A musa e cheia de beleza sensual Anne Deveraux (Renée Zellweger) viaja para a costa dos Estados Unidos nos anos 50 para encontrar um homem que possa cuidar dela e de seu filho.
Pensei que fosse mais fraco e mais puxado pelo lado da comédia também, mas a ambientação nos anos 50 e a história (quase feminista) de uma mulher que não desiste, sempre se mantém otimista e que percebe que não precisa de ninguém pra cuidar dela me convenceu. Uma gracinha de filme :3
Muito bom, adorei a garra e o otimismo daquela mulher(Renée). Sempre otimista, foi a fundo, superando obstáculos, sempre com um sorriso n o rosto. Deixa grandes lições.
Me impressionei com a história do filme, o desenrolar, e o final. Ótima atuação do Logan, é por isso que dos atores teens ele e o Josh são meus favoritos. BELISSIMA INTERPRETAÇÃO!
Faltava com certeza algo mais a ser dito nessa sinopse. Assisti ao filme achando que seria só um passatempo mesmo.... Mas fiquei surpresa ao me deparar com uma lição de vida muito bacana que vai se mostrando no desenrolar do filme.
Essa capa não tem nada a ver com o filme.Achei o filme super simpático superou todas as minha expectativas,estava imaginando uma comédia mas foi bem além disso.Na minha opinião Logan não é só um rostinho bonito ele tem talento.Achei um filme acima da média.
Concordo com Manoela. Se alguem for querer assistir o filme pela sinopse, nunca vao assistir esse filme! O filme vale uma sinopse melhor, ne?!!x.x adorei o filme e pela atuação de Renée.
Despretensioso pela maneira simples e eficiente com que é conduzido um drama bonito e interessante, mas que apela para a emoção completa mesmo tendo oportunidades para isso.
Ou você acha que seria fácil para uma mulher solteira nos anos 50 abandonar a própria casa com dois filhos adolescentes e de certa forma ser a responsável por conseguir recursos que a possibilite de ter uma vida financeiramente tranquila?
Porém, este assunto é somente uma hipótese de uma pessoa que nunca foi levada a sério por facilitar com suas imperfeições. Julgada até mesmo pelos próprios filhos por não ser perfeita e até mesmo faltar com o básico do que uma boa mãe precisa ter... mas de forma corajosa e incrivelmente feliz, ela tenta e cativa por uma forma única de amar.
Uma jornada gostosa e sem motivos para pressão, emoção em excesso ou motivos que o torna uma opção realmente prazerosa, mas que eficientemente consegue passar exatamente aquilo que gostaríamos de ver. Que é uma história próxima do real, com diversos motivos para chorar, mas que no final sempre tudo sempre dá certo mesmo após tantas provações e momentos cruciais que qualquer pessoa se deixaria levar pelo desejo de desistir.
Somos capazes. Aprendemos diariamente com aquilo que buscamos. E de forma surpreendente notamos que vivemos em intensa adaptação por aquilo que muitas vezes somos obrigados a deixar para trás e naturalmente optando por outras opções.
Lógico que há momentos que ficam a desejar por sentirmos falta de algo, mas quando se trata de aventura, nunca se sabe quando vai embora, né? E isso pode acontecer a qualquer momento.
O filme gira em torno da personagem de Renée Zellweger que está ótima em sua atuação, assim como Logan Wade Lerman e Kevin Bacon em uma boa participação neste filme de Richard Loncraine.
Richard Loncraine de “Firewall – Segurança em Risco” fez um drama que até parece equilibrado, porém peca em detalhes que são essenciais, como narrativa (principalmente a forçada de barra no final) e atuações que, do contrário, fariam toda a diferença. Serve apenas a amantes da Sessão da Tarde ou admiradores de Renée Zellweger, se é que sua base de fãs está ainda com essa bola toda. Veja mais em: http://www.cinecriticas.com.br/?p=2749