'Vamos bater palmas,para o presidente,e para Jesus Cristo,
e eu mencionei Charlie Manson?'
Neste longa-metragem produzido para a TV norte-americana, o caso mais chocante e marcante de serial killers que aconteceu nos EUA na década de 60 é reconstituído com roteiro baseado em livro escrito por Vincent Bugliosi e Curt Gentry. No caso, trata-se dos assassinatos cometidos por Charles Manson (Jeremy Davies) e seu grupo de seguidores. Linda Kasabian (Clea DuVall) é uma jovem mãe que, fugindo com seu bebê em uma Los Angles dos anos 60 imersa na cultura hippie, encontra Manson, um carismático aspirante a músico que viaja com um grupo de amigos os quais chama de “família”. O grupo – que também inclui Patricia Krenwinkel (Allison Smith), Susan Atkins (Marguerite Moreau), Squeaky Fromme (Mary Lynn Rajskub), "Tex" Watson (Eric Dane) e Bobby Beausoleil (Michael Weston) — sobrevive de pequenos furtos enquanto seus membros praticam sexo grupal, usam drogas e discutem sobre sua filosofia apocalíptica. Manson, por sua vez, está cada vez mais desesperado para conseguir gravar um disco, especialmente quando seu contato com Dennis Wilson – baterista do Beach Boys – fica cada vez menor. Não conseguindo chamar atenção e espalhar sua filosofia por meio das canções, Manson resolve liderar seu grupo para uma série de assassinatos bizarros.
'Vamos bater palmas,para o presidente,e para Jesus Cristo,
e eu mencionei Charlie Manson?'
O filme é falho, uma pena, com as atuações primorosas de Jeremy Davies e Marguerite Moreau, além as cenas dos assassinatos cruelmente representadas, poderia render mais, eu esperava mais!
Boa minissérie sobre o Manson, apesar de um tanto arrastada. A atuação de Jeremy Davies se destaca.
As pessoas mostram o quanto podem ser medíocres quando se deixam ser alienadas por outrem ou por qualquer outra coisa, e seguem os ideais desse outro.
Bizarro e cruel. Apesar de alguns segmentos sociais cultuarem Charles Manson e sua "família", não consigo observar o caso Tate-LaBianca de uma forma diferente. Manson e alguns de seus adeptos foram condenados a prisão perpétua, por conta de um comportamento doentio e perigoso que culminou numa série de acontecimentos horrendos e assustadores. Charles - que para muitos representa ou representava Jesus Cristo - é um psicopata, extremamente manipulador e sombrio. Acreditando que Os Beatles, através de suas músicas, enviavam mensagens diretamente para ele, Manson mandou e orientou uma série de assassinatos cometidos por seus seguidores de forma bárbara e cruel. Embasado na ideia de que o mundo iria entrar numa guerra étnica ele manipulou vários jovens e tornou-se-o mentor de uma série de pessoas. Para formular sua tese, Mason utilizou referências bíblicas em conjunto com o White Álbum dos Beatles e escolheu a música Helter Skelter como o momento exato do caos. Além de rotular Blackbird como uma referência ao grupo Pantera Negras e Piggies aos brancos, formando assim, as canções que nortearam suas ideias malucas e perigosas. Manson acreditava que precisava transmitir tal mensagem para o mundo, e desta forma, o caminho inicialmente escolhido seria a música, porém a tentativa frustrada de gravar um álbum feriu seus desejos e sonhos. A partir de então Manson decidiu antecipar o "Helter Skelter" por meios de crimes bizarros, com a intenção de que os negros fossem acusados, culminando na guerra étnica que ele tanto pregava. Dentre as vítimas deste episódio cruel está a atriz Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski, que estava grávida de oito meses. Ela e mais quatro pessoas foram assassinadas - na residência de Tate - além do casal LaBianca, que foram atacados no dia seguinte. Este episódio ficou conhecido como um dos casos mais violentos e doentios julgados pela justiça americana, o caso Tate-LaBianca. É na tentativa de remontar tal ambiente que o filme Helter Skelter, dirigido por John Gray e lançado em 2004, se sustenta. Com um roteiro excelente, que inclusive foi escrito por Vicent Bulgiosi - o promotor responsável pelo caso, em parceira com Curt Gentry - o filme tinha tudo para ser um fenômeno. Se dependesse apenas do roteiro e da atuação de Jeremy Davies, que interpreta Charles Manson, sem dúvida alguma a obra figuraria como tal. Porém a direção não foi tão grande. O inexpressivo John Gray não conduziu a película tão bem. Ele alongou algumas cenas de forma desnecessária deixando o filme, em alguns momentos, arrastado e chato. É uma pena! Mas tal fato não torna Helter Skelter medíocre, pelo contrário, é uma obra muito boa. A atuação de Jeremy Davies é fenomenal. O roteiro é excelente. Talvez se fosse um Tarantino dirigindo, teríamos uma obra digna dos grandes lugares na história. Mas mesmo assim valeu a tentativa. O filme é bom e compensa.
Concordo, e acho que só um imbecil poderia admirar um sádico como Manson.
Achei muito bom o filme. Manson foi um cretino... Um cara inteligente, esperto, manipulador, um cérebro cheio de ideias malucas. Definitivamente, um louco.
O cabeça por trás do assassinato da atriz Sharon Tate e várias outras pessoas, visto como um tipo de "deus", de líder para esses seguidores e também para algumas pessoas naquela época e até hoje. Os membros da seita podiam ser tão cruéis e noiados quanto o próprio líder.
O filme mostra bem as facetas desse homem, os planos que vinha tendo em mente, tinha um grande poder de influência, aquilo parecia um tipo de lavagem cerebral. Numa época com esses jovens idealistas, um aglomerado de gente da geração anos 60, que tinha aquela coisa de amor livre, de usar uma caralhada de drogas, de pregar a paz... Depois desses crimes, o tão sonhado sonho hippie foi quase que devastado. Naquele dia de 1969, o terror das pessoas, temendo um suposto serial killer... A década terminou com uma das tragédias mais marcantes, o ano fechou com esses assassinatos brutais.
E o ator incorporou bem o cara, passou aquela essência da maluquice tão característica de Charlie. Vale a pena assistir.
No início quando toca Helter Skelter, bem que poderia ser na voz de Paul McCartney, né.. rsrsrsrs
O filme é muito bom. E eu só achei o sangue meio fajuto nesse filme. Mas com certeza vale para conhecer a história e apreciar a atuação de Jeremy Davies como Charles Mason. A atriz que fez a Sadie ou Susan Atkins também foi muito bem.
MUITO bom. Muito bem retratado e fiel a história da "família" Manson.
Interpretação espetacular do Jeremy Davies.
ele dizia a plenos pulomões para o John Lennon " eu entendi a mensagem" sobre a canção.
deu no que deu!
As vezes eu fico pensando como deve ser a relação entre Roman Polanski e a fabulosa canção Helter-Skelter depois do ocorrido...
Maldito Charles Manson...quero ver este filme...
O filme poderia ser melhor! Vale a pena pela interpretação do ator Jeremy Davies
Confesso que assisti por causa da música.
E fiquei impressionada, de verdade. Que filme bom! O Jeremy Davies atuou lindamente.
Palmas à atuação de Jeremy Davies, que quase me fez acreditar que realmente era Manson.
Jeremy Davies, palmas para ele.
É irritantemente perturbador tentar entender a cabeça de Manson; embora ele seja doentio e insano, boa parte do que ele diz é verdade.
O Serial Killer menos serial de todos os tempos. Um cara psicótico, com uma retórica absurda e hipnótica. Já li muito sobre o velho Charlie, e na boa... acho que o Jeremy Davies encarnou demais o personagem. Ficou perfeito, até no olhar do Manson ele conseguiu chegar.
Adoro esse filme, é obrigatório para quem curte a atmosfera do final dos anos 60.
Peace and Love xP
E dizer que esse sujeito ainda vive, trancafiado numa penitenciária, com quase 80 anos... E, o pior: continua sendo o campeão em recebimento de cartas de fãs pelo mundo inteiro...
G-Zuis!!!!
Falhou em alguns pontos como filme, mas tinha uma ótima história nas mãos, e realmente foi bem interessante! Toda a glória vai mesmo para Jeremy Davies, o cara mandou bem demais. Vi nos extras a gravação q ele fez pra tentar arrecadar recursos pra um filme independente, acabou não conseguindo, mas qd resolveram realizar o filme em Hollywood, viram q ele era a escolha certa para o papel!
A semelhança entre Jeremy Davies e Charles Manson é assustadora. Que interpretação incrível. Confesso que Manson me assusta muito mais que muitos dos grandes vilões do cinema. Não ficaria surpreso se Freddy Krueger tivesse medo dele, porque olha...o cara é insano! Mas, falando do filme: o roteiro é bom, um prato cheio para aqueles que gostariam de saber um pouco mais sobre esse crime aterrorizante.
Admito que só terminei de assistir pra tentar entender a teoria maluca do Manson e pela atuação de Jeremy Davies. Antes do julgamento as cenas até chegavam a ser tediosas.
Por acreditar que a história é muito boa, penso que o roteiro poderia ser mais convincente.
Acho este filme demais, a interpretação do Jeremy Davies é tão boa que chega a ser assustadora de tão igual ao Charles Manson
O roteiro não aproveita muito bem uma história que poderia resultar em um filme fantástico, várias coisas não me convenceram e como drama poderia ser mais aprofundado, vale pelas cenas dos assassinatos e as atuações boas, gostei, especialmente, da Marguerite Moreau.
O filme é muito bom mas tem muita coisa que não condiz com a realidade..
"Regras da adaptação".
Depois de assistir fiquei me questionando como um "demente" como o Charles Manson conseguiu enganar tanta gente inocente (mas na realidade, perturbada) se passando por 'Cristo"...inacreditável....como filme, realmente chocante, realista e perturbador...direção e elenco perfeitos, com destaque absoluto, é claro, para Jeremy Davies, impecável no papel do Manson.
PS-pena que a música "Helter Skelter", dos fabulosos "Lennon & McCartney" vai ficar marcada como uma incitação à violência e à paranóia.
um ótimo e cruel filme, tá pra nascer um mais maluco que esse Charles Manson!
Gostei muito da atuação do Jeremy Davies, vi o Charles Manson em uma cena que ele faz uma careta!
viajem louca oh, pensando o que a galera devia sentir naquela época, sei lá um lance meio acido apocalíptico, nem levando em consideração o pseudo mésias do Manson, é uma história louca, o filme é bom, mas pesado e forte demais...
Pensando no quão difícil deve ter sido interpretar essa gente doida.
Pensando nos fãs que Charles Manson tem.
Quanta brutalidade.
Todos eles já deviam ter sido mortos por fuzilamento!
Uma história dessas não poderia dar num roteiro ruim...
... Direção mediana e boas atuações.
Um filme bizarramente bom.
Jeremy Davies e Marguerite Moreau dominaram!
Não gostei dos efeitos de contraste. =/
Dentre as comuns cinebiografias de serial-killers mundo a fora, de longe, uma das melhores. Jeremy Davies encarna Charles Manson simplesmente!
Jeremy Davies encarnou o Manson, não poderiam ter escolhido melhor ator.
Um Dos Melhores Filmes De Serial Killer Que Ja vi Muito Foda Mesmo.
Gostei muito! Impressionante como o Manson sabe usar bem as palavras e manipular as pessoas. A atuação do Jeremy como Manson, é MUITO boa e convincente. Ele interpretou tão bem, que ele conseguiu passar todo aquele ar e comportamento psicótico e atormentador do Manson.
Recomendo à todos que gostariam de saber mais sobre ele, até porque é citado em diversos filmes, séries. Fora que querendo ou não, ele chocou o mundo.
Uma mente tão petubada como essa daria uma roteiro melhor, hein!
2,5 pq descobri quem matou a mulher do Polanski.
a história desse acontecimento é chocante e interessante, mas achei que ela foi explorada de uma maneira meio forçada e até mesmo pobre... não gostei muito das atuações, mas tiro o chapéu para Marguerite Moreau! ela conseguiu me deixar com "medo" da Sadie.
Ótima dramatização da história de Manson, com uma edição de imagens caprichada.
Jeremy Davies encarnou o maluco! Atuação brilhante.
Essa versão FODÁSTICA da música agregou, ADOREI!
http://www.youtube.com/watch?v=1KT5_Ugh9Tw
Mais uma vez na história se mostra que a religião, a loucura e a idéia de superioridade só contribui para que a humanidade se desumanize ainda mais. Manso, em sua loucura, diz algumas coisas sensatas que se tornam minimas ante a loucura, racismo e maldade que impregnam todo o resto. O filme mostra que que histeria coletiva e alienação são dos maiores males da humanidade. ótima reconstrução de época e um filme realmente chocante.
Acabei de assistir.
Filme excelente. Só peca na segunda metade (final, sei lá), onde prolongam muito os acontecimentos.