-
Tive um pouco de resistência para ver esse filme, porque achei que ia ser outro filme em que as lésbicas são caricaturizadas, rendendo várias piadas sem graça, mas engano meu. Gostei bem mais do que achei que ia gostar. Esse tipo de família fora dos padrões estabelecidos já é realidade e deve haver mais delas nos próximos anos.
Fiquei pensando e não sei se eu gostaria de ter duas mães, que tendem a ser muito mais protetoras - meus pais já foram superprotetores, e isso não foi exatamente bom para o meu desenvolvimento, imagina ter duas mães superprotetoras... Ficaria mais relaxada com a ideia de ter dois pais! ;D -
O filme é ótimo, vale a pena só pelo fato de que Mark Ruffalo evoluiu muito. E pela escolha das "mães".
-
Bom filme, abordagem realista e interessante das mudanças das formações das novas famílias.
-
Com um roteiro super natural e inteligente, ótimas atuações e uma direção segura, "Minhas Mães e Meu Pai" é uma comédia dramática que mostra um novo tipo de família da forma mais natural possível.
-
Eu não sabia bem o que esperar desse filme, e o que recebi foi uma grata surpresa.
-
Acho que o filme perdeu 40% o que ele poderia ter sido com a escalacao do Mark Ruffalo no lugar do Paul. O filme é bacana, a Julianne Moore está maravilhosa, gostei muito da atriz que faz a Nic, que eu nao conhecia, e adorei a escolha da Mia e do Josh como os filhos do casal. É um filme legal, bom de assistir, mas poderia ser bem melhor.
-
Pra mim o filme se perdeu quando
começou a traição.
Ainda mais por que era uma lésbica traindo com um homem, não faz sentido.-
Desejo sexual não faz sentido? Na hora do sexo pouco importa se é homem ou mulher, o que as pessoas querem é prazer. Vide o fato de muitos homens heterossexuais traírem suas esposas com prostitutas travestis. Eles não viram gays por causa disso, eles só estão buscando prazer de uma forma diferente.
-
o problema é que já existe aquela fama de que um casal lésbico sempre vai dar pra um cara e mimimi. O filme tá só contribuindo pra esse mito. Se fosse especificado que ela era bi eu não veria nenhum problema.
-
Nunca ouvir falar dessa fama/mito. Continuo achando que tanto gays quanto heteros podem acabar dormindo com o "sexo que não preferem" apenas por prazer, sem precisar ser bissexual pra isso. Portanto, não entendi a ressalva sobre ser genderless ou lésbica... Eu disse que acredito que TODOS os seres humanos são capazes disso. E é um tabu na sociedade as pessoas admitirem isso.
-
você nunca ouviu ou passou por isso porque provavelmente você não é lésbica, ou se você é me diz em que planeta você vive que tô pensando seriamente em me mudar pra ele.
já sobre gays/héteros dormirem com o sexo que não gostam isso acontece sim, mas não é regra, é exceção. -
Não, eu não sou. xD Mas qual é a desse mito? Se eu entendesse o problema, talvez passasse a concordar com você.
-
Alguns caras quando vêem um casal lésbico acham que: "nossa, vou pegar as duas" e acabam enchendo bastante o saco, saca? Isso não é verdade, nunca foi. Se elas são lésbicas elas não vão querer nada com o cara. isso é super chato e incomoda.
esse é o mito deles de "posso pegar as duas". -
um monte de fetiche lesbofobico e as pessoas acham que é visibilidade. ODIEI ESSE FILME.
-
AS RELAÇÕES HOMOAFETIVAS JA "SAO SUPER CONSIDERADAS E RESPEITADAS" NEH
nossa, como odiei esse filme.
filme. sao poucos filmes que eu falaria que odeio, esse é um deles
não suporto mais ver e ouvir as relações entre duas mulheres serem consideradas somente fetiche e totalmente desrespeitadas.
quando veem duas mulheres pensam: pornografia, ou orgia grega safica.
"EEEEEE HEDONISMO, VIVA HEDONISMO. VAMO SACANEAR OUTRA MULHER, EBA!!! É ASSIM. SACANEAR PQ PRAZER PELO PRAZER!!! GOZAR ÊÊ A PORRA"
A GENTE VIVE NUMA SOCIEDADE FALOCENTRICA. AS HOMOAFETIVAS SAO CHAMADAS DE "MAL COMIDAS", PQ NAO TEM UM PAU, BAZUCA, PISTOLA, CACETE QUE METAM NELAS.
¬¬ ODEIO ESSE FILME -
AINDA BEM QUE EXISTE O FEMINISMO RADICAL, O FEMINISMO LÉSBICO E O FEMINISMO ÉTNICO NESSA BOSTA DE MUNDO
-
me tranquiliza saber que as pessoas que gostam desse filme são as que não apoiam os feminismos. ao menos sei que minha analise está mais que correta.
mas o bom é debater.
-
-
Adorei o filme, e mesmo se não tivesse, já teria valido a pena só pela cena do diálogo sobre "Blue" =]
-
Um dos meus filmes preferidos, com uma das minhas atrizes preferidas (Julianne) e, pra completar, Annette faz o favor de cantar minha música favorita de Joni, "blue".
-
Eu adoro este filme, relata um assunto pouco falado nos filmes....
-
Uma bela forma de mostrar ao mundo que o conceito de "familia" mudou, mas o conceito é o mesmo. Não importa se são dois pais, duas mães ou um pai e uma mãe. Família é família.
-
O filme tem sim um lado todo sensível, dramático e blablablá. Mas o ponto forte são os diálogos, as reações e, sobretudo, a suavidade (embora não isento de pertubações). Ah, não sei vocês, mas a primeira reação pós-filme é colocar "Blue" pra trabalhar na "vitrola".
-
Bom filme, aborda um tema ainda bastante polêmico entre muitas pessoas.
-
Achei muito arrastado, mas é notável que Mark Ruffalo está em sua melhor fase!
-
achei meio chatinho, meio bobo. gostei da ideia que o título (em inglês) passa e do retrato fiel da vida comum do casal homossexual sem qualquer traço de estereótipo. achei que valeu a pena devido a isso, porém, esperava mais da trama em si. foi bom só pra passar o tempo.
-
Eu adorei o filme... é Leve e original ao conduzir uma relação homoafetiva de uma forma mais realista, até pq todos os casais tem problemas,não é?!
Só achei que essa coisa do Paul ficou muito no ar... Não deram um bom desfecho... Alias, pra mim o personagem só sumiu e não voltou mais. Kria que tivessem trabalhado mais nisso, mas no geral é um bom filme! =)
-
"The Kids Are All Right", título original desta pérola perdida, remete às discussões sobre a educação de filhos por pais ou mães homossexuais. Muitas vezes, as discussões são baseadas em preconceitos, intolerâncias e achismos. Assim, este título pode muito bem ser uma resposta ao mundo destas discussões de pessoas com mentes limitadas que só sabem julgar, enquanto que as crianças vão muito bem, obrigado. Ademais desta opinião pessoal, devo dizer que o filme é magnífico, sabendo explorar muito bem o drama de uma família de duas mães, uma filha e um filho, modificada quandos estes resolvem entrar em contato com o doador de esperma deles.
Muito bem dirigido e atuações vibrantes! Faz o espectador sentir o constrangimento das situações, as tristezas, incertezas e alegrias de uma família NORMAL, com os problemas que todos filhos têm, com os problemas que todo casal tem, assim como as amarguras e felicidades de uma vida estável e duradoura em família.
Obrigatório assisti-lo. -
Sou contra traição mas, nesse caso deixou o filme mais "divertido/interessante", gostei muito.
-
absurdo eu não ter assistido antes a uma preciosidade como essa. amei o filme. por todos os motivos óbvios: uma família construída por pessoas homoafetivas sem todo o mimimi de sempre que as pessoas constroem como problemática acerca disso. uma preciosidade não fosse a sensação de angústia pelo final meio... desleixado[?]
-
Apesar de ver muita gente falando a favor do filme, eu não gostei muito, o filme ate te prende, você acaba querendo saber o final, e quando chega é decepcionante. Enfim, podem não curtir o que escrevi, mas é bem chato, esperava infinitamente mais.
-
Que filme chato. Parei agora, faltando quase 1 hora para terminar.
-
Ótimo filme, mas senti que faltou um cuidado maior no desfecho quanto ao personagem do Mark. Bem que ele podia terminar de bem com o pessoal, afinal, através dele que a trama se desenvolveu.
-
Na cena em que ele vai até a casa da família para se desculpar com a menina, a mão dela diz "está é a minha família, vá e construa a sua". Acho que esse final que praticamente desconsidera o personagem é uma forma de enfatizar justamente que ele é um "intruso" naquela relação familiar.
-
é, foi isso que eu senti mesmo. foi tão "definitivo". eu ia gostar mais se eles terminassem mais "de bem". :P
-
-
Como pode uma diretora zuar o final do personagem mais legal do filme (Mark Ruffalo)??
-
Linda a forma natural de retratar a sexualidade, como quer que se manifeste, acontece como na vida, simplesmente acontece, sem regras nem conceitos, afeto de ser humano pra ser humano... sei lá que que eu tô falando, delícia de Mark Ruffalo.
-
É um bom drama. Mostra uma familia homoafetiva de uma forma mais realista, como é uma familia normal. Com os mesmos tipos de problemas familiares. Sem aquele besteirol satirizando ou vitimizando esse tipo de relação.
O desenvolvimento é muito bom, prende a atenção até o final. As atuações da Julianne Moore e da Annette Bening são sensacionais. Só fiquei com pena do Paul no final. Além de tudo que ele passa, nem deram um final para ele. Simplesmente desaparece :/
Muitos falam sobre a mulher ser lésbica e ter se envolvido com um homem. Mas ela poderia ser bissexual na verdade, onde resolveu tomar um rumo lésbico pelo casamento e os filhos. Até porque não se fala sobre o passado de nenhuma das duas. Logo, não é uma falha. E num momento conturbado como aquele, mexe com a cabeça de qualquer um.
-
Fofo e verdadeiro. Algumas cenas marcantes, diálogos super bem elaborados e um elenco onde todos brilham, individualmente e em conjunto.
Delícia de filme! -
O filme é bom, mas risos eternos com o titulo do filme que passou de "The Kids Are All Right" para Minhas mães e meu pai kkk
-
Acho que é um dos únicos casos em que a nome brasileiro ficou mais bacana que o original
-
-
Filme muito bacana, é sensível sem ser sentimentalista, gostei de ver uma relação homoafetiva sendo mostrada assim, saudável e, às vezes conturbada, como qualquer outra, sem estereótipos. E que amor de elenco, viu? Moore tá maravilhosa, mas Annette Bening rouba todas as cenas, performance espetacular.
-
Caramba, onde as pessoas virão o filme retratar o Paul como um vilão intruso e destruidor de famílias? Eu o vi retratado apenas como uma pessoa que desejou algo e que entrou em um conflito por causa disso. Em conflito, pessoas se machucam e a família em momento de dor fechou-se sobre si, isso é o que as famílias comuns fazem, e o filme inteiro reafirma o aspecto comum da família. Uma frase chave da Nic: "If you want a Family, go build one by yourself".
-
Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are All Right)
Muitos filmes retratam a família como um tema principal nos últimos anos, esse tema muitas vezes é maçante e sem criatividade, mas com TKAAR foi diferente.
O filme é envolvido em um roteiro médio, mas com uma direção brilhante e um elenco impecável. Annette Bening e Julianne Moore são simplesmente brilhante, ambas se mostram excelentes, tornando o filme muito bom. Mark Ruffalo faz um papel razoável e se destaca no elenco.
Fugindo um pouco do gênero da comédia convencional e se tornando quase um drama, The Kids Are All Right se torna prazeroso de se assistir ao longo dos minutos, em alguns momentos, chegando a ser brilhante.4/5
-
Se perdeu.
o foco deveria ter sido a família, toda a história de querer procurar o pai biológico e o consequente desconforto que isso iria trazer. mas virou a historia da crise de um casal de meia idade. e, porra, a mulher é lésbica. pra quê transar com um homem??
-
Assisti a primeira parte com um sorriso no rosto, mas enquanto os conflitos chave iam surgindo, parece que o roteiro ia se perdendo... Não acho que a história foi carregada da maneira correta, mas gostei do filme. E as atuações?! Adorei.
-
Sensível, sincero e verdadeiro, a perfeição não cabe nem na ficção, porque às coisas costumam ser complicadas sempre... Adorei.
-
Ótimo elenco, mas não gostei da forma que conduziram o relacionamento das duas.
-
legal o filme.
mas oq q o pai tem a ver com essa merda toda? ele se fode no final.n fode. oq ele disse, queria ajudar pessoas q não podiam ter filhos e se fudeu. brincadeira essa merda de filme vai pro caralho
-
Fiquei revoltada com a traição, não gostei do Paul, pra mim ele foi realmente um intruso que só quis roubar uma família pra ele.
O final, não achei ruim. A história era sobre a família, o Paul nunca foi da família. O filme começou com a família unida e terminou com a família unida.
Sobre as atuações, nem é preciso comentar ne? Impecáveis!
-
eu odiei a traição, não gostei de como a relaçãoo das duas foi abordada!!
-