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E aí, beleza? :)

Últimas opiniões enviadas

  • Ericson Miguel

    Certamente, um marco do Terror oitentista. Com uma das cenas de transformação mais incríveis e marcantes de todos os tempos. Entretanto, mesmo achando-o um ótimo filme, não pude me desprender de alguns problemas referentes a sua condução. Mesmo para a época de seu lançamento, e, encarando o filme como o mesmo tem de ser encarado, é impossível não creditar e atribuir certo peso a esses pequenos poréns.

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    Como, por exemplo, as cenas onde seria esperado que a protagonista, Karen White, esboçasse algumas reações completamente diferentes das que esboçou. Na cena em que ela entra no consultório à procura do Doc e acaba encontrando sua amiga, Terry, morta em cima de uma mesa, com o pescoço completamente estraçalhado e cuspindo sangue. Nessa cena, Karen tem apenas um leve susto, esboça uma feição de espanto e um chorinho, não grita, não se desespera, apenas cobre a amiga com um lençol e vai fazer uma ligação. Sim. Outra cena muito estranha, ainda no consultório, logo após a cena que descrevi acima, Karen se depara outra vez com Eddie, o mesmo que a atacou no começo do filme. Nessa cena, Eddie se transforma em lobisomem na frente de Karen, transformação essa que demora cerca de 2-3 minutos, e durante esses 2-3 minutos Karen permanece lá, parada, oscilando entre a admiração e o medo, sem fazer nada, até que a transformação, enfim, acaba e ela joga ácido na cara do bicho.

    Um pouquinho mais de cuidado na dinâmica dessas e algumas outras cenas, e esse filme certamente figuraria como um clássico do tema, ainda mais obrigatório do que já é.

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  • Ericson Miguel

    Demorei. Enrolei de várias maneiras. Por algum motivo que me foge a explicação, eu posterguei de diversas formas minha já antiga vontade de assistir a esse clássico do cinema. Mas acredito que tal demora não tenha sido de todo mal. Tendo a mentalidade que tenho hoje, me parece completamente coerente acreditar que vi esse filme num momento bem melhor que os anteriores, com olhos que eu certamente não teria se o tivesse feito mais cedo. E que filme espetacular! Uma verdadeira obra de arte.

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    Entre tantas e tantas cenas a serem lembradas por mim nesse filme – e não são poucas –, uma que jamais me escapará da memória é aquela logo depois do último tiro. Onde o carro, em lentas gradações, vai perdendo sua velocidade. Aquela cena onde o constante barulho da buzina e o ressoar de um grito demarcam o fim da tão desejada fuga de Evelyn Mulwray e da nossa constatação dos porquês de Gittes quase nunca falar sobre Chinatown.

    "— As little as possible...
    [...]
    — Forget it, Jake... It's Chinatown."

    De fato, e incontestavelmente, clássico!

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  • Ericson Miguel

    Dificilmente farão cenas tão hilárias e icônicas em filmes de zumbis, quanto algumas presentes nesse clássico! E três delas me serão inesquecíveis:

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    1) Aquela em que o Frank pega uma moleta pra matar um cachorrinho zumbi, cortado verticalmente ao meio, grudado numa base, latindo e grunhindo;
    2) Aquela outra onde eles amarram uma zumbi na mesa do necrotério e conversam com ela;
    3) E, claro, aquela onde o Ernie decide sair de dentro do necrotério pra pegar a ambulância dos paramédicos mortos e dá de cara com um zumbi-cotoco, só com os cotos dos braços e das pernas, correndo atrás dele.

    Fiz bem demais em ver esse filme, sem sombra de dúvidas. Ri como nunca.

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