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Assisti há muito tempo, uma das poucas coisas que me lembro é a beleza de algumas mulheres que aparecem nesse filme, realmente lindas...
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Acima da média, mas ainda assim, um filme que não é inesquecível para mim, esperava infinitamente mais por todas as maravilhas que falam dele.
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"8 ½" é um dos filmes mais inovadores da história do cinema, e por isso, deve ser vistos por todos os amantes da sétima arte, e de preferência, mais de uma vez, para assim ser melhor apreciado.
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“Eu não sou Marcello Mastroianni. Ele é meu sósia, meu alterego. Se ele veste meu chapéu é porque eu o forço a se parecer comigo, porque esse é o modo mais fácil de se enxergar o personagem e sua história”
(Federico Fellini) -
Fellini concebe o seu universo particular!
Marcello Mastroianni em uma interpretação notável!! -
Uma coisa não se pode negar: Federico Fellini tinha um extremo bom gosto quando se tratava de beleza feminina.
Anouk Aimée, Barbara Steele, Claudia Cardinale, Sandra Milo, todas no auge de sua beleza... o sorte do Mastroianni.
E melhores do que as mulheres de Fellini são as trilhas de Fellini, e a trilha sonora de ''Oito e Meio'' com Rossini, Wagner e Tchaikovsky é esplêndida.
É difícil de descrever esta obra-prima em tão poucas palavras; um filme de enorme complexidade, narrativa intrincada, mas acima de tudo, poesia (a poesia que só os filmes de Fellini conseguem ter). De tirar o fôlego! -
Marcello o alter ego de Frederico nesse filme... Adoro essas "maluquices" do Felinni.
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Uma coisa me deixa extasiado em relação ao filme. É a possível relação entre a fase que o filme desencadeia, dentro da obra de um dos principais autores italianos, às escritas de Jung. Não dá para negar que o filme trata questões da subjetividade como os sonhos e os desejos para o nosso sentido de existência. É perda de tempo esperar compreensão e sensações de constante imobilidade na cadeira frente à tela dessa experiência fílmica que propõe justamente o contrário. A impressão de realidade. Ler "A Significação No Cinema" de Christian Metz para abrir o olhar voltado a um cinema pessoal que trará não apenas pessoalidades de quem o criou, mas que aceitará outras.
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Um grande ensaio acerca da vida, belíssima e poética obra. Sem falar em quadros e uma fotografia invejável.
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Quatro estrelas pela forma de auto biografia sincera, engraçada e pela narrativa imaginativa e aparentemente sem nexo que vai se revelando simples e inovadora. Queria a trilha
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Fellini conseguiu fazer o que queria seu personagem: um filme honesto, sem mentiras e útil. Unindo o real e o onírico, o diretor italiano conseguiu criar um filme perfeito da primeira a última cena. Roteiro sensacional, excelentes atuações, linda fotografia e ótima trilha sonora. Não há muito mais o que falar, é preciso vê-lo para entender sua grandiosidade, a qual eu acredito não ter conseguido absorver por completo e pretendo assisti-lo mais uma e talvez outras vezes mais. Uma das maiores obras-primas do cinema mundial.
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Uma jornada alucinante dentro da conturbada vida de um cineasta. Uma auto-biografia muito bem feita. Nota oito e meio.
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Quando comecei a gostar do filme e enxergar nele alguma beleza, já era os 10 minutos finais. Uma pena.
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esse filme e o apogeu do cine: o camera fellino filmou de perto, de longe, atras dos personagens, correndo, ainda por cima PB ainda! coisa de cinefilo filmar PB mesmo quando ja tinha filme tecnolor ;) mais se estamos falando de llenine um dos maiores mestres na arte de flertar com o cine. a vida da historia do garoto se resumiu em telas pra mim pq aparece ele caindo do ceu logo na primeira cena depois ele conhece varias prostitutas o padre espera a amada dele no trem ela chega e ele descobre que ela nao e nada pra ele naquela cena. finge de morto quando ta dormindo. dança em corredor de casa desconhecida hilario. felie tb brinca com o publico na que e a minha cena favorita que o magico escreve em ingles na parede soltando fumaço faisca rindo a mesma coisa que guido e o proprio diretor filleni falavam quando eram criança: a§a ninsin' circo masa sim masa rs' indisucitvelmente a obra prime maxima o opus day desse grande diretor que e o
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aposto que vc nao entendeu 1 palavra do que eu escrevi so pq eu fui mais poetico do que falei verdade modo de dizer ;)
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Tenho certeza que o narcisismo de Fellini é algo admissível, tendo em vista sua genialidade enquanto autor, mas ele forçou muito isso neste filme "Oito e Meio". Dando a entender que mesmo apesar de suas divagações, reflexões e nostalgia o protagonista –– o próprio Fellini –– detém um incomensurável potencial à criação cinematográfica. Dessa forma, tudo o que testemunhamos nessa obra nada mais é que meros 8,5 de Fellini.
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Curioso como a 50 anos atrás um diretor já utilizava uma trama para criticar as pressões comerciais sobre a indústria cinematográfica e até mesmo a política suja que cai sobre todos do famoso "teste do sofá". Esse filme é uma obra de arte, é um dos filmes dos anos 60 com a fotografia mais bela que já vi e com uma mensagem muito forte. Um diretor falando intimamente de um diretor construindo um filme com suas próprias falhas e memórias.
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Assistir o filme uma vez não é suficiente. Duas, tampouco. Entretanto, acredito que já seja possível compartilhar algumas impressões. Aqui, realidade, lembranças e sonhos mesclam-se e exigem máxima atenção para o acompanhamento da obra. Através da metalinguagem, da psicanálise e de uma atmosfera onírica, Felini desenvolve o tema da criatividade e da natureza do processo de criação no cinema, oferecendo um filme com uma (des)estrutura narrativa peculiar e que acaba por ser o grande mérito da obra. Conforme o filme se desenrola diante dos olhos, não se consegue prever ou enxergar o enredo, tudo que há em cada instante é uma dúvida pelo que se segue, o que transmite a mesma sensação do protagonista em crise criativa. A coisa foi tão perfeita que o filme realmente passa a impressão de que não há exatamente uma narrativa, mas uma série de acontecimentos que se sucedem sem um planejamento, sem uma ordem, sem uma finalidade. A sensação é de estar vendo o próprio Felini criando Oito e Meio agora mesmo, naquele instante, em busca de uma ideia no meio do nada.
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esse filme é a projeção surreal do consciente e do inconsciente de fellini. fotografia incrível e o marcelo mastroianni deu um show de atuação. pretendo rever em vários momentos/épocas diferentes da vida, acredito que cada vez interpretarei de uma nova maneira.
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grande obra...pretensão demais esgotá-la na primeira vez que assisto, verei mais vezes se puder...
Asa nisi masa...
gostei tb das dançarinas e da música.
"-Padre eu não sou feliz; -E quem disse que viemos à Terra para sermos felizes?"
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...nossa Thiago adorei seu comentário! E eu nem ainda vi esse filme (quero muito ver)! Mas então, você falou uma das coisas mais interessantes que já li aqui no Filmow: tem obra que temos que assistir sim! Várias vezes para esgotá-la. AMEI
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a pretensão é querer esgotá-la um dia. tem obras de arte tão carregadas de significados e experiências, que se renovam enquanto nos renovamos. não dá pra esgota-las porque também nunca somos os mesmos vivendo-a...
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A presunção mais monstruosa do monstro Fellini. Esta maior do que adaptar Petrônio ou fazer uma cena tão inesquecível como aquela na Fontana di Trevi, barroca e pomposa, já tão inesquecível por si só. O visionário é o verdadeiro realista. Matando fórmulas.
É uma projeção do inconsciente. E é difícil e delicioso porque o Fellini nos desloca. Se há uma coisa que ele mostra sobre o cinema é que é errado se analisar um filme pelo que ele é, e que talvez seja melhor vê-lo por como ele se cumpre em si, pelo que ele se propõe a ser e se ele desempenha tudo isso. A graça é que de certa forma o Otto e Mezzo não se propõe a ser nada, ele se constrói livre, se propõe a ser algo no mínimo um tanto indefinido, a ser a busca de um diretor para preencher o nada do seu projeto; mescla passado, sonho e presente. Só que no mesmo momento em que é um monte, mas um monte de coisa. E é até incômodo quando você se pergunta como alguém tira e logra tanto da ausência.
A obra de Fellini não é uma obra. É um universo, peculiar e monumental. Desde o neo-realismo inicial à intimidade crescente do desenvolvimento artístico. E este em particular é um filme inexpressável caso externo a si mesmo, é espontaneidade congênita; já tinha muita coisa boa antes, mas é com Otto e Mezzo que o Fellini realmente vira – num pisão bestial de tão firme – Federico Fellini. Ele se torna algo não muito cerebral. Ele se rompe e nasce de novo. Fica sensorial, introspectivo e onírico... você não o acompanha mais. Agora é ele que te leva.
E tem também bastante psicologia diluída no filme, enquanto ele explica e desenha a personalidade do Guido – e em suma a dele também – por meio de sonhos e, é claro, por reminiscências da infância.
Agora, isso pode ser algo, de todo, equívoco, da minha ótica – porém o Federico foi sempre muito mais Jung do que Freud, e gostava da linha de pensamento jungiana – mas ele brinca de uma forma escancarada com a luz do preto e branco da fotografia em vários momentos bem singulares ao personagem, quando há incômodo, relutância ou, psicologicamente, “projeção” – o que parece remeter, metaforizar, a “sombra”, do Jung, a face mais sombria e primitiva do ego da psicologia analítica. Porque é justamente isso que ela propunha – o que o Federico traduz com maestria no seu estético característico e até feérico –: o lado mais animal, contido mas eventualmente incontrolável: ele sonha num harém, sonha até em matar o roteirista – enquanto a sombra também é responsável por coisas como a criatividade, o insight e a espontaneidade – coisas essenciais, artisticamente: a sombra está além do nosso controle, na bestialidade e na arte também; agora, fora o esboço acima da honestidade, digamos, não conjugal, mas sentimental, o Guido sofria, e mal tinha um amor – aliás ele tinha até uma melancolia quando via que despedaçava seus relacionamentos –; e ele evolui, faz um escrutínio de si e caminha com isso ao término purificante, discursivo e conclusivo quanto a essa insólita sombra que deveríamos clarear. No fim não há sombra, é um circo a céu aberto, é inspirador, até romântico.
É também impossível deixar de notar a semelhança alegórica entre Fellini e Bergman, dois sujeitos tão espantosos, e como exploram certas particularidades. Nesse caso, mulheres. Enquanto o Ingmar várias vezes as faz de foco e possui a maior destreza em exaltar sua delicadeza e instaurar e deixar suspensas as maiores e mais bem construídas tensões – e mesmo assim fazendo da deformação algo belo e fluente –, é interessantíssimo como aqui, o Federico não centraliza, não são um fio condutor, e sim uma companhia contínua, e persiste em manter a sensibilidade de suas mulheres, mas as harmoniza numa comicidade inominável quanto ao roçar descontínuo dos sexos vista de olhos ternos que as mostra destruindo o Guido e sendo cruéis – mas ainda assim encantadoras, ainda fascinantes. Talvez ainda mais. A Luisa, a Anouk, está tão linda... é um amor.
Então volta a psicologia. Ele se defende nos sonhos. O que é bem burlesco e risível, e igualmente profundo. Eufemismo dizer que esse filme é imprescindível ao cinema, ao artista. Dizer que Fellini é um gênio do cinema. Além de, nesse deleite, ser uma miríade para a hermenêutica. Ponderando-o de forma lógica e racional, ele também é um gênio: o filme é uma sátira crítica ao modo com que muitas vezes levam a arte cinematográfica, à cobrança de “responsabilidade” que um êxito traz, à incerteza titubeante de um artista e tudo mais... Mas, sabe, sinceramente, fica chato. Fazer isso é como lê-lo de uma perspectiva redutora. O Federico é poesia, espontaneidade, catarse e beleza justamente da quebra da ponderação lógica. E de um desabrochar das ruínas disso.
Roteiro, direção, atributos técnicos. É uma dança. E que trilha sonora. Desde o Wagner escolhido e os outros à trilha em si. Com Nino Rota não seria de se esperar menos, mas... Tango! eu achava que o ponto máximo dele era a trilogia The Godfather com o Coppola. Sei não. Enfim, o filme é de uma graça indescritível, uma comédia arguta surreal muito mais do que inspirada sobre a falta de inspiração, tudo o que pode existir numa arte que não existe ainda, fumaça de cigarro e a voz macia do Mastroianni, nódoas de metalinguagem em algo que de tão sutil é quase visceral, subjetividade inefável e subversão num transpor de coisas sérias, mas observadas por essa lente perspicaz, aconchegante e risonha, e com discursos e cenas finais que reverberarão sua lírica e ecoarão em nossas mentes vazias por dias e dias. -
Não entendi (pra variar). Engraçado que esse filme me passou a impressão de que os italianos são pessoas felicíssimas.
. Eu acho, pelo menos. Um dia eu vou rever...E aquela cena final, do povo todo de mãos dadas eu acho muito linda
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é assim mesmo, cara. oito e meio é pra ver a cada mês, bimestre, semestre, ano, década. o tipo de filme que mexe contigo e te faz visualizá-lo de maneira diferente a diferentes épocas da sua vida como telespectador, como pessoa.
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A vida dura de um diretor de cinema, em uma obra autobiográfica de Fellini.
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Marcello Mastroianni com todo seu charme e sua voz rouca encantadora é O filme. Sensacional.
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Masterpiece. É uma metalinguagem mas deixa de ser em certos momentos, filme sutil ao extremo, obra prima do Fellini, um dos melhores filmes de todos os tempos.
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Obra prima é pouco! Na TV:
05/11 00:30 Canal Futura -
O jogo de realidade e fantasia sempre chama minha atenção e aqui Fellini brinca com isso de maneira maravilhosa.O filme é cheio de cenas ótimas,a figura sempre marcante de Mastroianni e as belas mulheres que o diretor "joga" em seu filme.Obra-prima inquestionável.
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Trata-se de um estudo sobre a natureza da criatividade, a arte, a crise da meia-idade, e a batalha dos sexos. Ao longo do filme, o diretor sonha sonhos, tem fantasias, e se recorda de sua infância - e esta vida interna é apresentada na tela com o mesmo senso de realidade, como o da própria realidade.
Como as pilhas de imagem em imagem e da fantasia se tornam indistinguíveis da realidade, o espectador pode ficar perdido em um deslumbrante labirinto de incoerência. Contudo, o filme oferece não só uma sátira sobre o frenesi, a incerteza, e o choque de egos envolvidos na realização de um filme, mas, também, um comentário sério sobre a importância da honestidade em um relacionamento. Se 'Oito e meio' é ocasionalmente desgastante, o final é revigorante, deixando-nos saber que a vida é um jogo em que cada um de nós está no palco.
Com uma combinação de imagens caleidoscópicas, trilha de Nino Rota e atuações marcantes, Oito e meio tem seu lugar como um dos maiores filmes da história. -
“O que é esta faísca de felicidade
que me faz tremer, me dá forças?
Desculpem doces criaturas, eu não tinha entendido,
não sabia...
Como é justo aceitar, amar vocês, e como é simples!
Sinto-me como que libertado.
Tudo me parece bom, tudo tem um sentido, tudo é real!
Como eu gostaria de saber explicar,
mas não sei dizer.
Pronto, tudo está de novo como antes, tudo está confuso.
Mas esta confusão sou eu.
Eu como eu sou, e não como eu queria ser,
e não tenho medo de dizer a verdade, aquilo que não sei,
que procuro e não achei.
Só assim vivo e posso olhar seus olhos fiéis sem sentir vergonha.
A vida é uma festa, vamos vivê-la juntos!
Só sei dizer isto, a você e aos outros.
Aceite-me, se puder.”extremamente profundo, incrivel.
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O filme mais pessoal de Fellini e com certeza a sua obra prima. Ele nos coloca, sem estabelecer o plano real e imaginário de sua mente interpretada muito bem por Mastroiane, tão espontâneo que se torna crível. É de fato um testamente das aspirações, visões de mundo e até mesmo paranoias desse grande diretor. A cena do harém é profunda e divertida ao mesmo tempo, um harém que contém da sua irmã ao fetiche sexual, cercado por mulheres, valquírias e depois feras, domadas pelo seu dono. Mas só em sua imaginação, sucumbindo à sua subjetividade.
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Uma obra-prima, não é o meu preferido do mestre, mas recomendo!
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Como toda obra surrealista, precisamos de um tempo para absorver todos os detalhes, esse é um filme complexo e incrível, como a falta de amor pode ser o motivo de nosso sofrimento, aonde conseguir inspiração quando não tem o amor, às vezes precisamos descobrir os nossos buracos mais profundos para que a arte flua.
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Acabei vendo Nine antes desse e me arrependo, pois esse é infinitamente superior! Obrigatório pra quem gosta de cinema porque vai gostar ainda mais depois de ver esse filme, é meio autobiográfico e sobre o autoblock/amores de Guido mas é isso que dá o charme ao filme.
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Para fanboys inflamados e cegos do "gênero" "cinema introspectivo e sensorial".
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Um dos filmes mais mágicos, mais marcantes, mais geniais, mais diferentes, mais bonitos, mais emocionantes, mais apoteoticos e doces que eu já tive o prazer de ver. Mudou minha vida e me fez gostar mais ainda de cinema. E de Fellini.
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uma vez um crítico falou que esse é o filme definitivo sobre "director's block". concordo. grande fellini: megalomaníaco, louco, mestre e gênio.
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senti um quê de biográfico, maravilhoso.