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21 years, Parnaiba (BRA)
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Nove entre dez estrelas de cinema me fazem chorar.

Últimas opiniões enviadas

  • Augusto Santos

    Depoimento de Fernanda Torres sobre sua atuação no filme:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    "Duvidei da minha capacidade de chegar a um resultado aceitável desde o dia em que recebi o material. Era uma batalha perdida, atingir uma interpretação convincente de um depoimento que se mostrava tão fresco, e próprio, na boca de quem o viver. (...) No dia marcado, dirigi até o teatro onde Coutinho filmava os depoimentos. Esperei no camarim, ele disse que me chamaria com a câmera já valendo. Subi as escadas concentrada e sentei na cadeira em frente à câmera em estado de representação. Coutinho soltou uma exclamação em tom alto: "Nossa, você falou igual a ela". Eu tentei seguir em frente, mas ele insistiu em me chamar pelo meu nome. Pânico. Coutinho não percebeu e continuou a me perguntar sobre o melhor lugar para ele se posicionar, mencionou a sua falta de jeito, pediu que eu dissesse a hora de começar, mas a hora já havia passado. Esfriei. Não teve mais volta. Tentei atacar a fala, mas um diabo insistente me sussurrava no ouvido: "É mentira!". Parei. Foi melhor parar, admitir que eu não acreditava no que estava dizendo. Tirei zero na prova".

    Honestíssima, beleza, uma fofa! Mas uma questão não me sai da cabeça: a falta de jeito da atriz e sua aparente frustração não seriam simulacros também? Uma atuação na atuação, como em todo o filme? Talento pra isso, ah, ela teria.

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  • Augusto Santos

    Andrucha acertou na mão. Ele conduziu com maestria a característica mais interessante do filme: a troca de papéis entre as personagens. A afinidade prévia das atrizes com o diretor, com certeza, deve ter contribuído para tal situação. O falar com os olhos, pelo visto, pode ser hereditário. Além disso, o silêncio, em alguns momentos, mostrou-se melhor encaixado que qualquer outro diálogo imaginável. Entretanto, o roteiro não é tão original. Boa parte das angústias e reflexões mostradas em Casa de Areia já tinha sido retratada antes por Teshigahara, no clássico Woman in the Dunes. Pode ter rolado uma pegada de inspiração ou quem fez o roteiro pode nem saber da existência do japa, mas soou um pouco repetitivo pra quem já assistiu ao anterior. No final das contas, acredito que isso não tenha servido de empecilho pra firmar Casa de Areia como uma grande obra dentro da filmografia brasileira.

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    1 resposta
  • Denis
    Denis

    sim. parece ser uma delicia.

  • Denis
    Denis

    hsauhsuah. quando mostra a cena deles mortos, meu deus, eu fiquei todo arrepiado. impossível você assistir esse filme e não ficar de boca aberta.

  • Denis
    Denis

    vi sim. é um ótimo filme, eu gostei. menino, eu assisti Estômago! que filme louco hsahaha aquele final?! muito bom...