Poderia ter sido melhor.
Branagan, Michigan, 1941. A bela Ethel Ann (Mischa Barton) conquista o coração de três amigos: Teddy Gordon (Stephen Amell), Jack Etty (Gregory Smith) e Chuck Harris (David Alpay), todos integrantes da aeronáutica. Ethel está apaixonada por Teddy e com ele vive uma grande paixão. Após o ataque japonês a Pearl Harbor os três amigos são chamados à guerra. Teddy e Ethel casam-se secretamente, com ele partindo com a aliança dela. Teddy ainda estabele um pacto secreto com Chuck, para que ele cuide de Ethel caso não retorne.
Uma historia muito bonita e comovente, porem um pouco cansativa, mais vale a pena assistir. uma historia linda de amor que já não existe nos tempos de hoje ... RECOMENDO*
a história é bela mais cansativa!
Esperava mais,mais emoção!
lindo lindo demais esse filme!! youtube.com/watch?NR=1&v=HfzlpVltq78&feature=endscreen
É atraente quando ficção e realidade se misturam na tela, isso faz com que dentre os casos de Guerra que realmente aconteceram nos aproximemos de histórias de amor, de sentimentos que certamente muitas pessoas também viveram e nos lembrando sempre que o passado quase sempre justifica o
nosso presente.
"Você nunca está livre das promessas que faz, mesmo que não as cumpra, nunca está livre"
lindo filme....
uma historia linda de amor que já não existe nos tempos de hoje ....
O filme tem uma boa proposta e emociona às vezes, porém é cansativo e ficamos esperando por mais.
Esperava bem mais desse filme me decepcionei ao longo da história . Podiam ter dado um foco maior no casal ou tornado os dramas mais interessantes e menos entediantes.
Com certeza um dos melhores filmes em tudo, a pesar de não gostar do vai em vem (presente e passado) este é especial, não o deixa tedioso, sem contar que o Teddy jovem era um príncipe, né? A maneira que é trabalhada a fidelidade na amizade é um pouco deturpada, pois uma promessa quando se trata de libertar o outro de uma culpa ou uma responsabilidade não é traição, muito pelo contrário, é desejar que o outro seja feliz e livre. Valeu!
Um dos filmes mais lindos que já vi nos últimos tempos. Lealdade extrema. Pena que só se revela mesmo nos minutos finais.
Não indico para pessoas que confundem filmes romântico com "filmes parados", pois é uma ótima história de amor VERDADEIRO, que como é de esperar... tem drama e conflitos.
Bem monótono, poderia ter uma grande história se o roteiro fosse melhor e menos confuso
Lindíssimo! Tem um bom roteiro, com muitos acontecimentos, que acabam por transformar, mas de um modo que se compreenda, a história de vida de Ethel.
A trama do filme é muito fraca, o que o torna completamente enfadonho em muitas partes.
Francamente achei o filme fraquíssimo e super entediante! O romance passou de protagonista a mero figurante! haushaus Sem contar que o drama dominou geral, arratando ainda mais a t= historia do filme pra um poço sem fundo de sentimentos mal explicados e sem nenhuma gênese! enfim, se puder nunca mais assistirei! :D
Esperava bem mais, do romance principalmente, o qual achei fraco. A história e triste e passa uma mensagem boa. Nada além disso!
Antes de assistir, li alguns comentários por aqui. Vi tantos elogios que acabei me dececpcionando ao assistir o filme. A história é muito bonita sim, mas Ethel muda drasticamente ao longo dos anos. Muda tanto que a história perde o sabor. Ela passa de uma jovem encantadora e romântica a uma senhora totalmente fria e chata. Enfim, sei que a maioria vai discordar e dizer que mudar é normal, mas tudo bem. Cada um pensa de uma forma. Eu achei chato.
Lindooo ! tb me confundi com os personagens.. demorou um tempo para me familiarizar..! mais o filme é muito bom!! :)
Apesar de eu me confundir com os personagens por ter nomes parecidos FILME LINDO *-*
Valeu a pena assistir ...
Uma história muito bonita
E nos mostra como promessas
devem ser tão importantes e como devem
Ser cumpridas e honradas não importa quanto tempo passe
Até que gostei. Não é o melhor filme do mundo, mas conta uma grande história de amor.
Valeu a pena ficar acordada durante a madrugada, filme muito bonito, apesar de triste!
Primeiramente parei para ver pela Mischa, mas me surpreendi com a história, com o elenco, com os fatos e com a abordagem do roteiro. É um filme lindo, bem sentimental, que consegue transmitir como acontecimentos podem mudar ou dar um rumo diferente à vida. Muito bom.
Esperava mais...
Não é muito legal.Também esperava mais!!Não entendi aquele velho com as bombas.
Este filme transmite um valor emocional mais que um épico contextualizado - talvez por, devido ao tom atmosférico do melodrama romântico, revelar-se como um singelo estudo sobre segredos escondidos, nostalgia amorosa, memórias que jamais se apagam, valores perdidos e perdas humanas. Como esquecer um amor eternamente lúcido?
Abarcando sentidos de amor, paixões, sentimentos e guerra que estilhaça vidas, o enredo foca na história de Ethel Ann (Mischa Barton) e seu forte fascínio ao coração de três amigos da aeronáutica - Teddy Gordon (Stephen Arnell, romântico em sexualização), Jack Etty (Gregory Smith) e Chuck Harris (David Alpay). Apaixonados por ela vivem segredando um desejo. Contudo, Ethel vive seu amor incondicional com Teddy, movida pela paixão passional se casa secretamente com ele, mas no meio do ataque dos japoneses a Pearl Harbor, Teddy parte para a guerra e a deixa, sob um pacto com os amigos, aos cuidados de Chuck, caso ele não retorne. Ele parte com a aliança e a promessa de voltar. Tragicamente, eis o destino cruel: O avião de Teddy bate em uma montanha, Ethel vive o tormento súbito da morte do amor e acaba casando com Chuck.
Há três focos narrativos: o plano de 1941 onde se expressa o início da trajetória de Ethel, ainda na juventude; Ethel (Shirley MacLaine) em 1991, e sua vida com a filha Marie (Neve Campbell, bem dedicada à personagem) e o terceiro foco é na contextualização secundária dos personagens de Jimmy Reilly (Martin McCann), um garoto que encontra, junto com Michael Quinlan (Pete Postlewaite), a aliança pertencente Ethel e Teddy, em meio a um resquício de destroços enterrados. Em 1991, quando Chuck morre, cresce a distância entre Ethel e sua filha que não sabe nada sobre o passado materno. Apenas Jack (Christopher Plummer), cujo amor por Ethel nunca desapareceu, sabe o segredo que ela carrega em seu coração.
Eis que o passado de Ethel vem à tona quando Jimmy decide entregar a aliança encontrada. Como enfrentar o passado? Seja para encerrar sua vida, ou começá-la novamente: há de decidir. A narrativa, aliada à montagem, tende a ir e voltar do passado ao presente. Como prosseguir feliz com uma vida sem mágoas? Um amor jamais pode ser apagado? Toda família tem um esqueleto escondido no armário. O roteiro de Peter Woodward direciona reflexões sobre o comprometimento de amar com fidelidade, da devoção sentimental; laços maternos e problemas nas relações de mãe com filha; crise na terceira idade; desilusões amorosas, carência afetiva que causam abalos psicológicos. A trilha sonora de Jeff Danna é introspectiva, melódica nos acordes de pianos, prevalece o tom de paixão em dramaticidade. A fotografia varia em tons fortes de cores quentes nos planos de 1941; tons claros na atualidade de 1991.
E a direção de Richard Attenborough mantém zelo emotivo, priorizando as motivações de Ethel - jovem e já envelhecida, cuja dualidade de comportamento é evidente diante da passagem dos anos. É na personagem que reside a espinha dorsal do filme, o elo e o cerne - todo desenvolvimento sentimental do filme é sobre sua existência. Psicologicamente, Ethel desiste de viver a própria maturidade e abandona a sua alma, após a perda do amor - permitindo-se à depressão, perda da identidade, tornando-se uma mulher amarga e vazia. Na juventude, a beleza física era também favorecida pela sua cordialidade e gentileza benéfica - período no qual, interpretado com ternura por Barton, ela envolve-se no frescor da paixão juvenil. Há momentos de nudez de Misha Barton, em particularmente duas cenas. Já Shirley MacLaine demonstra uma Ethel densa, sofrida e triste na velhice, imersa numa vida perdida.
Observa-se em Ethel o invólucro da feminilidade: de sua fragilidade juvenil, repleta de medos e receios, a sua maturidade: amargurada pelos abalos dos resquícios da perda da existência. O romance prevalece nítido nas pontuações das cenas, mas o drama exerce o verdadeiro predomínio - visto que os personagens, tanto femininos quanto masculinos, envolvem-se nesta teia melodramática. E causa emoção sugestiva.
Meio confuso... sei lá.. custei assimilar as histórias e achei algumas ligações meio forçadas,
tipo da Eleanor com o Jack depois de velhos, sendo que quando jovem, ela era uma moça muito "dada" para os rapazes... sei lá, meio forçadão mesmo essa parte...
Na maior parte é entediante. Mas nem por isso é um filme ruim, apenas mais um romance dramático.
Mas que mania do caralho essa de mudar a porra do título do filme para parecer uma merda de histórinha romântica. Tá foda aguentar essas "traduções" imbecis.
existe maior prova de amor do que o amor que ela sentia por ele?