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Vou revê-lo e revê-lo novamente... Um filme totalmente intrigante.
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Eu não sei se eu estou certo ou se eu estou errado. Mas faço tudo o que eu digo e digo tudo que eu faço. Neste mundo eu sou eu, você é você.
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Já que posso ficar horas analisando e não vou chegar a conclusão alguma, vou falar da fotografia, que esta do caralho.
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Não. Eu não poderia limitar a profundidade desse filme em palavras. (...)
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Esse filme nos leva a pensar em como cada indivíduo transmuta em sua existência perdendo, inclusive, um pouco a noção do que é real e irreal. Sensacional percepção da obscuridade do ser humano e com o toque surpreendentemente artístico e cativante. Excelente!
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Bergman eh o melhor... assistir esse filme duas vezes eh fundamental... muito foda!!!
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Jogo de personalidade e estudo da percepção. Instigante, como todos do Bergman! Ficou bem interessante essa reflexão sobre as várias facetas do "ser", e as angústias que elas causam na mente. Acho que certos diálogos passaram nitidamente essa visão: a luta constante entre o que somos e o que passamos aos outros ser.
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Quando lí a sinopse, soube que seria uma experiência e tanto: O exemplo de personagem Alma reforça a latente e principalmente "imagética/simbolica" linguagem explorada por bergman. O que dá ao filme uma roupagem extremamente sensível em termos de "catarse" no público interessado.
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Realmente, não entendi a proposta do filme e a trilha sonora me meteu um medo haha
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Aí você vai ver o ano: 1966. E então pensa: caraca, que atual!
Tanto a temática quanto a fotografia, direção, etc. Algo que transcende mesmo o tempo.
E o que é essa Bibi Anderson? Nossa. Muito top. Antecessora da Noomi Rapace. -
Gostei muito mais do que pensava que gostaria.
Esse título em português é uma vergonha né? Absolutamente nada a ver.
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Intenso, envolvente, fotografia maravilhosa . Uma aula de como se aprofundar num personagem, um estudo de personalidade .
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Adorei o filme, esperava gostar um pouco menos. Achei as duas personagens psicologicamente fascinantes.
Como a maioria vou ter q assistir novamente pra conseguir compreender melhor. Sei lá, fiquei com a sensação de ter deixado escapar algo.
Enfim, achei lindo.-
Acho que na segunda vez que você vê, algumas coisas que escaparam dos seus olhos ou do seu entendimento, ficam mais claras. É um filme que se renova a cada vez que é assistido.
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todas essas cenas entrando em sua mente e a confusão que é cada vez mais clara e intrigante e o que é real meu deus
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Fui mais uma a não entender o porque do "Quando duas mulheres pecam" no título. Persona vem das máscaras teatrais gregas. Mas, sobre o filme em si, Bergman quis focar na questão do ser ou parecer, motivo de discussões filosóficas na antiguidade e hoje sem nenhum enfoque. Nietzsche havia colocado as artes plásticas como a arte da aparência e Bergman nos mostra o ator como um fantoche da aparência, sendo assim, todas as vidas que ele vive é uma farsa e não o seu próprio ser, inclusive sua própria vida. O seu próprio "ser" nesse caso, fica em segundo plano, difundindo uma personalidade falsa da real. Elizabet Vogler busca deixar de "parecer" e começa a "ser", descobrindo assim então sua personalidade, pra isso, ela se refugia no silêncio, uma vez instaurado o silêncio, não haverá mais falas e atos falsos que levam à aparência. O fardo do ator, imposto ao filme, ao qual Vogler sofre, é a concepção da natureza, que mesmo quando não está representando no palco, está se pensando de forma dramático o tempo todo, representando dentro e fora do palco em todos os momentos. A solução encontrada por ela foi manter o silêncio como sinônimo de "ser" ou pelo menos, como uma possibilidade. A personagem da Alma me veio como uma segunda face da Elisabeth, um personagem dela própria, que ajuda a destituir todos os papéis que existem dentro dela, um jogo de aparência ela entra mesma. Assim, podemos pensar que só é possível chegar ao ser através da aparência.
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Eu poderia resumir o cinema neste filme. Incrível. E não vou falar da horrorosa tradução do título, juro.
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e seria um grande resumo, as diversas passagens experimentais demonstram que o Bergman tambem refletiu muito sobre cinema na realização, eu só não saberia dizer se seria um melhor resumo do cinema ou do ser humano.
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zuado esse título brasileiro "quando duas mulheres pecam", uma tentativa de compreensão que não esclarece nem ajuda em nada
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Não tente entender o filme, apenas sinta as cenas e as falas entrarem dentro de você.
Um espetáculo! -
Sétima arte levada a sério. Não conhecia o trabalho do Ingmar Bergman, e devo dizer que estou fascinado. Diálogos marcantes, enquadramentos belíssimos, atuações soberbas, e de uma subjetividade poderosa.
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Ingmar Bergman tinha forte influência do Existencialismo. É inútil tentar entender "Persona". Estudiosos do filme afirmam que ele, de fato, não foi feito para ser compreendido. Mas vemos muito dos traços de Bergman nele: a obscuridade, angústia, crise de identidade, sempre carregados de drama, e nesse caso, de culpa e consciência pesada. "Persona" é essencialmente subjetivo e introspectivo, assim como todo ser humano.
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Não tente entender tudo o que o filme propõe, afinal é tão subjetivo.
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Bergman mais uma vez trabalhando o silêncio em meio a diálogos inspiradores e provocativos. Preciso ver de novo, e dessa vez com uma boa legenda em português (os vários erros da legenda em inglês me confundiram). Mas já valeu, capaz de se tornar um dos meus favoritos.
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'Persona' não apresenta apenas uma história, instiga o espectador a decifrar suas imagens e seus significados implícitos. Mais do que um filme que trabalha a metalinguagem, 'Persona' é um questionamento sobre o ser humano e sua psique
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Da doutora para Elisabeth Vogler: "Pensa que não entendo? O inútil sonho de ser. Não parecer, mas ser. Estar alerta em todos os momentos. A luta: o que você é com os outros e o que você realmente é. Um sentimento de vertigem e a constante fome de finalmente ser exposta. Ser vista por dentro, cortada... até mesmo eliminada. Cada tom de voz, uma mentira. Cada gesto, falso. Cada sorriso, uma careta. Cometer suicídio? Nem pensar. Você não faz coisas deste gênero. Mas pode se recusar a se mover e ficar em silêncio. Então, pelo menos, não está mentindo. Você pode se fechar, se fechar para o mundo. Então não tem que interpretar papéis...fazer caras, gestos falsos. Acreditaria que sim mas a realidade é diabólica. Seu esconderijo não é a prova d'água. A vida engana em todos os aspectos. Você é forçada a reagir. Ninguém pergunta se é real ou não, se é sincera ou mentirosa. Isso só é importante no teatro. Talvez nem nele. Entendo por que não fala, por que não se movimenta. Sua apatia se tornou um papel fantástico. Entendo e admiro você. Acho que deveria representar este papel até o fim, até que não seja mais interessante. Então pode esquecer como esquece seus papéis."
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Simplesmente O melhor "diálogo" de um filme que eu já assisti. Filme sensacional, paixão eterna.
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“Seu esconderijo não é à prova d'água. A vida entra em tudo.”
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Sabe aquele filme que você tem que ver de novo pra entender e ainda passa a semana toda tentando entender um pouco mais? Pois é.
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Mais uma obra-prima do Bergman que preciso de uma semana - no mínimo - para digerir...
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Um clássico de cunho psicológico de Ingmar Bergman. Um dos mais instigantes filmes que já vi!
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Um filme bastante singular e dificil de analisar. O próprio nome (que é bem sugestivo, por sinal) já resume bastante do que ele fala: as máscaras que as personagens usam para se "esconder" do mundo. Impossível assistir esse filme e não ir atrás de análises, já que ele provoca quem o assiste desde o seu início com aquelas imagens, digamos que assustadoras. O que eu mais gosto em um filme é a sua capacidade de me fazer mudar de opinião rapidamente sobre uma personagem, e foi o que aconteceu no caso da Elisabeth que no começo cheguei a me identificar com a personagem e no meio ela já estava me irritando. Por esse e outros pontos, o filme foi tão bem recebido por mim.
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É óbvio que o filme não é plano, raso, precisa de subentendimentos, revisões, análises... mas quem não conseguiu focar sequer nisso, tem que admitir, pelo menos, que Bibi Anderson e Liv Ullmann estão além de fantásticas: soberbas!
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Penso que "Persona" dialoga com um assunto frequente de toda a obra do Bergman, pelo menos presente em todos os filmes dele que vi até então: os conflitos que advém da ilusão da realidade. Um filme difícil de ser pensado racionalmente, ao mesmo tempo em que nos provoca através de uma beleza técnica impecável: esse filme é um exemplo da minha paixão por filmes preto-e-branco. Nunca poderia ser colorido. Aqui a "escala de cinza" nada mais é do que uma expressão do intenso jogo de luz e sombras presente na natureza humana. As cenas de "contraste" não teriam como não ser assustadoras. Genial, como sempre.
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A forma do filme acompanha o conteúdo: a narrativa é não-linear, onírica, de forte carga teatral e sem nehuma aparente sequência de acontecimentos - embora o cineasta tenha afirmado que o roteiro foi "rigorosamente concebido".
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As cenas no início me assustaram um pouco e talvez isso tenha atrapalhado minha percepção do filme (eu ficava ansiosa com medo de aparecer alguma coisa esquisita na tela, hahaha), mas mesmo assim, algumas cenas e diálogos me pegaram e eu achei um filme bem profundo e bonito. Apesar de não ter entendido porra nenhuma do final, gostei e pretendo assistir novamente pra poder analisá-lo direito (sem medinhos bestas).
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Achei que eu era a única pessoa que ficou com medinho quando viu o filme pela primeira vez. HAHA :) Ainda assim, é incrível como consegue ser um belo filme mesmo para quem fica nessa tensão.
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Pensa que não entendo? O inútil sonho de ser. Não parecer: mas ser. Estar alerta em todos os momentos. A luta: o que você é com os outros e o que você realmente é. Um sentimento de vertigem e a constante fome de finalmente ser exposto. Ser visto por dentro, cortado, até mesmo eliminado.
Cada tom de voz, uma mentira. Cada gesto, falso. Cada sorriso, uma careta. Cometer suicídio? Nem pensar. Mas pode se recusar a se mover e ficar em silêncio. Então, pelo menos, não está mentindo. Você pode se fechar, se fechar para o mundo. Então não tem que interpretar papéis, fazer caras, gestos falsos… Acreditaria que sim, mas a realidade é diabólica (…)"
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Equipe Filmow.com -
Filme difícil, daqueles que você termina de ver e vai pesquisar sobre, para quem interessar, http://www.cinematografo.com.br/trabalhos/Persona.pdf , tá aí uma excelente resenha.
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Um presente cinematográfico para alma e a mente de cada telespectador, arrependo-me de ter demorado tanto tempo para assisti-lo. Por melhores que sejam os argumentos aqui expressados, nada poderia jamais fazer justiça a essa obra de arte, que de uma forma genuína e indagante te leva a transpassar as barreiras entre o psíquico e o aparente. Esse magnífico filme transmite um certo quê de encantamento que nos faz mergulhar cada vez mais profundamente na essência e inconsintência interior das personagens.
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Persona não é apenas um filme, mas também uma análise interior da alma humana. Até onde chega o entendimento e até onde um ser é capaz de suportar seu próprio 'eu'? Com todos seus conflitos existenciais e emocionais, Alma submerge em si mesma, criando Elisabeth, um reflexo, expondo seus temores, mazelas e arrependimentos através do silêncio. E através dessa aparente quietude, começa a indagar-se, forçando-se a notar-se muito além de toda cruel representação que há em palavras. Nua, crua, assim como a fome incessante da realidade que habita calada o interior de cada um de nós.
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um filme pra vc cala sua boco
literalmente pq ela fica ate muda n filem para se sincero eu nao entendi absoluto nd dest filme p inmar beergman pra mi mnada viu e nesse filme le so jogou personagens uma muda outra surda e a surda so sabia fala mais nao escutava a otra pq era mudo ebemgram estava no seu apogeu do seu cine Mais profundo... tao profundo q vc nem entende Mais...
tem 1 Q de novele vaguie 1 Q de movimento do cine alemão mais parece q perpendicula Mais com o de bemgran msm... mais com o dele doq outro pq afinal qm e o diretor.... elefiquei sabendo q ele teve 1 parcero no filme um diretor parceiro mais por isso o filme nao da pra entende pq a buatos eq ele tava dirigindo e o outro diretor o parceiro ficou aluciniado e maluco e nao da pra entender Mais nada do filme Mais... entao se vc que ver se prepare seu folego pra vc ficar mudo e sudo pq nao entende nenhumo falaa... mais ta Demais o filme ta perfeito seu cenario sua trilha sonoro espetaculo magniicifo
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lembra os dialogos dos antigos q ngm falava mais eles so se cumprimentavam pq afinal tava filosofo ja qm pensa nao fala
qnt genet n para de fla so fla merda e nao pensa entao cala sua boco? ironia tb o begggman sabe mt bem falar da sua vida ---sim vc msm telespectador...
a buatos de q bergmenes 9ingmar lia essa historia tds os dias para seus filhos por isso um deles virou maluco nao entendi nada acha q a vida era maluca e por isso nunca Mais !!!! -
maria garota ridicula pq ao ivnves de vc critica-lo por uma critica muito melhor que a sua vc nao faz a sua proprio critica??? hein eu acho melhor? ele entendeu o filme do olhar de mundinho dele do ponto de vista do mundinho dele e vc o seu? O:) se enxerga garota e vai aprimorar seus conhecimentos de cine pq pelo visto vc passa longe Mais ele usou referencias e ate mesmo curiosidades da telinha por ex: quem era esse parceiro de direct do bergmond
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