Dos meus tempos de faculdade de letras. É uma bonita história...e vai parando por ai.
Uma jovem (Jodie Foster) é encontrada em uma casa na floresta, onde vivia com sua mãe eremita, mas o médico (Liam Neeson) que a encontra após a morte da mãe constata que ela se expressa em um dialeto próprio, evidenciando que até aquele momento ela não havia tido contado com outras pessoas. Intrigado com a descoberta e ao mesmo tempo encantado com a inocência e a pureza da moça, ele tenta ajudá-la a se integrar na sociedade.
Dos meus tempos de faculdade de letras. É uma bonita história...e vai parando por ai.
Impressionante atuação da Foster! Já era fã dela, agora mais ainda.
Leave Nell alone!
A estória da mulher mais livre do mundo que terminou presa :T
muito bom e bem desenvolvido.. Jodie está ótima, mas acho que concordo com a Academia, Jessica fez um trabalho melhor.
Da série: filmes que a faculdade te obriga a assistir.
Mas pelo menos deste eu gostei.
[guarniendja]
Filosofia pura!O silêncio é muito precioso e diz mais do que mil palavras.
Um filme excelente para os pesquisadores da Linguística (Aquisição da Linguagem)
Tinha gostado só por ler a sinopse. Gostei mais ainda após ter assistido o filme. Muito bonita a história.
A cena dela indo pro hospital e a final são muito boas. (a parte dela mostrando a língua pro menino é demais haha)
Ainda fascinado com a interpretação extremamente envolvente da Jodie Foster, belo filme.
AINDA NÃO ME CONFORMO DELA TER PERDIDO O OSCAR NESTE FILME.
APOSTO QUE SÓ NAO DERAM PRA ELA PORQuE JODIE FOSTER JÁ TINHA 2 ESTATUETAS DOURADAS EM SUA CASA. FATO#.
Falar da atuação de Jodie neste filme é chover no molhado. Filme maravilhoso, um clássico que nunca canso de ver e rever..
Gostei muito da atuação da Jodie Foster (Nell), do médico e da psiquiatra. Aplausos ao percurso do enredo, e toda a história envolvida. É percebível o quão importante é a observação descritiva que assim é essencial para obter dados confiáveis. Me emocionei com a ternura, a inocência de Nell. Recomendo! :D
Magnifico, não tenho palavras p definir esse filme, simplesmente é belissimo.
Achei que era um filme sobre problema psicológico e me ferrei.
Não é um filme ruim porém achei uma versão feminina e mais realista do tarzan.
Emocionante...uma reflexão interessantissima...razão x emoção x ética...
Aula de linguística. Adorei, é um filme muito lindo e emocionante.
Ameeeeeeeeeeeei o filme!!!!!!! Muito bom! A Jodie Foster dá um show! E o Liam Neeson com a natasha richardson ficou mt fofo! Roteiro incrível, atuação ótima e leva você a refletir bastante. bonito filme.
Dizem que não há versão para DVD brasileira. Alguém sabe algum site em que se possa baixá-lo,com legendas ?
Momento maior de Jodie Foster em um filme com ótima temática que poderia ser melhor explorada por diretor/roteiristas!
Muito bom. Sem dúvida o ponto alto é a atuação de Jodie Foster.
Mas o filme traz muitas questões, inclusive e principalmente, questões éticas.
Como disse a Bruna Carvalho, filme muito recomendado a quem estuda Psicologia, Letras ou Filosofia.
Prefiro ela correndo, matando, salvando a filha, enfrentando bandidos...
Assisti esse filme já faz muito tempo. Confesso que preciso ver novamente para expor minha opinião. Todavia a recordação que tenho é que fiquei impressionada com a atuação da Jodie Foster.
A atuação da Jodie Foster é brilhante,principalmente levando-se em conta a dificuldade de interepretar essa personagem!E a história vai se desenvolvendo bem (super interessante pra quem faz Letras ou Psicologia),até o
(súbito) discurso de Nell no tribunal,com toda aquela opinião hollywoodiana linda ,sendo que a mesma não teve um nicho social capaz de fazê-la formar toda aquela ideia.
Um prato cheio para quem estuda Linguística.
Jodie Foster é uma ótima atriz, mas poderia ter feito melhor esse papel. É um filme lindo e emocionante. Eu até que gostei :)
Assim que o filme terminou, fiquei totalmente deslumbrado com o desempenho de Jodie Foster. Trata-se de uma atriz extraordinária, não há dúvidas, mas o trabalho que ela faz aqui é algo fora de série. Infelizmente, o filme não é igualmente perfeito. Michael Apted é o diretor ideal para conduzir essa história, uma vez que ele tem em sua filmografia "Nas Montanhas dos Gorilas" (sua obra-prima). Assim como naquele filme sobre Dian Fossey, em "Nell" há foco especial num personagem presente em uma natureza que lhe é desconhecida e que se esforça para compreender - aqui, Liam Neeson é um médico que descobre Nell, uma mulher isolada do mundo e que fala uma língua jamais ouvida antes. É uma pena que a interação entre esses dois personagens não acontece com a mesma riqueza de detalhes que Apted ofereceu diante da dinâmica de Dian Fossey com todos aqueles gorilas no filme de 1988. Mesmo assim, não há como negar que "Nell" tem seus momentos bonitos, tocantes. Mérito exclusivo de sua grande protagonista.
Pensa num filme lindo, leve e extremamente carregado de informações linguística que nos faz pensar sobre a nossa própria existência!
Jodie Foster arrasa no papel visceral (e, provavelmente, muito difícil) de Nell. A história tinha tudo pra ser perfeita, mas toma um rumo bem cafona do meio pro fim.
Um filme lindo; um filme que mostra a capacidade de aprendizado do ser humano, e uma leitura de como seríamos caso não existisse a civilização. Além do que, podemos lembrar que casos semelhantes existem até hoje, como no caso de comunidades indígenas que não possuem interação com as normais sociais, são selvagens no sentido mais positivo e primitivo da palavra. Muito bom!
atuação impecável da Jodie Foster. Estou meio que apaixonada por ela atualmente.
O filme eflete perfeitamente a questão do homem como ser sócio-histórico, no início do filme foi difícil compreender as dificuldades de aproximação e fala de Nell, cheguei a pensar que era algum tipo de déficit, por que a professora não nos explicou absolutamente nada sobre o filme, e eu ainda cheguei depois que havia começado há 10 minutos( assistí na faculdade em uma aula de psicologia do desenvolvimento da infância). Incrível o modo como foi retratada a relação de contratransferência do médico e da psicóloga para com ela, e vale destacar também a cena do discurso no julgamento que me fez parar e refletir que "poxa, é preciso alguém que não foi criado entre nós para nos fazer perceber que estamos ligados no modo automático, esquecendo-nos de sentir, sem capacidade de se quer olhar uns nos olhos dos outros?"
Nell se comporta o filme inteiro como uma deficiente mental; e apesar de seus sérios problemas cognitivos, no julgamento, repentinamente, ela passa a ter noções de filosofia e sociedade, e mostra também que entende a complexidade subjetiva das relações humanas, dando assim uma lição em todos... essa incoerência aliada à uma trilha sonora irritante torna tudo ainda mais patético.[spoiler/]
[spoiler]
Ela não se comporta como deficiente, você não reparou nas condições em que ela foi criada? O que você queria que ela desenvolvesse ali sem contato com o que chamamos de sociedade, sem contato até com a própria língua.
Não tem nada de incoerente, talvez você devesse rever o filme com algumas noções sobre linguística. Aposto que iria ficar fascinada.
Noções de linguística (e também de cognição) eu já tenho o suficiente (pelo menos para "absorver" Nell!), meu curso de letras vai bem, obrigada! Mas enfim... a incoerência a qual me refiro é o fato da mocinha em questão viver durante anos sob todas essas condições citadas por você, aliadas à forma como tentaram, sem resultados, durante quase todo filme, ajudá-la a ligar pelo menos dois e dois e proferir alguma frase com sentido agregado que fizesse o mundo acreditar que ela é mentalmente capaz de ser inserida na sociedade, com o fato de no final ela fazer um discurso comovente, onde ela mostra entender não apenas o lógico, o objetivo, mas também o complexo, o subjetivo, o filosófico lado SOCIAL do ser humano (lembremos agora que ela viveu, se criou longe do contato com a SOCIEDADE!). Sim, isso é totalmente incoerente, só passa a fazer sentido para atender a demanda de filmes clichês que iludem todo um público e movimentam a indústria cinematográfica. E por último, e não menos importante: Jodie Foster com sua atuação "quase digna de Oscar" parecia sim mais uma deficiente mental do que qualquer outra coisa, pelo menos para mim, sorry!
Não verei Nell novamente, deixo tal degustação para todos aqueles que o engoliram, e que gostaram... bom apetite!!!
Completamente incoerente e forçado.
O discurso de Nell no final do filme sintetiza tudo: uma mulher com sérios déficits cognitivos, criada de forma isolada dá uma lição de moral aos humanos cruéis ao som de uma trilha sonora arrebatadora.
Constrangedor, absurdo, superestimado, de uma veracidade quase nula... definitivamente não me convenceu de forma alguma. Incrível a capacidade que o diretor teve em transformar um roteiro aparentemente atraente numa fonte inesgotável de clichês tipicamente hollywoodianos.
Seria muito bem vindo na sessão da tarde, mas sequer conseguiria o status de clássico...