não respeita as religiões...isso é o que conseguiram transformar esse país uma grande bosta de lugar cheio de gente maldosa e aproveitadora doida para processar alguém que fale mal da sua cor, raça e crença e simplesmente por não possuírem a capacidade de debater os problemas....
Quer dizer que um quadro de 7 homens suados de tanguinha e máscara do zorro agrada ao público masculino???? Seria errado dizer que agrada ao público feminino e aos gays.....ora essa, vamos parar com a babaquice, nessa bosta de país não existe ditadura desde os anos 80, essa educação ridícula que esse povo recebe hj em dia acaba deixando todo mundo cheio de viadagem, não me toque e frescura.....
Eu respeito e amo as mulheres mas é notável que elas possuem um maior nível de romantismo e são bem mais avessas a violência e por esse motivo se tornam as principais apreciadoras das comédias românticas, musicais e dramas e comédias novelescas e coisas do tipo....está aí para quem quiser ver, é comprovado, qual é o público que enche as salas de cinema para ver crepúsculo?????
Como toda regra, existem exceções, a Marília que comentou acima é a típica exceção, conheço outras que adoram uma carnificina e um bom filme independente do estilo e nem por isso elas se ofendem por nada.
Sou do tempo em que chamar alguém de negão era camaradagem e um amigo gay (eu tenho muitos) de bicha louca era uma brincadeira saudável, mas hoje em dia há inúmeros idiotas politicamente corretos querendo aparecer e causar discórdia por causa de idiotices como essa, afirmando se tratar de preconceito....
Não tenho paciência para essas pessoas e se danem se não gostam da minha opinião....eu digo quantas vezes quiser que Sofia Coppola é cinema de mulherzinhas até que ela me prove o contrário, e quem se ofende são politicamente corretas, feministas caretas e mal amadas....simples assim....
Se chatear com uma diretora que faz sucesso fazendo filme de 'mulherzinha', usar 'mulherzinha' de forma pejorativa, tentar ofender usando 'politicamente correto' e 'feminista' (dois elogios pra mim mais valiosos que um 'como voce é bonita') e querer ser o centro do universo cinematográfico. Parabéns, você é um machista clichê.
Ninguem liga pra sua opinião sobre o filme, e ninguém quer que você goste do filme (eu nem gostei), mas vir aqui dizer que o filme é ruim por que agrada o publico feminino e não querer ouvir é pedir demais.
Amei. Sofia ‘’do’’ Copolla, você nunca me decepciona. Pena que um dos links que baixei tava legendando em uma língua que até agora não identifiquei então fiquei literalmente ‘’lost in translation.’’
Senti um grande prazer em rever "Encontros e Desencontros", filme dramático de Sofia Coppola, filha do grande diretor da trilogia "O Poderoso Chefão" Francis Ford Coppola.
Esse filme é recheado de acertos e merece muitos elogios, tanto pelo roteiro sensível que aborda com brilhantismo uma amizade improvável de duas pessoas solitárias em Tóquio, e também pelos atores principais que são o veterano e excelente Bill Murray com a talentosa e linda Scarlett Johansson, formando uma química perfeita na tela.
Eu não curto muito filmes calmos assim, mas esse aqui me deixou com uma sensação tranquila... Me senti mais confortável ao assistir esse filme...
Gente, a Scarlett Johansson canta igual a Sandy
Um filme bem diferente do que estamos acostumados a ver. Um amor bem sutil, simpático e "fofo".
Trilha sonora muito boa e o par Bill Murray e Scarlett Johansson perfeito.
Todo mundo falava super bem desse filme,
Assisti e nao me tocou em nada.
Chato.
Sofia Coppola passa honestidade nesses filmes chatos dela. Não faz a minha mesmo
Um amor que não é clichê, quase impossível de se achar. Delicado, sutil, encantador. Pequenos silêncios, grandes miradas da câmera, diálogos humanos e possíveis e dolorosos e tocantes. Da minha pele para a pele do outro.
Fala sobre momentos de transição, e utiliza o deslocamento cultural como metáfora para descrever pessoas que ficam deslocadas em suas próprias vidas. O filme se passa no Japão, escolha perfeita para mostrar o contraste e a sensação de se estar perdido. Além disto, o cenário possui um design visual e auditivo bem diferentes, e também proporciona cenas bem engraçadas. Apesar de ser um filme que fala de amor, não é romance barato ou uma comédia romântica, mostrando uma forma de amar diferente da que estamos acostumados a ver no cinema, e, também, fazendo referencia ao conceito de amor oriental, mais contido e reservado. Acho que foi isso que tornou a história mais crível e fez com que fosse mais fácil me identificar. Triste, belo, engraçado, às vezes duro e cruel, mas bem humano, filme aconselhável apenas para pessoas sensíveis...
OBS: Se atentem para a cena do casamento japonês no parque. Belíssima!!!
Concordo! É, o filme mostra o amor e o afeto que não costumam ser visíveis. Charlotte tenta alimentar todos os dias o protótipo de amor criado com John, mas na verdade é um jogo de interesses, sonhos e uma mera ilusão que de fato até levaram-los ao Japão, porém gerou-se todas essas maravilhas circunstâncias - felizes de um lado, infelizes do outro.
O ponto forte do filme é que ele consegue transmitir muito bem a sensação de solidão dos personagens, que acho que todo mundo se identifica em algum momento da vida. No entanto, acho que ele se perdeu um pouco no meio do filme deixando se levar pelo clichê e se tornou um pouco prevísivel, o que não me agrada muito em filmes.
Bom e espirituoso. Como nao amar a Scarlett? Porém o enredo muito batido e previsível.
Filme diazepam, assistiu = dormiu.
De vagar, quase parando. Pra quem tem paciência e tempo de sobra...
É um bom filme. Gostei muito da fotografia, das cores, da produção e um pouco do enredo. O final é um pouco triste e estranho.
Legal, mas não entendo o terem classificado como "sublime"(revista Veja).
Muitas pessoas não entendem, é tudo questão de sentimento, como tem muitas pessoas que não entendem, pode ter certeza que muita gente amou, inclusive eu.
Sensação pós-filme foi algo fora do normal! lindo pra caramba...
E aquele final ao Som de "Just Like Honey" é lindo!
Eu simplesmente não sei explicar esse filme, é como se fosse um calmante, um entorpecente, algo que faz vc esquecer o mundo...Melhor filme da decada passada, todos mês revejo de forma incansável, a abertura já a bunda da Scarlett preenchendo a tela, depois o choque de Murray com as luzes de Tóquio, aquela sensação de serenidade, de duas pessoas q se finalmente se acham na vida na cidade mais solitária do mundo, final inesquecivel...fechando com Just Like Honey...