-
uma mulher sensacional. Usa seus ideias e seu "poder" como assim, mulher em uma causa maior. haha Interessante como mostra a contemporaneidade com a mulher e seus atos que fazem sua personalidade. Que a pesar dos pesares, não interfere nem um pouco em seu caráter.
-
É inteligente e encantador, além de divertido. Eu não canso de ver e rever...
-
Surpreendente, enredo bem construido, história muito louca! Gostei!
-
Apresenta com humor a fragilidade das ideologias e uma visão madura da politica contemporanea.....fantastico
-
Achei tão lindinhos a Bahia e o Arthur juntos! Gostei bastante pelo teor, pela fuga do convencional, pela atuação dos atores e pelos personagens cativantes.
-
Bahia e Arthur, a história de amor mais doida, improvável e encantadora. ♥
-
Não curti.. Não gosto de filmes frances definitivamente.
Achei a depilacao péssima tb hahhaha -
A tradução do nome do filme pra português ficou horrível, pra variar...
-
Bem criativo para os dias atuais!
A maneira simples de contar a história de cada um sem parecer besta e clichê se destaca de forma única ao decorrer do longa.
Um ótimo filme! -
eu acho tão interessante esse estilo francês de contar a vida dos personagens nos seus mínimos detalhes, é tão curioso isso =]
-
Uma delícia de filme.. aborda de forma bem leve temas que geralmente ficam "chatos" em alguns filmes
-
Que criatividade sem limites! Acredito que seja o filme mais criativo que ja assisti.
-
Filme absolutamente encantador e engraçado.
Comédia romântica inteligente com judeus traumatizados, imigrantes argelinos e uma mulher que usa o sexo como uma arma política. -
Vou sempre lembrar desse como 'o primeiro filme em que assisti sozinho numa sala de cinema'. hahaha.
O filme é ótimo, muito divertido e engraçado. -
Comédia romantica que não nega sua origem. Ah, o cinema Francês e sua nudez e idealismo.
-
Apesar da ideia ser muito boa, achei bobo demais em alguns momentos. Mas ainda é muito melhor que as comédinhas românticas enlatadas que estamos acostumados.
-
Inteligentíssimo e muito divertido, assisti sem saber nadinha do filme e fui logo cativado pela cena inicial. A princípio me pareceu uma comédia romântica comum (com a vantagem de ter uma linguagem mais interessante que o normal) mas aos poucos vai crescendo, com personagens cheios de camadas a serem exploradas e tocando em assuntos mais densos, como a xenofobia, com muito bom humor (a cena da eleição me fez gargalhar alto). Apaixonei pela Bahia. ♥♥♥♥
-
Mais um belo filme francês! O que achei mais interessante foi a forma como Diretor tentou incutir a problemática Israel x Palestina. Se vocês não perceberam, ela é árabe e ele judeu. Os dois têm pais que sofreram em seus países e foram parar na França. Mas o casal se une e tenta entender a cultura de cada família.
-
As questões sociais que o filme aborda são muito pertinentes, e a forma como o faz é bem bacana. O personagem do Arthur Martin é bem formatado, a forma como a relação do casal vai se construindo é fofa, as constelações familiares de ambos os lados é muito bem feita.... mas eu não consegui "comprar o peixe" da protagonista (Bahia), achei inverossímil, mesmo compreendendo que a proposta da personagem é ser anti-convencional, mas sei lá... não colou, achei forçada, não pela atuação da atriz, que é muito boa, mas pela construção da personagem em si... não gostei.
-
Eu adorei esse filme. Adoro essa coisa não convencional.
-
Essa merda quase causou um burn-in na minha plasma por dormir com o dvd ligado!
Maldito!
Mas essa Sara Forestier é demais... -
Muitooo diferente do que vemos por aí...kkkk uma história com altos e baixos, e sai totalmente da rotina de todo filme de comédia/amor etc...
-
Um dos filmes mais "loucos" que já assisti, muito bom.
-
É incrível a maneira com que essa história cativa já no primeiro instante e mantém essa fixação até o fim.
Deixa impossível você não ficar ali até o último segundo *.*
Com personagens divertidos e cativantes, relações politicamente incorretas e a descoberta da sua cara metade, 'Le Nom des Gens' leva o telespectador para uma viagem de sorrisos e um novo olhar para os preconceitos da sociedade de uma forma leve e simples!
Além de que, ver a Bahia e o Arthur juntos é tão fofo, que em um ponto você se vê sorrindo sem motivo algum ;)Algo muito significativo que o filme transpassa é a não idolatração a morte, não lembrar de alguém pela forma que ela morreu e sim pelos momentos felizes desta, como por exemplo a primeiro vez que experimentou chantilly. HAHAo que foi a cena em que a Bahia sai de casa pelada e só percebe que estava assim depois de muito tempo?! *O* HUAHSUAHSUAHSUHAS'
Existem várias formas de amor, só é necessário encontrá-las e saber do seu verdadeiro valor, antes de perdê-las. -
Garanto que muita gente vai deixar de apreciar essa obra ímpar em função dessa tradução medíocre do título. Dá a ideia de ser mais um filminho de comédia romântica, quando na verdade é uma comédia inteligentíssima sobre história da humanidade do século XX, as religiões, as descendências, as miscigenações.
Desses filmes que só os franceses sabem fazer!
Surpreendeu-me bem além do esperado.
Vou recomendar por aí. -
Assisti a pouco com minha turma na facu, na aula de Filosofia Politica, muito bacana o filme, vemos como estamos presos aos costumes e á tradições bobas.
-
Esse filme é incrivelmente intrigante e excitante, além de fugir do convencional das histórias de romances que se passam em Hollywood.
-
Um comédia romântica especial, por conseguir contar uma história clichê de uma maneira inovadora, divertida e tocante. Na TV:
27/10 00:05 Max -
o filme é tão bom quanto a primeira vez que comi chantilly :)
-
O grande atrativo desse filme é a natureza selvagem da personalidade da nossa "Bahia" (que não é baiana, e sim argelina), que é uma daquelas mulheres que dominam qualquer lugar onde chegam.
Seu parceiro romântico no filme é altamente improvável: o Arthur parece ter todas as qualidades contrárias a de Bahia. Centrado (na vida e na política), cheio de traumas do passado e uma família entupida de recalques e "poréns", franceses por definição, bem diferente da família liberal e multinacional de Bahia.
O sorrisinho da atriz que faz a Bahia me lembra as vezes nossa Zooey Deschanel, mas esse filme não tem o mesmo charme cativante de "500 Dias com Ela".
Como acontece com "500 Dias com Ela", ficamos sabendo do passado dos personagens através de cenas engraçadas de suas infâncias. Parece agora ser uma tradição começar filmes com esses "essa é a sua vida" engraçadas e surrealistas, como vi pela primeira vez em "O Fabuloso destino de Amelie Poulain". Mas esse filme francês de 2010 não tem nem metade do charme do filme francês de 2001.
Enfim, é uma boa pedida para quem gosta de historinhas de amor que une pessoas "impossíveis", pessoas que você nunca imaginaria que tivessem uma chance em um relacionamento, de tão diferentes que são.
Se você gosta desse conceito de "mulher força da natureza", de uma personagem feminina que chega e altera tudo, como se fosse um furacão, então eu te recomendo outro filme, também francês: "Betty Blue".
Betty, sim, que é uma "força da natureza", fascinando e mexendo com a vida de todos que entram em contato com ela. Com a diferença que ela não precisa recorrer a artifícios sexuais, como a protagonista desse filme.
-
Adorei a bunda dela , acho que vou me filiar a direita.
-
Lindo. Não imaginava que de tanta maluquice pudesse sair algo bom. Sara Forestier está hipnotizante, eu me converteria na hora, hahaha.
-
ah, e Sara Forestier estava super enterpretando a Zooey Deschanel hahahahaha coisa mais linda *-*