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Últimas opiniões enviadas

  • Barbara Godoy

    O personagem Ivo carrega uma empatia gigantesca, e se torna ainda mais adorável quando abusa do humor em certas situações, que na maioria das vezes são cortadas por algum incidente, bruscamente nos remetendo de volta ao clima de guerra. Um clima que está presente durante o filme todo, mas não impede de que seja revelada a individualidade e o lado humano dos personagens.
    O filme mostra o quanto um assunto tão mal retratado pode ser elaborado com delicadeza.

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  • Barbara Godoy

    Sganzerla definindo sua obra: "Eu fiz um filme deliberadamente panfletário, poético, sensacional, selvagem, mal comportado, cinematográfico, sanguinário, pretensioso e revolucionário. O personagem deste filme mágico e vulgar é sublime e desagradável. Acima de tudo, a estupidez e sujeira são dados políticos revelando as leis secretas da alma e do corpo explorado, colonial servil e subdesenvolvido. Assim, o Bandido da Luz Vernelha é um personagem político na medida em que é um marginal ineficaz, um rebelde impotente incapaz de canalizar suas energias vitais."

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  • Barbara Godoy

    Para comentar sobre esse filme é preciso deixar claro ainda no início: trata-se de uma produção criada com sensibilidade do primeiro minuto até o último, é preciso estar apto a sentir para captar toda a subjetividade magnífica que Spike Jonze coloca nas entrelinhas dessa obra moderna da sétima arte.

    Obra que foi adaptada do livro Where the Wild Things Are, escrito e ilustrado por Maurice Sendrak, em 1963. Maurice foi um mestre de histórias infantis, trouxe em seus livros uma mistura de magia e realidade que ajuda imensuravelmente na sustentação de qualquer imaginação. Em entrevista a Spike para um documentário, ele diz:
    “Eu acho que o que eu ofereci foi diferente, não porque eu desenhei ou escrevi melhor que os outros, mas porque eu fui mais honesto que os outros, e sobre as crianças e a vida das crianças, e as fantasias das crianças, e a linguagem das crianças, eu disse tudo o que eu queria, porque eu não acredito em crianças. Eu não acredito em infância, não acredito que exista essa demarcação “Você não pode lhes dizer isso! Você não pode lhes dizer aquilo!”, você diz a eles tudo o que quiser. Apenas diga, se for verdade."

    Spike nos coloca dentro dessa história e nos fazer ver que esses monstros não passam de meras representações do nosso psicológico, é interessante notar como cada monstro apresenta alguma relação com nosso protagonista, seja em seu lado solitário, ou em sua vontade de chamar atenção. Cada cena do filme carrega um forte conteúdo emocional apoiado pela trilha e pela fotografia, é uma obra que merece destaque e valor no meio de tantas outras histórias superficiais.

    Me aproveito da inexistente demarcação da infância citada por Maurice para comentar que esse filme pode agradar as mais variáveis idades pois vai além de conceitos jogados pela tela, é um grande representante do principal princípio do cinema, que é fazer sentir.
    Defino esse filme com o título dado à uma música da trilha; em Onde Vivem os Monstros, All Is Love.

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    1 resposta
  • Lari
    Lari

    Gostei demais de Birdman! (tbm achei o romancezinho um tanto desnecessário) mas em relação ao final, não faço muita ideia do que pensar, ou o que o diretor quis dizer com aquilo...eu acho que o filme brinca com a nossa percepção desde o início, faz um uso muito bonito da linguagem cinematográfica, mas julgando pelas provas que o filme nos dá em cenas anteriores, de que o Riggan na verdade estava "imaginando" tudo aquilo, eu acredito que no final ele tenta cometer suicídio de novo, e provavelmente consegue, né. mas pensar assim parece tão sem graça, né? usasauha por isso eu gosto desse tipo de final ambíguo, porque faz a gente pensar e nunca dá uma resposta fácil ou específica. Como no final de 2001, do Kubrick (de nenhuma forma estou querendo comparar os 2 filmes, tá? husahusahus), pra mim é um dos melhores finais da história do cinema por conta dessa ambiguidade.
    Sim, amo demais a trilogia do Linklater! É incrível como ele conseguiu alcançar o mesmo nível de qualidade nos 3 filmes (mas o 1º é o melhor, na minha opinião, hehe), mesmo depois de tantos anos...e é um dos retratos de relacionamento mais reais do cinema, com certeza.
    Não estou muito por dentro dessas teorias de AHS, eu tbm tenho esse problema de esquecer temporadas passadas sauusahhusa, só percebi a conexão entre Asylum e Freak Show por causa da Lily Rabe, mas fora isso...
    Ah, é! eu vi que ela estava por SP, imagina esbarrar com ela pela 25 de março lol não fazia ideia que ela era fotógrafa, achei ótimo. Eu sou de Santa Maria, no RS. Estive em SP ano passado, em um congresso, e sempre falo isso quando encontro um paulista por aqui, tenho muita inveja das "opções de cultura" que vcs tem, haha, e aquela livraria cultura, nossa...
    Já assisti Into the Wild, gosto bastante, esse deve ser bom então :) é, eu provavelmente não iria ter tanto interesse em ver Into the Woods, não parece ser muita coisa :s
    Ah, o meu tbm foi um recadão, haha, mas não tem como ser de outra forma né, é cinema que não acaba mais. Eu tenho assistido ultimamente mais filmes de terror, pra falar a verdade. Eu me considero bastante eclética no meu gosto pra filmes, mas não sei, ultimamente ando na vibe horror, rs. Tenho descoberto alguns filmes e diretores italianos, tipo Dario Argento, Lucio Fulci, etc. curte?

  • Lari
    Lari

    ah sim, eu geralmente acompanho sim, mas dos filmes desse ano assisti só Birdman até agora, gostei bastante, por sinal. Até baixei Boyhood, parece ser bem interessante, mas confesso que fico com um pouco de preguiça por conta do tempo do filme, haha, e em mais de um lugar vi pessoas falando que não é tão bom quanto parece, que o mérito seria só a questão de terem acompanhado o crescimento do ator...mas como sempre, só vendo pra saber e opinar, né?
    Sim, adoro AHS! Vi muita gente continuar a reclamar dessa 4ª temporada, dizendo que foi tão ruim quanto Coven, mas não entendo isso, pra mim Freak Show foi a melhor desde Murder House, apenas...achei tudo lindo, e foi mais pro lado gore dessa vez, o que me agradou bastante, rs. Um dos problemas da série realmente é o tempo curto, em 13 episódios apenas (mesmo que sejam ao estilo Game of Thrones, haha), não tem como desenvolver toda a história e dar atenção à história de cada personagem, então concordo quando dizem que acaba deixando muitas pontas soltas.
    Tbm não costumo acompanhar muitas séries, até gostaria, mas simplesmente não tenho tempo suficiente, acabo sempre priorizando os filmes. As poucas que acompanho são TWD, GoT, AHS, Supernatural e de vez em quando New Girl.
    P.S.: Um filme do Oscar desse ano que fiquei com vontade de ver foi esse Wild, sou apaixonada pela Laura Dern <3 vale a pena assistir? e Into The Woods não é bom, então?

  • Lari
    Lari

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