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Um filme francês, uma história entre árabes e corsos e uma trilha sonora (excelente, diga-se de passagem) bem norteamericana!
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Bom filme.
Destaque para atuação de Niels Arestrup, mais uma vez vai muito bem.A ascensão do profeta foi bem feita, conseguimos ver sua evolução na escola do crime. Ele era analfabeto e na cadeia ele aprende a ler, escrever e matar.
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Um filme que é bom até certo ponto, mas depois se torna maçante e entediante. Confesso que esperava mais.
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Filmaço!
Tenso do inicio ao fim, extremamente bem dirigido, com cenas fortissímas, e atuações perfeitas tanto do ator principal, mas principalmente do velho, que consegue, somente com detalhes e olhares, deixar claro a todo momento que é uma pessoa perigosíssima, sempre a ponto de explodir e usar da violência, mas que sua voz permaneça calma. Genial.
O roteiro é perfeitamente escrito, e o desenvolvimento do filme faz com que suas mais de duas horas passem e você nem perceba, de tão imerso que você fica naquele mundo de violência.
As metáforas são perfeitas, a cenas são pesadas, e é uma pena que não seja um filme tão conhecido, pois tenho certeza que é um filme que no futuro será facilmente considerado um clássico do cinema francês, mostrando que aqueles que ficam presos no cinema hollywood perdem grandes obras que são lançadas mundo a fora, sendo que "O Profeta" com certeza ocupa um lugar de destaque nessa lista!
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Um dos grandes filmes de prisão da história por mostrar pela trajetória de Malik que o sistema penitenciário é, acima de tudo, uma escola do crime.
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Tem um primeiro ato excepcional mas depois se torna maçante e irregular. Achei algumas escolhas estéticas bem duvidosas.
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É bonito pela parte humana das personagens marginais, mas o intrincado de crimes e alianças e blá-blá me enche...
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O filme é um verdadeiro estudo sobre a cadeia. Não importa onde seja, França, EUA, Brasil, África, Austrália, Rússia, etc: cadeia é cadeia. E cadeia é uma escola do crime.
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Um filme muito interessante da safra de filmes franceses Jacques Audiard consegue transpor realidade e intensidade de uma maneira muito única e envolvente, sem seguir o padrão americano. Tahar Rahim é um achado surpreendente!
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Filmar a violência como ela realmente é (tanto física quanto emocionalmente) não é qualquer um que consegue. Jacques Audiard o faz com inteligência e parcimônia, chocando o público apenas nos momentos realmente importantes. Não tem a agilidade do cinema americano (e até isso faz dele algo tão especial). E a atuação de Tahar Rahim é absolutamente fascinante.
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Assisti em 3 dias... me peguei cochilando várias vezes! Temática até interessante, mas é cansativo demais.
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Gostei.
Costumo gostar dos filmes franceses! (Recomendo: Caixa Preta.)
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O filme mais parece ter saído de algum desses seriados estadunidenses, tipo Prison Break, ou coisa parecida. Aliás, se seguisse o formato de seriado, poderia ser um grande sucesso na TV.
Mas, como filme, lhe falta ritmo.
O problema principal é que não há problema. O roteiro segue uma linearidade que incomoda. Quando você pensa “pô, e aí, não vai acontecer nada de novo?”, aí seria o momento do filme surpreender o espectador com um ponto de virada que provocasse algum conflito no personagem. Mas, isso não ocorre.
De qualquer forma, o O Profeta tem suas virtudes. A primeira metade é bastante interessante. Além do que, alguns detalhes dão um toque a mais de originalidade, como a própria lógica do personagem que irá mudar a vida do protagonista e que dá nome ao filme.
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É um bom filme francês de ação, porém, acho um pouco longo. Poderiam reduzir uns 30 minutos. No mais, o filme prende a atenção, possui uma história curiosa e envolvente.
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Achei um bom filme, mas que não se sustenta depois de um tempo. A primeira parte é uma coisa sensacional, mas ali pela 1h15 começa a cair... Além de ter uns furinhos de roteiro que percebi. No mais, tem uma tensão que perdura durante todos os momentos do filme, até nos mais calmos. Como é um filme aclamadíssimo, eu esperava muito, muito mais do que vi. Além de ter achado as "profecias" de Malik tão mal explicadas que dão a impressão que só são jogadas no filme somente pra criar situações, e momentos depois, ninguém mais se lembra de que aquilo aconteceu. Além de ser muito forçadamente usada para justificar o título. Até entendo o significado metafórico, mas achei a coisa mais falsa do filme.
E quando o conceito de Deus Ex Machina é usado e abusado num enredo, é muito difícil o saldo ser definitivamente positivo. Ou pelo menos, nunca gosto tanto.
Mas vale ser visto, sim.
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O filme começa muito bem. Ele é excelente na primeira parte. Depois fica chato, cansativo e o roteiro sai do clima de tensão para o desenvolvimento da história de uma forma muito confusa. Poderia ser bem mais curta a sua duração. Muito "blá blá blá".
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Bom filme, mas decepciona quem se empolga com o comentário do encarte que o compara com O PODEROSO CHEFÃO. Desmerece essa comparação não só por questão de qualidade muito abaixo do clássico mafioso dos anos 1970, mas também por serem estilos muito diferentes.
Mas não deixa de ter um bom trabalho de suspense e boas de cenas de ação. Poderia ser um pouco mais curto, 155 minutos foi para encher lingüíça. -
Excelente, nos mostra um tema batido mas sempre discutido: prisões. O ser humano mesmo em condições iguais de aprisionamento trava batalhas etnicas por poder e/ou simplesmente ódio. Imagine você preso por um crime qualquer, você adentra na prisão e vê que cada tem a sua família, a sua ''raça'', com certeza você tem duas opções: ou não fazer parte de nada e consequentemente morrer, ou tentar fazer parte de algo e uma hora ou outra morrer, por que a partir daí isso já não é mais um problema. Malif escolheu a segunda opção, o bacana do roteiro é como ele escolher fazer parte do sistema, mas da sua forma, afinal, ele trabalha pra ele, ninguém mais. Só o título do filme que é relacionado a algo pouco explorado no filme
achei que foi um ponto fraco, poderia ter sido muuuito melhor utilizado o tema e dar uma vivacidade maior ao título. Bom filme!!!!os conselhos do espirito do muçulmano
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Achei desnecessário ter 155 min. Por alguns momentos se tornou cansativo e arrastado. Mas ainda sim é um bom filme.
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Bem escrito e filmado, com boa crítica às penintenciárias, que ao entrar o indivíduo é um, e ao sair, é educado criminalmente e muito mais perigoso.
Porém, achei longo e várias vezes cansativo. -
Uma história forte, passada na maior parte do tempo em uma prisão, que mostra o "amadurecimento" de um jovem no mundo do crime organizado. Indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, não o ganhou por ter tido como adversário "O Segredo dos Seus Olhos", uma obra prima. O filme impressiona pelas interpretações de Tahar Rahim (uma grande revelação) e Niels Arestrup e pelo enredo inteligente, que consegue convencer ao contar uma história incrível. Apesar de longo, o filme foi muito bem construído e consegue prender a atenção do expectador, que vai descobrindo, ao mesmo tempo que o personagem principal, as nuances do cenário relacionado ao crime organizado. Uma obra diferenciada em relação às do gênero. Nota 8,0.
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Retrata a ação da máfia e os conflitos étnicos dentro dos presídios franceses. Destaque para o clima de constante tensão e para o desfecho arrebatador.
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Um porre.
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Chamar esse filme de o poderoso chefão que se passa em uma prisão é demais né?
Não conseguiu me chamar a atenção, achei bem monótono e não tão maravilhoso como a maioria achou. -
Filme maravilhoso...se tivesse mais 3 horas de filme assistiria sem problema...
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filme maravilhoso, é o que acontece por aqui também o cara entra na cadeia por um crime pequeno e sai expert da contravenção
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Achei escuro e não concordo com o título do filme. Pelo que falavam, eu esperava bem mais.
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É uma crítica muito bem feita ao sistema penitenciário, que na maioria das vezes funciona como uma grande escola criminal. Ótimo filme.
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impressionante, realista e violento.!!! gostei muito!vale a pena ver
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Um filme impressionante, realista e violento. O diretor Jacques Audiard tentou mostrar o preconceito dos franceses com as minorias étnicas presentes no pais, cosos, árabes, africanos, etc. Entretanto, o próprio diretor não conseguiu fugir desse preconceito enraizado no nacionalismo francês, uma vez que o filme foca a ascensão da personagem Malik (meio corso meio árabe) no mundo do crime.
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Superestimado. Algumas escolhas narrativas são totalmente dispensáveis, como o tom sobrenatural que surge em uma ou outra cena após uma ação desesperada do protagonista.
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A evolução do personagem durante o filme é prefeita, o protagonista entra na prisão como praticamente um indigente e vai tomando poder, respeito e crescendo dentro do seu novo mundo. Gostei bastante do filme.
Venho adicionar o filme e olha quem eu acho aqui :)
hehehehehe! Filmow, aproximando os cinéfilos! =)
Tá diferente na foto, hein =P
A câmera me envelheceu um pouquinho...