Pelamor...
É sobre o Kurt/Nirvana ou não?? =/
Se é, pq diabos não faz nenhuma referência na snopse??
Se não é, pq o ator eh identico a ele??
Que confusão da pohha!! ¬¬
Blake (Michael Pitt) é um famoso músico de rock que mora numa mansão mal conservada e isolada do mundo. Caminhando pelos bosques que circundam a casa, interagindo pouco com o grupo de amigos que coabita no local ou tocando música sozinho, ele se fechou em um mundo interior que o torna cada vez mais distante dos outros e da vida exterior.
Pelamor...
É sobre o Kurt/Nirvana ou não?? =/
Se é, pq diabos não faz nenhuma referência na snopse??
Se não é, pq o ator eh identico a ele??
Que confusão da pohha!! ¬¬
Como em "Elefante", a abordagem de Van Sant é neutra. Ele não analisa, explica ou julga, e os atores são livres para improvisar. A atmosfera de todo o filme é determinada pelo estado de espírito dos personagens. Cada elemento transmite o desespero e a falta de sentido da existência de Blake, junto com os pensamentos que possam estar passando por sua cabeça. Mas sua relação com os fatos reais é tangencial, o filme é um estudo sobre o isolamento e a morte.
Concordo plenamente. Mas a abordagem não foi muito feliz. Funciona como ideologia, mas falha como filme.
Atenção!!! Atenção!!!
Isto não é um clip do Nirvana!! Nem o nome da banda é citado durante o filme, nem músicas deles. Achei um erro grande dos divulgadores falarem que é sobre a vida de Kurt, é apenas INSPIRADO na vida dele!!! É um filme sobre isolamento.
Mas, não deixa de ser um belo filme... realmente é parado demais, tem pouca história, mas isto foi proposital, pois o diretor quis relatar na tela todo o tédio, solidão e fuga da realidade que o personagem sofre e procura no filme. Quem já se sentiu como o personagem, deprimido, isolado, tentando "fugir do mundo e de si mesmo", vai acabar gostando e até se identificando.
E sem querer ofender ninguém, para as pessoas que detestaram este filme, tentem se informar antes de ver filmes (a internet tá ai pra isso rs). Eu tento fazer isso, e evito assistir "bombas"!!!
Eu entendi o que ele quis mostrar, mas o caso é que precisa mesmo de um longa de 1 hora e 40 minutos pra isso? Um curta de 20 minutos já tava de bom tamanho. Se for pra fazer um longa, que mostrasse a trajetória do personagem até ele chegar naquele estado, assim deixava mais interessante.
Respeito tua opinião, e concordo que o filme é mesmo parado e acredito que vc tenha entendido, mas acho que esta demora de 1 hora e 40 min. tb foi proposital, para mostrar o tédio e o vazio que vive o personagem.
É o que eu tinha dito, o filme não trata da vida de um roqueiro, sua trajetória e tals, não foi a proposta do filme em si. Ele trata mais sobre o tédio e o isolamento, principalmente psicológico.
É, olhando pelo lado de tentar passar o que o personagem ta sentido é um jeito de analisar o filme. Mas ainda assim não é umfilme que eu assistiria de novo, haha.
Entendo. Completando, vc e outras pessoas que não gostaram foram enganadas, "vítimas" da divulgação deste filme, pois ele foi "vendido" como a trajetória de um roqueiro, baseado na vida de Kurt. Esse foi o grande problema do filme... a divulgação!!!
Não gostei muito, focar um filme nos últimos dias de um artista depressivo e solitário rende um filme totalmente parado e sem muito de interessante a mostrar. O filme é baseado no Kurt Cobain, quem conhece a biografia dele sabe que tinha muita coisa pra mostrar, realmente as chances eram de ser um ótimo filme se tivesse mostrado mais momentos da vida dele. Se era pra mostrar só o final, talvez um curta teria sido bem melhor.
Pelo poster parece que é sobre Kurt Cobain.
É sobre ele, só alteraram algumas coisas (como filmes costumam fazer) e mudaram os nomes.
Quando eu jogava Fifa eles faziam a mesma coisa com os times brasileiros, essas versões genéricas são decepcionantes
Acho que o Gus Van Sant se achou demais depois do Elefante, achando que aquela era a formula perfeita, não que o filme seja horroroso, mas ele se excedeu demais.
Realmente é um filme difícil, não há diálogos, o que me chamou a atenção foram duas ótimas cenas no final. Não comparando com o Cobain, mas um cara como o Blake que levava uma vida vazia fez muito bem em botar um fim em sua vida.
Me senti sufocada vendo esse filme, dá tipo uma sensação de claustrofobia, uma perturbação na mente. É muuuuito parado, fica parecendo que o filme não anda, é deprimente pra caralho, Blake é alguém que parece buscar algo, vive numa solidão interminável, tem crise existencial, tem suas aflições, parece perdido... Certas semelhanças com o vocalista do Nivarna.
É o estilo do Van Sant, no caso desse filme ficou mais profundo, uma lentidão de enlouquecer... Ainda mais por causa da história e seu alto teor de melancolia. Já vi alguns que foram dirigidos por ele e gostei. Mas... Acho que não aguentaria ver esse filme novamente. É um looooongo caminho até o final... Não tem muito diálogo, é quase um estudo de comportamento humano.
Ruim demais, não sei se dá pra considerar um filme.
Criatividade nem sempre resulta em coisa boa né...
E não vou com a cara do Gus Van Sant.
Filme recomendadíssimo para ajudar com sua insônia. Sou fã de Nirvana mas, puta merda, que filme chato.
A grande maioria dos fãs da banda tomam esse filme como uma obra-prima dizendo o quanto ele é sufocante, visceral, espiritual e mimimi, que reflete a personalidade deprê e doente do Cobain. Pra mim é só um filme ruim.
Eu sei que os filmes do Gus Van Sant são paradões, então nem vou reclamar disso, até porque, eu acredito que, neste caso, foi necessário para que a gente pudesse sentir, mais ou menos, o que Kurt sentiu nos últimos dias.
Eu não consegui me envolver na trama, o filme não me tomou, não me conquistou. Este filme é daqueles que dividem o público... há quem ame e há quem odeie.... eu só não me simpatizei, só não engrosso a galera que odiou, porque reconheço as boas sacadas do Gus Van Sant.
Um filme que poucos vão conseguir gostar. Felizmente, eu fui um dos que conseguiram.
As pessoas não entenderam o experimentalismo do filme. Gus Van Sant fez um dos filmes mais sombrios e assustadores que já vi. O terror existente aqui é apenas interior.
Partindo de um ponto de vista muito irônico, inspirado nos "Últimos Dias" de Kurt Cobain, com todo aquele clichê de estrela do rock melancólica, Van Sant une elementos da narrativa não linear e dos diálogos (quase) inexistentes, que marcaram sua trilogia de morte - Gerry (2002) e Elefante (2003), numa subversão dos corpos, meros coadjuvantes de um ambiente cru e hostil, deixando clara a ideia dum corpo mastigado pelo espaço e tempo, sozinho e inóspito de vida. E o pensamento que permite e dá à ele algum motivo de existência.
O filme é bem parado, porém essa é uma característica dos filmes do Gus Van Sant, então é algo já esperado. A fotografia é bem bonita. E o Van Sant é gênio.
Não gostei cara.. o Van atua bem mas o roteiro é fraquissímo
Não acho em lugar algum pra baixar e muito menos ver online /:
Cara, tenho um óculos igual esse branco do Kurt.
Eu podia ter emprestado pra fazerem o filme, esse aí nem é igual. rs
Fãs bitolados do Nirvana surtaram. Gente, é BASEADO na vida do Kurt...
As pessoas falam mal desse filme, mas elas sabem que ele foi baseado nos últimos dias de vida de Kurt Cobain???
E isso muda alguma coisa? Nem vi o filme ainda, mas este seu comentário não faz sentido. Quer dizer que só porque o filme é baseado nos últimos dias de Kurt Cobain ele não pode ser ruim?
Óbvio que não. Eu também não vi, mas sei que a história foi baseada nisso. Tem gente que não sabe e diz que a história é péssima etc. Esse é o meu ponto.
Segundo filme do Gus Van Sant em que uma das cenas é mostrada de dois ângulos diferentes.
Primeiro comentário que me vem à cabeça: a atuação de Michael Pitt está impecável. E acho que o filme vale muito por isso. Não nego o exagero de algumas tomadas por parte do diretor quanto a duração, porém, pelo que eu me lembre, a maioria são acompanhadas de uma boa trilha sonora. Foi o primeiro filme do Gus Van Sant que assisti, e me instigou muito a ver seus outros filmes. Portanto eu acho que vale à pena sair da rotina de filmes agitados ou voltados ao entretenimento para entrar no mundo ficcional de um suicídio indireto de um Kurt Cobain indireto. E de fato, muito bem colocado.
Usando as palavras do meu irmão: "Se o objetivo do diretor era nos fazer sentir como o personagem, conseguiu! Senti vontade de me matar durante o filme."
Não gosto da direção do Gus Van Sant. Acho que ele tenta europeizar os filmes, faz tomadas longas e inúteis e quanto mais profundo tenta ser, mais distancia o espectador do personagem.
Exceto em "Good Will Hunting", que é um grande filme.
Se você é que nem eu, nem um pouco interessado em análises cinematográficas ou que não fica tentando achar o sentido da vida em um filme sobre "um famoso músico", o melhor conselho que eu posso te dar é não assista esse filme. 96 minutos perdidos de minha vida e, o que é pior, não vão voltar nunca mais...
Adorei, adorei, adorei! Tenho até o dvd! Quem achou chato me perdoe, mas se era os últimos dias de um cara que cometeu suicídio, óbvio que tinha que ser um filme paradão. Muuuuuito bom mesmo :)
Eu curti. Quem não conhece a forma de dirigir de Gus Van Sant vai achar chato e parado. então.....
Porra, esse pessoal que diz que esse é o pior filme do Van Sant deve ser apresentado ao remake de Psicose.
Um dos piores, se não o pior, filme que já vi em minha vida.
Gus Van Sant que me perdoe, mas Last days e Elephant... puta merda em. FAZ SEUS PERSONAGENS PARAREM DE ANDAR.
Um bom filme. Gostei da ideia, e as únicas partes em que há música são músicas lindas. Podem reclamar que o filme é muito parado, mas acho isso uma boa sacada do diretor. Afinal, Kurt Cobain se suicidou. Todo o tédio e a falta de algo interessante no filme não transmitiriam ao espectador uma falta de vontade de viver também? Talvez as pessoas que odiaram o filme de cara tenham vidas agitadas que não permitam que sintam algo como tédio, caso este venha bater à porta, basta ligar para um amigo(a) para sair, ou mesmo achar algo de interessante para fazer sozinho. Mas para pessoas mais introvertidas, não é assim. Blake (ou Cobain) não tenta preencher o vazio existencial que sente, vive isolado, prefere experiências solitárias (como na parte em que toca vários instrumentos, fazendo uma sessão de uma banda de um homem só) e como não consegue achar um sentido para a sua vida, acha que a vida é um tédio, se suicida. Não sei muito sobre os "últimos dias" de Kurt Cobain e nem o que o levou a se suicidar, li sua carta, porém essa me pareceu confusa e não tirei muitas conclusões sobre o que realmente o afligia, apesar disso, creio que ele se identificaria muito com Blake.
Quando cheguei em "Talvez as pessoas que odiaram o filme de cara tenham vidas agitadas que não permitam que sintam algo como tédio" parei de ler e desconsiderei todo o resto.
Caso você não tenha entendido, o que eu quis dizer é que as pessoas hoje em dia tem menos paciência para ver filmes assim. Muitas reclamações que eu ouvi e li foram de que o filme é muito parado.
Eu sei que ficou meio dramático e sentimental escrito dessa forma, mas não consegui pensar em outra forma. Eu disse sobre o vazio existencial que as pessoas de hoje em dia sentem e o que elas fazem para tentar preenchê-lo (ou acabar com ele, no caso do suicídio).
Sim, ficou meio dramático e um pouco sentimental, mas lindo. Parece que escreveu do coração, mesmo... Gostei muito do seu comentário!
li vários comentários das pessoas dizendo que o filme é parado só por ser do Gus Van Sant, ok, concordo em parte, esse filme traz muitos elemento que são marca do diretor, como a questão de não contar a história de uma forma linear, com os prolongamentos de cortes etc.... gosto muito do Gus, esses elementos são fundamentais para filmes mais reflexivos.
No macro o filme é ruim, se o roteiro não levasse o espectador a imaginar que Blake é o Kurt Cobain, esse filme não teria nenhuma expressividade.
Não é o filme que muitos esperam, e não tem mesmo uma historia em si. Não segue roteiro. É tudo muito livre. O filme funcionou bem comigo porque entendi o que Gus Van Sant quis passar, aliás, me deixei entender, me deixei sentir, viajar... Ainda to digerindo essa sensação que as cenas me causaram, que "falam" sobre solidão, você se sente sozinho assistindo. É angustiante.
Nós observamos o personagem principal: uma personificação de Kurt nos seus últimos e perturbadores dias. Não o compreendemos, mas o diretor atinge o seu objetivo deixando a gente ir percebendo o que ele está vivendo ali, despertando essas sensações, a atmosfera densa... Essa é a verdadeira experiência do filme. Você realmente reflete existencialmente e sentimentalmente/emocionalmente nas longas cenas, pelo menos foi assim comigo.
Blake experimenta um isolamento visceral, ele evita todos ao seu redor (pessoas interesseiras), se fecha num mundo próprio cada vez mais distante, perdido nas suas ações cotidianas caminhando para o fim. Ele esta está mergulhado num conflito existencial, numa instabilidade psíquica torturante, todo o silencio que te deixa aflito, a depressão, o desespero, a alienação... e a única coisa fazendo algum sentido é musica.
O lance das cenas que se repetem só que vistas por outros ângulos, perspectivas diferentes, é muito interessante e me remete o modo como realmente enxergamos superficialmente as coisas que nos cercam.
A cena de "Death to birth" me doeu. Assim como a cena final.
Destaque para a cena que toca Venus in Furs também!
A linguagem cinematografia é muito interessante. Esse tipo de cinema me encanta, lento e que te faz sentir, me da muita vontade de estudar isso.
E claro, mais destaque para o envolvimento intenso do Michael Pitt com o trabalho.
E pra quem estiver interessado em uma analise mais profunda sobre Last Days, achei esse post ótimo: http://pasmosfiltrados.blogspot.com.br/2005/10/last-days-...
Ainda tentando digerir, mas posso dizer que a atuação singela ( e fortíssima ao mesmo tempo) de Michael Pitt foi admirável. Gus Van Sant me impressionou com a sutileza que ele conseguiu passar informações, detalhes e tanto humanismo quanto nesse filme. Cada enquadramento, som ou ação tão particulares, os quais serão pequenos tesouros para os espectadores mais perceptivos.
tão bom quanto um chute no saco
Kkkkkkkkkkkkk e ainda existem 182 pessoas a favoritar isto...só posso deduzir sem querer ofender ninguém, que sofrem de diarreia cerebral.
Eu acho que esse filme conseguiu me fazer sentir o que outros poucos filmes conseguiram, que é conseguir sentir a dor e a solidão da personagem. Se o filme não fosse tão lento, acho que não teria conseguido sentir o mesmo. Achei incrível!
Até parece que vocês não conhecem o Gus Van Sant e nunca ouviram falar em "Elephant". Gente, é parado porque tem que ser.