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É... A trama, de fato, é um tanto previsível, mas o seu desenvolvimento e as atuações compensam.
Os pontos altos do filme são as cenas da Davis (maravilhosa, como sempre) com o brilhante garotinho que faz o Joey. -
Um clássico.Bette Davis,como sempre,está perfeita.Na minha lista de favoritos!
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No começo do filme, eu odiei o menino e torcia para ele morrer, porque era malcriado e mal-educado, isso me irritava. Apenas no final fiquei simpatizando com esse menino. rs
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O filme é bom. Tem a tia Bette, com sombrancelhas pavorosas, e com uma boa interpretação que serve de escora para o filme.
O destino da tia do menino é a melhor parte. E a revelação sobre o porque da babá ter se ausentado no dia do acidente é de partir o coração.
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O segredo de um passado obscuro é a peça-chave da trama.
No mundo da arte, as empregadas domésticas, babás e afins, geralmente são retratadas como meras coadjuvantes que compõem um longa, mas isso não ocorre em “The Nanny”, filme da produtora Hammer que tem Bette Davis interpretando com brilhantismo uma babá.
A família Fane, visivelmente desestabilizada prepara-se para receber o filho Joey após dois anos de permanência em um internato. O passado dos Fane esconde a brutal morte da filha caçula dentro da própria casa. Um acidente, um crime premeditado, ou uma crise de loucura. Ninguém sabe ou prefere apagar o inapagável da memória.
A figura da babá de extrema onipotência, reparando os freqüentes abalos da família, inclusive os de Joey, o garoto problemático que a maltrata veementemente. Os freqüentes maus tratos não são em vão, afinal nenhuma criança no mundo ofenderia a tão atenciosa e afável Nanny. O segredo vem à tona e o delírio de loucura, constante na obra, mostra-se presente na figura, até então, inofensiva. As revelações vêm como turbilhões que desgarram a insanidade da “mulher que cuida dos filhos dos outros e esquece os seus”. Um descuido afetuoso ocasionou em uma tragédia dupla danificou vidas inocentes.
Embora a premissa seja boníssima, “The Nanny” é uma obra morna e não funciona. Tampouco o suspense sessentista que gerou tantos clássicos esteve escondido, como o misterioso segredo da família Lane. -
Certamente não é um dos melhores suspenses que já vi, mas Bette Davis está mais uma vez ótima em sua atuação, e isso já vale o filme.
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Outro retrato memorável de Bette Davis!
THE NANNY constrói uma personalidade conflituosa através de infelizes ocorrências da vida. A ágil direção de Seth Holt apimentada com os talentosos e peculiares coadjuvantes faz desta obra um Guignol imperdível. A maior temática do enredo busca dimensionar a vivência complicada da babá com um menino de 10 anos que se mostra aterrorizado com suas atitudes maternas. Com uma jogada esperta, o diretor introduz a trama ao espectador através de um delineado ponto de vista, onde um menino mimado leva sua fobia de mulheres idosas para casa e rejeita caprichosamente todos aqueles que querem seu bem. No encontro conflituoso com a babá, o garoto não mede esforços para deixar todos a sua volta com os nervos à flor da pele em função de sua aversão aos cuidados oferecidos por uma mulher, que se mostra misteriosa aos olhos do espectador, e das suas descabidas exigências de ter esta grande ajuda doméstica dispensada pela família. Através de desastres familiares, um após o outro, o enredo lentamente começa a revelar a grande infantilização na qual os personagens estão submetidos e analisa cuidadosamente cada zelo proposto pela dialética emocional onde vive a personagem de Bette Davis.
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A trama é um pouco previsível, mas o desenvolvimento é carregado de dramaticidade e tensão. E a Pamela Franklin está uma coisa!