Muito lento, cansativo e praticamente acontece nada. Além disso exageram demais na quantidade de cenas de oração. Torturante ir até o fim.
Em um mosteiro encravado nas montanhas do Norte de África, na década de 1990, oito monges franceses vivem em harmonia com seus irmãos muçulmanos. Quando uma equipe de trabalhadores estrangeiros é massacrada por um grupo islâmico, o terror instaura-se na região.
- Ganhou o Grande Prêmio do Festival do Cannes em 2010.
- Ganhou o Prêmio do Júri Ecumênico no Festival de Cannes 2010.
Muito lento, cansativo e praticamente acontece nada. Além disso exageram demais na quantidade de cenas de oração. Torturante ir até o fim.
Bom filme. Na verdade a vida é feita de escolhas. Sempre deixaremos de viver o lado oposto ao que escolhemos. Nem sempre escolhemos bem, mas o que mais importa é sermos fiéis aos nossos sentimentos. O bom senso nem sempre é um bom conselheiro.
O filme mostra, ou sugere, a reflexão sobre o que importa, no fim das contas, quando princípios e sobrevivência estão em jogo. Qual lugar escolher? O que é a fé diante da realidade (ameaçadora)? Cada uma das personagens responde de maneira distinta e o filme em si se apresenta a quem o assiste como uma ótima oportunidade de pensar nesses conflitos (internos). Bom!
"Os homens jamais fazem o mal tão completamente e tão felizes como quando o fazem por razões religiosas"
A guerra para alguns dos monges na realidade era a "guerra" interna.
A fé posta à prova de alguns deles chega a ser angustiante. Em um momento se veem completamente perdidos sem saber ao certo o por que de estarem ali. Começam a questionar as suas escolhas: "Ser mártir para quem?"
É um filme parado. Mas é um bom filme.
Otima fotografia mostrando as belas paisagens da região
No fim o Amor venceu. Deram sua vida por aquilo em que acreditavam.
Seria um excelente filme se tivesse 40 min a menos. Achei desnecessárias as cenas tão exageradamente arrastadas.
devia ter a opção 'vi só 30 minutos'
concordo plenamente, o filme por melhor que seja a nota dada por algumas pessoas, ele não me atraiu, logo dormi!
Copilando o que eu li em uma crítica:
"Homens e Deuses é um filme de atmosfera, quase uma comunhão entre obra e espectador"
Sem mais!!!
Muito bom!! Eu assisti sem saber absolutamente nada sobre o filme, nem mesmo sobre o que se tratava e eu realmente fiquei muito satisfeito. A história é exelente e eu gostei muito de ver a rotina dos monges passo a passo, acho que serviu para humaniza-los e ajudar as pessoas a entender a dificil decissão que eles tomaram. Outra coisa ótima é a fotografia que mostra as belas paisagens da região. Enfim eu realmente recomendo.
"Os homens jamais fazem o mal tão completamente e tão felizes como quando o fazem por razões religiosas"
Eu gostei. A trama demora um pouco pra se desenvolver porque a intenção do diretor no início é mostrar as diferenças entre a religião islâmica e a católica. O filme se atenta mais na rotina dos monges e de como essa rotina é abalada pela chegada dos "extremistas". Penso que o diretor quis retratar as provações pelas quais a fé dos monges passou, suas dúvidas e a decisão final. Pode parecer um pouco difícil de acreditar que exista uma fé e um compromisso tão verdadeiro quanto aquele, mas a utopia é um pouco amenizada por ser baseado em fatos reais.
um filme com uma marcação lenta mas profunda. um dos destaques vai pra possibilidade de se manter relações de tolerância e respeito mútuo às religiões islâmica e católica. o diretor deixa sua posição bem clara no q diz respeito aos fundamentalismos islâmicos. o filme me fez refletir quão delicada são questões ligadas a tradições, até q ponto elas ocorrem naturalmente? elas surgem naturalmente? ví muito pelo lado da manutenção de quem tem o poder, seja através da palavra divina, seja através das armas. os discursos mais poderosos vão se mantendo até q um grupo chegue ao poder e implante uma nova tradição sob armas. tudo não passa de poderes e manutenção deles. fazemos parte deste jogo. os monges tinham seu papel, belo papel, mas foram fiéis às suas vocações e por fim luta, mas chega um momento em q vc tem de afrontar com os perigos relacionados ao poder e se vc já não é bem vindo n há fé q salvará! sorte de quem está imune a isso. a cena em q toca lago dos cisnes do Tchaikovsky é de emocionar! deve ser realmente alucinante e extremamente tocante sentir a morte se aproximando! excelente filme!
Tenho que parar de pegar esses filmes franceses de diretores aleatórios que eu não conheço ninguém, até do elenco, dormi antes do final, filme bem chatinho em.
Dale Plongé...
Quadros poéticos, cenas extensas que reforçam o estilo de vida dos monges mas também contrasta com a situação em que estão, direção bastante interessante, elementos que pairam por entre a história.
Homens e Deuses é um filme com pontos positivos mas que não me encantou.
O maior defeito do filme é ser muito repetitivo. Se a idéia do diretor era a de fazer uma versão bem realista, bem verossímil dos fatos, foi pro caminho certo, afinal eu não esperava que a história de um grupo de monges rendesse um filme cheio de ação e muito dinâmico, mas achei por demais repetitivo e cansativo.
Premiado e elogiadíssimo filme, mas que não prendeu meu interesse. Bonita mensagem de obstinação, coragem e fé, mas só isso.
Ganhador do Grand Prix do Festiva de Cannes, em 2010, o filme retrata, de forma muito tocante e intensa, o massacre de 7 monges que, por vontade própria, permaneceram isolados em um mosteiro na Argélia, em meio a um conflito entre fundamentalistas islâmicos e autoridades do país. É um filme lento e contemplativo como os personagens retratados, mas pleno de poesia. Soa como uma bela ode em favor da tolerância e do amor fraternal entre os homens.
Muito bom filme. Até onde a (in)tolerância é capaz de fazermos viver em comunhão? O filme retrata bem as relações de diversas crenças, vivendo em um país de transições em nome da fé. Um bom pedido de filme para reflexão, acentuando nossos reflexos de respeito e amor ao próximo.
Como um bom filme europeu, “Homens e Deuses” não é dado a arroubos de uma direção sofisticada. O que assistimos em tela é muito simples - apesar de termos algumas cenas bastante poéticas e poderosas, como a que retrata a ceia dos monges ao som do balé “O Lago dos Cisnes”, composto por Tchaikovsky, regado a um bom vinho, um luxo que eles raramente se permitiam, mas o momento tenso pedia. Essa, por exemplo, é uma daquelas cenas que transcende e que muda todo o destino de um filme. É a partir dela que “Homens e Deuses” cresce a um ponto que não consegue te largar mais. Um belo filme.
O filme trata basicamente da indecisão, o viver ou o sacrifício. Abordando a vida ritualística daqueles monges, o diretor Xavier Beauvois abdica de grandes tons melodramáticos e usa a secura e frieza do mundo real e cruel para compor planos e tratar da escolha, da religiosidade e da devoção.
Achei chatissimo, e olha que eu não tenho nada contra filme parado, não sou desses, mas esse aqui abusa do direito de ser chato, das duas horas de filme, 1h40 são para mostrar os monges rezando, atendendo a população pobre e debatendo 100 vezes, com o mesmo argumento em todas as discussões, se devem abandonar o país e voltar pra França ou não, e o final é mais óbvio que o de uma comédia romantica.
Muita gente me recomendou, mas não consegui gostar desse filme.
muito interessante ver a atuação dos monges na comunidade e perceber como eles, servos de Deus, lutam com seu lado humano, pecador, frágil.
Um filme que fala mais sobre devoção do que sobre fé, além da sempre necessária crítica à intolerância. Bom filme!
A rotina dos monges é muito bem retratada, por isso que o filme é um tanto monótono. Só de olhar a capa e ler a sinopse ja percebi isso. Interessante a forma como é mostrada a reação de cada um (apesar de algumas lacunas) tendo em vista o perigo iminente. O filme não abordou muito a parte explicativa da história, como por exemplo a posição do governo francês perante ao fato.
Muito, muito tenso. E intenso.
Vencedor do Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes e escolhido da França para disputar um lugar no Oscar de melhor filme estrangeiro em 2011.
"Uma igreja que tem no mapa-mundi pregado na parede o seu post-it perpétuo."
História interessante, mas acredito que faltou ser mais explorada. Não chegou até mim toda a tensão da situação, excetuando a cena do vinho ao som de lago dos cisnes, que pra mim é o ponto alto do filme.
Um filme sobre o que há de melhor e de pior nos homens, sobre todos os aspectos. Muito bom.
"Os homens nunca fazem o mal tão completamente e alegremente tal como quando o fazem por convicção religiosa." Pascal
Fé, brutalidade e religião. Os assuntos tratados em Homens e Deuses, extremamentes relevantes, são abordados de forma sutil por Xavier Beauvois. Ao longo das duas horas de projeção, somos obrigados a acompanhar a trajetória de oito monges franceses, cada um com sua personalidade e suas motivações. O confronto dos monges com o grupo islâmico é um embate entre humanidade e religião. São dois extremos, equilibrados por uma espécie de balança, onde as motivações e os atos são guiados cegamente pela fé de cada um.
É acertadíssimo que o roteiro de Comar e Beauvois não apela, em nenhum momento, para nenhum dos dois lados da religião nem para a moral. O interesse é apenas nos personagens (tanto os monges que certamente ganham um destaque maior no filme) quanto do grupo islâmico.
Realmente pensei que seria mais parado/ lento.
Surpreendeu-me o ritmo do filme, a fotografia e os diálogos.
Creio que as cenas "desnecessárias"(tais como alguns comentaram) são na verdade necessárias para mostrar a simplicidade e o "dia-a-dia" dos monges - cenas que contrastam com as ações dos "rebeldes".
Filme meio parado, porém bem bom!
Bom se todos os cristãos fossem como os que são retratados neste filme.
uma obra muito bonita. mas que mostra a incoerência das coisas e a leviandade com que a vida humana é tratada...
"Os homens nunca fazem o mal tão completamente e alegremente tal como quando o fazem por convicção religiosa." (Pascal)
Um filme lento, contemplativo e silencioso tal como é a vida num mosteiro. Há que se respeitar esse ritmo senão não se consegue chegar até o final do filme. Há cenas que parecem ser desnecessárias - o que deixa a trama longa e um pouco cansativa. Como se trata de uma história verídica, talvez as cenas "desnecessárias" sejam consequência do diretor ter dado destaque individual aos personagens, uma vez que, a todo momento, cada um deles expressa seus dilemas e suas opiniões - divergentes ou não - com despeito às decisões a serem tomadas pelo grupo. Destaque especial aos cantos gregorianos e à cena do banquete.
Para aqueles que só apreciam filmes de ação, desaconselho. O que mais gostei do filme foi que, numa época em que as religiões parecem divergir cada vez mais, o filme busca o seu ponto comum. E mostra que não é o discurso que une pessoas de convicções diferentes, mas a ação, especialmente nos dias de hoje onde políticos prometem sem cumprir. Um filme que enaltece as virtudes humanas.
Um filme denso. Ritmo lento, mas que consegue gradualmente levar o espectador à angústia. No entanto, não espere algo angustiante como em um suspense convencional, até porque, não é essa a intenção do diretor. Nesse filme, o dilema religiosos está presente a todo o momento, além do risco que os freis vivem em um local inóspito. Ainda, não pode ser deixado de lado os problemas políticos que o país passava durante a década de 1960. Talvez a única ressalva seja com relação ao final, mas é um filme que vale a pena!
Um filme francês e sóbrio, sério. Ou seja, quase fora do padrão.
Uma belíssima história verídica de muita coragem, muita alteridade.
Além de um filme, um exemplo, uma lição para as nossas vidas.
Que excelente surpresa! Sem sentimentalismos, apenas frio e cruel. E o que foi aquela cena ao som de Tchaikovsky?
[/spoiler] O Lago dos Cisnes. O momento mais importante do balé, onde Odile se entrega à morte.