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Santa Bárbara (BRA)
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Não consigo dar nota ruim para filmes do Jackie Chan e de natal, então desconsidere essas notas.

1 estrela = Ruim
2 estrelas = Regular
3 estrelas = Bom
4 estrelas = Ótimo
5 estrelas = Excelente

Últimas opiniões enviadas

  • Matheus Paiva

    O documentário relata a evolução do status da arte de rua e de certa forma mostra como o status da arte muda de acordo com sua exibição.
    Os artistas desconhecidos das ruas são tratados como criminosos, tendo que expor sua crítica escondidos, e assim que conseguem uma notoriedade (como Shepard Fairey e Banksy) passam a ser vistos como gênios da arte e visados pela mídia e por celebridades.
    De certa forma o documentário também acaba criticando aquele que fez grande parte das filmagens presente nele, Thierry Guetta, que por ser muito caricato acaba gerando a dúvida se esse não seria um personagem criado por Banksy para criticar essa mudança de status da arte.
    Essa suposta crítica é enfatizada no momento em que Thierry é “mandado” por Banksy a praticar sua arte e começa a organizar sua própria exposição, que mesmo sem ter notoriedade, acaba atraindo a mídia e vários “admiradores”, isso tudo utilizando de um estilo artístico claramente baseado (ou copiado?) de outros grandes nomes da pop art e da street art.

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  • Matheus Paiva

    Muitos ficaram decepcionados com o remake, na minha opinião, por pensarem que iriam assistir a um filme igual ao original, que é excelente.
    Ainda bem que não fizeram uma cópia do original pois a ideia de futuro da década passada não caberia e nem venderia atualmente, os únicos que iriam assistir seriam os saudosistas.
    Para mim o diretor Len Wiseman fez a escolha certa ao dar um novo olhar ao clássico de 90, para que a atual geração se empolgue com o que vê ali. Isso também é importante para que os mais interessados no cinema busquem o original para ver como era a visão do futuro da década passada.
    Se fosse feita uma espécie de cópia do original, além de não ser necessário não faria sentido, pois ninguém hoje em dia compra a ideia de que em um futuro haverá mutantes. Antigamente as pessoas compravam a ideia pois a ciência estava evoluindo rapidamente, novas drogas estavam sendo feitas, novas doenças sendo conhecidas.
    Eu realmente gostei do remake, ele não é tão bom quanto o original, mas não deixa de ser um filmaço. Para aproveitar 100% do filme é bom não fazer comparações, principalmente entre os protagonistas, pois comparar Colin Farrel com Schwarzenegger não tem lógica.

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  • Matheus Paiva

    Anjos da Lei foi uma série policial dos anos 80 que fez história e marcou os jovens da época por apresentar personagens carismáticos inseridos no ambiente mais comum a todos eles, a escola.
    O filme Anjos da Lei não tem praticamente nenhuma ligação do anterior, apenas a premissa e algumas detalhes.
    Para os fans mais radicais da série isso pode ser um problema, mas para desfrutar desse filme é necessário deixar de lado as boas lembranças da série e se focar apenas no filme, que ousa em chutar a bunda do politicamente correto e exagerar nas piadas no sense e nos esteriótipos. Em um outro filme isso até poderia ser um grande problema, mas existe lugar com mais esteriótipos que uma escola?
    Por arriscar deixando de lado o politicamente correto o filme acaba se diferenciando do restante e também subindo seu nível com um roteiro ótimo de Jonah Hill, que faz um grande trabalho ao lado de Channing Tatum.
    Com muitas piadas escancaradas e muito engraçadas, alguns momentos hilários e várias referências à série original, Anjos da Lei com certeza é uma das melhores comédias dos últimos anos e merece ser apreciada.

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