-
Assisti há um tempo atrás meio que por acaso e gostei, hoje revi no Canal Brasil.. Bem legal..
-
Vejo mais como um registro antes de qualquer coisa.
Na minha opinião ficou solto demais, mesmo para um documentário.
Ainda assim achei interessante e válido. -
O filme não fala de política, mas sim do ser humano por trás do mito e o mais interessante é sentir a diferença e como foi revolucionário imaginar que um cara desse chegou ao poder. o que isso representa pra história do país.
O Lula é um fofo, dá vontade de ser amigo dele, amigo de prédio ou amigo de pracinha. O que eu mais gostei desse filme, foi descobrir a intimidade do presidente, gente boa demais...rsrsrsrs... é engraçado, mas foi isso que eu fiquei sentindo... caraca... o Lula é gente boa demais ... hahahaha.
-
Achei sensacional aquele grupo de controle de debate. Aquela guria sintetizando e repassando exatamente a informação que importava. Dando a dica do link que tinha ficado legal. Um trabalho em equipe bem eficiente.
-
Tentarei ser suscinta. Na minha opinião, tá mais pra propaganda política do que pra documentário.
O momento que mais me marcou nesse filme, foi quando Lula defende Sarney, falando que estava enganado sobre ele e que Sarney é uma pessoa boa e importante.
Lula se uniu aos porcos para conquistar o poder. E o mais triste é perceber que nenhum homem com as melhores intenções que possua conseguirá chegar tão longe se não se juntar aos abutres que lideram a política no Brasil.
-
Aprenda a como criar uma imagem pública forte, essa receita é eficaz com o povo brasileiro! - Tenso.
-
O João Moreira Salles será sempre uma referência de Cinema Nacional pra mim, mas achei que o Cinema-direto e a trajetória e construção de um herói foram ao mesmo tempo coerentes com as demandas cinematográficas e sociais da atualidade, mas tendenciosas a ponto de ser quase uma propaganda política. A questão política era a obviedade do documentário, apesar de se apresentar como o contrário, como uma investigação da intimidade de um líder. Acho que a direção, nesse aspecto deixou um pouco a desejar. Esperei o conflito e as tensões, não uma construção melodramática de um líder tão controverso. No fim, fiquei com a sensação de que gostei do filme porque gosto/apoio/voto no Lula do que pela obra cinematográfica em si...
-
Virem fãs do Lula!
-
LÍDER HUMANIZADO
É curiosa - e reveladora - uma comparação entre Lula, o Filho do Brasil e este Entreatos. O primeiro, que foi lançado nos cinemas não faz nem um ano, leva às telas uma obra de ficção que narra a trajetória de Lula desde a saída de Caetés até a luta no sindicato dos metalúrgicos do ABC, mas foca-se sobretudo na figura de D. Lindu (Glória Pires), com resultados tecnicamente pífios, porém narrativamente acima da média; talvez aquém do que uma biografia como a de nosso atual presidente pudesse render, apesar dos esforços do elenco. Já Entreatos, documentário de João Moreira Salles sobre os bastidores da eleição presidencial de 2002, conseguiu reunir tudo o que O Filho do Brasil queria ser com uma proposta, na aparência, muito mais simples: mostrar a imagem do líder petista durante alguns dias, longe dos holofotes midiáticos, portanto despido da postura engessada requerida em apresentações públicas.
Essa proposta singela, que nos captura desde o início graças ao carisma arrebatador do então candidato, vai se revelando bem mais ousada conforme Lula ganha as telas e comenta, na mais absoluta espontaneidade, desde temas como o política externa, discutidos com propriedade entre ele e o vice José Alencar no avião da campanha, até o pedido de beijo do neto após constatar a vitória nas urnas. Que Lula é um homem simples, um operário comum de pensamento visionário e amadurecido sobre a política à brasileira (inclusive em seus contras), todo mundo já sabia. A sacada de Entreatos foi costurar a humanidade de Lula e a responsabilidade de uma campanha presidencial para mostrar a coesão indissociável que há entre esses dois fatores para o sucesso de Lula, os mesmos fatores que a classe média (principalmente a paulista) até hoje, em seu reacionarismo, não consegue entender.
O barato é que a linguagem escolhida por Salles, praticamente sem entrevistas e só acompanhando as falas dos envolvidos no planejamento de debates ou mesmo em conversas informais, insere o próprio Lula e seus futuros ministros na posição de meros "espectadores" da campanha e seus resultados, justamente como ficamos todos nós naquela época - algo que terá sabor especial para quem, como eu, admira o governo Lula e consegue mergulhar nesse trajeto com plena identificação com o projeto petista. Ou seja, se em outubro de 2002 nós é que aguardavamos o resultado da apuração das urnas para decidir quem ocuparia o cargo mais alto do Poder Executivo, no percurso de Entreatos a narrativa subverte a jogada e coloca os próprios aspirantes a líderes nacionais como menores, quase impotentes, frente ao poder do eleitorado que se manifesta na frieza da mesma tela de umas vinte polegadas pela qual nós descobrimos que Lula foi eleito. Um plano, especialmente comovente, mostra Lula e Dona Marisa juntos, sentados no chão, acompanhando em silêncio a biografia do recém-eleito presidente levada à TV. E pensar que a Globo, emissora golpista e direitóide desde o berço, foi obrigada a reconhecer tal biografia e mostrar esse deleite aos olhos de Lula e outros milhões de brasileiros humildes como ele...
Não bastasse tudo isso, ainda tive a tremenda sorte de ter assistido Entreatos pela primeira vez na véspera das eleições da sucessora de Lula, Dilma Rousseff. Por aí, aliás, foi possível identificar um sem número de semelhanças com a campanha de 2002 e a de 2010, como quando se lembra da patética Regina Duarte e sua campanha do medo (cujo orportunismo e sordidez do PSDB, então representada no mesmo José Serra de agora, só encontra paralelos no uso de dogmas religiosos pela campanha tucana de 2010). Enfim, para aqueles que são esquerdistas assumidos e acreditam numa linha política em prol dos movimentos social sem perder o senso de nossa realidade capitalista, o documentário é emocionante. Para os demais, mesmo os reacionários que até hoje desprezam a vitória eleitoral do torneiro mecânico que tirou milhões de brasileiros da miséria, pode ser uma bela chance de ver um Lula espontâneo e humanizado - e a partir daí, quem sabe, rever alguns conceitos.
-
Grande documentario, mostrou um Lula que muita gente nao conhece e os bastidores do poder no Brasil, mt bom!
-
Adorei o documentário! Optar pelos bastidores foi uma idéia fantástica de Salles, humanizou a pessoas que estávamos acostumados a ver somente como "figura presidencial". A abertura, em que Lula vai até o povo e o fechamento, em que o povo vai até Lula, foi sensacional! Muito bom mesmo o filme!
-
Mostra a atmosfera caótica de um comitê eleitoral prestes a uma eleição presidencial. Ao ver, me senti como um correligionário dentro daqueles preparativos para os debates, comícios e etc. Fantástico
-
excelente.
Lula e dona Marisa sentadinhos no chão foi a cena de um presidente mais linda que eu já vi!
e adorei toda a vez que a história era "Lula e suas gravatas"!lindo doc; o final, com a câmera se afastando, largando Lula no meio da muvuca de jornalistas foi brilhante.
-
Desculpe Tainã, mas não compreendi o teu argumento. Uma pessoa não pode ter preferência por uma cor de gravata só porque saiu da miséria? [3]
-
genial. mas a pérola do documentário
foi o zé dirceu perguntando: 'quem é joão salles?' -
Incrível como que com esse documentário João Moreira Salles foi muito mais longe do que o jornalismo comum jamais poderia ir, em se tratando de cobertura de campanhas políticas.
Achei muito interessante como, para conseguir o ápice do filme, Salles deixou a câmera com a filha de Mercadante para que ela filmasse Lula nos momentos finais da apuração dos votos. A moça foi lá e conseguiu capturar as cenas mais memoráveis do filme! Me emocionei ao ver Lula e Marisa sentados no chão, olhando para a TV.
Quem gosta da política de Lula certamente vai se fascinar pelo filme... eu me fascinei. Quem é contra tem que pelo menos tentar reconhecer os méritos de "Entreatos" como documentário. Até agora não tomei conhecimento de outro que se aproximasse tanto assim de uma figura política.
-
Tainã quer dizer, Tiago, que se Lula tivesse vindo da classe A poderia se preocupar com a gravata vermelha.
-
Pra galera que gosta de mkt politico, esse doc é fundamental. As eleições por trás das câmeras. Vale muito a pena assistir.
-
Pra galera que gosta de mkt politico, esse doc é fundamental. As eleições por trás das câmeras. Vale muito a pena assistir.
-
Desculpe Tainã, mas não compreendi o teu argumento. Uma pessoa não pode ter preferência por uma cor de gravata só porque saiu da miséria? [2]
-
Desculpe Tainã, mas não compreendi o teu argumento. Uma pessoa não pode ter preferência por uma cor de gravata só porque saiu da miséria?
-
O pessoal fala muita bobagem, hein, que horror. O documentário é muito bom, João tá ótimo, como sempre.
-
Tá aí o motivo que eu precisava pra NUNCA mesmo na minha vida votar no Lula ou em alguém do PT.
Pura arrogância. Uma pessoa que saiu do meio da miséria se preocupando com cor de gravata.
-
Nani1982, este não é um filme sobre o governo Lula, mas uma análise sóbria sobre os bastidores do poder, um raio x das estruturas que sedimentam uma campanha política, e poderia ser sobre qualquer candidato, independente de partido, pois o foco é a campanha em si e não a ideologia política. Ao criticar sem assisir ao filme você sim acabou tomando uma atitude política.
-
DEUS ME LIVRE E GUARDE DESSA BOMBA!!! ¬¬ !!!
Prefiro não comentar, afinal...o Site é p/ falarmos sobre os filmes e não p/ discutirmos Política e o Governo Lula!!
Respeito opiniões alheias, mas tô fora desse filme! -
pra mim foi fantastico, amo político e trabalho produzindo campanhas... aprendi muito.
-
Quem gosta de política não pode perder esse filme. Muito bom.