nhén.
Um triângulo amoroso envolve Cauby (Gustavo Machado), um fotógrafo de passagem pelo interior da Amazônia, a bela e instável Lavínia (Camila Pitanga) e seu marido, o pastor Ernani (Zecarlos Machado), que acredita ser possível consertar as contradições do mundo.
Começo a enxergar o cinema nacional de uma outra maneira a algum tempo atrás. Isso é cinema! Isso é Arte de qualidade e não o que vendem as grandes mídias nacionais. O filme é muito bom, ainda mais quando o diretor vai na sua faculdade para debater sobre o filme..hehe!!! Atuações, fotografia, direção, tudo de tirar o chapéu!
Maravilhoso! A atuação de Camila Pitanga esplêndida. Um dos meus filmes favoritos.
Não é nem a sombra da beleza da obra original. O único mérito que vi foi na atriz escolhida para Lavínia; Camila Pitanga realmente é a imagem da personagem. Mas, infelizmente, a construção da trama, as mudanças no enredo e principalmente a concepção visual da história não conseguiu representar os lindos lábios de uma mulher acima de qualquer descrição.
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"O amor é uma especie de ópio que os homens inventaram pra suportar a sua existência."
Forma interessante de contar uma história bonita. Camila Pitanga deixando marca no cinema nacional.
Um belo filme. A dor, a luta, a sensualidade e a paixão de todo um povo representado no filme, que se destaque pelo ótimo trio de atores, principalmente, por Camila Pitanga, que encara um papel de várias nuances que de certa forma são diversas mulheres dentre de uma. E essa difícil tarefa ela encara com intensidade e sem se perder.
Um ótimo filme. Camila Pitanga se entrega à personagem de forma impecável. O título do filme já revela o quanto é belo esse longa de Beto Brant
É difícil não ceder á profusão de imagens desse filme, ora da trama, ora das paisagens amazônicas que giram ao redor de tudo aquilo. Curti a atmosfera e de quebra, tem aquela trilha sonora experimental sinestésica. Eu só fiquei incomodado mesmo foi com a quantidade de Fade Out's (hahaha)
Foi uma coisa que escrevi pensando em você. Obra de arte! Camila, que mulher.
Já tinha gostado muito do filme, mas o livro é muito melhor! Sério mesmo.
"Eu receberia" entra pra mim como uma das grandes produções Brasileiras que mereciam mais atenção, mas claro, não teve. Fotografia esplendida; Uma produção poética que traz as cenas de sexo de uma forma tão simbólica e real, no caso de Lavínia que em determinados momentos tem o sexo como sustento, por mais que não seja demonstrado isso, logo é resgatada por Ernani, o que torna tudo ainda mais poético e bonito na forma sexual como foi relatado na produção; Camila Pitanga deu um banho de atuação, se não o melhor trabalho da atriz, com certeza é um dos melhores. Creio que o personagem Victor poderia ter tido mais atenção, trazendo no roteiro mais citações poéticas, foi o ápice cultural. Brasil precisa de mais filmes como este.
Camila Pitanga, Beto Brant e Marçal Aquino é muito amor pra pouco fotograma por segundo. *-*
Esse falso moralismo que condena o sexo do cinema nacional me deixa perplexa. Vejo filmes de várias nacionalidades e não sinto diferença na quantidade de cenas sexuais, mas mesmo assim o cenário do Brasil é o mais criticado. E essa implicância (preconceituosa!) com o nosso cinema chega até aqui neste filme, onde o sexo é quase poético, com sentimento e beleza e em nenhum momento vulgar. E mesmo que fosse!
Tenho uma queda por filmes visuais. No começo, achei que este filme fosse apenas um deles. Título bonito, visualmente bonito, paisagens bonitas, fotografia bonita e com citações poéticas.
Mas esse filme vai além. Esse filme tem história e tem mensagem. Tem atuações primorosas. Tem sentimento. Tem contestações.
Achei uma obra fantástica!
queria assistir há algum tempo e fui deixando pra depois. aí conheci o Marçal Aquino numa palestra da faculdade e voltei a querer ver o filme e ler o livro; aliás ouvi tanta coisa incrível sobre esse filme que deu até "água na boca" pra assistir. mas, no final das contas... me decepcionei. é um filme bonito, poético, etc etc etc. o discurso sobre a beleza do filme é o mesmo em muitos comentários que li aqui embaixo.
o problema é que é só isso. se há um romance tão ardente no livro, ficou no livro. não vi nada de tão sensacional no filme, não.
Assisti ontem no cinema, é assim: o filme começa ruim. aí ele fica muito ruim. aí ele melhora. aí quando você acha que ele vai começar a ficar bom... ele fica ruim de novo. e acaba. De 0 a 10 eu dou 4. A Camila Pitanga não é boa atriz e parecia uma songa-monga nas horas que as cenas exigiam uma performance mais delicada.
Sai do cinema querendo algo mais, com a impressão de que tinha faltado algo. Depois de muito pensar percebi que era coisa da minha cabeça... Teve um roteiro poético, apaixonante e uma atuação maravilhosa da Camila Pitanga. Lindo filme!
Incrivelmente intenso, cruel, profano e, ao mesmo tempo, poético. É o cinema brasileiro forte e chocante, como deve ser. Grande atuação de Camila Pitanga.
"Quem sabe de si, é si."
Poucos romances me doeram tanto quanto o de Lavínia e Cauby. Gostei de quase tudo, trilha sonora, atuações, roteiro, fotografia, enfim... Com certeza um dos melhores filmes nacionais que já vi. Preciso do livro!
Bom, mas parece que ficou faltando alguma coisa. É bom ler o livro depois de ver o filme.
Esse filme mexeu comigo de tantas as formas...
Incrível como pode caber tanta coisa, tanto tema, dentro de um filme só...
é filme poesia, é filme denuncia, filme delírio...
Camila pelamordedeus! Esse filme foi um presente para essa moça, muitas facetas em um único filme não é pra qualquer uma e não é qualquer filme!
belo
O filme transita entre o divino e o profano, entre o amor e a loucura destacando a seguinte questão: Quanto barulho cabe no silêncio?
O Triangulo é sim, original, o texto é profundo, dá vontade de ler o livro e ver o que mais a Lavínia (Camila Pitanga) pode mostrar...
É Claro que este filme não é pra qualquer público.
O Brasil tem feito uns filmes viagem total, este é um deles. Também tem O Palhaço e Paraísos Artificiais. Mas a interpretação de Camila Pitanga neste filme foi fantástica. Não estou dizendo que os filmes são ruins, gostei dos 3, principalmente pelo fato de sair de um padrão que o cinema nacional tem. São filmes que a mente tem que ir além do que está vendo no filme.
Esse é um filme que terei de assistir de novo em outra oportunidade. Tive a impressão de que ele não teve início. Soou como uma história pega pela metade. E também tenho que me atentar mais as poesias dele. Talvez me ajude a absorver o filme por completo porque dessa vez me pareceu que forçaram a barra tentando fazer um cult. Espero estar errado.
Filme cheio de prosa e poesia. Que muito me encantou.
"Era elo, era pacto, era transe
Era a eternidade.
Os tambores do planeta
Estavam calados
Num minuto de silêncio
Que já durava milênios
Tão ancestral
Tão semente
Tão futuro
O fundamento.
E toda energia da conta
Se concentrou
E se multiplicou
Nesse imenso colar,
Que hoje somos nós!"
Por vezes o filme beira o clichê, tanto do triângulo amoroso, quando das questões sociais das comunidades amazônicas. Porém o desfecho do roteiro se sobressai com maestria e o filme emociona graças a belíssima atuação de Camila Pitanga.
Camila Pitanga salva o filme perfeitamente. História maravilhosa, o que dá muita vontade ler o livro. Achei excelente! Nossa atriz merece muito respeito!
Terminei de ler o livro ontem e to curiosa pra ver o filme, mas to mais curiosa ainda por causa dos comentários.
Este filme é horrível. Merecia o Oscar de o pior filme de todos os tempos, vi que muitas pessoas gostam, blz, mas gosto é gosto! Camila Pitanga se passou pra fazer um filme com essa produçãosinha de quinta, ela atua divinamente em qualquer coisa que faça mas esse filme foi uma negação de chato, tedioso, não vi poesia em nada, a fotografia é horrível, a trilha sonora essa nem se fala.
pelos comentários só tenho uma coisa a dizer sobre o filme (direção, roteiro, etc...) uns amam, outros detestam. Não há meio termo, haha.
Apesar da incrível performasse da Camila Pitanga, o filme e tedioso e sem nexo . Não li o livro, mas vi que a história tem potencial, o que não foi bem representado no filme.
É uma pena ver a Globo Filmes 'monopolizar' o nosso cinema, e obras raras ficar escondida... Filme excelente, mas como disse Alane no comentário abaixo o começo é um pouco monótono, mas essencial, no meu ponto de vista, para desenrolar os fatos. O final surpreendente, e Camila Pitanga deu conta do recado com excelência e profissionalismo. Só tenho uma pergunta a ser feita, a qualidade do filme que eu vi não era das melhores....
o que estava escrito no bilhete que ela entregou a ele? Tentei ler mas não consegui, alguém pôde ler ou o bilhete não foi revelado mesmo?
se alguém puder me responde a pergunta que fiz alí em cima (no spoiler) ficaria agradecido :P
É uma belíssima estória, eu não sei porquê as pessoas não se interessaram por ele. Talvez pelo fato de não conhecerem filmes nacionais que não sejam da Globo Filmes que, mesmo sendo bons, são tão extremamente divulgados que acabam cobrindo os outros.