Tocante, emocionante, triste e com um quê de O Escafandro e a Borboleta. E não menos que excelente, como ele.
Um homem, que mora sozinho, sofre um acidente doméstico que o deixa paralisado. Durante três dias, enquanto espera por alguma ajuda, ele tem a
oportunidade de repensar sua vida. Sem nenhuma forma de entretenimento além de suas lembranças, ele descobre o quanto vale a vida e o quanto merece
morrer.
Tocante, emocionante, triste e com um quê de O Escafandro e a Borboleta. E não menos que excelente, como ele.
Muito Bom! Ao mesmo tempo que é meio angustiante tem umas pitadas de humor sensacional.
Até eu preferiria fica assistindo a maçã do que a Globo.
O primeiro trabalho legal que eu vi do Porchat. Gostei pra caramba desse curta, me fez lembrar de Kafka e vagamente do filme O Escafandro e a Borboleta. Excelente direção, uma grande sacada e um belo curta.
inteligente, reflexivo, genial...
"Acho que a minha é a melhor morte. Quando você só tem um segundo para se lembrar de toda uma vida, é capaz que você não consiga lembrar que provavelmente você mereça isso. E talvez se ache melhor do que realmente é."
Faz pensar um bocado...
Admiro o camarada que consegue ser criativo a tal ponto de construir uma histrória que prenda a atenção e te faça pensar em apenas 10 min. Muito Bom!
Fica a questão: Para que pensarmos apenas quando pode ser tarde demais?
Achei fabuloso, digno de reflexões!
foi bom mais fico uma coisa a deseja o final
nao sabemos se ele morre ou se ele viver
acho que fica a escolha
ADORO esse curta e tô chocada porque não tinha percebido que era o Fabio Porchat.
''Acho que a minha é a melhor morte. Quando você só tem um segundo para se lembrar de toda uma vida, é capaz que você não consiga lembrar que provavelmente você mereça isso. E talvez se ache melhor do que realmente é.''
Duas palavras que definem esse curta: criativo e reflexivo.
Nunca que eu diria que era o Fábio Porchat, só reconheci pela voz inconfundível dele!
Muito bom mesmo!
Angustiante, claustrofóbico, engraçado ao extremo *-*
marlene, morra. [3]
Merda eu sabia! Ela tá comendo o meu sucrilhos e ela me convenceu que a embalagem tava vindo com menos, filha da puta! HAUAHAUAHAUHAUAHAUAHAUA' GENIAL *-* [2] Cena perfeita <33
MUITO BOM *-*
Angustiante.
marlene, morra. [2]
Merda eu sabia! Ela tá comendo o meu sucrilhos e ela me convenceu que a embalagem tava vindo com menos, filha da puta! HAUAHAUAHAUHAUAHAUAHAUA' GENIAL *-*
Quando terminou eu fiquei pensando como seria interessante se virasse um longa e como seria ainda mais interessante se eu fosse o diretor desse longa. No melhor estilo "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça". Muito bom!
Muito bom! Essa sinopse tá boa também. Dá vontade de assistir.
Fábio Porchat não é bom só de comédia, não.. Se bem que dá vontade de rir algumas vezes.
Muiiito bom. Só faltou os créditos, né?
O Ian provou que não tem apenas talento para humor. ;)
Apesar de ter muito humor nesse curta...
Meio que descobri este curta-metragem ontem enquanto conferia algumas atualizações de meus contatos. Muito bem escrito, hein?
Para definir com uma palavra: reflexivo. Põe questões em cheque dificilmente imaginadas: a nossa limitação em um caso aparentemente sem importância. Além do balanço vida x morte, bem criativo.
Que aflição!!!
e a porra daquela Marlene !!! fiquei com raiva dela!!!!!
òtimo!!!Angustiante e feito para refletir!!!!!!Se imagine no lugar do cara!!!Que situação desesperadora!!!