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É um assunto a refletir. Muito difícil pensar com uma mente tão aberta na sociedade em que vivemos e da forma que vivemos. Complicado, mas não descartado.
"Quanto mais você ama, mais amor você tem pra dar."
"Eu definiria poliamor como a possibilidade de amores." -
Uma discussão importante. Amores que fogem ao padrão sempre vão chocar uma sociedade hipócrita que impõe de maneira silenciosa os conceitos de certo e o errado.
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Desculpa sociedade, não acredito nisso de poliamor, não. Pelo menos dessa modernidade eu não sofro.
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Moderno, confuso, dá ciúmes, mas vejo por aí até um monte de "namoros" assim, monte de gente ama alguém na vida real, comprometida... E ama alguém pela internet, mantendo contato por celular, sms e tudo mais...
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Alguém sabe se existe legenda ou versão legendada?
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Muito foda!! Aprender que o outro não é propriedade sua, nem você de ninguém e se está ali é porque se quer, é porque ama, "ter" as pessoas na sua liberdade de sentir é que é amor, porém não estou dizendo que seja algo fácil, mas relacionamento nenhum é fácil. Tudo é a segurança que se sente e confiança no outro. É compreender que a outra pessoa pode sim amar outra, ou outras pessoas sem deixar de te amar. Achei muito interessante o documentário, novas perspectivas são sempre interessantes, nem que seja para não adotá-las. Acho que é sempre bem vindo outros olhares. Acho muito bom quebrar um pouco as normas e regras impostas no que deveria ser mais livre, o amor...
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Ai, muito modernoso pra mim. Eu sinceramente acho impossível amar MESMO (aquele sentimento verdadeiramente inexplicável que une trocentas coisas, não só desejo sexual e afeto) mais de uma pessoa. Eles devem estar falando de outro sentimento, algo bem mais superficial que o amor.
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É muito egoísmo achar que as pessoas só podem ser felizes em um único modelo de relacionamento. Entendo que a Esther quis dizer, mas essa é uma concepção pessoal dela. Pra mim o estilo convencional de relacionamento é cultural. Fico com a impressão de que se nós fossemos acostumados em um modelo poligâmico talvez hoje estaríamos estranhando o modelo monogâmico.
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Interessante. Tudo que envolva comportamento humano, história e moral me interesse, esse curta em especial traz um válido questionamento sobre monogamia, "amor" e moral. Pessoas que venceram o ciúme, parabéns.
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Falar é fácil quero ver na prática, ainda mais com esse mar de ciumes que rondam o ser humano. :T
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A monogamia nos foi imposta. Felizmente ou infelizmente, o ser humano sente desejo por muitas pessoas. Ter controle ou não sobre ele é escolha (das mais difíceis, já que dificilmente encontramos alguém que compartilhe do mesmo pensamento da gente).
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Como consigo este filme?
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Talvez se tivesse pego todas as pessoas de um mesmo relacionamento o curta conseguisse explanar melhor o tema que propôs...
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Pensei nisso também, ali apareceram casais, que não deixa de ser algo monogâmico falando sobre poliamor. Achei contraditório.
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Me parecem tão compreensivos e seguros de si... Me apresentem alguém assim, por favor? hahahahh
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abordagem interessante sobre o tema...
mas ciúme é phoda... -
Isso cria muita repercussão. Numa sociedade na qual a monogamia predomina, conceitos há tempos idealizados pelo homem, não parece nada aceitável, ainda mais o sentimento de ciúmes (como foi dito no curta pelos entrevistados). Como o ser humano é feito de mudanças, a mente humana tem capacidade de escolhas inimagináveis, nada contra, mas como diz a música de 'Mamonas Assassinas': '...esse raio de suruba...' rs
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Disse Raul:
''É pena que você pense que eu sou seu escravo, dizendo que sou seu marido e não posso partir...
Como as pedras imóveis na praia eu fico a seu lado, sem saber.. dos amores que a vida me trouxe e eu não pude viver...!"' -
Como diz também o Raul (e Paulo Coelho):
"Amor só dura em liberdade, o ciúme é só vaidade. Sofro, mas eu vou te libertar!" ..."Quando eu te escolhi para morar junto de mim, eu quis ser tua alma, ter seu corpo, tudo enfim. Mas compreendi que além de dois existem mais"...
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Bem Vicky Cristina Barcelona, haha. Acho legal o tema, confuso até pra alguns, mas simples pra outros... Acabei me identificando, de alguma forma.
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Um documentário fraco tratando de um tema confuso. Os próprios entrevistados não demonstram segurança no que falam, e em relaciomentos a três, somente duas pessoas de cada relação foram entrevistadas. Antes que alguém me chame de preconceituoso, digo que tenho um conceito muito bem formado para ser rotulado como "pré". A bigamia existe há tempos, portanto o documentário não tem sentido algum, além de tentar criar um novo rótulo pra um produto antigo. O ser humano evoluiu a ponto de entender que o corpo de cada um é muito especial para ser exposto e usado por vários, e que o principal objetivo de uma relação sexual é a reprodução. Cada um deve amar as pessoas com a mesma intensidade que ama a si próprio, mas isso não quer dizer que tenha que terminar em sexo. Dizer que o prazer sexual está acima do amor próprio é a real prova da irracionalidade. A beleza da relação monogâmica está no fato de entregarmos, de corpo e alma, para outra pessoa, construindo uma nova família, dando continuidade à espécie. Só pra finalizar, o pano de fundo é tão fraco e inexpressivo quanto o próprio documentário.
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Se um relacionamento monogâmico muitas vezes é complicado, imagina assim! É preciso uma certa maturidade para controlar o ciúme, na minha opinião. Pode dar certo para muitas pessoas, admiro as que conseguem fazer dar certo, mas eu não conseguiria (até que se prove o contrário, haha).
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Achei bem interessante mas é uma coisa que eu nunca cogitaria... Sou ciumenta demais.
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O documentário é bastante interessante e nos faz refletir sobre esse tema.
Eu apoio o amor, o respeito, a cumplicidade e a fidelidade aos sentimentos de ambos os envolvidos, tendo isso é o que importa,o resto o tempo ajeita. -
É interessante, mas isso não funcionaria pra mim de jeito nenhum. Ciúme é o meu sobrenome.
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É assistindo a este tipo de documentário que você chega a conclusão: É, eu sou preconceituoso.
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Somos hipócritas por colocarmos o amor no topo dos sentimentos bonitos e, na prática, não gostar quando alguém que amamos ame também outra pessoa. O amor não é algo que sentimos e que seu direcionamento não se restringe a uma única pessoa. Se é tão bom, por que só proporcionar esse bem a uma quantidade ínfima de pessoas?
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Faltou bastante coisa mas surtiu um debate bom aqui em casa. È bem bonito e mostra pessoas diferentes praticando o poliamor, o que ajuda na dissolução dos preconceitos de que isso é coisa de x ou y. Não, poliamor é um modo não comum de amar, pode ser que não seja para todos, mas não é menos legitimo.
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Muito genial esse documentário. Realmente só fez falta a presença dos depoimentos dos "terceiros" das relações que foram apresentadas.
De resto, um ótimo curta . -
Acredito verdadeiramente na lealdade entre parceiros/companheiros, na ética em relacionamentos. E, no meu ponto de vista, tem de haver respeito e cumplicidade mútua dos envolvidos interessados em levar tal relação adiante - valores estes que o documentário não desmereceu. O documentário me pareceu interessantíssimo, porém não mostrou nada de diferente e/ou inovador, muito menos mudou o que penso a respeito. Apenas tenta anular a imagem negativa que relacionamentos abertos passam a outrem com o sentimentalismo exacerbado dos entrevistados.
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Gostei e achei muito bom não colocarem só casais jovens e moderninhos.
Não entendi o 'Drama' no gênero oO haha
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poliamor ñ mostra necessariamente uma evolução. basicamente oq apresenta é a bigamia como normal em uma sociedade altamente conservadora das tradições monogâmicas. em outras épocas e culturas, em q a bigamia era o natural, o contrário surtiria o mesmo efeito.
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interessante... mesmo ñ me achando preparado e evoluído o suficiente p cogitar essa forma de amar
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"Dona Flor e seus dois alguma coisa". Curti bastante o curta-documentário. O tema é muito interessante e mostra que poliamor não é putaria nem ménage à trois.
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Vi no cine MixBrasil no canal Brasil e achei uma ótima iniciativa! Porém, não foi muito bem explorado. (gostei da cena de abertura)