David Kepesh (Kingsley) é um crítico cultural de TV e astro literário de uma faculdade de Nova York. Sua vida era tranqüila até ele conhecer uma jovem estudante, de 24 anos, chamada Consuela Castillo (Penélope Cruz), que desperta nele uma obsessão sexual. David torna-se obcecado pela beleza de Consuela e tomado por um ciúme doentio. Com uma ternura, graça irônica e intensidade erótica, FATAL explora o poder que a beleza tem em cegar, revelar e transformar as pessoas.
Penélope não poderia estar mais sexy!! E o Ben me surpreendeu com a atuação!
Assistir os filmes da Isabel Coixet quando se está em alguma crise emocional é quase um martírio. É um filme leve e com uma carga dramática bem menor do que em Minha vida sem mim e A vida secreta das palavras, mas ainda assim um filme melancólico. Gostei muito da Penelope Cruz neste, não é o papel de sua vida, mas seu carisma é impressionante.
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Fatal é um filme que nos surpreende a todo o tempo, pois já começamos a assistí-lo com uma ideia do final, aliás, quando lemos a sinopse achamos que será mais um filme previsível e eis que nos enganamos com a reviravolta e a rasteira que o destino dá nas personagens que tentam ter o domínio da vida e das emoções nas mãos. Não há como assistir a esse filme e não tirar um impressionante lição dele, afinal, o futuro a Deus pertence!
O filme tem uns diálogos interessantes, porém é um pouco entediante e demorado.
O filme é bacana, mas não traz nada demais. É bem mais interessante na primeira metade.....depois fica meio monótono, mas não deixa de ser bonitinho.
Vi uma cenas quentes da Penelope no filme e quero assisti-lo por completo. Só por essas cenas, posso dizer, sem dúvida, que o filme é imperdível. rsrsrs
O filme é realmente muito bom, mas trailer engana um pouco, pois te guia num caminho bem diferente do filme em si. Mas vale a pena assistir sim.
Um filme que mistura romance e drama, que aborda as dificuldades e insegurança de um relacionamente improvável. Bons diálogos e grandes atuações de Ben Kingsley e Penelope Cruz.
essa sinopse me enganou, mas adorei o engano.
o filme é lindo, lindo, lindo.
essa sinopse me fez esperar por um filme
cheio de obsessoes sexuais tipo imperio dos sentidos
chatooo e pretensamente profundo com aqueles enquadramentos de plantas caindo...
O filme foi realizado com um desempenho magistral de Kingsley, que retratou com sucesso, Kepesh como um homem complexo, com relações complexas. Kingsley foi capaz de provocar empatia como uma vítima das numerosas perdas em sua vida: sua esposa, família, filho, melhor amigo, interesse amoroso, e mais importante, a sua perda da juventude que fez Kepesh o homem que é. Penélope Cruz também está excelente; seu sotaque, seu incrível corpo... muito sexy.
"Mulheres bonitas são invisíveis e nunca vemos a pessoa, porque somos bloqueados pela barreira da beleza.
Ficamos tão deslumbrados pelo exterior que não enxergamos o interior."
Gosto de filmes que quebram barreiras, que servem o amor a vontade, que matam a fome dos apaixonados, que deixam claro que não importa a idade e sim o amor que transborda em vida. Nunca é tarde demais, se arrepender sempre vai ser um ato sublime. E o que existe além do que já foi dito sobre o amor? Perfeito !!!
Um filme que aborda diversos questionamentos da nossa realidade, retratando de forma sensível nossas inseguranças, incertezas, medos, que nos bloqueiam, e nos afastam das chances de sermos mais felizes. (2)
(Perfeito!...assino embaixo)
Dinâmica lenta. Poderia ter sido muito melhor.
O filme se arrasta e acaba sem muita emoção.
P.S.: Penélope até de cabelinho curto é um tesão.
Excelente... finalmente deram outro papel decente para o Ben Kingley, um puta ator e só dão personagens mequetrefes pra ele e Penelope Cruz não tem nem o que falar excelente como sempre...
Perfeito em todos os aspectos. A luta incessante de David Kepesh pela aceitação do amor e da idade é incrível, filme perfeito!
não era o que eu esperava...
a doença dela e tal.
''explora o poder que a beleza tem em cegar, revelar e transformar as pessoas.'' exatamente
Fatal é um filme melancólico e triste, que aborda a questão da perda: da juventude, do amor ou mesmo da autoconfiança.Bom drama da talentosa cineasta Isabel Coixet!
Não é o meu favorito da diretora, mas, assim como os meus favoritos, é singelo e surpreendente. Atuações dos protagonistas maravilhosas, assim como a dos secundários - saudoso Dennis Hopper ótimo como sempre. Um filme que caminha sempre na direção da elegia.
Me senti enganada pela sinopse e título!
Mesmo sendo bastante inferior a um de seus últimos trabalhos, A vida secreta das palavras, a diretora catalã Isabel Coixet (1960) consegue conduzir com mão segura este drama escrito por Nicholas Meyer baseado na obra "O animal agonizante" do escritor norte-americano Philip Roth (1933).
O filme consegue boa parte de seu efeito estético graças à bela fotografia de Jean-Claude Larrieu (o mesmo de A vida Secreta das Palavras) e na parte dramática temos as boas atuações de Ben Kingsley (1943), no papel do professor David Kepesh, e da atriz espanhola Penélope Cruz (1974), no papel de Consuela Castillo, aluna de David.
David e Consuello iniciam um relacionamento e vamos acompanhando sua rotina de professor universitário, seus encontros com a outra amante chamada Carolyn, interpretada por Patricia Clarkson, e suas conversas com o filho Peter Kepesh, um renomado oncologista e também com o amigo poeta chamado George O'Hearn, vivido por Dennis Hopper (1936).
O filme peca um pouco no ritmo, apesar da elegância de Coixet na condução da trama, os movimentos de câmera e o tom melancólico que o filme consegue transmitir, os personagens por vezes soam desinteressantes, e o ritmo cadenciado em conjunto com todos os outros atributos técnicos e estéticos não conseguiram nada de muito impressionante, mas é um bom filme, merece ser visto.
Curiosidade: O nome em inglês, Elegy, que significa elegia é bem mais apropriado do que este título brasileiro, Fatal. [Abaixo duas definições para a palavra Elegia retirados do dicionário Aurélio]
Elegia: 1. Arte Poét. Entre os gregos e latinos, poema formado de versos hexâmetros e pentâmetros alternados. 2. Poema lírico, cujo tom é quase sempre terno e triste.
A linda Penelope Cruz se apaixonando pelo antipático e insuportável Ben Kingsley... Só em filme mesmo.
Isabel Coixet é uma diretora de uma sensibilidade incrível, na época este filme deu o que falar por conta da cena de nudez de Penélope Cruz.
E realmente, a cena de nudez da Penélope Cruz neste filme é uma coisas mais bonitas que já vi no cinema, não pelos seios, seios a gente vê em qualquer lugar, mas pela construção da cena, por seus significados.
É um filme sutil nas entrelinhas.. o final é mais comovente... pode se dizer que é tanto uma história das que acontecem por aí, óbvias, como de pessoas (Personagens) que demonstraram que tudo é vivido muito individual e particularmente.. Gostei!
Um filme que aborda diversos questionamentos da nossa realidade, retratando de forma sensível nossas inseguranças, incertezas, medos, que nos bloqueiam, e nos afastam das chances de sermos mais felizes.
Gostei da forma madura como esse filme abordou relações, seja paternidade, sexo, amor, e amizade... adorei quando george disse:
"Passei metade da vida bacando o Horacio no seu Hamlet de quinta. Ouvir a suas reclamações intermináveis, a sua choraminga sobre Kenny, as mulheres que não sabem quando adeus não significa adeus. E por isso você me deve. Agora eu espero que você faça isso em nome da nossa amizade. Agora você come alguma coisa."
Ótimo o filme, mas quem tiver a oportunidade de ler o livro entitulado "O animal agonizante" vai se deliciar!
=]
Não é propriamente um filme sobre obsessão como a sinopse e o próprio trailer dizem. A começar o titulo original Elegia,significa poema triste, melancólico,(o que dá toda diferença do titulo nacional: Fatal) e isso foi lindamente retratado; seja em todo o amor que o filme passa, na solidão do indivíduo com o outro, com ele mesmo, e com o passar do tempo.
Adorei o fluxo de pensamento de David, enquanto conversava com Consuela, enquanto fazia outras coisas, que se misturava com a própria narração.
Além de achar que Ben Kingsley e Penelope Cruz, que poderiam ter se tornado um casal fake ou bizarro, ficaram doces e encantadores, foram maravilhosos.
Sim, apaixonei-me!!
Que fique registrado que Coixet tem algo bem pessoal com o tema cancer, e sofrimentos psicologico e físico com suas personagens femininas
Sobre um comentario bem mais a baixo, bom, eu não conheço ainda o livro, ( que agora quero muito ler,rs) mas cinema e literatura apesar de se entrelaçarem são duas obras diferentes, é óbvio que nos decepcionamos com mudanças pois nos apegamos a obra. Mas daí a dizer que a Coixet é fdp por ter mudado o final? Oi? Porfavor.