Pensei que fosse mais um filme de arte feito para chocar e provocar, mas não, é um drama humano e triste. Lamento pela protagonista, uma senhora de meia idade (divorciada, viúva?) cuja filha não lhe dá a mínima e vai à África, nas férias, em busca de prazer sexual com os nativos. Iludida, acha que vai encontrar algum afeto, mas a única coisa que querem dela é dinheiro. Solidão afetiva é a proecupação da Seidl.