-
"...It's easy to deceive
It's easy to tease
But hard to get release..." -
Ela era tão frágil! O olhar dela passava tantos sentimentos! Tristeza principalmente
É de partir o coração ver ela implorando para morrer porque não aguentava mais aquele sofrimento.
-
O cenário mais clássico de um filme de terror, ambiente soturno e uma fotografia que me fazia ficar ainda mais angustiada. Olha, filme de 1960 dando banho nos atuais. Certeza que o Almodóvar foi a fundo nesse "quase clássico", e soube aproveitar genialmente em A Pele que habito.
-
"Meu rosto me assusta. Minha máscara me assusta mais ainda."
-
Christiane é apaixonante. O pai dela e a enfermeira despertam compaixão. E os três são de uma melancolia de dar dó. Passei um bom tempo ouvindo cachorros imaginários.
-
Foi bem menos do que eu esperava, admito ter me decepcionado. Não é um filme ruim, de forma alguma, acho que apenas criei expectativas muito altas por ser considerado um clássico.
-
O filme mais brutal, violento e agoniante que já vi da década de 60. Obra prima de Franju, atemporal, tenso, um pouco lento, é verdade, mas ainda assim um longa metragem pra ninguém botar defeito. O desfecho é de uma genialidade e sutileza sem tamanho. Destaque também para a bela fotografia e para os efeitos especiais e de maquiagem, inovadores para a época. Sensacional!
-
Tido como clássico incontestável do diretor francês Georges Franju, o filme Olhos Sem Rosto não me impressionou tanto quanto eu esperava.
De fato, um filme inovador e que inspirou tantos outros thrillers psicológicos envolvendo questões de identidade através de cirurgias plásticas, embora ao contrário do que afirmam, não é algo 100% original. Tomorrow Is Forever do diretor Irving Pichel já tinha feito isso nos anos 40!
Mas algo não funcionou comigo, não tenho um ponto específico para destacar, o filme não é de todo ruim, mas achei chatinho. Talvez assistindo uma segunda vez eu possa entender melhor a possível genialidade desse filme.
-
história bastante incomum e estranhamente fascinante. o medo eterno da desfiguração humana..
a nossa aproximação ao filme em certas cenas é sensorial, quase sentimos na pele aquela cirurgia milagrosa do doutor Génessier.
a personagem Christiane, sem dúvida nenhuma, é o elemento que dá toda aquela graça macabra à história. aquela cena final não cabe em palavras.. -
O olhar dela nas cenas é tão delicado que chega a ser assustador.
Christiane na cena final andando fora de casa com o pássaro na mão.
Nunca vou esquecer essa imagem.
Eu gostei :} -
Digamos que Almodóvar se inspirou nesse filme para fazer La Piel Que Habito.
-
Muito bom filme. Recomendo a todos! Tem umas questões fodas empregadas no filme.
-
Predescessor de "A pele que habito". Curti, mas no final poderia ter mostrado o encontro dela com o ex-noivo! Rs
-
Nem terror, nem suspense. Tem uns erros bobos, uma musiquinha chata e um final sem noção.
-
um desses filmes que faz jus ao hype e que envelheceu com extrema categoria - até pela elegância com quem é conduzido e pela simplicidade eficiente da história. muito mais legal que 99,9% das overpunhetadas obras francesas do mesmo período - que ao contrário dessa aqui ficaram datadas pra cacete.
-
Que gracinha a Edith Scob, a cena final é linda, ela parece uma bonequinha.
-
Fiquei lembrando de A Pele que Habito toda hora. O clima Noir perfeito. Muito bom!
-
De boa, então essa sinopse é spoiler também oO... isso é informação básica do filme, não é spoiler.
-
é spoiler pra quem viu "A Pele Que Habito" , mas fora isso nada de spoiler até então.
-
Que viagem de vocês. Então, toda sinopse vai ser spoiler? Eu ainda não assistir, mas só de ler a sinopse, pensei em a pele que hábito.
-
bem, isso é arte, e das boas.
trivia: "Director John Carpenter once suggested that selecting the mask that Michael Myers wore in Halloween (1978) was influenced by Edith Scob's mask in this film."
-
para os curiosos em assistir, eu encontrei a obra neste link: http://bit.ly/MpCy9u , por torrent. de nada.
-
O filme é bem feito tecnicamente, tem uma fotografia ótima e uma maquiagem legal. A tensão é bem construída e funciona algumas vezes, não graças à trilha sonora, que soou meio deslocada.
A perda da identidade também é uma boa sacada da obra, e é nesse dilema que vive Christiane, que não sabe o que é pior: morrer ou se tornar outra pessoa. "Os Olhos Sem Rosto" possui ótimas sequências, como quando Christiane (Edith Scob debutando com estilo) desabafa com Louise, chorando por debaixo da máscara, ou quando uma sequência de fotos mostra a degradação do rosto dela.
Os dois únicos pontos negativos que eu notei foram o maniqueísmo exagerado (que eu entendo ser quase impossível evitar em filmes do gênero) e o final meio piegas. Mas os dois não estragam o filme.
-
Maravilhoso. Bastante parecido com "a pele que habito" em alguns aspectos
-
Maravilhoso em todos os sentidos, destaque para a cena final que é de um lirismo ímpar.
-
puta que filme lindo. quando somos tirados da situação de humanos após termos um vislumbre do rosto monstruoso da christiane, e sentimos que diante de nós está um animal estranho, não familiar, e nos deparamos com aquela cena onde ela se identifica com aqueles outros animais perdidos que vão significar o fim do seu desespero e ao mesmo tempo de suas esperanças... me fez ter uma despirocada mental e emocional que nunca qualquer shakespeare, almodovar, ou por sei la mais o que que esse filme seja relacionado, já conseguiu fazer.
-
E como Billy Idol disse: "Got no human grace
Your eyes without a face" -
Filme muito bom. O que mais me encantou foi a fotografia e a atuação da Edith Scob. Aquele rosto inexpressivo da máscara é sinistro. E dá pra ver mesmo muitas nuances desse filme em A Pele que Habito do Almodóvar, assim como no livro do Tarântula do Thierry Jonquet. Filme de primeira!
-
ela não apoiava o que o pai fazia, mesmo sendo pra o bem físico dela
-
Um filme de terror com mais de 50 anos não pode perder o carisma. Mas também é preciso que espectador se coloque no lugar da plateia daquela época e não julgue a película com os olhos dos séculos XX e XXI. E você vai sentir isso se assistiu "A Pele que Habito". Minha crítica completa em http://wp.me/p1Yz30-80
-
concordo ,e muitos filmes assim tem um suspense muito melhor do que esses atuais cheios de efeitos
-
-
Ficou uma quase certeza de que Almodóvar bebeu muito na fonte desse filme para compor 'A Pele Que Habito'.
-
Isso já foi até comentado em outros sites bem como algumas criticas que eles fazem a filmes. Realmente, senti que Almodovar recebeu influencia deste filme acima para o seu mais novo filme, A pele que habito.
-
-
Georges Franju é phoda, pena que não tenha seu trabalho reconhecido.
-
Lindo! Estética perfeita, trilha sonora perturbadoramente encantadora, é tudo tão simples e tão perfeito! Com todas as limitações impostas ao diretor, Franju conseguiu aproveitar todos os elementos disponíveis para realizar um filme magnífico! Obrigatório para os fãs de um bom filme de horror!