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17 anos, Porto Alegre (BRA)
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"I have never felt the urge to jump off a bridge
but there are times I have wanted to jump
out of my life
out of my skin"
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Últimas opiniões enviadas

  • Bruna Lacrout

    É só assistir ao The Breakfast Club que percebemos que com apenas um cenário, cinco artista e alguns dilemas juvenis simples, podemos ter uma história espetacular. Incrível o fato do diferente ser tão igual e estar tão próximo de nós. Acima de tudo, o filme passa uma mensagem super inteligente: "Grite! E mostre o que você realmente é, não o que você parece ser."
    Muito, muito bom.

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  • Bruna Lacrout

    O filme mostra basicamente a verdade. Não só apenas pessoas tristes, mas pessoas literalmente abaladas não só pela morte ou por todo acontecido, mas pelo o que viria pela frente, como seria a vida sem o Sam, sendo ele o único motivo da vida do casal "continuar" como sempre foi, da parte prática, do diário e monótono. Eles acabaram por perceber o quão difícil é tudo isso, quando já está acontecendo. E já estava, há um bom tempo, mas precisava de algo que realmente mostrasse a fragilidade da base dos dois, e de todos mais.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Relevante: as cenas do pai conversando com a mensagem na caixa postal do celular do filho são simplesmente marcantes. Chorei, chorei e chorei. Acho que pensei demais no que aconteceria se eu estivesse no lugar do Sam, e os meus pais do outro lado. Sei lá, doeu demais.


    E aliás, não achei "parado", porque quando me conecto muito com a história, todo resto se encaixa perfeitamente. Ótimo filme, muito bem pensado.

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  • Bruna Lacrout

    Na minha opinião, o filme mostra o que todos nós queremos fazer em horas difíceis: fugir. Fosse de uma aproximação de pai e filhas, fosse de um medo de magoá-las, ou até mesmo, da culpa e da saudade. Acho que esse "fugir", foi usado por toda a vida do Stanley (como por exemplo, em relação ao irmão dele), porém, ele percebeu que naquele momento não bastava apenas fugir, fingir ou esquecer, ele aprendeu a ser forte e a estar do lado de quem ele mais amava, compartilhando e superando uma mesma dor.
    Acho impressionante como só entendemos essa parte da vida em momentos assim, tão ruins, mas pelo menos entendemos.
    Adorei o filme (e chorei mais que os personagens).

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