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E aí, beleza? :)

Últimas opiniões enviadas

  • Ericson Miguel

    Muito bom me ver voltando a assistir animações japonesas. E não poderia recomeçar essa paixão de maneira melhor. Eu já havia, há mais ou menos 7 anos, assistido a "Stranger: Mukoh Hadan" e, sendo ainda muito imaturo a ponto de não me atentar à história em si, mas somente a animação, não pude, obviamente, extrair tudo que o filme tinha para dar e, de quebra, não me lembrava de quase nada. Fui muito feliz na escolha de revê-lo e, nossa, que filme! Completíssimo.

    Sua história é bem objetiva, mas, por contextualiza-la em meio a um recorte histórico – que, aliás, é muito competente à época retratada –, acaba angariando muito valor ao roteiro; os cenários e a trilha sonora são maravilhosos, e as cenas de luta são um colosso, um espetáculo à parte; extremamente bem trabalhadas. "Stranger: Mukoh Hadan" é certamente uma das melhores animações que eu já vi. Ou melhor, retifico: um dos melhores filmes que já vi.

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  • Ericson Miguel

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    "Entende do que estou falando? [...]"

    Maravilha de filme! Esse é o Cinema sul coreano mostrando, mais um vez, que sabe fazer trabalhos de real qualidade. Uma verdadeira aula de direção e roteirização, ambas assinadas por Jang Joon-Hwan.

    "Hwayi" é um filme que ganha pontos, acima de tudo, por tem uma condução delicada e bastante fluida, no sentido de conseguir abordar uma gama de elementos em sua trama e, ainda assim, não perder a mão no desenvolvimento de toda sua história, que transcorre de maneira singular, dando uma boa base à sua narrativa. O longa tem, ainda, atuações extremamente competentes, em especial a de três atores: Jo Jin Woong, com um personagem que conseguiu me comover profundamente, Yun-seok Kim, que aqui nos presenteia com uma atuação tão boa quanto a de seu papel em "The Chaser" e, claro, o jovem Yeo Jin-Gu. Embora eu tenha uma pequeníssima ressalva – que me fez tirar meia estrela de sua nota – a respeito da aplicabilidade de um dos elementos coadunados em seu roteiro, tenho de ser sincero não apenas com o filme em si, mas também comigo, em dizer que Hwayi é, sem sombra de dúvidas, um dos melhores trabalhos sul coreanos lançados nessa década.

    Hwayi é, de fato, um ótimo filme, e merece ser assistido. Só me entristece o fato de ele não ter tanto reconhecimento assim.

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    "[...] Você tem que se tornar um monstro para que o monstro desapareça."

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  • Ericson Miguel

    Intenso. Se há uma palavra em nosso extenso vocabulário que, julgo eu, sirva perfeitamente para definir "Whiplash", essa é a palavra: Intenso.

    Ao terminar de assistir "Whiplash", eu disse a um grupo de amigos que uma pessoa que não gosta, mesmo que pouco, de Jazz, dificilmente sentirá o mesmo que alguém que aprecia isso, sentiu ao assistir a esse filme. É uma sensação inefável! Ou melhor, pelo menos para mim, foi. Talvez, à alguns olhares, essa minha fala soe prepotente, mas essa não foi minha intenção. Até porque, claro, isso não é uma regra, é apenas uma inferência arbitrária. Espero que entendam.

    Há, de fato, certa saturação em retratar a história de um jovem com um sonho e que encontra, no caminho, um mentor "barra pesada" que põe em cheque suas capacidades e almejos. É bem verdade que, a priori, a trama central não soa tão inovadora assim. Porém, em certa desarmonia com essa questão, é necessário convir que o modo com que tais filmes são conduzidos, são capazes de, talvez, tornar uma trama "clichê", em uma trama completa e absolutamente diferente do que se está acostumado a ver, uma trama absurdamente acima da média. E é justamente isso que acontece aqui, em "Whiplash". A maneira forte com que o texto se apresenta e a direção assertiva que Damien Chazelle deu ao longa, favoreceu grandemente não só o desenvolvimento de toda a história, mas também a identificação do espectador com o filme. Alguém não xingou ou sentiu, mesmo que por um parco momento, vontade socar a cara do Fletcher? Imagino que a maioria, sim.

    Desde suas atuações – onde temos um Miles Teller extremamente inspirado, mostrando que pode alcançar patamares bem maiores do que se aparenta, e um J. K. Simmons na, talvez, melhor e mais visceral atuação de sua carreira – passando por toda a construção dos conflitos, pelo modo como a foto, se adequando, tenta transmitir toda a tensão de determinados momentos durante o filme, o dinâmico jogo de câmeras utilizado em algumas cenas, e, claro, sua trilha sonora. Há uma somatória ímpar entre os elementos desse filme e foi justamente isso que, a meu ver, deu a "Whiplash" esse ar de intensidade. Característica essa que, embora não muito rara e distinta de se encontrar, é apresentada aqui com a mesma competência das grandes Big Bands dos anos 30-40, e seus dançantes Swings.

    "Whiplash" é ainda, e talvez acima de qualquer outra coisa, uma baita homenagem à Música Popular Americana. Aliás, imagino eu que não tenha sido uma simples coincidência o nome do personagem de J.K. Simmons ser "Terence Fletcher", quando, nos anos 30, na ascensão da "Big Band Era", um de seus grandes precursores se chamava "Fletcher Henderson".

    Enfim... É apenas isso.

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  • VanessaAyase
    VanessaAyase

    Oi!! td bem?
    Eu já ouvi falar desse filme, mas não tenho ainda.
    A pontuação dele é bem alta. Vou ver sim!
    Obrigada e bom final de sema. =) abs

  • VanessaAyase
    VanessaAyase

    sul-coreanos de vingança rs

  • VanessaAyase
    VanessaAyase

    Olha... eu acho também que tem Montage, mas tem também o No Mercy... rs