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O filme é ruim. Aliás, não sei de onde tiraram que a Keira Knightley é adequada para certos papéis... seu repertório de expressões é limitado e, nesse filme, muito forçado e artificial. O filme parece querer mostrar diálogos instigantes e viscerais mas na realidade é tudo muito superficial.
Recomendo, para quem quer um filme bom sobre o assunto ver "A Jornada da Alma" (original: "Prendimi l'anima"), com direção de Roberto Faenza, contando sobre a Sabina Spielrein. -
Eu esperava muito mais! Atuações fracas, história chata. Parei milhões de vezes! Nem Frued explica como esse filme consege ser tão insuportável
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Aquele filme que tinha tudo pra ser foda mas é um lixo, sofrível terminar
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Um filme com uma temática tão polêmica, interpretados por atores tão talentosos e sob a batuta do David Cronenberg, não tinha como dar errado. Grande filme.
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Atuações boas, fotografia legal, mas faltou um pouquinho no roteiro e na direção.
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Viggo Mortensen excelente como sempre.um filme realmente muito bom que explora fatos bem interessantes.
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Gostei bastante.
Essa frase não saiu da minha cabeça depois de assisti-lo "Meu amor por você foi a coisa mais importante na minha vida... me fez entender quem eu sou. Às vezes as pessoas têm que fazer algo... só para poder continuar vivendo. O resto é silêncio." -
Como a Gabi Reichelt comentou, o filme é principalmente bom para que faz psicologia, e o método da cura pela fala se tornou uma potente ferramenta terapêutica - eu ví essa mesma prática dar certo muitas vezes numa clínica de psiquiatria da intermédica onde trabalhei; mas de fato o filme te deixa com a impressão de que falta muita coisa para se tornar fiel a proposta psicanalista que o filme propõe, e foi a história. Mas eu gostei no geral - principalmente da atuação de Michael Fassbender como Calr Jung.
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achei um bom filme, mas para mim faltou maior embasamento psicológico. ficou um pouco superficial nesse ponto. mas em geral é um bom filme.
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Vale pelo Michael gostoso,mas a Keira,pela madrugada,tão canastra quanto seca.
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a começar pelo fato de que FREUD não conseguiu comprovar NENHUMA de suas teorias (isso é oficial e qq psicólogo é ciente disso)... o filme vai bem.
amo a Keira como atriz. assisto TUDO com ela.
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O filme é bom, ainda mais pra quem faz psicologia, mas termina e deixa todo mundo com a impressão de que faltou muita coisa!
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O filme tem sim pontos interessantes: diálogos sobre sonhos, a desconstrução do conceito de monogamia, sexualidade... Resumindo, é um bom esboço de psicologia, mas fiquei com a impressão de que não se aprofunda propriamente em nada disso. E as relações soaram superficiais demais, pelo menos pra mim, e isso é uma falha considerável levando em conta que o filme tem como base exatamente as relações estabelecidas entre Jung, Sabina e Freud.
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Que atriz é essa meu God? Cara que foi aquilo? Que atuação bizarra, nem caricata conseguiu ser.
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O roteiro é, basicamente, uma adaptação da peça “Talking Cure” de Christopher Hampton, que supervisionou todo o processo; e do livro “Um Método Muito Perigoso” de John Kerr. Infelizmente, os lapsos da narrativa, os furos, explicações ausentes e o ritmo inconstante provavelmente podem levar o espectador a um completo desentendimento da história.
http://cafecomwhisky.com.br/um-metodo-perigoso-2011/ -
Um roteiro extremamente tendencioso. Colocar em dúvida teses que, desde sempre, pertencem aos dois grandes expoentes da psicologia e atribuí-las a Spielrein como se tivessem sido roubadas delas foi um pouco demais pra mim. Assim como o sentimentalismo maniqueísta bem à la Hollywood e,pregado para retratar as relações entre Jung e Sabina e Jung e Freud.
A cereja do bolo foi a atuação da Keira. Exagerada e sem sentimento, como sempre.
Enfim, nada que tenha me surpreendido não.-
Se colocaram em dúvida é pq tiveram fontes pra isso. A história ta ae, cheia de fatos idênticos.
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É um filme, não é uma obra comprometida com a realidade. Quero saber qual a fonte confiável que indica que Sabina Spielrein criou os conceitos de pulsão de morte e anima x animus. Se você me apresentá-la, aí concordarei com você.
Por enquanto, seu argumento não tem nada que possa me fazer mudar de ideia sobre esse filme. -
Acho que aqui explica em relação ao conceito de pulsão de morte: http://pt.scribd.com/doc/58266876/As-Origens-do-Conceito-...
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Apesar das cenas chocantes e ótimas atuações, parece que ficou faltando algo. No começo é bem interessante, depois vai ficando sem graça.
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Um filme contido, mas interessante do David Cronenberg. Relata o início da psicologia e, ao mesmo tempo, um momento histórico inexplorado. Michael Fassbender estar ótimo, mas Keira exagera em alguns momentos. Ainda assim, suas expressões "quero oscar" não chegam a estragar o filme.
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Um do grandes trabalhos de Cronenberg, história bem conduzida e intrigante com uma bela fotografia o problema foi exatamente Keira Knigthley, que sempre foi uma atriz de mediana pra baixo está visivelmente forçada demais nas cenas.
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o filme é honésto, mas a atuação de Keira Knightley é uma das mais bizarras que eu já vi, totalmente fora de sintonia com a atmosfera do filme, a atriz é medíocre e o papel deveria ser representado por alguem a altura.
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Concordo com a nossa amiga aqui abaixo... Pode ser até chato... e Isso que eu senti. Só assisti por causa da Keira Knightley. Atuação impecável, mas só isso que eu curti...
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Gostaria mais se o filme tivesse focado de forma intensiva na relação Freud - Jung. E concordo com um dos comentários feitos : a Keira é muito forçada!
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Lembra-me o Prendimi L'anima. Será um remake? ps: ainda não assisti.
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Confesso que esperava mais desse filme que, em princípio deveria retratar a relação entre Freud e Jung, no início sintonizados em desenvolver as bases da psicanálise e, mais adiante, já com visões distintas e antagônicas sobre os rumos a serem adotados nos tratamentos. Fora isso, um filme que conta com a beleza de Michael Fassbender e Vigo Mottersen eu não poderia ignorar mesmo. Apesar de tudo, o foco da trama acaba se fixando mais na relação médico-paciente entre Jung, personagem de Fassbender, e a inicialmente descontrolada Sabina, de uma forçada Keira Knightley. Confesso que não entendo o encanto que alguns tem por ela, porque não a acho nem talentosa nem bonita e, nesse filme em especial, onde ela tem que ser sexy e apaixonada, me pareceu apenas patética. A atração entre Jung e Sabina passa a ser o mote principal da trama, envolvendo algumas cenas que pretendem ser "quentes" mas me pareceram inverossímeis. Se salva a bela reconstituição de época, figurino e a fotografia. Bastante mediano e bem decepcionante.
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Filme fabuloso, salvo pela atuação sofrível de Keira Knigtley...
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Para quem procura conhecimento na area de psicologia, esse filme é um prato cheio, para quem espera um filme de David Cronenberg, pode ficar achando que faltou algo -explico-
Ele acaba sendo muito burocrático, somente raspando na relação, apaixonada, criteriosa, intrigante e ideologica que foi o movimento da sociedade de psicologia.
E toda aquela dramaticidade que eu esperava, morre nas caretas comicas de keira Knightley, que sustenta seu personagem importante com exageros cómicos, mostrando seu pouco recurso.
Dando um exemplo que o metodo perigoso seria a cura pela conversa/dialogo, o filme "O mestre" consegue ser mais engenhoso e preciso nesse ponto.
Quando se trata da relação entre Freud e Yung, o filme tem mais êxito, mostrando que a visão "sexológica" atrita diretamente com a parapsicológica de yung, desencadeando o fim do relacionamento pai e filho dos dois.
Achei na minha opnião que deveria ter tratado bem melhor a importancia do movimento, e como eles queriam mostrar a parte cientifica, que atestaria a eficácia do método, e eficiencia na compreensão desse terreno ainda inexplorado, e isso acabou no momento que as relações entre todos, se tornaram meros tropeços emocionais.
Ponto alto do filme são os diálogos sobre sonhos, e a revelação de Freud sobre a não abordagem de um deles, cerrando de vez o relacionamento dos colegas.
Ponto baixo é a atuação de keira, que quando vista despensa comentários, e se torna mais evidente quando vemos Otto bem melhor interpretado por Vicent Cassel.
Recriação de época impecável, e a camera de Cronenberg belíssima, com quase retratos em momentos, e planos amplos bem usados em outros.
Em contraponto, parem de usar tela verde, esta bem evidente a "farsa", e os olhos ja os capitam com maior velocidade, fazendo o telespectador ser catapultado do filme.
Apesar de criticar pontos chaves do filme no geral achei um bom filme, e aproxima o cinéfilo à personagens tão importantes da nossa historia geral.-
Adorei seu comentário.Você é estudante de Psicologia ? Eu sou ... gostei do filme, mas penso que o que faltou foi um foco maior na relação dos dois (Freud e Yung), antes durante e depois ...
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Olá isabella, sou estudante de Direito, então essa assunto mais do que me interessa, heheh concordo com vc, foi muito limado essa relação, que para mim era o mais interessante ...
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Não poderia ter lido comentário mais completo. Vou assistir agora (ainda que infectado pela sua opinião) com muito gosto e curiosidade. Parabéns pela análise.
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Eu gostei. Adorei a escolha do elenco. Viggo Mortensen, Michael Fassbender, Vincent Cassel, Sarah Gadon e Keira Knigthley (depois do exagero nas caretas) conseguem ótimas atuações. O roteiro foca nos relacionamentos, e em discussões sobre psicanálise de forma bem interessante.
Jung: "Meu amor por você foi a coisa mais importante na minha vida. Por bem ou mal, me fez entender quem eu sou. Ele deveria ser meu."
Sabina: Sim.
Jung: "Às vezes as pessoas têm que fazer algo imperdoável, só para poder continuar vivendo". -
O nome do filme é vago, pelo menos senti essa instabilidade.
A psicanálise é um método perigoso para os psicanalistas que podem se envolver com os pacientes? É um método perigoso por trazer detalhes demais da vida do paciente? O que que é um método perigoso?
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Adorei Keira Knigtley e Michael Fassbender no papel principal... mas meio que foi só isso mesmo. Não é um filme muito relevante na vida.
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Achei muito interessante o modo como Cronenberg mostrou a relação entre Jung e Freud. Palmas para Keira Knightley, impecável como sempre, em sua essência dramática e tenho que dizer que achei o final incrível.
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Não é um filme fácil, convenhamos. Quem não se interessa pelos assuntos em torno da Psicologia, não vai entender e nem gostar do filme. Historicamente é um filme fantástico, as atuações excelentes. Os 99 minutos foram bem administrados, se fosse 10 minutos mais longo seria cansativo. Ainda assim, algo me incomodou, mas é porque não tenho muito apreço a Psicanálise e seu modo de "tratamento".
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Hm, então quem realmente criou os conceitos de anima e animus foi a Sabina... hahaha
Amei o filme, o conteúdo é sensacional. É claro que quem não gosta de psicologia não vai gostar do filme porque ele acaba girando em torno disso. Vou assistir de novo fazendo anotações pra escrever um relatório porque tem muito conteúdo bom que a gente acaba esquecendo depois.