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O documentário foi bom, bonito, porém poderia ter sido mais aprofundado.
Gostei, mas ficou a desejar, pois foi um movimento e acontecimentos que ainda se tem tanto para falar, e nessa oportunidade não teve uma entrega total. -
Vendo o making off dá para perceber melhor como foi bem feito e importante o trabalho de recuperação das imagens. Porém o roteiro do documentário é fraco: falta muita informação, deixou muito a desejar. Senti falta de depoimentos mais instigantes também. O melhor, de longe, foi o de Tom Zé.
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O documentário é muito bom, depoimentos interessantes, mas ainda me parece q encheram muita linguiça com diversas imagens e faltou alguma coisa. É uma boa introdução ao movimento tropicalismo, mas nada que se chame de GENIAL. Quatro estrelas pela trilha né <3
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Tom Zé MARAVILHOSO. Caetano Veloso ADMIRÁVEL. Rita Lee ENCANTADORA. Tudo que me teletransporta aos anos 60 é bem vindo, este documentário é uma joia.
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Acho que o documentário poderia ter se aprofundado mais em questões sobre a época e sobre o próprio movimento do Tropicalismo. A busca por imagens realmente foi um trabalho impressionante, mas senti falta de um maior aprofundamento no tema, de falas mais interessantes, como a do Tom Zé.
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Que lindo movimento foi tropicalismo, me lembrou um baião psicodélico... uma euforia de quem queria ter voz. É lindo!
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Eu que não sei muito sobre o movimento ainda achei que o documentário foi uma boa maneira de introduzir os assuntos relativos à época. Ver a euforia de Tom Zé ao falar sobre a Tropicália ou, no meio do filme, a parte em que ele canta São, São Paulo foi realmente algo muito bonito de se ver. Assim como Caetano com Asas Branca, nada mais brasileiro que isso.
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Esse recado foi MODERADO.
Motivo: Infração dos Termos de Uso. Divulgação de links com conteúdo ilegal.
Equipe Filmow.com -
Documentário fantástico e esteticamente revolucionário como a Tropicália
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A parte visual é totalmente psicodélica e criativa, também achei que faltou algo no roteiro, mas como tive a chance e ver uma entrevista com o diretor ele explicou que foi intencional, o que ele queria mostrar ela o periodo do Tropicalismo, e não da Tropicália (apesar do título do filme) e por isso essa "falta" de informações e aprofundamento. E ele também disse que a base para ele montar o documentário foi o período de tempo: apenas os anos de 1967, 1968, 1969. Além disso, ele falou que não queria que o documentário fosse como uma "ode" à Tropicália, por isso alguns depoimentos de negação ao movimento ou a participação de alguém nele.
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você poderia me mandar o link dessa entrevista que você viu? tô precisando fazer um trabalho sobre a historiografia do filme e ia me ajudar bastante
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Poxa, eu vi "ao vivo", mas eu posso te passar um site com vários links de referência ao filme... espero que ajude!
http://www.redebrazucah.com.br/redebrazucahnasescolas/mat...
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Gostei muito da arte visual. Já o áudio do filme infelizmente estava péssimo, faltou legenda em português, pois tive dificuldade de ouvir muitas partes. Também achei que o documentário poderia se aprofundar mais.
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Curti muito a edição criativa, principalmente quando eles usam recursos atuais pra dar um colorido nas fotos velhas e deixar tudo mais bonito.
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o tema do documentário é foda,mais não sei,achei que dava pra ficar melhor
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Também achei que o documentário não se aprofunda na questão musical da Tropicália e cai mais sobre um debate a respeito daquele momento histórico. Mas achei foda assim mesmo.
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Trabalhos de pesquisa e edição impecáveis sobre talvez o maior e mais multiexpressivo movimento artístico do Brasil, mas que, por outro lado, deixou um pouco a desejar no resultado final, não explorando, com afinco, o Tropicália em sua vasta totalidade e abrangência. De toda forma, um doc incrível, hipnótico e visualmente fascinante. Ver Narinha e Bethânia cantando Carcará; Gal no auge de sua beleza ensandecendo no palco; Tom Zé genialmente sendo... Tom Zé; os Mutantes com toda aquela psicodelia nervosa; e Caê com sua versão extraordinária de Asa Branca: sem preço!
Me deixou com vontade de mergulhar (ainda mais) no movimento, descobrindo e redescobrindo sons e expressões da fase artisticamente mais prolífica do país. Só amor.
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Um belo recorte estendido de "Uma Noite Em 67". Vi grande parte do filme sorrindo, porque o conteúdo me encheu a alma.
Me emocionei em diversas partes e em outras os olhos encheram-se d'água de pura alegria mesmo.
Só fico pensando se houvesse uma ditadura hoje, como a nossa juventude reagiria? Só consigo pensar que não fariam nada!
O fôlego que aqueles jovens tinham há muito não se vê! Hoje em dia as atenções são todas voltadas para "Ah, lelek, lek, lek".
Confesso que fico triste em saber que daqui uns anos ninguém verá um doc da minha geração, porque não temos cunhão para tal coisa. Nossa época não foi marcada por um grande movimento, nem por gritos de revolução. A liberdade de expressão anda tão livre, que não temos mais expressão alguma.
É, definitivamente nasci na época errada!PS: Que belezinha o Gil emocionado ao fim do documentário! Lindo, lindo!
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Amei esse documentário e ouvir meus tropicalistas lindos. Muito, muito bacana!
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já pensou que louco a mpb sendo tão popular hoje como foi ontem?
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Tropicalismo é outro nível. Genial o documentário. Já vi umas cinco vezes e com certeza vou ver mais!
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Achei que desperdiçaram um grande e valioso material. Muita fala, muita história e talvez pouca explicação. Acredito que quem assista para tentar entender o movimento e toda a consequência histórica que ele proporcionou acaba ficando na mesma, pelo menos foi a minha impressão após assistir ao documentário. Uns minutos a mais com o sempre interessante Tom Zé seria sensacional, os poucos minutos que ele nos deu o ar da graça foi mais elucidante que vários minutos de outros personagens que teriam muito mais a acrescentar falando.
No mais, ponto para a gente pela iniciativa de divulgar esse importante momento histórico de nosso país.Mais em: www.quefilmevouverhoje.com.br
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Filmaço, que só fez acrescer em mim o orgulho de ser brasileiro, nordestino e baiano!
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Os documentaristas brasileiras estão ajudando a construir a memória histórica e cultural brasileira. Esse doc é mais um dos casos!
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Roberto cantando "Se você pensa" é simplesmente sensacional!! Que vitalidade!
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E Tom Zé sempre com essa lucidez fascinante!! Podia ter tido mais Tom Zé. =\
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Senti que faltou alguma coisa. Se Tom Zé ficasse por mais 2 horas falando eu veria sem problemas, mas sei que isso é muito pessoal. Como documento visual é lindo, maravilhoso. Alô escolas/professores vamos mostrar isso para nossas crianças.
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sdd tom zé
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Então, ele não para de produzir. Inclusive seu último disco: Tropicália lixo lógico foi bem recebido pela crítica!
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Arrepiante! Marcelo Machado não deixou nada passar despercebido. Foi transformando o documentário num orgulho nacional. Mostrou cada face de cada ícone dessa época que pra mim foi maravilhosa!! Como queria estar lá, vendo cada um deles no auge da juventude. Quando Tom Zé declara que Caetano foi um heroi civilizador, dá até calafrios!!!! FODA! FODA! Assisti 14 vezes.
SHOW ME FROM BEHIND THE WALL!!!!
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Esses tropicalistas são uma injeção de adrenalina no meu sangue. Quem é que consegue conhecê-los e não querer botar o pé no mundo levando esses sons e essas idéias na cabeça?!
It's a long road
E se não tivesse o amor
E se não tivesse essa dor
E se não tivesse sofrer
E se não tivesse chorar
E se não tivesse o amorIt's a long road
It's a long road
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O tropicalismo é a materialização do manifesto antropófago de Oswald de Andrade, mas não a única!
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Que povo lindo!! Virei mais fã de todo mundo depois que vi essa beleza.
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Documentário sobre o movimento tropicalista (1967-1968), que alcançou a música, o teatro, o cinemas e as artes plásticas no Brasil, influenciado pelo Antropofagismo, pela cultura pop e pelo Concretismo.
Com roteiro didático e direção precisa do cineasta araraquarense Marcelo Machado, “Tropicália” pode ser classificado como um importante estudo sobre o movimento que inovou a cultura brasileira do fim dos anos 60. Um documentário criativo, que acompanha o difícil percurso de jovens artistas idealistas, barrados pelo Regime Militar por lançarem novas formas de pensar e conceber uma arte despojada, crítica, caótica, considerada hermética por parte do público e “subversiva” pela censura. Alguns, como Caetano Veloso e Gilberto Gil, até foram exilados.
Influenciou a música, o cinema e as artes plásticas, mas teve o teatro como mola propulsora do movimento, a partir da primeira encenação do espetáculo “O rei da vela”, em 1967, comandada pelo revolucionário José Celso Martinez Correa e seu teatro Oficina, que ressuscitou a peça original de Oswald de Andrade, um dos pais do Modernismo. Paralelamente acontecia o Festival de Música Popular Brasileira, promovida pela TV Record, que ajudou a amarrar os futuros tropicalistas. Tudo isto está no filme “Tropicália”, que de maneira explicativa, para leigos mesmo (quem tiver referências do Tropicalismo melhor), documenta passo a passo esse momento da história cultural do nosso país.
A estrutura da narrativa faz um jogo curioso: começa com a narração dos criadores do Tropicalismo, acompanhada apenas de imagens de arquivo e vídeos antigos, e termina com todos eles aparecendo no tempo atual, em depoimentos recentes, como os músicos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Rogério Duarte e os irmãos Arnaldo e Sérgio Baptista (ex-Mutantes).
E ao longo do documentário, uma série de personalidades já falecidas enriquece a obra com suas aparições emblemáticas, como Nara Leão, Hélio Oiticica, Torquato Neto, Rogério Duprat e Glauber Rocha, misturada por trechos de produções cinematográficas rodadas na época, dentre elas “Terra em Transe”, “Câncer”, “O demiurgo”, “Opinião pública”, “Os herdeiros”, “Hitler III Mundo”, “As amorosas”, “O desafio”, “O bandido da luz vermelha”, “Ver e ouvir”, “Meteorango Kid” e “Nosferatu do Brasil”, além de cenas dos festivais de música da Record.
Os que viveram a época sairão com um semblante saudosista; já as novas gerações, eis aqui uma oportunidade e tanto para conhecer o movimento tropicalista. Merece ser visto e prestigiado esse trabalho de mestre de Marcelo Machado, companheiro de faculdade e depois de trabalho do cineasta Fernando Meirelles, que produziu o documentário.
Observação: “Tropicália” saiu na mesma época de outro documentário sobre o movimento tropicalista. Este segundo, intitulado “Futuro do pretérito: Tropicalismo now!”, de Ninho Moraes, foi exibido em mostras e festivais, e ainda não saiu no mercado brasileiro. Por Felipe BridaTropicália (Idem). Brasil/EUA/Inglaterra, 2012, 88 min. Documentário. Dirigido por Marcelo Machado. Distribuição: Imagem Filmes
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Direção de arte e montagem impecáveis. O ritmo te envolve de uma tal forma que é impossível não se contagiar com toda a psicodelia tropicália. Peca na ausência de legenda em certos trechos, pois o aúdio original de alguns vídeos da época é quase inaldível. Também tem que se dizer que o brilho é todo para Caetano e Gil, apesar de ter dado algum espaço para os outros artistas do movimento, fica claro qual o argumento do doc. Mas como obra cinematográfica está de parabéns!