“Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás” - Ernesto "Che" Guevara
Depois de anos no exílio, os pais do pequeno Juan (Teo Gutiérrez Romero) conseguem voltar ao país em 1979 usando documentos falsificados. Seus pais eram membros dos Montoneros, organização que lutou contra a junta militar e, por isso, seus membros foram caçados, presos ou mandados para o exílio. O disfarce da família passa a correr perigo quando o garoto vai para a escola, onde faz amigos e ganha uma admiradora.
“Hay que endurecer, pero sin perder la ternura jamás” - Ernesto "Che" Guevara
Fotografia e atuações lindas para completar uma história linda! Realmente faz pensar sobre o sofrimento daqueles que se sacrificaram pela democracia argentina (e para traçar uma paralelo com os que se sacrificaram pela brasileira também)! Comovente! Alguém saberia me dizer se é verídico ?
Oi, Nícolas. Tive a oportunidade de conversar com o Marcelo Muller, co-roteirista, e a história é apenas baseada em fatos reais da vida do Benjamín Ávila, o diretor. Por exemplo: Maria nunca existiu. Benjamín não teve uma irmã menor e sim um irmão. O tio dele que morre no fim também nunca existiu, este foi criado baseado no irmão de Benjamín. O lance do amendoim com chocolate realmente acontecia. A festa de aniversário ocorreu, mas não daquela forma.
Já a cena final quando o Ernesto diz seu verdadeiro nome é exatamente como aconteceu na vida real. E por aí vai...
Eita, Argentina. Já fez filmes melhores. A trilha sonora é legal. E só.
Gostei muito do início do filme e a trilha sonora desta parte, a parte infantil me lembrou um pouco 'Moonrise Kingdom'. Só achei um pouco defeituosa a composição de alguns personagens como a avó e o pai, mas isso não matou o filme, não! Uma fofurinha!
Defeituosa, Américo? Em qual aspecto? Talvez você tenha tido essa percepção porque eles aparecem pouco. Eu, particularmente, achei o pai durão fantástico em sua composição.
Outro maravilhoso filme argentino eles sabem fazer cinema, lindo e comovente drama sobre a infância de um filho de guerrilheiro na ditadura q ainda deixa marcas tanto na argentina quanto no brasil. Destaque pela bela trilha sonora e não liguem para pseudo criticos o filme é ÓTIMO.
Tinha boas esperanças depositadas neste filme, mas a péssima montagem (fragmentada em excesso), a trilha sonora xaroposa e enjoativa (sendo o 'rock' dos créditos finais desagradabilíssimo), a direção de fotografia bastante pretensiosa e a direção forçada e excessivamente indulgente com o mau protagonista autobiográfico incomodaram-me tanto durante a sessão que não contive a minha insuportabilidade enquanto o próprio filme ainda estava sendo exibido. Odiei o simplismo político que ambienta a trama, piorado ainda mais quando comparado ao sobejo de câmeras lentas que supostamente justificam a paixonite do insosso protagonista. Os trechos animados são interessantes, bem como as seqüências de sonho, mas, afora isso, o filme está a léguas das ótimas produções argentinas sobre os temas da descoberta amorosa e/ou das dificuldades políticas da ditadura. Horrível: odiei! (WPC>)
"Acariciando sua alma em minha solidão. Meu pobre coração não sabe pensar e ao ver que está se afastando de você, apenas sabe chorar. Apenas sabe gemer. Sangrando ao ouvir seu adeus."
"As minas são comoAmendoim com chocolate"
Poesia, drama e fotografia , tim tim"!
que maravilha! fotografia maravilhosa, trilha sonora, elenco, historia! que filme lindo!
Enviei um poster bem melhor para este filme,vamos ver com os moderadores.
Vou sem legendas mesmo,dá pra entender,um dia aparece leg.PtBr na net.
http://tpb.piraten.lu/torrent/8131718 mas onde acho legendas,não achei.Quem tiver por favor poste.Obrigado.
Sergio, não sei porque não baixei, mas tenta por aqui e veja se te ajuda:
http://laranjapsicodelicafilmes.blogspot.com.br/2013/02/i...
Abraços.
Poster feio pra um filme que tem uma fotografia muito boa!
"Infância Clandestina" de Benjamín Ávila é um belíssimo drama baseado em fatos reais que envolve a ditadura militar na Argentina.
Filme sensível, poético e com belo trabalho de direção de arte.
Muito bom! Lembra um pouco brasileiro "O Ano Em Que Meus Pais Sairam de Férias", mas trata com mais realismo a questão. Excelente a forma de mostrar como histórias em quadrinhos. É violento porque a situação foi de pura violencia, não dá para esconder isso. Mas também encanta pela descoberta do amor. Mostrar tudo isso junto na cabeça de uma criança foi uma tarefa difícil e muito bem cumprida!
Juan descobre o amor e o medo ao mesmo tempo e o filme mostra tudo isso de uma perspectiva quase inocente. Fiquemos de olho nesse menino Teo Gutiérrez Romero.
Filme lindo e emocionante! A leveza do primeiro amor contrabalanceia a violência da ditadura e toda a dificuldade pela qual a família de Juan passa por serem opositores ao Governo, porém a vivência de ambos é intensa.
A trilha sonora é maravilhosa e nos faz entrar no mundo do filme, além da bela fotografia. As cenas de violência em quadrinhos em slow-motion dão um toque todo especial ao filme! Excelente direção de Benjamín Ávila, ótimo roteiro e ótimas atuações, principalmente de Teo Gutiérrez Romero, que faz o papel principal de Juan. Entrou para a lista dos favoritos!
Jamais diria que o filme parece com "O ano que meus pais saíram de férias". O personagem Juan está muito mais envolvido na dinâmica da militância, diferentemente do que acontecia no filme brasileiro. Também achei esse muito mais cru ao tratar dos sentimentos e dilemas que o menino enfrenta diante da sua vontade de ser criança e a necessidade de ser adulto. É também mais violento - e trata as cenas de maior violência com aquelas ótimas passagens através de quadrinhos. A atuação do menino principal merece destaque, ele carrega uma dureza muito crível.
Porém, as cenas em slow motion, em close, os sonhos perfeitamente compreensíveis com elementos de diferentes situações, as músicas, os diálogos com o tio... Tudo colabora para formar com muita delicadeza a perspectiva de uma criança envolvida nessa situação, em contraposição a violência da ditadura.
Eu gostei, mas coitado dos argentinos, já devem estar fartos de filmes com o tema da ditadura. Morei lá por alguns meses e toda semana era lançado um nessa mesma linha. Já sobre a infância, esse fica defendo e muito ao "Valentín", que também é argentino.
Hahahahaha.... verdade.... já cansou o tema "ditadura", mas não tem muito como "fugir" dela... está em todas, né?
O melhor filme argentino que eu já assisti.
Trilha sonora bem colocada, otimos atores, as animações são fantasticas e, meus Deus,que fotografia!
Incrivel como tiveram a sensibilidade de capturar tão bem a delicadeza que cada cena pedia.
E um daqueles filmes que você vai assistindo e quando percebe está com um sorriso no rosto.
A cada filme argentino que assisto vejo como eles desenvolveram e amadureceram o cinema deles para um patamar comparável aos filmes europeus, particularmente o cinema francês, que não se preocupa apenas com faturamento ou cifras milionárias. Nossos vizinhos argentinos se preocupam em contar histórias e mostrar sensibilidade e delicadeza cinematográfica. Vendo esse filme me emocionei várias vezes e fiquei triste ao constatar o quão ralo e superficial são os filmes brasileiros.
Infância Clandestina mescla o tema pesado da ditadura com a paixão infantil, tudo com intensidade e sutileza ao mesmo tempo. Destaque para as cenas através de quadrinhos e a trilha sonora. Enfim, filme lindo, impactante,emocionante!
Crítica - Infância Clandestina | O concorrente argentino ao Oscar 2013 para melhor filme estrangeiro tem uma trama familiar, conta a história de um garoto sobrevivendo a ditadura argentina da década de 70, enquanto tenta não perder a infância e a inocência precocemente. Em 2006, o brasileiro Cao Hamburger emocionou o público com o seu filme semi-autobiográfico | http://www.portalcritico.com/2012/12/critica-infancia-cla...
JUAN!!!!
Sem enrolação ou demagogia, o filme trata com respeito e realismo um tipo de infância que muitos desconhecem, bem diferente da maioria, digamos.
Infância Clandestina não tem o habitual espaço para emoções pré- fabricadas porque o filme parte de uma história real que é puro conteúdo social e tudo foi caracterizado no filme com essa intenção.
Infância Clandestina é o representante da Argentina para concorrer a estatueta de Melhor Filme Estrangeiro.
"O Ano em Que Meus Pais Saíram de Férias" argentino. Tive a mesma sensação de filme "sutil demais" que tive com o brasileiro e ambos me agradaram com a fotografia espetacular.
Belo filme. A ditadura e os efeitos de combatê-la na visão de uma criança. Destaque para as cenas de violência extrema retratadas, poeticamente, por meio de desenhos animados. A trilha sonora também merece destaque.Além disso um bom roteiro,direção, edição e atuações precisas garantem uma experiência cinematográfica excelente.
Mais um ponto para o cinema argentino.
Quero muito assisti. Pelo que vi lembra Machuca e O Ano em que meus pais saíram de férias. Mas aqui na minha cidade não vai passar, vou ter que esperar.
não tem como não lembrar de O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias mas esse seguiu um caminho mais lúdico na hora de mostrar a guerra de fato, filmes com crianças sempre emocionam e este não foge à regra, gostei do menino Teo Gutiérrez Romero, no final das contas é um grande desabafo de Benjamín Ávila.
A música já roda na cabeça feito vitrola:
"Segue vivo o aprendizado, nesta infância clandestina, quase um beijo em Ipanema...um menino sozinho diante de living de trincheiras, e um palácio que não era pra você".
Em Campinas nada de entrar em cartaz... só vão exibir as porcarias por aqui....
filmes assim não fica em cartaz em cinema popular.
Se alguém souber onde tem disponível, avise.
Vi n o seu perfil que mora em São Paulo;
Os lugares que estão passando:
Cinemark Shopping Iguatemi
Espaço Itaú de Cinema Pompéia
Kinoplex Itaim
Reserva Cultural
http://www.cineclick.com.br/noscinemas/ondeEstaPassando/n...
OBRIGADO!
PQP, tudo longe de casa KKK vou dar uma pesquisada como chegar, obrigado again
Contado sob o ponto de vista de um ingênuo garotinho, a violência da ditadura ganha a representação de uma graphic novel, em uma história triste muito bem fotografada e com um cerne nostálgico intenso e romântico.
Crítica na cobertura da Mostra SP http://www.cinemacomcritica.com.br/2012/11/36-mostra-sp-d...
Lembra-me O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias. Será?