O que é vivo morre. Mas não se pode construir um amor. São as principais características de nossa realidade. Podemos inventar e montar um mundo inteiramente novo, mas não podemos recriar os sentimentos.
Em Invenção do Amor, um casal vive sua história de amor em um mundo triste, onde tudo à sua volta são máquinas, exceto algumas flores.
Um curta muito bonito, todo em contraluz e também bem marcante.
O que é vivo morre. Mas não se pode construir um amor. São as principais características de nossa realidade. Podemos inventar e montar um mundo inteiramente novo, mas não podemos recriar os sentimentos.
Muito bom! Engrenagens sempre serão frias. Um ótimo curta que retrata nossa atual condição, estamos tentando criar o que já existe ao invés de cultivar o que temos!
Sentimentos - como o amor - não são máquinas, não há como estar no controle. Muito legal a mensagem do curta...
Exemplificação perfeita de como o amor verdadeiro é suscetível a tudo, inclusive tristeza. A personificação do amor em forma de rosa, o obsoleto e o absoluto; a preferência por um amor mecânico, pois esse não machuca, não morre, e se você cuidar bem sequer enferruja e - acima de tudo - não despedaça. Não é que ele não a amasse, mas sim que a amava tanto que queria que as engrenagens sempre se encaixassem. Muito lindo e tocante!
Surpreendente animação... sensível e que podemos associar com a tendencia atual dos relacionamentos atuais.
Lembrar é fácil para quem tem memória, esquecer é difícil para quem tem coração.
"Belezas são coisas acesas por dentro. Tristezas são belezas apagadas pelo sofrimento" escreveu Jorge Mautner e seu conceito cai como uma luva para o Invention of Love. Este curta é esteticamente perfeito, a escolha por se trabalhar com contra-luz casada com a trilha sonora estupenda cria um ambiente de melancolia no sentido benjaminiano de perda e renúncia pela vida uma vez que o personagem vive em um mundo-máquina e já não sabe mais como viver o amor. O sombreado desperta a sensação de que a beleza evapora e com ela a imagem se apaga e o símile se dissolve: as imagens são metáforas para uma leitura crítica de tempos de modernização.
Se fez alguém lembrar de Annabel Lee já ganhou todo o meu respeito. E a trilha sonora... quero-a pra mim.
Abusa da luz de recorte e mais ainda da beleza.
E se beleza deriva de belo, então q assim seja.
O inventor, em sua altivez, não percebeu que seu grande amor precisava de ar puro.
A concerção visual deste curta é deslumbrante,sensacional.
A história em si se perdeu um pouco.poderia ser melhor.
A parte estética me atraiu mais, é um primor. A direção que a história tomou não me agradou mais, mas é um curta deveras admirável.
Bem feito, porém não me agradou muito a forma com de que a história foi contada.
Uma beleza!
O estilo diferente, a delicadeza da história... Muito, muito bonito!
O que foi aquele "olhar" do final? Só estando muito hipnotizado com as animações tão bem feitas.
É incrível como a música acrescenta vida à obra. É um belo curta! Com uma crítica contundente, olha que daria um ótimo roteiro para ser explorado em um filme...
o curta todo é muito bonito, mas o jogo de cores e sombras me matou <3
Linda animação, simples e com técnica inquestionável...
História triste e bonita, com trilha sonora magnífica, tocante!
Embora seja triste, o que vale além da qualidade técnica (praticamente inquestionável) é a emoção. E aqui tem muita. Já é um dos meus favoritos.
Bela animação! A ausência de dialogos faz com que o filme seja mais sutil e melancólico. Um casamento perfeito da trilha com a imagem!
Lindas cores, ainda mais quando há uma alternância entre elas. Interessante também, é a construção dos personagens sem muita definição, como se fossem sombras, o que ajuda a transmitir mensagem crítica do curta.
Lindíssimo. Crítica profunda para uma sociedade que substitui tudo por máquinas.
Belíssimo. Porém, um curta tem muito pouco tempo pra se deixar ser previsível, esse foi o ponto falho.