Please, don't go. Please, i'll make you breakfast.
Quando Gia Carangi (Angelina Jolie) chegou a Nova York pela primeira vez, ela era apenas mais um rostinho bonito que trocou a Filadélfia pela remota possibilidade de se tornar modelo sob a tutela da agente Wilhelmina Cooper (Faye Dunaway). A personalidade eletrizante e a potente sexualidade de Gia rapidamente a colocam no caminho das capas das revistas mais caras e vendidas da América. Mas ser amada pelo mundo não é a mesma coisa que ser amada por alguém, e um crescente desejo pode levar Gia a lugares perigosos. E para uma bela garota, no momento mais alto de sua vida, um simples escorregão pode conduzir a uma vertiginosa queda.
caraaaaca que filme! de ruim é só esse nome, e sub titulo que mais parece mini série da globo.
Particularmente não curto muito os trabalhos da angelina, mas esse foi espetacular.
E o drama narrado é sem comentários, a história de Gia, drogas, romance intenso, escolhas... e minhas lágrimas rolaram no final D:
essa é a vida real desapontando a todos, inclusive a mim com esse final.
Não esperava muito do filme, tanto é que enrolei pra assistir. Mas me surpreendi, muito bom! E a Angelina tbm, uma baita atuação p complementar o filme.
Como Mick Jagger diz ''Drogas pode experimenta quase todas menos heroína e crack pois elas matam !
Achei interessante como o mercado e a midia elege a bola da vez e ao mesmo tempo descarta a pessoa.
Telefilme espetacular!
Mesmo o tema de "Abuso de drogas" já fazer parte do cotidiano de muitas pessoas, o filme abusa do realismo e crueldade nas cenas, Jolie transmite com naturalidade a queda e a ascensão de sua personagem...
Nota 8.5/10
Senti durante todo o filme que Gia mesmo com toda personalidade e ousadia, ñ passava de uma menina que precisava de carinho, o envolvimento com as drogas foi o escape até chegar ao ponto de sair de controle e ela perder o amor, a fama, o sucesso, a vida . Angelina foi sensacional, durante várias partes do filme meu coração apertava , ela conseguiu passar a angustia, a agonia de Gia pra quem a assistia . SENSACIONAL !
O problema pra mim é que eu não consigo separar a Angelina Jolie dos personagens que ela faz. Me vem logo na cabeça a vida pessoal dela e as poses que ela faz no tapete vermelho. Quanto a Gia Carangi, muito linda e ainda bem que sua imagem foi eternizada em muitas fotos. Sua imagem não cansa nunca.
Exatamente. Eu sempre acho ela forçada em todos os papéis... Até nesse que eu pensei que eu iria mudar de idéia, mas não...
Sinceramente, impressionante, tudo nesse filme. Não conhecia Gia, não sei da história dela, e muito menos se ela era realmente como o filme retrata, mas tem algo de assustador e ao mesmo tempo mágico nessa história que consegue cativar qualquer um. Eu assisti o filme simplesmente por ser fã da Angelina Jolie, mas acabei por me apaixonar pelo filme e não só pela atuação mais uma vez maravilhosa da Jolie. A história de Gia retratada de maneira tão apaixonante, por alguém tão apaixonante só poderia se tornar um filme apaixonante!
Once upon a time, once a pon a time...
Meu filme favorito eva! Angelina fez umas das melhores atuações q já vi na vida! O filme é tão real, mostra msm como a fama pode sufocar uma pessoa até a morte. Mas ao msm tempo o filme é tão delicado, graças ao romance da Gia com a Linda. Simplesmente perfieto. Oscar pra Angelina.
se esse filme tivesse passado no cinema, Angelina sem dúvida levaria o Oscar de melhor atriz.
Grande atuação da Angelina Jolie nesse turbulento filme sobre a turbulenta vida da finada modelo Gia Carangi. Sua trajetória de ascensão e decadência profissional e física foi muito bem documentada e dirigida de maneira crível. Roteiro e direção não pouparam nas histórias de uso de drogas, no relacionamento amoroso com sua maquiadora ( perturbado pelo vício de Gia) e na morte por complicações decorrentes da AIDS. Um filme nu, cru e contundente com uma Angelina Jolie em estado de graça, merece ser visto.
Acho interessante os trechos retirados do diário em que ela escreve por meio de metáforas, para explicar sua triste vida.
Sem palavras pra definir a Angelina nesse filme, perfeição é pouco! O filme é intenso e forte, alguma coisa que eu ainda estou tentando entender, Jolie é inacreditável.
Historia marcante
Atuação da Jolie maravilhosa
Só assistindo pra saber o quanto é bom ;)
acho q se a Joli ñ tivesse feito o filme ñ seria tão bom quanto q atuação perfeita
"too wild to live, too beautiful to die" filme lindo e marcante! Angelina <3
história triste da Gia, mas um excelente filme!!! acho que foi um dos primeiros filmes que eu assisti da Angelina.
Filme incrível,pena q o final tenha sido tão triste,Angelina simplesmente perfeita!Gostei tanto do filme e da história de Gia Carangi q comprei o livro!
absolutamente incrível, não tinha ouvido falar e me surpreendi com a atuação da Angelina e me impressionei com a história da Gia
Que história linda! O filme é incrível e Angelina está simplesmente maravilhosa.
Queria saber como acaba o filme. O site travou bem perto do fim :l
"Ela parecia um cachorrinho dizendo 'me ame, me ame, me ame' e eu amei, desde o início"
Angelina Jolie no final da década de 90 era outra pessoa... Sinto até vergonha de vários filmes que ela fez após "Garota, Interrompida" que penso o que passa na cabeça dela pra regredir tanto artisticamente. É uma honra ainda termos um pedaço de tudo o que ela tem de melhor nesse filme. Filme excelente, 5 estrelas e favorito.
Esse filme me deixa chocada, me lembra a história do Cazuza. Vc pensa: como uma garota que tinha beleza, dinheiro, amores, fama, faz isso com a própria vida? Estive vendo alguns documentários sobre ela, admiro a coragem que ela teve pra muitas coisas, mas ela fez muito "M" na vida, pode ser que tenha sido por falta de estrutura familiar sim, mas ela era bem desiquilibrada e o final que ela teve, acho que ela acabou procurando isso pra ela. ;/
Angelina deu o nome.
As cenas que retratam Gia expulsando sua mãe de seu apartamento e Gia no hospital já na fase terminal da doença definitivamente provam que Angelina é sim uma boa atriz, porém mal aproveitada, eu diria.
Gosto muito desse filme. O que me parece é que como a atriz Angelina Jolie ainda não era considerada uma "mega atriz", ela ficou mais solta dando um "ar" de alternativoà pelicula e incorporou a personagem com sangue, alma e suor.
O papel caiu em cima para a Angelina. O filme relata de forma crua a vida da modelo e olha que numa certa altura dá até vontade de mudar o final, algo menos denso. A falta de estrutura familiar desmorona mundos.
A ascenção meteórica e a decadência, devido ao uso de heroína, fez de Gia Marie Carangi um exemplo nas telas e fora delas. A garota de Filadélfia contou com a sorte para brilhar nas passarelas e capas de revista do mundo todo, mas não sabia lidar as pressões desse mundo e de sua própria vida. Sua personalidade vulcânica era acentuada por sérios problemas familiares, emocionais e por um constante preconceito frente à sua assumida bisexualidade. Talvez esses tenham sido os motivos que a levaram às drogas e a um fim trágico, aos 26 anos vítima da AIDS.
A vida de Gia Carangi é mostrada como uma orgia infindável pelo diretor Michael Cristofer, neste filme feito para a HBO. Com ares de documentário, Cristofer conseguiu fazer um trabalho que prima pelo bom senso e pela estética, intercalando depoimentos de amigos e conhecidos, com cenas do cotidiano da top model, interpretada por Angelina Jolie, de forma irretocável, culminando em seu primeiro Globo de Ouro de Melhor Atriz naquele ano.
Gia não era inocente e nem era frágil. Fez o que quis, levou uma vida sinuosa e cheia de excessos. Trabalhou para nomes como Armani, Diane Von Furstenberg, Dior, Levi’s, Maybelline, Versace, Yves Saint Laurent, os melhores da moda de sua época. Chegou a ganhar 10 mil dólares por dia e foi considerada a modelo mais bem paga do mundo durante três anos consecutivos. Seu único equívoco, em toda essa história de cinderela, foi não saber administrar suas relações afetivas – familiares e pessoais.
Insegura e carente, Gia encontrou na heroína o alento que não achou naquele que considerava o grande amor da sua vida, a maquiadora Linda (Elizabeth Mitchell), e na falta de apoio dos pais – sempre retratada de forma traumática –, o fio condutor de diversas crises da modelo, que alternava momentos de intenso amor – pela vida e pelas pessoas a seu redor – mas nunca por si mesma. Sem encontrar apoio na família, e ignorada pelos amigos, Gia chega a uma inevitável decadência em sua carreira, enquanto encara a crueldade da dependência química.
Por ser baseado em faos reais, o longa já ganha pontos no roteiro, escrito a quatro mãos por Jay McInnerney e Michael Cristofer. Os escândalos e problemas de Gia crescem a cada cena e isso confere ao filme, muitas vezes, certa excessividade, porém não perde o lado crível. As fragilidades da protagonista são expostas de forma bastante diretas e pontuais, seja na fotografia, na edição ou nos diálogos. Roberto Garcia consegue a proeza de mesclar o luminoso dos desfiles com a agonia interna da modelo, em cenas pesadas, sem apelar para o óbvio. O figurino (Robert Turturice) é um banquete servido em pequenas porções, repleto de nomes famosos e marcas do mundo fashion.
Com um elenco formado por desconhecidos do grande público, Gia encontra na interpretação de Angelina Jolie a força para ser lembrada. A atriz, que até aquele momento não tinha feito nada memorável, convence em um trabalho intenso, vibrante e hipnótico, que ofusca os demais, até mesmo a atuação de Faye Dunaway (excelente), como a agente e amiga Wilhelmina Cooper.
Assim como Gia era linda e louca, Jolie também servia à carapuça. Na época, a atriz dizia ter recusado o papel diversas vezes por se achar muito parecida com a personagem. O interessante é que foi justamente com este longa que Angelina conseguiu dinheiro, fama, respeito da crítica e do público, e a ambição dos estúdios, tornando-se um dos nomes mais cobiçados da indústria do cinema.
Mesmo com alguns tropeços, o filme de Michael Cristofer cumpre seu fim, já que a própria Gia queria que sua história fosse contada para alertar ao mundo os perigos das drogas. Lançado em 1998, o longa rendeu dois Globos de Ouro (Atriz e Atriz Coadjuvante), um Emmy de Melhor Edição e foi indicado em mais cinco categorias, além de outros prêmios.
Cara, eu me apaixonei perdidamente por esse filme. Está na lista dos favoritos com certeza.
Intenso, porém não retrata nem a metade da vida da modelo.