A namorada do David é tão... Yoko! hahaha
"Eu nos invejo."
"Eu acredito praticamente em tudo que leio, e acho que isso me torna um ser humano mais seletivo do que aqueles que não acreditam em nada."
Em 1982 a banda de heavy metal Spinal Tap faz uma turnê de retorno aos Estados Unidos acompanhada de um fã que está fazendo um documentário sobre ela.
A namorada do David é tão... Yoko! hahaha
"Eu nos invejo."
"Eu acredito praticamente em tudo que leio, e acho que isso me torna um ser humano mais seletivo do que aqueles que não acreditam em nada."
Certamente um dos melhores documentários falsos. Exagerado, mas ainda assim um retrato de uma típica banda de hard rock oitentista.
adorei! esse "mockumentary" conseguiu reunir e transformar em algo hilário todos os melhores clichês que existem dentro do mundo das bandas de rock.
de todas as cenas engraçadas, a minha favorita é a da miniatura de Stonehenge HAHA
o filme tem muitas cenas e diálogos brilhantes, mas esse aqui para mim é o mais genial de todos:
Marty: The last time Tap toured America, they where, uh, booked into
10,000 seat arenas, and 15,000 seat venues, and it seems that now,
on their current tour they're being booked into 1,200 seat
arenas, 1,500 seat arenas, and uh I was just wondering,
does this mean uh...the popularity of the group is waning?
Ian: Oh, no, no, no, no, no, no...no, no, not at all. I, I, I just think
that the.. uh.. their appeal is becoming more selective.
Muito divertido. Um filme que todo músico com banda que realiza turnês deveria ver hehehe
Idéia sensacional, execução perfeita. Hilário, irreverente e super original, Spinal Tap capta ruidosamente a bizarra essência do Rock n Roll e ainda, de quebra, ganha um novo fã.
PQP! Filme mais engraçado evah!
Altas cenas debochadas, diálogos absurdamente lindos!
Não, várias partes inesqueciveis, como
quando eles estão tocando em um lugar baixo nivel kkk e eles não conseguem achar o palco e ficam andando em circulo no backstage bagaceiro hahaaha morri de rir
ou quando eles "inovam" o cenario do show e saem de dentro de um plastico transparente e o guitarrista fica preso durante todo o show só conseguindo sair no final, causando S2
e o anões fantasiados com um mini totem no palco??! poético
Pra quem se interessa pela história do Rock e pelos seus bastidores, vai encontrar um filme hilário e sarcástico; genial.
Isto É Spinal Tap (This Is Spinal Tap, 1984) de Rob Reiner
Antes dos documentários falsos, e filmes de filmagens encontradas, que inundam os cinemas hoje em dia, graças ao sucesso de “A Bruxa de Blair”, nos anos 80 e 90 nós tivemos, pelo menos, dois grandes filmes que utilizaram o mesmo estilo com inteligência. Um deles é “Bob Roberts”, sátira política ácida que Tim Robbins fez sobre os políticos norte americanos; já o outro, é a comédia “This is Spinal Tap”, uma das grandes obras primas de Rob Reiner.
Com um roteiro BRILHANTE de Reiner, Cristopher Guest, Michael McKean e Harry Shearer (que também atuam no filme), “This is Spinal Tap” é um documentário sobre uma banda de heavy metal britânica, fictícia, durante uma turnê pelos EUA. Visivelmente cheio de piadas e diálogos improvisados (e extremamente inteligentes e naturais), o filme do documentarista interpretado por Rob Reiner vai compenetrando cada vez mais na intimidade e na vida profissional da banda, que revela ser composta de músicos prepotentes, arrogantes e convencidos que, quanto mais se deparam com a derrota, demonstram sua inexperiência e ingenuidade pessoal e profissional.
Na verdade, o filme é uma grande sátira às bandas de Heavy Metal e Hard Rock, o “Rock Farofa” que inundavam as lojas de discos no fim dos anos 70 e início dos 80. Além de uma caracterização típica da época (reparem no cabelo platinado e frisado de David, e o cavanhaque de Derek), todos os atores são inteligentes ao apostar em uma dicção calma e profunda, como se estivessem declamando grandes pensamentos e filosofias (exatamente como músicos arrogantes fazem), principalmente ao falarem de suas canções (- “Sex Farm” é uma música sofisticada que dá uma nova visão ao sexo. - Colocando em uma fazenda!?. - ...Sim). Além disso, o roteiro também consegue fazer piada com a falta de foco profissional e estilístico de bandas da época (reparem nas transições de estilo entre as décadas de 60 e 70 da banda); além das letras absurdas, rasas e estúpidas das mesmas (reparem como o tema sexo se repete em TODAS as músicas), que reflete a própria ignorância da banda (- Vão ter que mudar a capa do álbum, acusaram-na de ser sexista. – Qual o problema de ser sexy?). Além do mais, os próprios mitos e lendas que rondam as bandas de rock, quanto a eventos sobrenaturais, é levada de modo divertido e inusitado aqui, no papel dos bateristas que morrem misteriosamente (- Ele explodiu... como uma chama verde...).
O ENORME preparo, e química, do elenco é a chave mestra no filme. O nível de detalhismo na composição dos personagens consegue realmente nos fazer acreditar que são personagens reais (atenção aos olhares ciumentos, e sutis, de Nigel para a namorada de David, ou as gesticulações incentivadoras de Ian ao falar sobre as notícias ruins), conseguindo nos fazer importar com seus destinos. Na verdade, a prepotência e arrogância daqueles músicos vêm de sua EXTREMA ingenuidade (como não sentir pena, mas rachar de rir, de um personagem que diz: - Há uma tênue linha entre o inteligente e o estúpido?), já que pensam serem artistas conceituados e refletem um otimismo tocante em todas as situações constrangedoras que passam, conseguindo gerar simpatia pela inocência: a “filosofia” que tentam tirar do disco “preto” é HILÁRIA pelo desespero implícito, assim como a tarde de autógrafos deserta. Prestem atenção, também, no diálogo que David tem com Derek sobre o que farão quando se aposentarem, sendo impossível não se tocar, e rir, pelo modo como eles romantizam várias atividades ineptas.
E se o roteiro é cheio de passagens e piadas memoráveis que tornam os personagens cada vez mais absurdos por acharem que o mundo gira em torno deles mesmo, a câmera na mão de Rob Reiner, além dos cortes secos e zooms nas caras dos atores (afinal, é um documentário falso), é fantasticamente utilizada para acentuar a vergonha alheia e o desconforto HILÁRIO daqueles músicos em situações ridículas: reparem como Reiner investe nas reações de Nigel enquanto a namorada possessiva de David fala sobre suas idéias, ou como ele estende uma entrevista solo de Nigel enquanto ele fala sobre sua guitarras, tornando-as cada vez mais engraçada pelos excessos do personagem (- Não a toque. – Eu só estava apontando. – Não aponte. – Posso olhá-la? – Não olhe...). Além do mais, Reiner também consegue criar piadas de humor físico pastelão (como a “placenta” de Derek que não quer abrir no palco, ou a revista no aeroporto) e até por quadros inspirados (como na cena que focaliza Nigel declamando os versos de uma música de forma grandiloqüente, enquanto um importante componente do cenário desce ao fundo).
O filme não seria tão fantástico, em seu humor incontrolável e verdadeiro, se não fossem pelas atuações inspiradas de TODOS os atores. Michael McKean (que também esteve no antológico “Antes só do que Mal Acompanhado”) faz rir, como o líder David, por sempre tentar ser mais inteligente e imponente do que é, além de revelar sempre uma segurança inabalável que torna tudo ainda mais patético, e engraçado (reparem no modo “respeitoso” como lida com a descoberta da capa de um disco de um rockeiro rival). Cristopher Guest (que auxiliou Reiner no, também, cult “A Princesa Prometida”) surpreende como Nigel, o guitarrista e centro “artístico” da banda, que usa a personalidade temperamental e delicada de músicos famosos pra exemplificar a insegurança e a pobreza de personalidades de “estrelinhas”. Além dos dois, Harry Shearer faz integrante “coadjuvante” da banda, que sempre tentar, miseravelmente, enaltecer seus colegas (- Eles são como gelo e fogo, enquanto eu tenho a missão de ficar no meio... como água morna.).
O filme fez tanto sucesso na época que foi lançado, que os atores tiveram que se juntar e realizar uma turnê verdadeira por algumas cidades dos EUA, encarnando os personagens da banda.
Tudo fica ainda mais brilhante pela inteligência como Reiner e companhia criaram as músicas da banda, que vão desde músicas sobre sexo pretensiosas em seus simbolismos patéticos (como a alegoria estúpida de “Sex Farm”, comparando pênis a um silo, por exemplo); a mediocridade de músicas pseudo-cultas (como a HILÁRIA “Stonehenge”); e até as rimas absurdas que encontram um fim em si mesmas (- Big Bottom, big Bottom, speaking in bottom my girl has one too). A cada música tocada, são mais gargalhadas de vergonha alheia.
Uma das melhores comédias que já tive o prazer de assistir, “Isto é Spinal Tap” é um cult que merece ser redescoberto pelos cinéfilos!
http://cinemafliperama.blogspot.com.br/2013/01/isto-e-spi...
Sinceramente, não entendo o porque de tanto alarde ou crítica positiva..achei um filme maçante, cansativo e com excessão das músicas e daquela piadinha
a piada do pepino no aeroporto
Fantástico! Genial! Menos do que isso seria injusto! Incrível saber que apesar de se tratar de um mockumentary, as performances foram todas reais, as músicas foram todas compostas pelos próprios atores principais! Uma puta tiração de onda com o glam-rock, estilo super popular nos anos 80.
Obrigatório para todo fã de rock, principalmente para os saudosistas da década de 80.
"Big bottom, big bottom
Talk about bum cakes, my girl's got 'em" <3 <3 <3
This is Spinal Tap é um ótimo clássico dos anos 1980.
Pode não ser o primeiro "mockumentary", mas sem dúvidas o que mais popularizou esse gênero tão específico que mistura ficção com linguagem de documentário.
E o resultado é divertidíssimo, fazem piadas com todos os clichês do mundo do rock, com apresentações muito bem montadas que nos fazem crer que é uma banda de verdade, ali no palco.
O primeiro clássico do "mockumentary". Uma tiração de sarro com os maiores clichês sobre o rock. O início da colaboração de Christopher Guest (aqui, ator e corroteirista) com um grupo estável de atores a fim de realizarem outros filmes na mesma linhagem, tanto sobre exposições de cachorros (The Best In Show) quanto a música folk (A Mighty Wind) ou qualquer outro assunto, aliando esculhambação com ternura. Isto é...
Agora vamos ao uma opinião mais substanciada sobre esse "Rockumentário". Para começo de conversa, eu assisti o filme de manhã bem cedo, e de tarde, quando voltei do trabalho, assisti novamente. É com certeza uma parodia/critica a todo cenário do rock dos 60 aos 80, mas antes de tudo isso acredito que seja também uma homenagem, se vc chegar ao fim do filme perceberá. Como toda boa comedia extrapola todos os clichês que rodeiam o mundo do rock, não especificando é claro para não dar spoiler, mas muitos astros do rock ficaram chocados como o filme mostrava tudo como realmente era. Você vai encontrar parte hilárias, e algumas partes bem constrangedoras dada a forma real que a coisa toda é levada, e pela ótima atuação do elenco. E por fim fiquem certos que vocês ficaram com a musica Stonehenge, por um bom tempo na cabeça.
Indicado para todo bom apreciador do Rock and Roll.(que tenha senso de humor é claro)
A alça da minha guitarra é igual a do Nigel no show "Stonehenge". JAUAHASDHUASHDHUSDAUD!
"Estou com medo dos anões acabarem tropeçando no Stonehenge"
Stonehenge é a melhor parte
No simpsons, chama "Spinal Tab" ...
Se não me engano, um dos autores de Simpsons estava interligado com o Spinal Tap, dai fizeram um episódio como se fosse a banda, mas ao invés de taP, colocaram taB.
Nos Simpsons, o Homer em episódios diversos ele diz "Aumenta essa porra até o 11" é por causa da parte do amplificador do Spinal Tap que tem 1 grau a mais de potência do que os normais... hahahah... é genial!
Para todos que querem ter um sol alto que vá até o 11
Um divertido mockumentary sobre uma banda de rock que, incrivelmente, é interpretada pelos atores principais, Christopher Guest, Michael McKean e Harry Shearer. Além de ser hilário em determinados momentos, como o mini-stonehenge, o destino dos bateristas da banda ou as capas dos álbuns.
Muito show de bola, quantos astros do rock disseram "Ei, estão contando nossa história". O melhor falso documentário que já vi...
Amei a parte em que o guitarrista esta tocando sua composição no piano, e fala que teve influências em Mozart e Back, daí o repórter pergunta o nome da música e ele diz: "Lick my love pump" WTF?!! Ri muito!
Infelizmente a legenda tava ruim, desincronizada, então perdi um pouco das sátiras... mas deu pra pagar a ideia.
Amei este filme...
Otimo.. as musicas são muito boas, fizeram um super trabalho de criação.
Recomendo todos assistirem \o
Sátira da forma como os roqueiros viviam nos anos 80, mostrada de forma bem original.Muito bom.
Muito bacana! Uma das maiores sátiras aos rockstars megalomaníacos
depois de ouvir essa banda você mudará toda a sua compreensão do que é ROCK N' ROLL.
e também uma ressalva a filosofia de vida do tecladista, que é um pensamento memorável.
Cara, o Spinal Tap é genial. Pra mim, que tenho nojo desses glam rock dos anos 70/80, então, é um prato cheio pra dar risada...Talvez o melhor documentário falso (ou mockumentary) de todos os tempos, superando de longe o Borat do Sacha Baron Cohen.
Os caras são completamente visionários, tanto é que eles lançaram um black album antes do Metallica...haha, é sensacional dar risada dos clichês dessa rockeirada.
Também ri com o recorde postado abaixo, perfomance com maior número de baixistas de todos os tempos...hahahaha, foda.
Sempre quis ver esse filme, mas nunca encontrei, nem na net! =/
No Filmes com Legenda tem: http://filmescomlegenda.net/fcl/filmes/this-is-spinal-tap...
Sensacional! Apesar de ser um falso documentário cômico, fez críticas duríssimas aos rockstars dos anos 80. Esse filme é considerado um marco na história da música, porque seu lançamento em 1984 marcou o início do fim da 'modinha' rock glam. Detalhe que após o filme a banda se tornou real, tendo feito shows esporádicos desde então. Inclusive é deles o recorde mundial de performance ao vivo com mais baixistas, realizado no Live Earth de 2007 com 8 músicos tocando baixo, incluindo membros do Foo Fighters e o Metallica quase inteiro.
Imperdoável estar com uma ficha tão pobre por aqui.
Trágico e engraçado, mas com um final feliz. Michael McKean e Cristopher Guest são gênios, não consigo acreditar que muito do diálogo deles no filme foi inventado na hora.