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Não me esqueço do olhar daquele bebê, penetrante e estranhamente maduro.
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Um filme extremamente denso, mas dirigido com muita leveza, como um conto de fadas.
E o flautista de Hemelin vai levar muita gente para longe, para o "além do filme", ao término da exibição.
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Filme maravilhoso, com diversos personagens humanos, gente como a gente, todos com a dor de uma tragédia em comum e a vontade de superá-la.
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como, alguém me diz, como não se comover com esses filmes do Atom Egoyan? pegam no nervo.
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Tinha uma má impressão de Atom Egoyan por conta de Chloe, um filme que definitivamente não me agrada, e por isso, me surpreendi.
Não acho que o roteiro seja - e nem que tenha que ser - muito inovador, trata de uma situação limite e como as pessoas continuam a respirar depois dela.
Nesse ambiente se tem um advogado que passa por um tipo de situação, na qual, a perda de um filho também é latente, mas apesar disso é como se negasse e se afundasse de um modo errado na profissão.
O que mais me agradou é justamente a junção dessas histórias de uma forma bem delicada; as familias, a memória do advogado e a fábula contada por Nicole.Um filme doce e triste.
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Outro ótimo filme do Egoyan. Curioso notar que quase todo filme dele tem relação com câmeras e vídeos... Como já disse, é ótimo. Talvez o maior problema resida numa certa falta de carisma do trabalho como um todo. A direção é ótima, o roteiro define-se com uma sensibilidade ímpar, as atuações emocionam, só que... parece que o filme propositalmente quis manter uma distância do espectador, o que não funcionou direito comigo.
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"O Doce Amanhã" representa o sofrimento da escolha em simplesmente não fazer nada. O filme traz em si uma reflexão sobre o valor emocional que a morte provoca no convívio familiar.. e se tal valor pode ser pago com dinheiro e vingança. Na vida, há de se fazer várias escolhas, das quais muitas vão trazer consequências para si ou para outros em sua volta.. mas e quando a única escolha plausível é simplesmente não fazer nada? E quando a única escolha possível é aquela que carrega um caminhão de sofrimento, o qual só poderia ser superado com o tempo e com a união e conforto daqueles que lhe fazem bem? É uma metáfora sobre a esperança de uma comunidade em continuar com suas vidas, em aceitar os acidentes, em acreditar que um dia aquela ligação realmente significaria um recomeço na relação entre o pai e a filha, para uma nova vida, novos caminhos... Um filme para se emocionar pelo enredo, atuação e direção.
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"O Doce Amanhã" é um daqueles filmes que você assiste, e depois fica relembrando as pequenas partes da trama, refletindo sobre elas e criando novas significações.
Uma bela e inesquecível história de perda e superação da dor.Uma obra-prima!!!-
Não há superação em "O Doce Amanhã", as pessoas seguem em frente com suas vidas, mas não há catarse em momento algum, apenas o sofrimento que essas pessoas vão levar pelo resto de suas vidas e é isso que torna esse filme tão poderoso.
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Vou ter de concordar com você,Francisco.Não existe superação da dor no filme,a vida segue adiante,mas as pessoas vão carregar esse sofrimento pelo resto de suas vidas.
Adorei o poster novo com uma das cenas mais bonitas do filme!
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Não tão pulsante quanto "Exótica", mas ainda assim um Atom Egoyan sensacional no que se diz respeito a construção de perfis de seres humanos com reações inesperadas diante de acontecimentos de grande carga emocional.
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ps: a capa não tem nada a ver com o filme, muito menos o título.
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Não gostei, muito parado e nada de interessante acontece. Desliguei lá pelos 70 minutos e devolvi.
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Um filme que tem detalhes, cenas e dialogos realmente comoventes. E há todo um clima triste no ar. Mas não consigo achar nele essa obra-prima que leio em todo lugar.
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é bom...
tem um bom roteiro, bom elenco, direção tá legal...
tavez seja este o problema, ficou td bonzinho... em nada me fez vibrar, um filme correto. -
Caramba, que filme é esse? Quem pode imaginar que tomará os rumos que toma, apesar de desde o princípio a história não apontar para algo leve. E qual é a do advogado (só dinheiro?).
E que vingança é essa da menina? Perturbador.
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O filme pode oferecer duas linhas narrativas principais: a história do advogado (Ian Holm) ou a história da menina que sobreviveu ao acidente (Sarah Polley) e é isso que é fantástico no roteiro: as duas tramas conseguem, de maneira independente, sustentar o filme. Fica a seu cargo escolher por qual das duas você seguiu. Um drama imparcial de primeira qualidade. Muito bom!
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Nunca gostei desse, triste demais.
Eu via o trailer quando era criança e morria de agonia. -
A melhor adaptacao de um conto infantil para o cinema de todos os tempos
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O filme se arrasta até o último minuto. Não me comovi e a culpa é do Atom Egoyan.
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Acho um desses filmes que na verdade mais parecem um livroo, mostrando imagens que às vezes nem tem muita importância, mas que fazem total sentido para quem entrou na história nos primeiros minutos. linda forma de fazer cinema!
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A forma lenta como Egoyan conduz a narrativa se encaixa perfeitamente com o clima das personagens e da própria cidade. A tristeza e frieza transbordam pela tela. Os diálogos são de uma qualidade e de uma emoção impressionante. Enfim, “O Doce Amanhã” é um filme bastante original e desconhecido com muito conteúdo para viver, pensar e sentir.
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Excelente. A imparcialidade do filme é assustadora. Realista, cruel, tenso, perturbador e sensível, tudo na medida certa, nem mais nem menos. Melhor trabalho de direção da carreira de Egoyan, ele acertou em cheio.
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Bem interessante o filme. O roteiro é muito bem montado e a Sarah Polley é uma ótima atriz além de me deixar apaixonado em todos os filmes que faz. hehehe
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Filme muito bonito, com uma fotografia maravilhosa. A cena do acidente é belíssima e eu creio que ela vá ficar na minha mente pra sempre.