Santa Bárbara (BRA)
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Não consigo dar nota ruim para filmes do Jackie Chan e de natal, então desconsidere essas notas.

1 estrela = Ruim
2 estrelas = Regular
3 estrelas = Bom
4 estrelas = Ótimo
5 estrelas = Excelente

Últimas opiniões enviadas

  • Matheus Paiva

    Muitos ficaram decepcionados com o remake, na minha opinião, por pensarem que iriam assistir a um filme igual ao original, que é excelente.
    Ainda bem que não fizeram uma cópia do original pois a ideia de futuro da década passada não caberia e nem venderia atualmente, os únicos que iriam assistir seriam os saudosistas.
    Para mim o diretor Len Wiseman fez a escolha certa ao dar um novo olhar ao clássico de 90, para que a atual geração se empolgue com o que vê ali. Isso também é importante para que os mais interessados no cinema busquem o original para ver como era a visão do futuro da década passada.
    Se fosse feita uma espécie de cópia do original, além de não ser necessário não faria sentido, pois ninguém hoje em dia compra a ideia de que em um futuro haverá mutantes. Antigamente as pessoas compravam a ideia pois a ciência estava evoluindo rapidamente, novas drogas estavam sendo feitas, novas doenças sendo conhecidas.
    Eu realmente gostei do remake, ele não é tão bom quanto o original, mas não deixa de ser um filmaço. Para aproveitar 100% do filme é bom não fazer comparações, principalmente entre os protagonistas, pois comparar Colin Farrel com Schwarzenegger não tem lógica.

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  • Matheus Paiva

    Anjos da Lei foi uma série policial dos anos 80 que fez história e marcou os jovens da época por apresentar personagens carismáticos inseridos no ambiente mais comum a todos eles, a escola.
    O filme Anjos da Lei não tem praticamente nenhuma ligação do anterior, apenas a premissa e algumas detalhes.
    Para os fans mais radicais da série isso pode ser um problema, mas para desfrutar desse filme é necessário deixar de lado as boas lembranças da série e se focar apenas no filme, que ousa em chutar a bunda do politicamente correto e exagerar nas piadas no sense e nos esteriótipos. Em um outro filme isso até poderia ser um grande problema, mas existe lugar com mais esteriótipos que uma escola?
    Por arriscar deixando de lado o politicamente correto o filme acaba se diferenciando do restante e também subindo seu nível com um roteiro ótimo de Jonah Hill, que faz um grande trabalho ao lado de Channing Tatum.
    Com muitas piadas escancaradas e muito engraçadas, alguns momentos hilários e várias referências à série original, Anjos da Lei com certeza é uma das melhores comédias dos últimos anos e merece ser apreciada.

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  • Matheus Paiva

    Tropa de Elite foi um sucesso em todo o Brasil, e não demorou muito para chegar ao conhecimento do resto do mundo. Com tamanho sucesso ja era óbvio que teríamos uma sequência, mas a pergunta é: José Padilha fez um filme único, conseguiria ele repetir tal proeza na sequência ou o segundo filme enterraria de vez a "franquia"?
    E com todos esses questionamentos chegou Tropa de Elite 2, mais uma vez dando tapa na cara da sociedade e cutucando a ferida dos problemas que só os brasileiros conhecem.
    Mas, ao invés de seguir a linha do primeiro filme e apontar o tráfico como a principal escória da sociedade brasileira, aqui "o buraco é mais embaixo", como diria o agora Tenente-Coronel Nascimento.
    Esse filme segue muito mais os passos do Nascimento do que o anterior, mostrando realmente a degradação do personagem ao longo da trama em mais uma atuação impecável de Wagner Moura.
    Falando em atuação, talvez seja esse o único problema do filme: alguns atores que forçam o personagem e se perdem do tom realístico da obra.
    E já que estamos falando de realidade, não podemos deixar de dar os créditos para José Padilha por não seguir a linha dos filmes de ação de ter um personagem intocável e não abrir mão de sacrifícios para dar ainda mais realidade à trama.
    Tropa de Elite 2 não desaponta, muito pelo contrário, mantém o ótimo nível do primeiro filme e mostra que para fazer um filme do mais alto nível no Brasil não é necessário ficar batendo na mesma tecla de sempre utilizar atores globais em comédias pastelonas. E mostra também que não é necessário efeitos especiais e explosões gigantescas para se fazer um filme de ação.

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